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Incêndio destrói parte de conhecido instituto budista tibetano na China

Um dos maiores centros do budismo tibetano na China, o instituto Larung Gar, na província de Sichuan (sudoeste), sofreu um incêndio que danificou grande parte de suas instalações, informou o site oficial “Zhongguo Winwen Wang”.

As causas do incêndio, declarado na noite de quinta-feira (9) e que foi combatido por 450 bombeiros, policiais e socorristas, ainda não foram esclarecidas.

O incêndio provocou importantes danos materiais, ao menos 10 estruturas do local foram destruídas, mas não deixou vítimas.

O instituto Larung Ga está situado no condado de Seda, a mais de 4.000 km de altura e longe das cidades. A mais próxima se encontra a centenas de quilômetros.

O instituto budista foi fundado em 1980 e rapidamente se converteu em um dos maiores centros mundiais do budismo tibetano, com uma população de 10.000 pessoas entre monges, monjas e estudantes.

Em 2001, a polícia chinesa obrigou centenas de monges e monjas tibetanos a abandonarem o instituto e destruiu mil casas.

A polícia exigia que os religiosos assinassem um documento que denunciava o Dalai Lama, líder espiritual tibetano.

Após este incidente, o fundador do centro, Khenpo Jigme Phuntsok, que faleceu em 2004, permaneceu detido por um ano.

Desde 2009, mais de 120 tibetanos se imolaram ou tentaram fazê-lo para protestar contra a repressão religiosa e cultural que sofrem.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Prédio de coleções de animais do Instituto Butantan é reinaugurado

Estante com serpentes no novo prédio do Instituto Butantan (Foto: Letícia Macedo/G1)Estante com serpentes no novo prédio do Instituto Butantan (Foto: Letícia Macedo/G1)

O prédio de coleções de animais do Instituto Butantan, na Zona Oeste de São Paulo, foi reinaugurado na manhã desta terça-feira (24) com novo sistema de segurança contra fogo. Em 2010, um incêndio atingiu o laboratório de répteis e destruiu um dos principais acervos de cobras, aranhas e escorpiões para pesquisas do mundo e o maior do Brasil.  Sob protestos de pesquisadores do Instituto por mais investimento, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) participou da cerimônia de inauguração.

Durante o incêndio, cerca de 90 mil animais mortos e conservados em formol foram queimados. Animais vivos foram retirados e levados para local seguro. Hoje, há cerca de 17 mil animais no prédio.

Novo prédio de coleções de animais do Instituto Butantan (Foto: Letícia Macedo/G1)Novo prédio de coleções de animais do Instituto
Butantan (Foto: Letícia Macedo/G1)

Após investimento de R$ 5,5 milhões da Secretaria de Estado da Saúde, um novo prédio de 1.600 m2, dois andares e sete salas com coleções de répteis, anfíbios, aracnídeos e insetos foi construído no local onde funcionava o edifício que foi queimado. Segundo a secretaria, o novo prédio é o “mais moderno e seguro edifício de coleções zoológicas da América Latina”.

O sistema anti-incêndio é composto pelo gás FM 200 absorve o calor e reduz o fogo a uma temperatura ao ponto em que ele não consegue se sustentar.  O gás não é prejudicial à saúde humana. Também há um mecanismo que faz com que o álcool e demais líquidos inflamáveis utilizados internamente sejam levados para uma caixa externa.

Outra novidade do prédio é a instalação de um laboratório que permitirá que os cientistas façam análises genéticas das coleções. A partir de aparelhos de biologia molecular e sequenciamento genético, os profissionais do Butantan poderão fazer a extração do DNA dos animais. O novo prédio estará aberto ao público de pesquisadores e estudantes a partir desta terça-feira (24).

“O Butantan é o maior instituto de soroterápico da América Latina. Nós estamos hoje entregando um novo prédio moderno e seguro que prevê segurança contra incêndios através de gás que absorve o calor, reduz o fogo e suspende o incêndio em até 10 segundos. Enfim, com toda a tecnologia e a modernidade para que se tenha aqui o material para as pesquisas e os avanços da ciência”, disse Alckmin.

Alckmin observa microscópio e cobras do Instituto Butantan (Foto: Letícia Macedo/G1)Alckmin observa microscópio e cobras do Instituto Butantan (Foto: Letícia Macedo/G1)

O Instituto Butantan, centro de pesquisas biomédicas, foi fundado em 23 de janeiro de 1901 e é responsável pela produção de soros e vacinas. Conta com parque, museus, bibliotecas e serpentário.

