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Mediador internacional da ONU na Síria deixará cargo em 31 de maio

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Mediador da ONU Lakhdar Brahimi durante negociações entre governo e oposição sírios neste sábado (15) (Foto: AFP PHOTO / PHILIPPE DESMAZES)Mediador da ONU Lakhdar Brahimi em fevereiro de
2014 (Foto: AFP PHOTO / PHILIPPE DESMAZES)

O mediador internacional da ONUe da Liga Árabe para a Síria, o diplomata argelino Lakhdar Brahimi, deixará o posto em 31 de maio, informou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, nesta terça-feira (13).

Ao lado de Brahimi na sede da ONU em Nova York, Ban anunciou que ele “vai abandonar suas funções no dia 31 de maio”.

Brahimi assumiu o cargo em agosto de 2012. Por mais de um ano, ele não escondeu que queria deixar a posição. Ele deve falar ao Conselho de Segurança ainda nesta terça.

A renúncia ocorre diante da falta de progresso nas negociações para pôr fim ao conflito no país árabe.

A Síria havia acusado no dia 23 de abril as Nações Unidas de colocar obstáculos nas negociações entre o regime e a oposição sobre uma solução política para a guerra no país.

“A ONU e seu emissário Lakhdar Brahimi, que é parcial e não um mediador honesto, colocam obstáculos nas negociações de Genebra 2”, declarou um funcionário do ministério sírio das Relações Exteriores, citado pela televisão.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Filipinas detêm 58 membros de rede internacional de chantagem sexual

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Ao centro, Gilbert Sosa, chefe da polícia filipina da divisão de crimes cibernéticos durante coletiva de imprensa (Foto: Ted Aljibe/ AFP )Ao centro, Gilbert Sosa, chefe da polícia filipina da divisão de crimes cibernéticos durante coletiva de imprensa (Foto: Ted Aljibe/ AFP )

Cinquenta e oito pessoas foram detidas nas Filipinas durante uma investigação sobre uma rede mundial de ‘sextorsão’ (extorsão sexual), prática que consiste em chantagear os internautas por suas fotos ou vídeos explícitos, anunciou nesta sexta-feira (2) a Interpol.

Os 58 suspeitos são acusados de pornografia infantil e chantagem.

O diretor da unidade de luta contra os crimes informáticos da Interpol, Sanjay Virmani, afirmou que se tratava de uma grande rede.

As vítimas, homens e crianças, são provenientes principalmente de Hong Kong, Indonésia, Cingapura, Filipinas, Estados Unidos e Reino Unido, segundo o chefe da polícia filipina, Alan Purísima.

Os detidos ameaçavam ‘enviar aos amigos ou à família’ vídeos e fotos das vítimas quando realizavam ‘cibersexo’ pela webcam, por exemplo. Em troca de não enviá-los, os suspeitos pediam o pagamento de milhares de dólares.

Segundo um investigador escocês, um jovem de 17 anos se suicidou depois de ser chantageado.

Em Hong Kong, os policiais identificaram mais de 530 vítimas.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Começa reunião internacional sobre mudanças climáticas no Japão

O Painel Intergovernamental de Especialistas sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) começou nesta terça-feira (25) em Yokohama, Japão, uma reunião destinada a alertar sobre o impacto das mudanças climáticas e os estragos que provoca em nível humano e econômico.

“Esta reunião é muito importante. O relatório do grupo ampliará a compreensão das questões vinculadas ao impacto das mudanças climáticas”, disse no discurso de abertura Rajendra Kumar Pachauri, presidente do IPCC desde 2002.

A abertura da reunião do IPCC coincidiu com a publicação de um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que adverte sobre o risco de poluição do ar, que em 2012 provocou a morte de 7 milhões de pessoas no mundo.

Depois de terem fornecido em setembro passado os últimos dados sobre a amplitude sem precedentes das mudanças climáticas, os especialistas do IPCC publicarão no dia 31 de março seu novo diagnóstico, não apenas sobre os efeitos de tal mudança, mas também sobre as adaptações necessárias para enfrentar isso.

Agravamento de fenômenos meteorológicos extremos, queda da sobrevivência de espécies animais e vegetais, modificação dos rendimentos agrícolas, evolução das doenças, deslocamento de populações: as consequências previstas pelas mudanças climáticas desestabilizarão os equilíbrios atuais, advertem os especialistas.

Naturalmente, as emissões de CO2 estarão no olho do furacão, na medida em que são o grande fator do desequilíbrio ambiental.

Segundo uma versão ainda não definitiva do documento do IPCC que será publicado, por cada grau centígrado suplementar (de aquecimento) os recursos de água potável diminuiriam 20% para o equivalente a 7% da população mundial.

Simultaneamente, os riscos de inundações, em particular na Europa e na Ásia, aumentariam sensivelmente devido à emissão de gases de efeito estufa.

