RSS

Arquivo da tag: Investimento

Zuckerberg lidera investimento em empresa de inteligência artificial

Zuckerberg tem agora fortuna estimada em US$ 10,2 bilhões (Foto: Reuters)Mark Zuckerberg, um dos fundadores do Facebook
(Foto: Reuters)

Um dos fundadores do Facebook e atual presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg liderou o investimento na Vicarious, empresa de software que tem a ambição de fazer os programas de computador simularem a reação do novo córtex humano, parte do cérebro que, entre outras funções, é responsável pela linguagem.

O investimento de US$ 40 milhões foi feito, não só por Zuckerberg, mas também pelo fundador da fabricante de carros elétricos Tesla, o Elon Musk, e pelo ator e investidor Ashton Kutcher, que usou seu fundo.

Os três são, talvez, as figuras mais eminentes de um grupo formado por 17 investidores, entre pessoas físicas e fundos –entre eles há ainda Peter Thiel (um dos primeiros investidores da rede social e hoje conselheiro do site) e Dustin Moskovitz (outro dos fundadores do Facebook).

O nicho da inteligência artificial está em alta entre os investidores, visto que outro gigante da tecnologia apostou recentemente em uma empresa do mesmo ramo.

No começou de 2014, o Google anunciou a compra da DeepMind por US$ 400 milhões Technologies.

“Nós dissemos aos investidores que agora, os seres humanos estão fazendo um monte de coisas que computadores devem ser capazes de fazer”, disse Scott Phoenix, cofundador da empresa, ao jornal “Wall Street Journal”.

O ator Ashton Kutcher (Foto: AFP)O ator Ashton Kutcher (Foto: AFP)

Segundo ele, o objetivo da Vicarious é fazer com que os computadores vão além do reconhecimento de imagens e consigam compreender não só formas e objetivos, mas texturas. Isso, diz, poderia fazer com que entendessem conceber algo como uma cadeira de gelo. Um dos outros fundadores é o neurocientista Dileep George.

“Companhias que são pioneiras em uma tecnologia fundamental que promove uma ruptura geralmente vêm para definir indústrias inteiras”, afirmou ao jornal Joe Lonsdale, fundador de outro fundo de investimento que participou do aporte, o Formation 8. “Eu acreditou que Vicarious tem o potencial para se tornar uma dessas companhias.”

View the original article here

Anúncios
 
1 comentário

Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Governos buscam ‘investimento social’ para recuperação de presos

Índices preocupantes de reincidência de detentos, bem como a dificuldade em obter dinheiro público para financiar programas de prevenção de crimes, têm levado Estados Unidos e Grã-Bretanha a testar um modelo financeiro na tentativa de evitar que ex-presidiários voltem para a prisão.

No interior da Inglaterra e no Estado americano de Nova York estão sendo implementados programas-piloto usando financiamento privado, obtido por meio da emissão de Títulos de Impacto Social (TIS, social impact bonds em inglês), também chamados de títulos sociais.

A ideia é aplicar a lógica do mercado financeiro a iniciativas de impacto social: investidores privados compram os títulos do governo destinados a cada projeto, gerando dinheiro para financiar ações de prevenção à reincidência – que por sua vez são implementadas por organizações a serviço do Estado.

Títulos foram emitidos em 2012 para financiar projetos de reinserção de ex-detentos de Rikers Island (EUA) (Foto: AP)Títulos foram emitidos em 2012 para financiar projetos de reinserção de ex-detentos de Rikers Island (EUA) (Foto: AP)

Depois que as ações estiverem em prática, um terceiro agente, independente, avalia seus resultados. Caso elas tenham sido bem-sucedidas, o Estado paga um prêmio em dinheiro aos investidores privados, recompensando seu investimento inicial.

Caso as iniciativas não tenham êxito, os investidores perdem dinheiro – assim como ganhariam ou perderiam na Bolsa de Valores dependendo dos lucros ou prejuízos das empresas das quais têm ações.

‘Quebrar ciclo de reincidência’
A vantagem para o Estado é que ele desembolsa dinheiro apenas se as iniciativas forem bem-sucedidas – no caso, se for notada uma redução na reincidência de crimes pelos ex-detentos que participam dos projetos.

A iniciativa mais recente foi lançada pelo Estado de Nova York em dezembro, quando o Bank of America Merrill Lynch anunciou a captação de US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 31 milhões) para financiar um programa de cinco anos e meio destinado a ajudar 2 mil ex-detentos a conseguir emprego.

