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Bitly alerta usuários para troca de senhas após invasão de hackers

O serviço de redirecionamento de endereços Bit.ly informou nesta quinta-feira (8) que pode ter sofrido um ataque que resultou no vazamento de dados de usuários, incluindo endereços de e-mails, senhas criptografadas, chaves da API e do protocolo OAuth, que liga os perfis do Bit.ly a outros serviços, como o Twitter. A mensagem, publicada blog do serviço, é assinada pelo presidente-executivo, Mark Josephson.

Não há detalhes no texto sobre como o ataque teria ocorrido ou de que forma os dados teriam acessado esses dados. O Bit.ly assegura, no entanto, que o serviço foi protegido contra o ataque.

Como medida proativa, todas as chaves OAuth, que conectam o Bit.ly ao Twitter e ao Facebook, foram revogadas. Os usuários precisam reautorizar suas contas para continuar usando o serviço. “Embora os usuários possam ver que o Facebook e o Twitter estão conectados às suas contas do Bit.ly, não é possível publicar nessas contas até que usuários reconectem seus perfis do Facebook e Twitter”, explicou a postagem.

O serviço também recomenda que usuários troquem suas senhas.

O Bit.ly disse ainda que não há evidência de que qualquer conta tenha sido acessada sem autorização até o momento, apesar de os dados terem sido expostos.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Bitly alerta usuários para troca de senhas após invasão de hackers

O serviço de redirecionamento de endereços Bit.ly informou nesta quinta-feira (8) que pode ter sofrido um ataque que resultou no vazamento de dados de usuários, incluindo endereços de e-mails, senhas criptografadas, chaves da API e do protocolo OAuth, que liga os perfis do Bit.ly a outros serviços, como o Twitter. A mensagem, publicada blog do serviço, é assinada pelo presidente-executivo, Mark Josephson.

Não há detalhes no texto sobre como o ataque teria ocorrido ou de que forma os dados teriam acessado esses dados. O Bit.ly assegura, no entanto, que o serviço foi protegido contra o ataque.

Como medida proativa, todas as chaves OAuth, que conectam o Bit.ly ao Twitter e ao Facebook, foram revogadas. Os usuários precisam reautorizar suas contas para continuar usando o serviço. “Embora os usuários possam ver que o Facebook e o Twitter estão conectados às suas contas do Bit.ly, não é possível publicar nessas contas até que usuários reconectem seus perfis do Facebook e Twitter”, explicou a postagem.

O serviço também recomenda que usuários troquem suas senhas.

O Bit.ly disse ainda que não há evidência de que qualquer conta tenha sido acessada sem autorização até o momento, apesar de os dados terem sido expostos.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Exército da Ucrânia entra em ‘alerta total’ contra possível invasão russa

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As forças militares da Ucrânia se encontram em “estado de alerta total” contra uma possível invasão das tropas russas posicionadas na fronteira, afirmou o presidente interino Olexander Turchynov durante uma reunião ministerial nesta quarta-feira (30) em Kiev.

“Nossas Forças Armadas se encontram em estado de alerta total. A ameaça da Rússia de começar uma guerra contra o território da Ucrânia é real”, disse.

Ele já havia anunciado há várias semanas que as forças de defesa estavam em alerta, mas não foram registrados sinais de aumento do dispositivo.

“Nossas Forças Armadas se encontram em estado de alerta total. A ameaça da Rússia de começar uma guerra contra o território da Ucrânia é real”, disse Turchynov.

“Nosso primeiro objetivo é impedir que o terrorismo passe das regiões de Donetsk e de Lugansk para outras regiões”, destacou. “Há tentativas de desestabilizar a situação em Kharkiv (leste), Odessa (sul), Dnipropetrovsk (leste), Zaporijjia (sudeste), Kherson e Mykolaiev (sul).”

Estas oito regiões, juntas, constituiriam um amplo arco de território contíguo à Crimeia e Transnistria (região separatista da Moldávia), que a Rússia controla de fato.

A Rússia mobilizou em março 40 mil homens na fronteira que compartilha com a Ucrânia.

Sabotagem
O Serviço de Segurança Ucraniano (SBU) afirmou nesta quarta-feira ter descoberto um grupo de sabotadores que preparava um atentado para a festa de 9 de maio, que comemora tanto na Rússia como na Ucrânia a vitória sobre a Alemanha nazista em 1945.

“Os criminosos se preparavam para cometer um atentado com explosivos no momento em que os veteranos de guerra depositassem flores no monumento da Segunda Guerra mundial em Mykolaiev”, afirmaram fontes do SBU.

O presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro Dmitri Medvedev pretendem visitar a Crimeia depois do tradicional desfile militar previsto para o mesmo dia em Moscou, segundo a imprensa russa.