A produção de cereais (trigo, arroz) mundial pode, por sua vez, cair 2% por década, enquanto a demanda aumentará 14% até 2050.

A pobreza, as migrações e a fome resultantes destas catástrofes naturais são fatores de conflitos, mas incentivam a concorrência com a diminuição de recursos como pano de fundo, adverte a versão preliminar do relatório.

Para este segundo volume, mais de 300 investigadores compilaram milhares de estudos e seus escritos foram submetidos à opinião da comunidade científica, e além disso é proposto um documento mais resumido, de 29 páginas, destinado às autoridades políticas.

Antes de sua publicação, no dia 31 de março em Yokohama, esta síntese chamada de “resumo para os decisores” terá que ser aprovada pelos representantes de 195 países.

“As mudanças climáticas no século XXI encorajarão os Estados a novos desafios e determinarão de maneira crescente as políticas de segurança nacional”, alerta o projeto de resumo.

Além disso, algumas repercussões transfronteiriças das mudanças climáticas – a redução das zonas geladas do planeta, as fontes de água compartilhadas ou a migração das populações de peixes – “têm o potencial de aumentar a rivalidade entre Estados”, afirma o relatório.

“É muito importante poder contar com este acordo sobre a constatação científica para conceder uma oportunidade de negociação”, explicava recentemente à AFP Sylvie Joussaume, climatologista no CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica) da França, e do IPCC.

O objetivo da comunidade internacional é alcançar, durante a Conferência das Nações Unidas que será realizada em Paris em 2015, um acordo mundial vinculante que permita limitar o reaquecimento a 2 graus centígrados até 2100, em comparação com a era pré-industrial, limite acima do qual os cientistas consideram que as consequências mais dramáticas seriam inevitáveis.

No dia 13 de abril, o IPCC divulgará em Berlim seu terceiro volume sobre estratégias para enfrentar as emissões de gases de efeito estufa.

Várias ONGs presentes em Yokohama se somaram ao grito de alerta.

“A mudança climática já está devastando nações, já está destruindo vidas e provocando danos de bilhões de dólares”, declarou a organização ecologista Greenpeace.

Já a OXFAM advertiu que as mudanças climáticas podem prejudicar a luta contra a fome no mundo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Fome é arma de guerra para exército sírio, diz Anistia Internacional

O exército sírio utiliza a fome como arma de guerra, em particular no campo de refugiados palestinos de Yarmuk, em Damasco, denunciou a Anistia Internacional (AI) em um relatório publicado nesta segunda-feira.

Quase 200 pessoas morreram no local devido às privações, das quais 128 de fome, desde que o exército sírio reforçou seu cerco, em julho de 2013, sitiando e impedindo a entrada de alimentos e medicamentos para milhares de civis, segundo a AI.

“A vida em Yarmuk se tornou cada vez mais insuportável para os civis que, desesperados, morrem de fome, presos em um ciclo de sofrimentos sem saída possível”, denunciou em um comunicado Philip Luther, responsável da AI para o Oriente Médio.

O campo de Yarmuk é “o mais mortífero de uma série de bloqueios armados em outras zonas civis, impostos pelas forças armadas sírias ou por grupos armados da oposição a 250 mil  pessoas através de todo o país”, acrescenta a ONG.

Multidão de moradores do bairro al-Yarmouk, transformado em campo de refugiados no sul de Damasco, aguardam a distribuição de alimentos pela agência UNRWA, da ONU. Os residentes se encontram encurralados no bairro há 8 meses devido à guerra na capital. (Foto: Reuters/UNRWA)Multidão de moradores do bairro al-Yarmouk, transformado em campo de refugiados no sul de Damasco, aguardam a distribuição de alimentos pela agência UNRWA, da ONU. Os residentes se encontram encurralados no bairro há 8 meses devido à guerra na capital. (Foto: Reuters/UNRWA)

O exército sírio sitia Yarmuk, no sul de Damasco, para tentar desalojar combatentes rebeldes, e assim converteu este bairro de 170 mil habitantes, com uma intensa vida comercial e cultural, em um campo de batalha no qual 20 mil civis seguem presos, segundo a agência da ONU encarregada da ajuda a refugiados palestinos (UNWRA).

Segundo a Anistia Internacional, as forças governamentais bombardeiam regularmente os edifícios civis em Yarmuk, o que constitui um crime de guerra.

Ao menos 60% dos civis bloqueados neste acampamento estão desnutridos, e comeram apenas umas poucas frutas e verduras em meses.

“As forças sírias cometem crimes de guerra utilizando a fome dos civis como uma arma de guerra”, insiste Luther, apontando “testemunhos de famílias que foram obrigadas a comer seus gatos e cachorros, e de civis baleados por franco-atiradores quando saíam para buscar comida”.

