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Após ser hospitalizada, integrante do Pussy Riot interrompe greve de fome

Nadezhda Tolokonnikova, integrante da banda Pussy Riot (Foto: Reuters/ Sergei Karpukhin)Nadezhda Tolokonnikova, integrante da banda
Pussy Riot (Foto: Reuters/Sergei Karpukhin)

Nadejda Tolokonnikova, integrante do grupo Pussy Riot hospitalizada no domingo, interrompeu nesta terça-feira (1º) a greve de fome que já durava oito dias. “A detida pôs fim à greve de fome e começou a se alimentar”, informou um comunicado do serviço carcerário.

A informação foi confirmada pelo deputado Ilia Ponomarev e o delegado do Kremlin para direitos humanos Vladimir Loukine, que mantiveram contato com a detida.

Tolokonnikova, que havia sido transferida no domingo da prisão para o hospital, declarou-se na segunda-feira retrasada em greve de fome para protestar contra as ameaças que diz estar recebendo na prisão depois de denunciar suas condições de encarceramento.

Em uma carta transmitida por seu marido, a jovem de 23 anos, que tem uma filha de cinco anos, indicou que duas funcionárias do campo de trabalhos forçados para mulheres Nº 14 de Mordóvia (600 km a leste de Moscou), acompanhadas por uma prisioneira, entraram na cela onde estava incomunicável desde o início desta semana para confiscar todas as suas garrafas de água.

“Sem água, uma pessoa morre em poucos dias quando está em greve de fome”, afirmou. O serviço russo de aplicação de penas desmentiu estas acusações.

Nadejda Tolokonnikova cumpre uma pena de dois anos por ter participado em 2012 de uma oração punk contra o presidente russo Vladimir Putin, cantada na catedral de Moscou.

Ela e as outras integrantes do grupo, Maria Alejina e Ekaterina Samutsevich, na oração punk pediam, em plena Catedral de Cristo Salvador de Moscou, que a Virgem “expulsasse Putin do poder”. As três foram condenadas a dois anos por “vandalismo” e “incitação ao ódio religioso”.

Ekaterina Samutsevich obteve a liberdade condicional em outubro de 2012, enquanto Alejina e Tolokonnikova devem ser libertadas em março.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Integrante presa da banda russa Pussy Riot inicia greve de fome

Tribunal de Zubova Polyan negou nesta sexta-feira (26) a libertação de Nadezhda Tolokonnikova (Foto: Mikhail Metzel/AP)Nadezhda Tolokonnikova está presa na Rússia por
protestar contra o governo (Foto: Mikhail Metzel/AP)

Uma integrante da banda russa Pussy Riot, que está presa, afirmou nesta segunda-feira (23) que vai começar uma greve de fome contra o “trabalho escravo” ao qual é submetida na colônia penal em que está e onde também disse ter sido ameaçada de morte por um funcionário da prisão.

Nadezhda Tolokonnikova foi condenada a dois anos de prisão em agosto de 2012 depois de ter realizado um protesto em uma catedral de Moscou, que a banda chamou de “oração punk”, contra o presidente Vladimir Putin em meio a manifestações de rua contra o governo.

“A partir de 23 de setembro, eu vou começar uma greve de fome e me recusarei a participar do trabalho escravo na colônia”, escreveu Tolokonnikova em uma carta que foi divulgada pelo marido, Pyotr Verzilov.

“Eu vou fazer isto até que a administração obedeça a lei e pare de tratar as mulheres encarceradas como gado”, escreveu.

Nadezhda Tolokonnikova está na colônia penal número 14, na região da Mordóvia, sudeste de Moscou. Ela afirmou que as detentas são forçadas a trabalhar até 17 horas por dia, costurando uniformes policias.

Segundo a integrante da banda, elas não dormem mais de quarto horas por noite e os agentes prisionais usam detentas mais antigas para colocar ordem em um sistema que é uma reminiscência da Gulag, sistema penal de trabalho forçado da antiga União Soviética.

“Suas mãos são furadas pelas agulhas e cobertas de arranhões, o sangue fica espalhado por toda a mesa de trabalho, mas mesmo assim você continua costurando”, escreveu.

As autoridades carcerárias da região da Mordóvia acusaram Verzilov e a advogada de Tolokonnikova, Irina Khrunova, de chantagem e de tentar pressionar a colônia penal a dar um tratamento especial à integrante da banda.

Nadezhda deve ser libertada em março, bem como sua colega da banda Maria Alyokhina. Uma outra integrante do grupo teve a sentença suspensa.

Ela já havia feito greve de fome este ano, depois que autoridades não a deixaram participar de uma audiência. Nadezhda teve de ser internada no fim de maio e encerrou o protesto dias depois que autoridades prisionais aceitaram as demandas dela, disse Verzilov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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