A meta, segundo o banco, é “quebrar o ciclo de reincidência entre esse grupo, reduzir os custos de aprendizados e poupar o dinheiro do contribuinte relacionado a gastos judiciais e perdas da vítima do crime”.

O banco lembra que os investidores correm o risco de perder todo o aporte investido caso o programa fracasse, mas agrega que há uma ‘forte tendência entre nossos clientes de buscar investimentos que não apenas tragam lucros, mas também ajudem a trazer mudanças sociais’.

Comparar resultados
O projeto nova-iorquino foi idealizado pela organização britânica Social Finance, que também coordena iniciativa semelhante em curso desde 2010 no presídio de Peterborough, no interior da Inglaterra.

“Tínhamos organizações capazes de fazer um bom trabalho (contra a reincidência de presidiários), mas dificuldade em financiá-las. Daí a ideia de testar o modelo de títulos sociais e comparar os resultados da iniciativa com o restante da Inglaterra”, diz à BBC Brasil Alisa Helbitz, diretora de pesquisas e comunicação da Social Finance.

O projeto britânico conta com cerca de 5 milhões de libras (R$ 19 milhões) obtidos com 17 investidores, entre organizações e fundações – que, segundo Helbitz, se interessaram pela ideia de investir em uma ação social e, ao mesmo tempo, possivelmente receber algum retorno financeiro.

O projeto de Peterborough envolve mil detentos sentenciados a um ano ou menos de prisão. Eles recebem a orientação de mentores ao serem libertados, para ajudá-los a conseguir emprego, moradia e (caso necessário) grupos de apoio contra drogas.

Segundo relatório de 2010 da própria Social Finance, a cada libra (R$ 3,90) investida em programas para prevenir a reincidência em crimes, o governo britânico chega a economizar 10 libras (R$ 39) em custos sociais.

Resultados preliminares divulgados em outubro sugerem uma queda inicial de 12% na frequência de condenações entre ex-detentos de Peterborough, na contramão de um aumento de 11% na reincidência na Grã-Bretanha.

Se os resultados se confirmarem na avaliação oficial – prevista para os próximos meses – e a reincidência cair em ao menos 10% no presídio, os investidores começarão a receber dividendos, pagos pelo governo.

“Ainda não sabemos se isso acontecerá, mas os resultados até agora são otimistas”, afirma Helbitz. “O objetivo é gerar interesse (em torno do projeto) para construir mais programas sociais que sejam flexíveis e foquem a prevenção a longo prazo.”

Um terceiro projeto também em andamento existe desde 2012 na cidade de Nova York, onde quase 50% dos adolescentes que deixam a prisão voltam a ser detidos em menos de um ano.

O programa foca nos detentos de 16 a 18 anos de idade do presídio de Rikers Island e, segundo a prefeitura, prevê ‘educação, treinamento, e aconselhamento para melhorar habilidades pessoais, incluindo a tomada de decisões e a resolução de problemas’.

O projeto, cujos resultados ainda não foram avaliados, foi financiado pelo banco Goldman Sachs, que só terá lucros se a reincidência cair mais de 10%. “Quanto maior o sucesso do programa – ou seja, quanto maior a redução na reincidência -, maiores serão a economia da cidade (com custos sociais) e, portanto, os pagamentos (pelos títulos)”, declarou na época a prefeitura de Nova York.

Aplicável no Brasil?
Programas do tipo poderiam funcionar no Brasil? Aqui, dados do Conselho Nacional de Justiça sugerem que cerca de sete entre cada dez ex-detentos voltam a cometer crimes.

Já há esforços de organizações como o Banco Interamericano de Desenvolvimento em implementar Títulos de Impacto Social em outras áreas no Brasil, para financiar projetos de educação.

Na área de segurança pública, a ideia parece “interessante”, mas só seria viável em pouquíssimos nichos do deficiente sistema carcerário brasileiro, opina à BBC Brasil Rodrigo Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, especialista em Análise Social da Violência e Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança.

“A situação dos presídios brasileiros é tão emergencial e a superlotação tão crônica que seria preciso antes superar um patamar mínimo de falta de garantias absolutas no sistema”, opina.

“Além disso, não temos tradição de engajamento da sociedade civil (nessa área). Muitos não querem associar a marca de suas empresas a projetos com a população carcerária; muitas pessoas aceitam a situação caótica dos presídios porque acham que os presos merecem; e o Estado (não se envolve) porque isso não dá voto.”