Entre os mortos, 18 são crianças e bebês, e os hospitais não possuem o material mais básico, a ponto de alguns terem precisado fechar, segundo a AI.

Há três anos na Síria havia oficialmente 500 mil refugiados palestinos. A metade deles foi deslocado devido ao conflito bélico.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Obama diz que proposta de referendo na Crimeia viola lei internacional

arte crimeia 05.04 (Foto: Arte/G1)

O presidente americano, Barack Obama, disse nesta quinta-feira (6) que a proposta de referendo na região autônoma da Crimeia para se juntar à Rússia viola a lei internacional. Obama também disse que as sanções dos Estados Unidos objetivam pressionar Moscou contra essa intervenção na Ucrânia. “A proposta do referendo sobre o futuro da Crimeia viola a Constituição ucraniana e a lei internacional”, disse o presidente a repórteres na Casa Branca. “Qualquer discussão sobre o futuro da Ucrânia deve incluir o governo legítimo da Ucrânia.”

O Parlamento da Crimeia votou unanimamente a favor de se tornar parte da Rússia nesta quinta. Pouco antes da decisão, o vice-premiê da região afirmou que um referendo sobre o status da região será realizado em 16 de março. Segundo o texto aprovado pelo Parlamento, foi acertado “entrar na Federação Russa com os direitos de um sujeito da Federação Russa”.

O presidente interino da Ucrânia disse que o referendo previsto era ilegítimo, classificando-o como uma farsa e um crime organizado pelos militares russos. Em um breve discurso televisionado, Oleksander Turchinov afirmou que o Parlamento ucraniano vai iniciar procedimentos para rejeitar a assembleia da Crimeia e bloquear o referendo.

“Não é um referendo, é uma farsa e um crime contra o Estado, que é organizado por militares da Federação Russa”, disse ele diante da bandeira nacional azul e amarela.

A crise na Ucrânia se intensificou em fevereiro, após meses de protestos a favor da Europa e contra assinaturas de contratos do governo com a Rússia. As manifestações se voltaram contra o presidente pró-Rússia, Viktor Yanukovych, que foi derrubado e deixou o país. Enquanto isso, Putin enviou tropas para a região da Crimeia, em uma prova de força contra o governo interino que se formou na Ucrânia.

A Crimeia é uma península que abriga a maioria das bases russas e é histórica e culturalmente ligada à Rússia..

EUA x Rússia
O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta ainda não haver um acordo entre Moscou e Washington a respeito da crise na Ucrânia. Falando de Roma depois de se encontrar com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, Lavrov disse que as ordens de Washington de congelar bens e proibir vistos para responsáveis russos pela incursão na Crimeia são contraproducentes.

“Por ora, não podemos dizer à comunidade internacional que temos um acordo”, disse Lavrov, segundo a agência de notícias estatal russa Interfax, após seu segundo encontro com Kerry em dois dias.

Lavrov disse que as menções a colocar alguns russos em uma listra negra que os impediria de entrar nos Estados Unidos está complicando as conversas: “Ele (Kerry) me garantiu que não há tais listas no momento. Só há a ordem, mas isso não muda os fatos, ainda é uma ameaça”.

O Ocidente tem pressionado Moscou a concordar com uma mediação internacional para resolver a crise na Ucrânia, mas Lavrov afirma que irá se reportar ao presidente russo, Vladimir Putin, a respeito da proposta antes que quaisquer decisões sejam tomadas.

“Queremos esclarecer melhor o que nossos parceiros querer dizer quando propõem a criação de vários mecanismos internacionais”, também teria dito ele.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Pela 1ª vez, Venezuela pedirá ajuda internacional para mediar crise

Pela 1ª vez, Venezuela pede ajuda internacional para mediar crise (Foto: Reuters/ BBC)Pela 1ª vez, Venezuela pede ajuda internacional
para mediar crise (Foto: Reuters/ BBC)

O governo do presidente Nicolás Maduro pediu à Unasul o envio de uma comissão de observação para a Venezuela. O objetivo alegado seria contribuir à distensão da crise que se arrasta desde fevereiro provocada por protestos estudantis convocados pela oposição.

O pedido de ajuda ao organismo foi feito ao presidente pró-tempore do bloco, Desiré Bouterse, do Suriname. Maduro quer discutir a crise no Conselho Presidencial da Unasul.

Com a ação, a Venezuela tenta limitar a discussão da crise a países vizinhos – excluindo por exemplo a possibilidade de influência de Washington caso o assunto seja levado à OEA (Organização dos Estados Americanos)

Logo depois do anúncio do pedido, em entrevista a uma rádio local, o chanceler venezuelano Elias Jaua disse que o país pretende denunciar à Unasul que há uma tentativa de ruptura da ordem constitucional por parte da oposição.

