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Capital Inicial planeja Rock in Rio há 2 meses: ‘Se dá errado, é mico mundial’

Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e, em 2013, fará seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo E Flávio Morais/G1)Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e fará em 2013 seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo e Flávio Morais/G1)

No telão, Brasília é incendiada por monstros de filme japonês. À frente, Dinho Ouro Preto canta sobre “saquear” a cidade, com a equipe de som atenta a todos os detalhes. A cena, vista por oito pessoas em um ensaio na Zona Oeste de São Paulo, na quarta-feira (28), vai se repetir para 85 mil no dia 14 de setembro, no Rock in Rio.

O Capital Inicial planeja há dois meses a apresentação no festival, conta Dinho ao G1, no intervalo do ensaio. Imagens do telão estão sendo feitas por equipe responsável por produções de Rod Stewart e Black Sabbath, diz o cantor. A parafernalha e a potência do som são as mesmas das atrações internacionais, a banda garante. O Capital reconhece a importância do evento para sua carreira – já tocou no Rock in Rio 1991, 2001 e 2011.

Se algo dá errado lá em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é mico mundial”Flávio Lemos, baixista do Capital Inicial

“Não tem como não ficar ansioso. Se algo dá errado lá  em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é um mico mundial”, diz o baixista Flávio Lemos. Dinho conta que o “batimento cardíaco vai mais alto no Rock in Rio”. “Tem jornalistas do mundo inteiro, as bandas todas olhando, sendo transmitido online para o mundo, não são só aquelas 80 mil”, lista o cantor, subestimando em 5 mil pessoas o público que o evento vai receber a cada dia.

‘Saquear Brasília’
O repertório também é planejado com precisão. Metade é de hits que já foram tocados no Rock in Rio 2011, que “não pode deixar de tocar senão vai levar ovada”, justifica Dinho. Outra metade será dividida entre antigas que não rolaram há dois anos, uma homenagem “secreta” e três músicas do disco mais recente, inclusive “Saquear Brasília”. A faixa ” tem um apelo político que a gente gosta”, diz Dinho.

Capital Inicial ensaia a música 'Saquear Brasília' para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai mostrar animação com a cidade em chamas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)Capital Inicial ensaia a música ‘Saquear Brasília’
para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai
mostrar animação com a cidade em chamas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A banda diz que mostrar marcos da cidade pegando fogo no vídeo de animação durante “Saquear Brasília”, no contexto de protestos brasileiros de junho em que pessoas tentaram incendiar o prédio do Itamaraty, não vai ser mal interpretado. “A música foi feita nove meses antes de aquilo acontecer. Não tem intenção de estimular as pessoas a quebrarem”, explica Dinho. Os “monstros” do telão e da letra que destroem e saqueiam Brasília, ele explica, representam políticos, não manifestantes.

Fim do ‘complexo de vira-lata’
O Capital só não tocou no Rock in Rio 1985. Nos últimos dois, teve o show entre os mais bem cotados do festival. “Os brasileiros, em termos de showbusiness, não precisam ter complexo de vira-lata”, diz Fê Lemos. “No Brasil, somos mais conhecidos do que bandas que vão tocar depois de nós. Se você pegar Florence and the Machine, beleza, todo mundo conhece ‘The dog days are over’. Mas o Capital tem mais músicas conhecidas, e vendeu mais discos no Brasil do que ela. Aliás, vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”, completa Dinho.

O Capital vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”Dinho Ouro Preto, cantor do Capital Inicial

‘Estrelas’ de cinema
Mesmo sem disco novo em 2013 (“Saturno” é do fim 2012), o Capital ganhou holofotes em ano de Rock in Rio por meio do cinema. “Somos tão jovens”, filme sobre Renato Russo na época em que tocou com Fê e Flávio no Aborto Elétrico, é um dos maiores sucessos nacionais deste ano. Os personagens que interpretam Fê e Flávio são importantes na história.

O baixista e o baterista dizem que o filme mostra a história “bem próxima” do que aconteceu, mas não exatamente. Flávio diz que a noite em que Renato Russo foi à casa dele para se declarar apaixonado por ele, cena marcante no longa, realmente aconteceu. Já Fê diz que o fim do Aborto Elétrico não incluiu episódios mostrados no filme: “Quando eu vou pedir desculpas, eu não me ajoelho. Ridículo. Não há essa cena dramática.”