Protesto
Os manifestantes pediam melhores condições de trabalho e infraestrutura em todos os institutos do estado. Outra reivindicação do grupo é por um salário compatível ao que é recebidos pelos profissionais ligados a universidade para evitar evasão de profissionais dos institutos. Eles também pediram abertura de concursos para a categoria.

Alckmin afirmou que os pesquisadores tiveram aumento salarial superio à inflação – em 2011, de 20%, e em 2012 e 2013 de 13,5%. O governou prometeu ampliar o concurso que está em vigência para convocar mais pesquisadores.

Vacinas
Alckmin afirmou, durante o discurso de reinauguração, que o processo de cinco anos para a  transferência da produção da vacina da gripe da França para o Brasil será concluído neste ano e o Instituto Butantan passará a produzir mais vacinas – em 2013, foram 7 milhões de doses e em 2014 devem ser produzidas cerca de 20 milhões. O governo paulista também fechou acordo com laboratório para iniciar a transferência da produção de vacina contra o HPV. O Instituto também desenvolve pesquisa para desenvolver vacina contra dengue.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair, diz instituto

Tanimbuca mede 35 metros de altura (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Tanimbuca mede 35 metros de altura
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a ávore já teria caído se fosse mais alta. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

O pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair, diz instituto

Tanimbuca mede 35 metros de altura (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Tanimbuca mede 35 metros de altura
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a ávore já teria caído se fosse mais alta. O pesquisador estima ainda que o tronco deve pesar 30 quilos. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

O pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair, diz instituto

Tanimbuca mede 35 metros de altura (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Tanimbuca mede 35 metros de altura
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a ávore já teria caído se fosse mais alta. O pesquisador estima ainda que o tronco deve pesar 30 quilos. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

O pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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TI Maior: instituto paulista vai certificar software brasileiro

Esse trabalho será realizado pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer de Campinas, anuncia ministro Raupp.

O software brasileiro ganhará uma certificação que promete colocá-lo em vantagem nas licitações governamentais. A medida faz parte do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia, ou o TI Maior, que será lançado na próxima semana, pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O TI Maior será apresentado aos empresários do setor na segunda-feira, (20/08), em São Paulo, pelo ministro Marco Antonio Raupp.

“Vamos criar um órgão de certificação de produtos, que é um dos institutos do MCTI”, informou Raupp durante o congresso “Tecnologia para um Brasil inovador e competitivo”, que encerra hoje em Brasília, promovido pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI).

Segundo Raupp, a instituição que ficará responsável pelo processo de certificação do software brasileiro é o Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, localizado em Campinas (SP). A entidade já está credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para cumprir esse papel, de acordo com o ministro. A iniciativa tem o objetivo de diferenciar o software nacional do importado nos processos de compra.

Ao comentar sobre o IT Maior, o ministro adiantou que o programa traz uma série de medidas para estimular o setor de software a inovar e criar novas empresas de base tecnológica.

“Os empresários podem esperar linhas de incentivo e apoio para essa atividade. O programa vai desenvolver a inovação e a formação de pessoal qualificado”, antecipa.

*A jornalista viajou para Brasília a convite da ABIPTI

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Publicado por em 9 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Instituto Eldorado oferece curso gratuito de SQL para deficientes

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O Instituto de Pesquisas Eldorado oferece, na unidade de Campinas (SP), um curso de capacitação técnica profissional em lógica de programação e introdução a SQL para pessoas com deficiência. Com duração de três meses e aulas diárias das 19h às 22h, o curso é  gratuito e inclui o transporte dos alunos a partir do centro de Campinas para o local das atividades.

A iniciativa faz parte do programa “Oficina do Futuro PcD – A competência faz a diferença”, que o Eldorado realiza há três anos com o objetivo de capacitar pessoas com deficiência na área de tecnologia da informação e comunicação. “Os cursos são realizados em parcerias com empresas  que têm interesse na capacitação de pessoas com deficiência e acreditam no seu potencial de integração”, afirma Luís Rogério Almeida, gerente do Departamento de Educação do Eldorado. A nova turma será conduzida em parceria com a empresa Ci&T.

As inscrições estarão abertas até o dia 13 de fevereiro, data de início do curso, e podem ser feitas pelo site http://www.oficinadofuturopcd.org.br/. Mais informações pelo telefone (19) 3757-3472. Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos e é desejável que estejam cursando o ensino médio.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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