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Novo update corrigirá falha em chat após instalação do iOS 7, diz Apple

Os usuários da Apple que enfrentam problemas para enviar e receber mensagens por meio do aplicativo iMessage desde que atualizaram para o sistema operacional iOS 7 em breve terão uma solução, promete a companhia em comunicado enviado ao G1.

Além disso, um novo update de sistema já está no horizonte da companhia, sete dias após ter feito a primeira correção ao sistema. “Estamos cientes de um problema que afeta uma fração de menos de 1% dos nossos usuários iMessage”, afirmou a Apple, por meio de nota.

Usuários relatam problemas com a modalidade de mensagens da Apple, que permite que a troca de torpedos pela internet, como ocorre no app WhatAssp, mas apenas entre aparelhos da fabricante.

A reclamação é de que algumas mensagens não são enviadas, simplesmente não chegam ou só chegam dias depois.

“Teremos uma correção disponível em uma próxima atualização de software. Enquanto isso, encorajamos os usuários que estejam com problemas a contatar o suporte da Apple. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado aos usuários afetados”, afirma a Apple.

A nova atualização de sistema será a segunda que a Apple lança de seu sistema, liberado oficialmente a apenas 14 dias.

O iOS 7 foi lançado em 18 de setembro. Porém, após usuários relatarem problemas de segurança, a Apple lançou uma atualização no dia 26 que corrigia “erros que poderiam permitir que alguém tivesse acesso ao dispositivo sem digitar o código exigido na tela bloqueada”. Literalmente.

Uma falha permitia o acesso à galeria de fotos mesmo que o aparelho estivesse travado e sem passar pela necessidade de inserir a senha de acesso. Outra brecha liberava ligações telefônicas mesmo que os dispositivos estivessem bloqueados.

O usuário pode simplesmente desabilitar o iMessage ou resetar os Ajustes de Rede.

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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Explosão em instalação da Marinha americana deixa 8 feridos

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Ao menos oito pessoas ficaram feridas, uma delas gravemente, nesta terça-feira (20) na explosão de uma instalação da Marinha americana em Nova Jersey que faz a manutenção de navios e serve como depósito de munições.

“Podemos confirmar que aconteceu uma explosão. Os serviços de emergência estão na região”, afirmou à AFP o tenente Greg Raelson, porta-voz da Marinha.

“Uma pessoa foi hospitalizada com ferimentos graves e outras sete ficaram levemente feridas”, afirma um comunicado militar.

A instalação, na qual trabalham 1.500 pessoas, fica em Middeltown, a 75 km de Nova York.

A Marinha americana abriu uma investigação para determinar as causas da explosão, que aconteceu em um edifício de manutenção de navios e foi contida pela própria construção.

A manipulação de munições não foi afetada, segundo o comunicado.

A instalação faz manutenção dos navios logísticos que abastecem os porta-aviões no mar, principalmente com bombas e mísseis.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Ministro pede ajuda de prefeitos para instalação de antenas de celular

Paulo Bernardo fez um apelo para que os municípios sejam mais ágeis na aprovação dos projetos de infraestrutura para melhorar a qualidade dos serviços para população.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, pediu ajuda dos prefeitos para facilitar a instalação de antenas de telefonia móvel no País. Ao participar do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, em Brasília, esta semana, o ministro disse que é importante ampliar a infraestrutura nas cidades para aumentar o acesso da população aos serviços de telecomunicação.

“Queria que os prefeitos e prefeitas se atentassem a isso, para ver como podem ajudar. Claro que não vai se permitir que se faça uma antena de celular em lugar que a comunidade não vai aceitar ou que não é razoável, mas achamos que é importante ter infraestrutura”, disse o ministro.

Bernardo lembrou que, em muitos municípios, as legislações para instalação de antenas e torres de celulares são muito restritivas. Uma lei federal para unificar as regras já foi aprovada no Senado, e a expectativa do governo, segundo o ministro, é que a matéria seja analisada pela Câmara dos Deputados ainda no primeiro semestre deste ano.

“Precisamos ter qualidade, precisamos ter cobertura, as pessoas estão reclamando. Precisamos ter serviço de melhor qualidade, mas se os municípios não deixarem instalar antenas, não vai ter o serviço”.