“Eu fiquei como vilão da história, né? Mas acho que eu era meio pavio curto mesmo. Era muito idealista”, diz o baterista. Mas “o filme não é a vida real”, Fê resume. Na vida real, “Veraneio vascaína”, que veio do repertório do Aborto Elétrico, estará no Rock in Rio 2013. Já “Que país é esse?”, que em 2011 foi acompanhada de críticas a José Sarney, não está prevista. A grande “revolta” deve ficar mesmo com os monstros de “Saquear Brasília”.

Fonte G1

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Música

 

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Capital Inicial planeja Rock in Rio há 2 meses: ‘Se dá errado, é mico mundial’

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Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e, em 2013, fará seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo E Flávio Morais/G1)Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e fará em 2013 seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo e Flávio Morais/G1)

No telão, Brasília é incendiada por monstros de filme japonês. À frente, Dinho Ouro Preto canta sobre “saquear” a cidade, com a equipe de som atenta a todos os detalhes. A cena, vista por oito pessoas em um ensaio na Zona Oeste de São Paulo, na quarta-feira (28), vai se repetir para 85 mil no dia 14 de setembro, no Rock in Rio.

O Capital Inicial planeja há dois meses a apresentação no festival, conta Dinho ao G1, no intervalo do ensaio. Imagens do telão estão sendo feitas por equipe responsável por produções de Rod Stewart e Black Sabbath, diz o cantor. A parafernalha e a potência do som são as mesmas das atrações internacionais, a banda garante. O Capital reconhece a importância do evento para sua carreira – já tocou no Rock in Rio 1991, 2001 e 2011.

Se algo dá errado lá em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é mico mundial”Flávio Lemos, baixista do Capital Inicial

“Não tem como não ficar ansioso. Se algo dá errado lá  em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é um mico mundial”, diz o baixista Flávio Lemos. Dinho conta que o “batimento cardíaco vai mais alto no Rock in Rio”. “Tem jornalistas do mundo inteiro, as bandas todas olhando, sendo transmitido online para o mundo, não são só aquelas 80 mil”, lista o cantor, subestimando em 5 mil pessoas o público que o evento vai receber a cada dia.

‘Saquear Brasília’
O repertório também é planejado com precisão. Metade é de hits que já foram tocados no Rock in Rio 2011, que “não pode deixar de tocar senão vai levar ovada”, justifica Dinho. Outra metade será dividida entre antigas que não rolaram há dois anos, uma homenagem “secreta” e três músicas do disco mais recente, inclusive “Saquear Brasília”. A faixa ” tem um apelo político que a gente gosta”, diz Dinho.

Capital Inicial ensaia a música 'Saquear Brasília' para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai mostrar animação com a cidade em chamas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)Capital Inicial ensaia a música ‘Saquear Brasília’
para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai
mostrar animação com a cidade em chamas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A banda diz que mostrar marcos da cidade pegando fogo no vídeo de animação durante “Saquear Brasília”, no contexto de protestos brasileiros de junho em que pessoas tentaram incendiar o prédio do Itamaraty, não vai ser mal interpretado. “A música foi feita nove meses antes de aquilo acontecer. Não tem intenção de estimular as pessoas a quebrarem”, explica Dinho. Os “monstros” do telão e da letra que destroem e saqueiam Brasília, ele explica, representam políticos, não manifestantes.

Fim do ‘complexo de vira-lata’
O Capital só não tocou no Rock in Rio 1985. Nos últimos dois, teve o show entre os mais bem cotados do festival. “Os brasileiros, em termos de showbusiness, não precisam ter complexo de vira-lata”, diz Fê Lemos. “No Brasil, somos mais conhecidos do que bandas que vão tocar depois de nós. Se você pegar Florence and the Machine, beleza, todo mundo conhece ‘The dog days are over’. Mas o Capital tem mais músicas conhecidas, e vendeu mais discos no Brasil do que ela. Aliás, vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”, completa Dinho.