“O país está enfrentando uma situação que não está relacionada com protestos pacíficos e sim de protestos violentos (…) há grupos armados enfrentando corpos de segurança”, afirmou Jaua.

“A única mediação internacional que eles estão interessados é a da Unasul (…) como garantidora de uma opção de paz no país”, afirmou Marco Aurélio Garcia em Caracas.

A Assembléia Nacional deverá aprovar nos próximos dias o pedido de ajuda da Unasul.

Garcia conversou na noite da quarta-feira com o presidente Nicolás Maduro. No encontro o mandatário venezuelano teria dado a entender que contaria com o apoio do Brasil para dirimir a crise interna. “Maduro disse que o Brasil pode cumprir um papel muito grande na busca de uma solução de paz”, afirmou Garcia.

No entanto, não foi oficializado um pedido para que Brasília lidere uma mediação com a oposição radical venezuelana. “E nós não somos oferecidos. Eu disse ao presidente Maduro que o que for necessário que o Brasil faça para alcançar uma solução de paz no país, poderá contar conosco”.

Marco Aurélio Garcia foi enviado pela presidente Dilma Roussef para participar das cerimônias em homenagem ao líder venezuelano Hugo Chávez, morto há um ano, e para conversar sobre a crise que coloca em risco a estabilidade do país.

“Claro que estão preocupados (governo) e estão tentando encontrar uma solução”, afirmou Garcia. “Agora o que é evidente é que medidas econômicas precisam de um certo clima político para serem adotadas.”

Vizinhos
A aposta da diplomacia venezuelana é limitar a discussão da crise interna aos vizinhos sul-americanos. A iniciativa do Panamá de convocar uma reunião extraordinária da Organização de Estados Americanos (OEA) para tratar da Venezuela custou caro. Maduro anunciou na quarta-feira a ruptura de relações diplomáticas e comerciais com o governo panamenho, acusando-o de “ingerência” em assuntos internos.

O governo venezuelano tenta evitar a atuação indireta do governo norte-americano – com o qual mantém severas tensões desde a chegada de Hugo Chávez ao poder – por meio da OEA.

A opção por tratar o problema “em casa” começou na semana passada, quando o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Elias Jaua, fez um périplo pela região para explicar aos vizinhos a dimensão do novo enfrentamento político nas ruas.

Em seguida, Jaua viajou à Genebra para conversar com o Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, numa tentativa de conter a onda de críticas vindas principalmente da Casa Branca.

Violência
A ala da oposição que convocou a população às ruas aponta a inflação e a escassez de produtos da cesta básica como exemplos da crise provocada pelo “chavismo”.

Os focos e o número de manifestantes vêm diminuindo nos últimos dias, porém, os protestos vêm assumindo características mais violentas. O objetivo final dos estudantes que permanecem nas ruas – a maioria de classe média – é levar Maduro à renúncia.

O assessor especial da Presidência do Brasil disse compartilhar a visão do governo venezuelano de que os protestos opositores – que já levaram a 20 mortos e centenas de feridos – estão sendo magnificados pelos meios de comunicação.

“No passado houve circunstâncias bastante mais graves que a atual. O problema é que essa crise ganhou uma projeção internacional talvez maior que em outras circunstâncias”, afirmou.

Garcia disse não acreditar que a aposta da oposição de extender os protestos por um longo período possa levar o país a um ambiente de ingovernabilidade ou de guerra civil.

“Quem estiver pensando nisso perdeu o juízo, está doente da cabeça”, afirmou. Garcia disse, no entanto, que se houver uma escalada de violência, o perigo existe.

Garcia disse voltar à Brasília mais tranquilo após ver de perto a situação do país. “Não é uma situação de caos. Nós não estamos em Kiev. É preciso ter isso muito claro”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Níger pede investigação internacional na Líbia

O Níger quer uma intervenção das potências ocidentais no sul da Líbia, um “viveiro de grupos terroristas”, declarou nesta quarta-feira (5) o ministro nigerino do Interior, Masudu Hasumi, à Rádio France Internationale.

“As potências que atuaram na Líbia para derrubar o coronel Khadafi – depois da qual a Líbia se tornou o principal santuário terrorista – precisam garantir os serviços pós-venda”, declarou o ministro, cujo país faz fronteira com a Líbia.

“É legítimo que a França e os Estados Unidos intervenham para erradicar a ameaça terrorista” no sul deste país, acrescentou o ministro, que se encontra em Paris.

Em relação à declaração do chefe dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, James Clapper, que no dia 29 de janeiro classificou o Sahel de incubadora de grupos extremistas, o ministro nigerino estimou que “deveria ter dito de modo mais preciso que o sul líbio é uma incubadora de grupos terroristas”.

“Acredito que há hoje uma forte tomada de consciência da ameaça que o sul líbio constitui”, e uma intervenção “entra na ordem do possível”, acrescentou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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