Ghiringhelli de Azevedo relata que já há esforços isolados de prevenir a reincidência entre presidiários brasileiros e oferecer-lhes empregos durante e depois do cumprimento da pena. Mas, no geral, o sistema é uma “bomba-relógio”, diz.

“Quem entra por crimes menos graves sai de lá com dívidas e compromissos, o que necessariamente significa estar sob alguma facção ilegal. E a geração de renda é uma grande dificuldade para quem perdeu seus vínculos sociais.”

E, assim, é grande a probabilidade de que esse ex-detento volte ao crime, explica.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , ,

Novo investimento eleva avaliação do Dropbox a quase US$ 10 bi, diz jornal

Tela do aplicativo do Dropbox (Foto: Divulgação/Dropbox)Tela do aplicativo do Dropbox
(Foto: Divulgação/Dropbox)

A ferramenta de armazenamento on-line de arquivos Dropbox obteve US$ 250 milhões de um fundo gerido pela BlackRock e outros investidores em uma nova rodada de financiamento que valorizou o serviço em quase US$ 10 bilhões, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pelo jornal “Wall Street Journal”.

As fontes não quiseram ser identificadas porque a rodada de financiamento era privada. O Dropbox e a Blackrock não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

O Dropbox, startup de 6 anos de idade do Vale do Silício que pode abrir seu capital em algum momento deste ano, está aproveitando o fluxo de investidores e as astronômicas avaliações de valor para as novas empresas de tecnologia.

A companhia passou por intenso crescimento em meio à ascensão meteórica do armazenamento na nuvem, que deverá continuar avançando ao lado da computação móvel. Outras empresas, incluindo a Microsoft e Amazon, também estão expandindo seus negócios nesse sentido.

Outros investidores do Dropbox incluem o Goldman Sachs, Sequoia Capital, Accel Partners e Index Ventures.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Com investimento de R$ 550 mil, Sonda IT abre filial no interior de São Paulo

Operação em Indaiatuba atenderá empresas da região e concentrará centro de competências da SAP, afirma empresa.

13 de dezembro de 2012 – 09h00

A Sonda IT, integradora de TI, inaugurou uma filial na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo. Com investimentos de 550 mil reais para o primeiro ano, a operação atenderá toda a região com o portfólio de produtos e serviços da companhia. Entre as cidades que estarão sob comando da nova unidade estão Indaiatuba, Campinas, Sorocaba, Jundiaí, Ribeirão Preto, Piracicaba, Bauru e Araraquara.

De acordo com a Sonda IT, a nova operação suportará o Centro de Competência SAP e concentrará as Fábricas de Software Java, Sharepoint e .Net., e o Centro de Soluções GED Documentum. A empresa quer aproveitar a mão de obra qualificada local e firmar parcerias com universidades locais para gerar novos empregos.

“O potencial de negócios é extenso nessa região. O volume de empresas é representativo, principalmente por ser uma localização com moderna infraestrutura logística, que conta com as melhores rodovias, ferrovias e o segundo maior aeroporto de cargas do País”, justifica o presidente da Sonda IT, Carlos Testolini.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 13 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Startups contam com 6,3 mil “anjos” no Brasil para buscar investimento

Número de pessoas físicas que fomentam empreendedores locais cresceu 18% comparado com ano anterior. Capital oferecido é em média R$ 79 mil

30 de novembro de 2012 – 11h15

Pesquisa da entidade Anjos dos Brasil apresentada hoje em São Paulo mostra que o interesse por fomentar o empreendedorismo cresceu no país. Segundo Cassio Spina, fundador da organização, o número de investidores anjo brasileiros aumentou em 18%, passando de 5.300 para 6.300 pessoas físicas que aplicaram recursos e conhecimento em empresas iniciantes, as chamadas startups. Segundo a pesquisa, cerca de 80% destes investidores são apenas receptivos, isto é, aplicam somente quando são procurados por empreendedores.

O estudo mostra que o volume de capital total investido também cresceu em 10%, subindo de R$ 450 milhões para R$ 495 milhões. O crescimento do volume de capital foi inferior ao aumento do número de investidores anjo em função da valor médio investido ter sido reduzido em aproximadamente 7%, passando de R$ 85 mil para R$ 79 mil. A redução no valor, segundo a entidade, pode ser explicada pela cautela dos investidores iniciantes em aplicar menos recursos pois ainda estariam aprendendo o processo.

