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Diplomata ucraniano vê indícios de intervenção russa em grande escala

O chefe da missão da Ucrânia nas Nações Unidas em Genebra, Yuri Klimenko, afirmou que existem indícios de que a Rússia está disposta a lançar uma intervenção no leste e no sul da Ucrânia.

O diplomata informou que reforços militares significativas chegaram à região ucraniana Kherson, norte da Crimeia, e no sul há ativistas pró-russos portando cartões de identificação dos serviços de segurança russos.

“Há indicações de que a Rússia esta a caminho de iniciar uma grande intervenção militar no sul e no leste da Ucrânia”, afirmou.

Sua declaração foi apoiada por outros embaixadores, mas questionada por um diplomata russo, que leu uma declaração justificando as ações russas realizadas até agora.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Intervenção militar na Síria seria uma ‘agressão’, diz Putin

O presidente da Rússia,, Vladimir Putin, advertiu nesta segunda-feira (23) que uma intervenção militar na Síria seria uma agressão que violaria o direito internacional e desestabilizaria a situação na região.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Uma intervenção militar seria uma grave violação do direito internacional, uma agressão segundo os termos da Carta da ONU”, declarou Putin à margem da cúpula da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), às margens do Mar Negro.

O presidente russo também saudou o fato de que os membros do OTSC (Rússia, Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Tadjiquistão) aprovaram a decisão de Moscou de se opor a uma ação militar contra o regime do presidente sírio Bashar al-Assad.

“Os membros do OTSC são unânimes: resolver a situação na Síria só é possível através de meios políticos e pacíficos”, declarou.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Ministro prega abandono do plano de intervenção militar na Síria

O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, disse nesta segunda-feira (16) que é hora de “abandonar” o plano de intervenção militar estrangeira na Síria. Segundo ele, também é preciso cessar o fluxo de armas convencionais que entram no país árabe vindas do exterior. Desde março de 2011, a guerra civil já deixou pelo menos 110 mil mortos na Síria, destruiu a infraestrutura do país e gerou uma crise humanitária regional.

Pelo acordo firmado neste sábado (14) entre Estados Unidos e Rússia, a Síria terá de entregar em uma semana informações sobre seu arsenal de armas químicas a fim de evitar um ataque. Se a Síria não cumprir os procedimentos para eliminar suas armas químicas, a ameaça de uso de força será incluída em uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com o ministro, o Brasil apoia o esforço da comunidade internacional para eliminar o uso de armas químicas, mas ele disse que esta é a “hora de investir na diplomacia para a busca de uma paz duradoura”.

“É hora também de abandonar qualquer plano de intervenção militar estrangeira, que só agravaria situação. O Brasil tem dito e reitera que o uso da forca nas relações internacionais só pode ocorrer mediante autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas ou em caso de autodefesa”, declarou o ministro durante entrevista no Palácio Itamaraty.

‘Imobilismo’
Figueiredo disse esperar que o recente acordo entre Estados Unidos e Rússia possa fazer com que o Conselho de Segurança da ONU saia do “imobilismo em que ele se encontrava em relação ao problema sírio” e assuma “ativamente suas responsabilidades”. No entanto, afirmou que a “solução do conflito deve vir do próprio povo sírio”.

“O conselho deve ter um papel central na busca de uma solução diplomática que leve a um processo liderado pelos próprios sírios e atenda às legitimas aspirações do povo sírio por paz e liberdade”, afirmou.

O Brasil, reiterou o ministro, defende a realização “no mais curto prazo possível” de uma nova conferência internacional para tratar da situação na Síria, a Convenção de Genebra 2. “Estamos prontos e sempre estivemos prontos a contribuir para o êxito dessa conferencia”, disse Figueiredo.

Armas químicas
O chanceler voltou a criticar o uso de armas químicas, o qual classificou como “fato hediondo e inadmissível”, mas alertou também para a “grande escalada de uso de armamentos convencionais”.

“Tudo isso leva à reiteração do fato de que não existe uma solução militar para o conflito na Síria”, declarou.

Segundo ele, o Brasil considera “fundamental” cessar a violência causada pelo uso de armas convencionais. “É urgente cessar imediatamente o fluxo de armas que vêm do exterior e que alimentam todos os lados do conflito. Esse fluxo de armas só agrava um drama humanitário que nós temos”, afirmou.

Arte entenda Síria 31/08 (Foto: Editoria de Arte / G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Países do Golfo pedem intervenção imediata para ‘libertar’ a Síria

O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) pediu neste sábado (7) à comunidade internacional uma intervenção imediata na Síria para “libertar” o povo da “tirania” de seu governo.

“O genocídio e as graves violações dos direitos humanos contra o povo sírio exigem uma intervenção imediata da comunidade internacional”, afirmou o secretário-geral do CCG, Abdellatif al-Zayani.

