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Agência de armas químicas vai investigar uso de gás cloro na Síria

A agência global de armas químicas que supervisiona a destruição de arsenais tóxicos da Síria vai enviar uma missão de investigação ao país para esclarecer as alegações de rebeldes e ativistas sobre ataques com gás cloro, informou a entidade nesta terça-feira (29).

A Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq), com sede em Haia, disse em comunicado que o governo sírio havia concordado em receber a missão e prometido fornecer segurança nas áreas sob seu controle.

Rebeldes que lutam contra o regime do presidente Bashar al-Assad disseram que o governo sírio tem usado gás cloro em ataques durante a guerra civil, que está entrando em seu quarto ano.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Presidente da Argentina faz exames para investigar lombalgia

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, fez vários exames nesta quarta-feira (29) devido a um problema lombar, informou o Hospital Austral, em um comunicado.

Cristina “está fazendo exames e consultas com a Equipe de Traumatologia do Hospital Universitário Austral, após apresentar sintomas de lombociatalgia”, de acordo com a nota distribuída pela Presidência.

A presidente procurou o hospital pouco depois de chegar à capital argentina, procedente de Havana, onde participou da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Cristina Kirchner, de 60 anos, foi submetida a uma cirurgia no cérebro para a drenagem de um hematoma, em 8 de outubro, na Fundación Favaloro. Depois da intervenção, ela ficou de repouso durante um mês, por determinação médica, e retomou gradualmente suas atividades.

Em 10 de dezembro, ela foi autorizada a viajar de avião. A cúpula em Cuba foi sua primeira viagem ao exterior desde a cirurgia.

A presidente argentina, Cristina Kirchner, acena para apoiadores após falar em público pela 1ª vez em 42 dias, em cerimônia no palácio do governo em Buenos Aires. Oponentes começavam a questionar o governo após a cirurgia a que ela se submeteu em outubro. (Foto: Natacha Pisarenko/AP)A presidente argentina, Cristina Kirchner, acena para partidários em Buenos Aires em 23 de janeiro (Foto: Natacha Pisarenko/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Senado instala CPI para investigar espionagem dos EUA no Brasil

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Foi instalada nesta terça-feira (3) no Senado Federal uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigará denúncias de espionagem pelos Estados Unidos a e-mails, telefonemas e dados digitais no Brasil. O colegiado elegeu, em votação simbólica, a senadora Vanessa Graziotin (PC do B-AM) para presidir a comissão e o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) para relator. Pedro Taques (PDT-MT) foi eleito vice-presidente.

A criação da CPI foi solicitada por Vanessa Graziotin em julho, após a publicação das primeiras reportagens do jornal “O Globo” revelando que empresas e pessoas residentes ou em trânsito no Brasil foram alvo de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (National Security Agency – NSA, na sigla em inglês) por telefonemas e e-mail.

Com onze membros titulares e sete suplentes, a CPI funcionará por um período de 180 dias, prazo que pode ser prorrogado por mais 180 dias. “Nosso objetivo com esta CPI não é político. Temos a intenção de proteger a soberania nacional”, disse a senadora Vanessa após ser eleita presidente.

No último domingo, o Fantástico informou que a presidente Dilma Rousseff e assessores próximos a ela também foram alvos dos atos de espionagem pelos Estados Unidos. As denúncias foram divulgadas após vazamento de documentos pelo ex-funcionário da Agência Central de Inteligência (CIA) Edward Snowden ao jornalista norte-americano Glenn Greenwald, do jornal britânico “The Guardian”.

Nesta segunda-feira (2), o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou que, se comprovada, a espionagem dos Estados Unidos sobre a presidente Dilma Rousseff é “inadmissível” e “inaceitável”. Figueiredo se reuniu com o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, e cobrou explicações formais do governo norte-americanos no prazo de uma semana.

Proteção para jornalista e namorado
Durante a sessão de instalação da CPI, o relator defendeu que a comissão apresente solicitação à Polícia Federal de proteção do jornalista Glenn Greenwald e de seu namorado, David Miranda, detido em julho por nove horas pela polícia britânica no aeroporto de Heathrow, em Londres. O requerimento com a solicitação à PF foi aprovado pelo colegiado.

“A participação dessas duas pessoas [Greenwald e Miranda] na CPI é de fundamental importância e eles precisam ter garantia de proteção”, disse Ferraço. A comissão aprovou, ainda, requerimento que solicita a ajuda especializada de assessores da Polícia Federal que estão participando das investigações sobre os casos de espionagem.

Nas próximas reuniões, a CPI deverá votar requerimentos com convite para que os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Paulo Bernardo (Comunicações) e Celso Amorim (Defesa) prestem esclarecimentos junto ao colegiado. Dos três, apenas Cardozo ainda não foi ao Senado para discutir o tema.

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Justiça dos EUA vai investigar fraude na aquisição da Autonomy pela HP

Empresa de Cupertino informou que forneceu informações para as autoridades dos Estados Unidos e Reino Unido analisarem problemas fiscais no balanço da companhia britânica de software, comprada em 2011.

28 de dezembro de 2012 – 11h42

A HP informou que o Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos protocolou documento para investigar fraude na aquisição da Autonomy, realizada no ano passado por 10,3 bilhões dólares, que a companhia alega ter contribuído para as perdas no ano fiscal de 2012. De acordo com a HP, irregularidades financeiras no balanço contábil da produtora de software britânica teriam sido os motivos dos prejuízos.

A HP também disse que forneceu informações para o Serius Fraud Office (SFO) do Reino Unido e Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos, relatando impropriedades contábeis, falhas de divulgação e deturpações nos documentos financeiros apresentados pela Autonomy, antes da compra. A empresa afirmou que no mês passado compartilhou informações com os dois órgão reguladores, recomendando abertura de inquéritos civis e criminais.