Os rebeldes pró-Moscou prosseguiram nos últimos dias com a ampliação de seu domínio sobre uma série de cidades do leste da Ucrânia, controlando atualmente locais estratégicos (prefeitura, quartel da polícia e prédios das forças de segurança) em mais de 10 cidades.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia diz que Rússia avança pelo leste e prepara invasão

A Ucrânia acusou neste sábado (15) “agentes do Kremlin” de fomentarem violência e mortes em cidades de idioma russo no país e pediu que a população não se levante ante às provocações, que seus novos líderes temem que sejam usadas para justificar uma invasão mais profunda, depois da tomada da Crimeia.O presidente em exercício da Ucrânia, Oleksander Turchinov, em um discurso no Parlamento, referiu-se às três mortes nos últimos dois dias em Donetsk e Kharkiv e disse que há um “perigo real” de uma invasão de forças russas pela fronteira leste da Ucrânia.

Falando a membros do partido do presidente deposto, que era pró-Moscou, Turchinov disse: “Vocês e nós sabemos quem está organizando os protestos populares no leste da Ucrânia –são os agentes do Kremlin que estão organizando e patrocinando os protestos, que estão provocando as mortes das pessoas.”

Dois homens, descritos pela polícia como manifestantes pró-Moscou, foram mortos a tiros em uma briga em Kharkiv na noite de sexta-feira. Um nacionalista ucraniano foi morto a facadas quando manifestantes pró-Rússiax e pró-Ucrânia entraram em confronto em Donetsk, na quinta-feira.

Turchinov encerrou a sessão parlamentar dizendo: “A situação é muito perigosa. Não estou exagerando. Há um risco real de ameaça de invasão do território da Ucrânia e nós iremos voltar a nos reunir na segunda-feira às 10h”, conforme registro da imprensa local.

Homem carrega a bandeira da Crimeia um dia antes do referendo em Simferopol, em um protesto pró-Rússia (Foto: Thomas Peter/Reuters)Homem carrega a bandeira da Crimeia um dia antes do referendo em Simferopol, em um protesto pró-Rússia (Foto: Thomas Peter/Reuters)

Referendo
Líderes pró-Rússia da Crimeia se preparavam neste sábado para um referendo que deve transferir o controle da península do Mar Negro da Ucrânia para Moscou, apesar da ameaça de sanções e as críticas por parte dos governos ocidentais.

O referendo, que o ocorrerá no domingo e é classificado como ilegal por Kiev, causou a pior crise entre Ocidente e Oriente depois do fim da Guerra Fria, e aumentou a tensão não apenas na Crimeia, mas também no leste da Ucrânia, onde duas pessoas morreram durante confrontos na sexta-feira.

As ruas da capital da Crimeia, Simferopol, estão calmas neste sábado, apesar da forte presença militar, anormal para uma cidade normalmente pacata.

O primeiro-ministro da Crimeia, Sergei Aksyonov, cuja eleição em uma sessão fechada no Parlamento nacional não é reconhecida por Kiev, afirmou que há segurança suficiente para garantir que a votação deste domingo ocorra calmamente.

“Acho que temos gente o suficiente: mais de 10 mil pessoas nas forças de autodefesa, mais de 5 mil em diferentes unidades do Ministério do Interior e os serviços de segurança da República da Crimeia”, afirmou o premiê.

Em Kiev, o Parlamento ucraniano aprovou a dissolução da assembleia regional da Crimeia, que organizou o referendo e apoia a anexação à Rússia.

Um líder nacionalista ucraniano do Congresso em Kiev disse que a assembleia da Crimeia precisa ser punida para impedir que haja mais movimentos separatistas no leste ucraniano, que tem o russo como idioma majoritário.

Aksyonov e Moscou não reconhecem que tropas russas tomaram o controle da Crimeia, e afirmam que milhares de homens armados não identificados e visíveis na península pertencem a grupos de “autodefesa”, criados para assegurar a estabilidade.

Mas os militares russos praticamente não esconderam a chegada de milhares de soldados, caminhões, veículos blindados e artilharia à Crimeia.

Homens mascarados que cercam as instalações militares ucranianas na Crimeia se identificaram como soldados russos.

Moscou paga para Kiev pelo uso do porto da cidade de Sebastopol, que serve como base para sua frota no Mar Negro. O acordo permite que a Rússia tenha até 25 mil soldados no local, mas não em território ucraniano.

O referendo ocorre após a queda do presidente pró-Moscou da Ucrânia, Viktor Yanukovich, no dia 22 de fevereiro, em meio a manifestações sobre a sua decisão de descartar um acordo com a Europa em prol de laços econômicos com a Rússia.

A maioria do eleitorado da Crimeia, formado por 1,5 milhão de pessoas, deve escolher se juntar à Rússia no referendo, refletindo a maioria étnica russa. Para muitos moradores, a escolha é tanto econômica quanto política.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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Skype garante que dados de usuários estão seguros após invasão síria

A popular empresa de comunicações pela internet Skype garantiu nesta quinta-feira (2) que as informações de seus usuários estão seguras depois que o Exército Eletrônico Sírio tomou, momentaneamente, o controle dos perfis da empresa no Twitter e no Facebook e também de seu blog.

O Exército Eletrônico Sírio, um grupo de “hackers” que apoia o presidente sírio, Bashar al Assad, fez este ataque cibernético para protestar contra a espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos e acusou a Microsoft, proprietária do Skype, de vender informações dos usuários para os governos.