O Capital vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”Dinho Ouro Preto, cantor do Capital Inicial

‘Estrelas’ de cinema
Mesmo sem disco novo em 2013 (“Saturno” é do fim 2012), o Capital ganhou holofotes em ano de Rock in Rio por meio do cinema. “Somos tão jovens”, filme sobre Renato Russo na época em que tocou com Fê e Flávio no Aborto Elétrico, é um dos maiores sucessos nacionais deste ano. Os personagens que interpretam Fê e Flávio são importantes na história.

O baixista e o baterista dizem que o filme mostra a história “bem próxima” do que aconteceu, mas não exatamente. Flávio diz que a noite em que Renato Russo foi à casa dele para se declarar apaixonado por ele, cena marcante no longa, realmente aconteceu. Já Fê diz que o fim do Aborto Elétrico não incluiu episódios mostrados no filme: “Quando eu vou pedir desculpas, eu não me ajoelho. Ridículo. Não há essa cena dramática.”

“Eu fiquei como vilão da história, né? Mas acho que eu era meio pavio curto mesmo. Era muito idealista”, diz o baterista. Mas “o filme não é a vida real”, Fê resume. Na vida real, “Veraneio vascaína”, que veio do repertório do Aborto Elétrico, estará no Rock in Rio 2013. Já “Que país é esse?”, que em 2011 foi acompanhada de críticas a José Sarney, não está prevista. A grande “revolta” deve ficar mesmo com os monstros de “Saquear Brasília”.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Música

 

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Nada de smartphone: Facebook lança tela inicial especial para Android

Em evento realizado nesta quinta, rede social apresentou aplicativo que substitui interface clássica por outra baseada em gestos. O Facebook pôs fim nos rumores sobre um possível smartphone próprio ao anunciar agora pouco o Home, um Launcher (aplicativo que controla a interface do sistema) da rede social para aparelhos Android. O lançamento acontece em 12/4 e estará disponível inicialmente para poucos aparelhos top-de-linha de fabricantes como HTC, Sony, e Samsung.

“Mesmo com um smartphone de sucesso, você consegue atingir no máximo 10 ou 20 milhões de pessoas, o que representaria apenas 1% ou 2% da nossa comunidade”, afirmou o CEO Mark Zuckerberg durante evento na Califórnia – atualmente, a maior rede social do mundo possui mais de 1 bilhão de usuários no mundo todo.

Com a novidade, os usuários terão acesso ao seu Feed de Notícias, agora chamado de Cover Feed. Lá, será possível visualizar as atualizações de seus amigos diretamente na tela inicial do smartphone (daí o nome Home). 

Pelo que foi demonstrado no evento, a navegação é mais intuitiva, baseada em gestos. Para curtir uma foto, basta dar dois toques na tela. Se quiser comentar, é só clicar no ícone específico, por exemplo.

facebookhome03.jpg

“Queremos que a experiência dos smartphone fique em torno das pessoas e não dos apps, como acontece atualmente. A tela inicial do seu aparelho é a alma do seu smartphone. E achamos que ela deve ser profundamente pessoal”, afirmou Zuckerberg, que elogiou a “abertura” do Android. Assim, o Facebook será a primeira coisa que o usuário verá ao abrir o seu smartphone. 

Ao abrir o app, o usuário poderá escolher se quer apenas testar por uma vez a novidade ou torná-la a tela inicial padrão (ao selecionar a opção Always). Quem possui as versões mais recentes dos aplicativos Facebook e Facebook Messenger para Android receberá um aviso sobre a chegada do Home.

Ao contrário de sistemas operacionais, que costumam receber um update significativo por ano, o Home terá atualizações mensais com novos recursos e ferramentas, de acordo com o Facebook. Resta saber qual o impacto da novidade no uso de dados e bateria dos smartphones.

Bate-papo constante

Com uma novidade chamada “chatheads”, os usuários poderão iniciar conversas com seus amigos da rede social a qualquer momento. No Home, as mensagens te seguem, não importa se você está lendo um artigo do The New York Times, lá estarão as “chatheads” (ícones redondos com as fotos de perfis dos usuários, mostradas na parte superior da tela). 

Para responder a uma mensagem, basta tocar numa “chathead” e já estará na conversa. Nesse recurso, as mensagens do chat do Facebook dividem espaço com as tradicionais mensagens de texto (SMS) do seu smartphone, que aparecem em verde (assim como no iMessage, da Apple).