Em documento, HP revela que das perdas de 8,8 bilhões dólares em seus resultados fiscais de 2012, aproximadamente 5 bilhões de dólares foram em razão de problemas contábeis não informados pela Autonomy.

O fundador da Autonomy, Mike Lynch, que deixou a HP em maio deste ano, contesta as acusãções da fabricante norte-americana. Em nota, ele rebate as alegações da HP, afirmando que os dados financeiros de sua empresa estavam de acordo com os regulamentos e auditados pela Delloite. Ainda de acordo com o executivo, todos esses documentos ficaram à disposição da HP durante o processo de diligência.

Lynch informou também que que ele e executivos da Autonomy ainda não foram contactado pelos órgão reguladores. “Vamos cooperar com qualquer investigação e esperamos ter oportunidade de explicar a nossa posição”, disse o fundador da empresa britânica de software.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Apple pede para associação investigar condições da Foxconn

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Fabricante do iPad anunciou que FLA começa hoje a inspecionar suas parceiras; reportagem do NYT acusava companhia de ser conivente com violações trabalhistas

13 de fevereiro de 2012 – 18h37A Apple anunciou hoje, 13/2, que, a seu pedido, a associação trabalhista Fair Labor Association (FLA) iniciará uma série especial de inspeções voluntárias nas unidades de montagem final dos seus produtos – incluindo fábricas da Foxconn na China.

A FLA se descreve como um “esforço colaborativo de companhias, universidades e faculdades socialmente responsáveis, e organizações civis da sociedade para melhorar as condições de trabalho em fábricas no mundo todo.”

Em sua declaração oficial, a Apple afirma que uma equipe de especialistas em direitos trabalhistas, sob a liderança do presidente da FLA, Auret van Heerden, começou a inspecionar hoje a unidade da Foxconn na cidade chinesa de Shenzen. Segundo a “maçã”, a associação trabalhista vai entrevistar milhares de funcionários sobre condições de trabalho e moradia, com foco em tópicos como saúde e segurança, compensação, horas de trabalho, e comunicação da gerência. A Apple diz ainda que a FLA não inspecionará apenas áreas de produção, mas também dormitórios e outras instalações das fábricas. A associação também vai revisar a documentação para procedimentos em todos os estágios do processo de contratação.

A FLA começará a postar avaliações das inspeções em seu site oficial em março, afirma a Apple. Nos meses seguintes, verificações parecidas serão feitas em unidades da Quanta e da Pegatron; uma vez que essas inspeções tiverem terminado, as avaliações combinadas vão cobrir mais de 90% das fornecedoras de montagem de produtos da Apple.

Denúncias

A iniciativa da Apple acontece após o jornal norte-americano New York Times publicar uma série de reportagens que afirmavam que a fabricante do iPad e do iPhone era conivente com as violações de direitos trabalhistas em suas montadoras fora dos EUA. Na época, o CEO da companhia, Tim Cook, publicou um comunicado em resposta ao NYT dizendo que “Nós nos importamos com todos os trabalhadores em nossa cadeia mundial de abastecimento. Qualquer acidente é profundamente problemático, e qualquer problema com condições de trabalho é causa para preocupação. Toda insinuação de que não nos importamos é evidentemente falsa e ofensiva para nós.”

Leia também:

– Hackers atacam fabricante da Apple apenas por “diversão”

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Após denúncias, Apple pede para associação investigar condições da Foxconn

A Apple anunciou hoje, 13/2, que, a seu pedido, a associação trabalhista Fair Labor Association (FLA) iniciará uma série especial de inspeções voluntárias nas unidades de montagem final dos seus produtos – incluindo fábricas da Foxconn na China.

A FLA se descreve como um “esforço colaborativo de companhias, universidades e faculdades socialmente responsáveis, e organizações civis da sociedade para melhorar as condições de trabalho em fábricas no mundo todo.”

Em sua declaração oficial, a Apple afirma que uma equipe de especialistas em direitos trabalhistas, sob a liderança do presidente da FLA, Auret van Heerden, começou a inspecionar hoje a unidade da Foxconn na cidade chinesa de Shenzen. Segundo a “maçã”, a associação trabalhista vai entrevistar milhares de funcionários sobre condições de trabalho e moradia, com foco em tópicos como saúde e segurança, compensação, horas de trabalho, e comunicação da gerência. A Apple diz ainda que a FLA não inspecionará apenas áreas de produção, mas também dormitórios e outras instalações das fábricas. A associação também vai revisar a documentação para procedimentos em todos os estágios do processo de contratação.

A FLA começará a postar avaliações das inspeções em seu site oficial em março, afirma a Apple. Nos meses seguintes, verificações parecidas serão feitas em unidades da Quanta e da Pegatron; uma vez que essas inspeções tiverem terminado, as avaliações combinadas vão cobrir mais de 90% das fornecedoras de montagem de produtos da Apple.

Denúncias

A iniciativa da Apple acontece após o jornal norte-americano New York Times publicar uma série de reportagens que afirmavam que a fabricante do iPad e do iPhone era conivente com as violações de direitos trabalhistas em suas montadoras fora dos EUA. Na época, o CEO da companhia, Tim Cook, publicou um comunicado em resposta ao NYT dizendo que “Nós nos importamos com todos os trabalhadores em nossa cadeia mundial de abastecimento. Qualquer acidente é profundamente problemático, e qualquer problema com condições de trabalho é causa para preocupação. Toda insinuação de que não nos importamos é evidentemente falsa e ofensiva para nós.”

Leia também:

– Hackers atacam fabricante da Apple apenas por “diversão”

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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