Apesar de o Skype ter recuperado rapidamente o controle de seus perfis nas redes sociais e do blog, os hackers tiveram tempo de enviar várias mensagens alertando os usuários que usam as contas da Microsoft sobre o risco de que seus dados pessoais acabem nas mãos de governos.

Com a mensagem, o Exército Eletrônico Sírio (SEJA, sigla em inglês) se referia às informações reveladas em 2013 pelo ex-técnico da NSA Edward Snowden que revelavam que o Skype fazia parte do programa da NSA para supervisionar as comunicações através das maiores empresas de internet dos EUA.

O Skype reconheceu em um comunicado nesta quinta-feira, depois que o SEJA reivindicou a autoria do ataque, que seus perfis nas redes sociais e seu blog tinham sido “hackeados” temporariamente, mas que o controle dos mesmos foi recuperado “rapidamente” e “nenhuma informação dos usuários foi comprometida”.

Esta não é a primeira vez que o Exército Eletrônico Sírio realiza um ataque cibernético. Os piratas já “hackearam” várias vezes no último ano os sites do “New York Times”, do “Financial Times” e um perfil da “BBC” no Twitter.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Invasão em revendedora de domínios permitiu sequestro de sites

A registradora de domínios Melbourne IT confirmou, em comunicado enviado ao G1, que uma revendedora da empresa teve sua senha comprometida e que a senha foi usada para alterar as informações de registro de endereços como o twitter.com, nytimes.com e huffingtonpost.co.uk. A alteração nos sites, que tirou as páginas do ar para alguns internautas, foi reivindicada pelo Exército Eletrônico Sírio.

O Syrian Electronic Army (Exército Eletrônico Sírio, em português) é o mesmo grupo que atacou os perfis no Twitter de veículos de imprensa, como os britânicos “The Guardian” e “BBC”, além do site do jornal “The Washington Post”. Os hackers são ativistas favoráveis ao regime de Bashar al-Assad, ditador sírio que enfrenta uma guerra civil no país.

Para atacar o New York Times, o Huffington Post e o Twitter, o grupo fez uma alteração nas informações de registro de domínio, que define quem é o dono de um endereço na internet. Dessa maneira, eles tomaram posse dos sites e, no caso do New York Times e do Huffington Post, redirecionaram visitantes para uma página diferente da verdadeira.

Essa alteração foi realizada diretamente no provedor de serviço de registro, o australiano Melbourne IT, por meio de uma senha de uma conta de revendedor. O nome do revendedor não foi revelado, mas a empresa disse estar verificando os registros internos para identificar os hackers e a qualquer informação será compartilhada com as autoridades.

O Melbourne IT informou que a senha do revendedor foi obtida por meio de um ataque de phishing.

Na prática, isso significa que os alvos do ataque não tiveram culpa direta no incidente. A registradora de domínios informou, porém, que no caso de sites “.com” há uma proteção adicional que pode ser ativada pelos donos dos sites e que certos alvos da operação foram protegidos por essa segurança adicional.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Apple admite culpa por invasão em conta de jornalista no iCloud

A Apple admitiu que suas “políticas internas não foram completamente seguidas” em um caso que permitiu a hackers acessarem a conta no iCloud do jornalista Mat Honan, da Wired.

A porta-voz da Apple, Natalie Kerris, disse à Macworld: “A Apple leva a privacidade dos consumidores muito a sério e exige múltiplas formas de verificação antes de reiniciar a senha de uma Apple ID. Nesse caso em especial, os dados do consumidor foram comprometidos por uma pessoa que havia adquirido informações pessoais sobre o usuário. Além disso, descobrimos que nossas políticas internas não foram seguidas completamente. Estamos revisando todos os nossos processos para reiniciar as senhas de contas para assegurar que os dados dos nossos consumidores sejam protegidos.”

De acordo com a conta de Honan, os hackers entraram em contato com a Apple, deram o nome e endereço dele, além dos quatro últimos dígitos do seu cartão de crédito (que eles pegaram com a Amazon). O suporte técnico da Apple reiniciou a conta do jornalista no iCloud e enviou uma senha temporária.

Uma vez que os hackers tiveram acesso à conta de Honan no iCloud, puderam usar os aplicativos Encontre meu iPhone e Encontre meu Mac para apagar remotamente os conteúdos do iPhone, iPad e MacBook Air do jornalista. Com acesso às senhas dele no Google e Twitter, eles puderam apagar a conta no Gmail e usar, não apenas o Twitter dele, mas também a conta do Gizmodo no Tweet.

A Apple não confirmou se vai fazer alterações de segurança no iCloud, por isso o melhor conselho é assegurar que você tenha senhas fortes e únicas para suas diferentes contas e não utilizar o webmail para recuperar senhas.

Coincidentemente, a história sobre o hack no iCloud acontece na mesma semana em que cofundador da Apple, Steve Wozniak, fez uma apresentação de seus temores sobre a nuvem. Ele revelou que pensa que a nuvem será “horrível”. “Com a nuvem, você não tem nada. Quanto mais nós transferimos para a web, para a nuvem, menos teremos controle sobre isso”, disse.

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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