Bernardo disse que já conversou com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para que mudanças na legislação municipal sejam debatidas com os vereadores da cidade.

O ministro também explicou para os prefeitos como funciona o Projeto Cidades Digitais, que neste ano deve selecionar cerca de 200 municípios que irão receber infraestrutura de rede para ligar todos os pontos da administração municipal.

Os 80 municípios selecionados em 2012 assinaram no último dia 29/01 acordo de cooperação técnica para implantação do programa.

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Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Distrito Federal aprova lei para instalação de antenas de celular

Medida tem o objetivo de acelerar a construção das redes móveis e uso racional da infraestrutura de telecom.

07 de novembro de 2012 – 18h30

O governo do Distrito Federal (GDF) regulamentou a Lei das Antenas. A medida tem como objetivo definir regras de instalação e uso racional dos espaços com infraestrutura de serviços de telecomunicações, energia elétrica, saneamento, entre outros.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a iniciativa, pioneira no País, também pode ser utilizada em outras cidades.
“Vai servir de exemplo (…) não tenho dúvida de que muitos municípios vão querer conhecer essa normatização e vão querer fazer parecido”, disse.

Com a nova legislação, o GDF quer agilizar a concessão de licenças para instalação das estruturas necessárias para melhoria dos serviços telefônicos móveis. O processo de tramitação deve durar, no máximo, 70 dias.

“O decreto reduziu para metade o prazo de tramitação. Em alguns lugares, o processo pode levar anos. O GDF definiu uma lista muito precisa dos documentos necessários. Isso representa diminuição de tempo e custos”, disse Bernardo.

O ministro destacou que “o principal problema” da telefonia móvel foi o crescimento sem planejamento e investimento das operadoras. “O serviço cresceu muito e as empresas não fizeram o investimento que tinham que fazer no tempo devido”, disse. Segundo ele, a falta de autorização para instalação de antenas tem servido de “argumento” para a má qualidade dos serviços.

“A desburocratização abre espaço para cobrar empresas com mais firmeza”, disse. No entanto, Paulo Bernardo destacou que não será possível transformar a cidade em um “paliteiro”, com torres em todos os lugares da cidade. Nesse sentido, o uso racional do espaço prevê o compartilhamento de infraestrutura dos diferentes prestadores de serviço.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Extreme Networks investe na instalação de fábrica no Brasil

Companhia planeja início da produção local de equipamentos para rede de banda larga a partir de 2013 para reforçar competição com Cisco e Huawei.

A corrida do Brasil para ampliar a infraestrutura de comunicação para atender a atual e as futuras demandas de dados, que serão geradas com Copa do Mundo e Olimpíada fez com que a fabricante norte-americana Extreme Networks decidisse investir em uma fábrica no Brasil. O anúncio foi feito pelo diretor regional da companhia para a América Latina, Carlos Perea, que esteve recentemente em São Paulo.

O empreendimento faz parte da estratégia da companhia para se reposicionar no mercado brasileiro e se colocar entre os cinco maiores fornecedores de equipamentos para redes de banda larga. Para isso, a empresa deverá investir entre 8 milhões de dólares e 10 milhões de dólares nos próximos oito meses como medida para reforçar a competição com Cisco e Huawei.

A empresa vai produzir aqui a sua linha de switches para redes de dados, que atualmente é fornecida ao mercado local via importação. São seus clientes no País, operadoras de telecomunicações, órgãos de governo e data centers.
Perea explica que o plano da Extreme é ter manufatura terceirizada no País, seguindo o mesmo modelo das três plantas industriais, que hoje estão em operação no México. No exterior, a produção é realizada pela Flextronics e Alpha Networks, ambas com presença no Brasil.

O executivo informa que o processo de fabricação local está em fase final de negociação e o possível local é o Rio de Janeiro. A produção está prevista para começar em 2013, com a montagem inicialmente das linhas de switches modulares Summit e BackDiamond.

O CEO da Extreme observa que o mercado brasileiro está muito aquecido e que a companhia enxerga muitas oportunidades de negócios aqui. Ele menciona o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que está sendo implementado pelo governo federal para levar acesso às classes menos favorecidas, e que vai gerar demanda por equipamentos de redes.