A intervenção deveria ter como objetivo “libertar o povo irmão da Síria da tirania de seu regime e acabar com seu sofrimento”, completa em um comunicado.

O pedido do CCG foi divulgado no momento em que o presidente americano Barack Obama espera um votação no Congresso a favor de uma intervenção militar contra o regime sírio, o qual acusa de ter utilizado armas químicas em 21 de agosto perto de Damasco.

“O regime sírio é completamente responsável pelo que acontece na Síria, por ter rejeitado todas as tentativas de solucionar a crise e seguir matando e destruindo, e ter usado armas químicas”, afirma Zayani.

Os países do Golfo apoiam as medidas destinadas a “dissuadir o regime sírio de cometer atos desumanos”, destaca.

O CCG é integrado por Bahrein, Kuwait, Omã, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Arábia Saudita.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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França defende coalizão rápida para intervenção na Síria

A França pretende construir uma coalizão de países para apoiar uma ação militar contra o governo sírio em resposta a um ataque com armas químicas em Damasco, disse o primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrault, nesta segunda-feira (2).

“Este ato não pode ficar sem uma resposta”, afirmou Ayrault depois de apresentar um relatório de inteligência sobre a Síria para os parlamentares. “Não é para a França agir sozinha. O presidente continua o seu trabalho de persuasão para reunir uma coalizão sem demora.”

“A França está determinada a penalizar o uso de armas químicas pelo regime Assad e dissuadir com uma resposta enérgica e firme”, declarou Ayrault.

“O objetivo não é derrubar o regime ou libertar o país”. disse ele, acrescentando que só é possível uma solução política na Síria.

Relatório
O ataque químico de 21 de agosto matou pelo menos 281 pessoas, afirmou nesta segunda-feira (2) a França, que responsabilizou o regime Assad pela ofensiva.

“Foi um ataque maciço. Identificamos pelo menos 281 mortes”, segundo fontes do governo francês.

Os dados, dos serviços franceses de inteligência, contradizem relatório americano apresentado na sexta-feira, que fala em 1.429 civis mortos.

O texto francês deve ser submetido ao Parlamento francês.

“Isso representa uma grande ameaça à segurança regional e global”, disse uma fonte do governo francês à agência Reuters.

Os dados de inteligência incluem imagens de satélite que mostram os ataques saindo de áreas controladas pelo governo no leste e oeste de Damasco, tendo como alvo regiões mantidas pelos rebeldes. A fonte disse que desde então as forças de Assad bombardearam a região para apagar as provas.

“Ao contrário de ataques anteriores que usaram pequenas quantidades de químicos e tinham o objetivo de aterrorizar as pessoas, este ataque foi tático e teve o objetivo de reconquistar território”, disse a fonte.arte síria 2/9 (Foto: 1)

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Alemanha descarta participar de intervenção militar na Síria

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O ministro alemão das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, descartou a participação da Alemanha em uma intervenção militar na Síria.

“Não nos pediram para participar em uma intervenção e não consideramos a possibilidade”, declarou Westerwelle ao jornal Neue Osnabrucker Zeitung, em uma entrevista que será publicada no sábado (31).

O Parlamento britânico rechaçou nesta quinta-feira (29), em votação simbólica mas importante, a moção do primeiro-ministro David Cameron que abria caminho para um ataque militar britânico à Síria.

A França disse que a decisão do Parlamento britânico contra uma ação militar na Síria não vai afetar a vontade da França de punir o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, por um aparente ataque com armas químicas contra civis, na semana passada.

Já a Rússia afirmou ser contra qualquer resolução do Conselho de Segurança que permita o uso da força na Síria.

Enquanto isso, os EUA continuam buscando “uma coalizão internacional” para responder ao ataque, segundo o secretário da Defesa americano, Chuck Hagel.

arte síria versão 28.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 1 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Egito se diz contra intervenção militar na Síria

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O Egito se opõe a uma intervenção militar na Síria, afirmou nesta quinta-feira (29) o ministro das Relações Exteriores egípcio, Nabil Fahmy.

“O Egito não participará em nenhum ataque militar contra a Síria e se opõe a isso com força”, enfatiza Fahmy em um comunicado.

O ministro entrou em contato com o Conselho de Segurança das Nações Unidas para pedir que “façam o necessário para verificar os fatos e tomar as medidas apropriadas contra este crime horrível”, em referência ao suposto ataque com armas químicas por parte do regime sírio.

O chefe da diplomacia egípcia condenou a atuação do regime sírio contra sua própria população e pediu que sejam retomadas as iniciativas para realizar, me Genebra, uma conferência sobre a situação na Síria.

arte síria versão 28.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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