Em termos comparativos, o Brasil precisa aumentar seu “apetite pelo risco”, diz Spina. O crescimento brasileiro ficou próximo do norte-americano, mas abaixo deste. Nos Estados Unidos, o crescimento do número de investidores anjo foi de 20%, de acordo com dados do Center for Venture Research da Universidade de New Hampshire, mas deu-se sobre uma base bem maior, de 265.000 investidores anjo, em um mercado maduro. Caberia ao Brasil ser mas agressivo, mas segundo o estudo da Anjos do Brasil há duas barreiras a serem ultrapassadas: falta de conhecimento sobre o modelo, que ainda está sendo descoberto; e a falta de proteção e estímulo para investidores, considerada por Spina como mais grave.

O investidor anjo está disposto a tomar o risco da perda do capital investido em função de maior retorno mas sente-se desprotegido legalmente. Como o país não tem regulamentação sobre a descaracterização da personalidade jurídica das empresas, ele teme o risco potencial adicional de ter de arcar com passivos adicionais da empresa investida mesmo não tendo qualquer envolvimento na administração. A legislação prevê que a responsabilidade deveria ser limitada ao seu capital social, mas o risco potencial existe.

Nos EUA e em outros países onde a prática do investimento anjo está mais desenvolvida, existem regulamentações que protegem os investidores, garantido aos mesmos que nenhuma dívida da empresa atinja seu patrimônio pessoal. O investimento anjo não recebe também nenhum estímulo, como por exemplo equiparação de incentivos tributários com outras aplicações.

Enquanto um investidor no mercado de ações pode compensar eventuais perdas de um investimento com o lucro de outros e ser tributado somente sobre o resultado total apurado, no caso do investimento anjo privado não há previsão de compensação, portanto mesmo que o resultado total de dois ou mais investimentos fosse nulo, o investidor poderia ser tributado sobre um dos ganhos.

Segundo a Anjos do Brasil, o investidor anjo exerce um papel fundamental, pois além de contribuir com o capital financeiro ele aplica a experiência, conhecimento e sua rede de relacionamento para aumentar as chances de sucesso e acelerar seu crescimento. Estudo da OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico) feito em mais de 30 países identificou que “os investidores anjo tem um papel crítico no sucesso das empresas iniciantes”.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Investimento publicitário na Internet cresce 25% no trimestre

De acordo com Projeto Inter-Meios, faturamento da mídia Internet foi de R$ 330 milhões, 25% acima do primeiro tri de 2011.

O investimento publicitário na internet no primeiro trimestre do ano foi de 330,4 milhões reais, aumento de quase 25% sobre o mesmo período de 2011. É um crescimento acima do mercado total, que aumentou 13,8% no trimestre, para 6,51 bilhões.

De acordo com dados do Projeto Inter-Meios (veja tabela abaixo), divulgados nesta terça (12), a mídia internet está atrás apenas de Revista (360 milhões), Jornal (777 milhões) e TV Aberta (4,26 bilhões).

A diferença entre Internet e Revistas, no entanto, caiu de 93 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011 para 30 milhões este ano.

O Projeto Inter-Meios, coordenado pelo Meio & Mensagem, é um relatório de investimento em mídia a partir de dados de faturamento enviados pelos veículos.

Intermeios

Crédito: Projeto Inter-Meios / Meio & Mensagem

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20 de junho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Investimento publicitário na Internet cresce 25% no trimestre

De acordo com Projeto Inter-Meios, faturamento da mídia Internet foi de R$ 330 milhões, 25% acima do primeiro tri de 2011.

O investimento publicitário na internet no primeiro trimestre do ano foi de 330,4 milhões reais, aumento de quase 25% sobre o mesmo período de 2011. É um crescimento acima do mercado total, que aumentou 13,8% no trimestre, para 6,51 bilhões.

De acordo com dados do Projeto Inter-Meios (veja tabela abaixo), divulgados nesta terça (12), a mídia internet está atrás apenas de Revista (360 milhões), Jornal (777 milhões) e TV Aberta (4,26 bilhões).

A diferença entre Internet e Revistas, no entanto, caiu de 93 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011 para 30 milhões este ano.

O Projeto Inter-Meios, coordenado pelo Meio & Mensagem, é um relatório de investimento em mídia a partir de dados de faturamento enviados pelos veículos.

Intermeios

Crédito: Projeto Inter-Meios / Meio & Mensagem

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 19 de junho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,