Outro fator que faz os olhos do executivo brilhar quando fala do Brasil é a movimentação das teles para ampliação de suas redes fixas e móveis. Os quatros grupos de telefonia móvel (Claro, Oi, TIM e Vivo) acabaram de arrematar licenças no leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para construção das redes 4G. Elas têm planos agressivos de investimentos para que os novos serviços entrem no ar um ano antes da Copa do Mundo.

Mudanças no Brasil

“O mercado brasileiro de Telecom está crescendo muito rapidamente e experimentando mudanças para se tornar mais sofisticado, como aconteceu nos Estados Unidos e Europa”, afirma o diretor da Extreme Networks. Ele observa que esse cenário e o bom momento da economia estão atraindo investidores do Vale do Silício, interessados em disputar o mercado local de cloud computing.

Para atender esses novos clientes e a sua base atual, a Extreme começou reforçar sua presença no País. Um novo plano estratégico para o Brasil vem sendo implementado desde o ano passado com a criação do canal de distribuição. A companhia saiu de um modelo de 100% de vendas diretas para atuação por meio de parceiros. Hoje além, de aliança com a Ericcson, a fabricante opera com os integradores TDEC, Damovo e Anixter.

Essa mudança, segundo Perea, já está dando resultado. O Brasil passou na frente do México. A receita local, cujo valor não foi revelado, é 40% maior que a do mercado mexicano. Para sustentar esse crescimento, a Extreme está ampliando também sua estrutura de suporte local, implementando atendimento em português. Um engenheiro brasileiro foi exportado para o centro de desenvolvimento, na Carolina do Norte (EUA), para coordenar o time que atende clientes nacionais.

Hoje, a maior clientela da Extreme no Brasil é o mercado corporativo, com participação de 45% dos negócios. Em segundo lugar estão as teles, que contribuem com 35% da receita. Os 20% restantes do faturamento vêm dos data centers, que é um novo mercado para companhia no País, com tendência de aumento por conta da disseminação dos serviços em nuvem.

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Publicado por em 18 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Operadoras defendem lei única para instalação de antenas

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Empresas estão apoiando proposta pelo Ministério das Comunicações para unificar as mais de 250 leis municipais e estaduais sobre o tema.

23 de fevereiro de 2012 – 12h37

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia Fixa e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) apoia a iniciativa do Ministério das Comunicações de criar uma legislação federal única para a instalação de antenas das estações radiobase (Erbs) de telefonia celular em todo o País e deverá apresentar sugestões para o projeto. A nova lei já vem sendo chamada de Lei Geral das Antenas.

Existem hoje no País mais de 250 leis municipais que dificultam a instalação das Erbs telefonia móvel, dificultando inclusive a expansão dos serviços e o aumento da capacidade de oferta. Há municípios que exigem, por exemplo, uma distância de 15 metros entre a base de sustentação de antenas e os imóveis vizinhos. Em outros, essa distância é ampliada para 100 metros. Há ainda casos em que é necessário autorização de 60% dos proprietários de imóveis situados num raio de 200 metros da antena.

A prestação dos serviços de telecomunicações é de competência da União, delegada às prestadoras por concessão ou autorização. Ao assumir a prestação desses serviços, as empresas assumem também obrigações de cobertura com qualidade e em prazos pré-definidos, cujo cumprimento pode ser dificultado por essa variedade de leis.

O serviço de telefonia móvel é prestado no Brasil e no mundo por meio de antenas, que são organizadas em células, o que deu origem ao nome celular. Cada uma dessas células tem uma capacidade para atender um determinado número de usuários. O aumento do número de usuários, seja pela expansão dos serviços ou pela concentração de celulares em um mesmo lugar, exige a instalação de novas antenas para suprir a demanda e garantir a prestação dos serviços com qualidade.

O Brasil tem 245 milhões de celulares e no ano passado adicionou 39 milhões de novos usuários à base de clientes, sendo que mais da metade destes (52%) são de acessos em banda larga móvel. Para atender a essa demanda, as empresas promovem a constante expansão das redes, que têm as antenas entre seus elementos. Quando há limitação para a instalação de ERBs, o serviço pode ficar comprometido, já que não há outra forma de prestação dos serviços móveis que não seja pelo ar, por meio de radiofrequência.

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Publicado por em 7 de março de 2012 em Tecnologia

 

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