Tablets

Durante o evento, o Facebook mostrou rapidamente como seria o Home em tablets Android, mas adiantou que o recurso ainda vai demorar vários meses até desembarcar nesses aparelhos.

chatheads03.jpg

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Protótipo inicial do iPhone mostra aparelho “gigante” e com entrada USB

Publicadas pelo Ars Technica, imagens de aparelho feito em 2005 foram fornecidas por ex-funcionário da Apple. Novas imagens de um protótipo antigo do iPhone mostram que o smartphone da Apple já teve um visual completamente diferente ao que estamos acostumados. As informações são do site especializado Ars Technica, que afirma ter conseguido o material com um ex-funcionário da Apple que não quis se identificar.

De acordo com o site, as imagens são de um protótipo do iPhone de 2005 – o smartphone da Apple foi apresentado e lançamento oficialmente dois anos depois, em 2007.

As diferenças já começam no visual: o produto tem um tamanho bem maior do que o normalmente visto no iPhone, que só ganhou uma tela de 4 polegadas em 2012 com o iPhone 5. Além disso, o aparelho era bem mais grosso do que os modelos atuais, que ficam entre 7,6 e 9mm.

iphoneprototipo2005.jpg

(Imagem: Ars Technica)

Outros recursos que saltam aos olhos são a presença de recursos comuns em PC, mas não em aparelhos iOS, como entradas USB e Ethernet.

Vale lembrar que em 2012 a Apple revelou dezenas de protótipos antigos do iPhone e iPad para o tribunal durante a disputa judicial contra a Samsung, que foi condenada por copiar o design dos aparelhos móveis da rival.

O que achou desse protótipo antigo do iPhone? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Nada de smartphone: Facebook lança tela inicial especial para Android

Em evento realizado nesta quinta, rede social apresentou aplicativo que substitui interface clássica por outra baseada em gestos. O Facebook pôs fim nos rumores sobre um possível smartphone próprio ao anunciar agora pouco o Home, um Launcher (aplicativo que controla a interface do sistema) da rede social para aparelhos Android. O lançamento acontece em 12/4 e estará disponível inicialmente para poucos aparelhos top-de-linha de fabricantes como HTC, Sony, e Samsung.

“Mesmo com um smartphone de sucesso, você consegue atingir no máximo 10 ou 20 milhões de pessoas, o que representaria apenas 1% ou 2% da nossa comunidade”, afirmou o CEO Mark Zuckerberg durante evento na Califórnia – atualmente, a maior rede social do mundo possui mais de 1 bilhão de usuários no mundo todo.

Com a novidade, os usuários terão acesso ao seu Feed de Notícias, agora chamado de Cover Feed. Lá, será possível visualizar as atualizações de seus amigos diretamente na tela inicial do smartphone (daí o nome Home). 

Pelo que foi demonstrado no evento, a navegação é mais intuitiva, baseada em gestos. Para curtir uma foto, basta dar dois toques na tela. Se quiser comentar, é só clicar no ícone específico, por exemplo.

facebookhome03.jpg

“Queremos que a experiência dos smartphone fique em torno das pessoas e não dos apps, como acontece atualmente. A tela inicial do seu aparelho é a alma do seu smartphone. E achamos que ela deve ser profundamente pessoal”, afirmou Zuckerberg, que elogiou a “abertura” do Android. Assim, o Facebook será a primeira coisa que o usuário verá ao abrir o seu smartphone. 

Ao abrir o app, o usuário poderá escolher se quer apenas testar por uma vez a novidade ou torná-la a tela inicial padrão (ao selecionar a opção Always). Quem possui as versões mais recentes dos aplicativos Facebook e Facebook Messenger para Android receberá um aviso sobre a chegada do Home.

Ao contrário de sistemas operacionais, que costumam receber um update significativo por ano, o Home terá atualizações mensais com novos recursos e ferramentas, de acordo com o Facebook. Resta saber qual o impacto da novidade no uso de dados e bateria dos smartphones.

Bate-papo constante

Com uma novidade chamada “chatheads”, os usuários poderão iniciar conversas com seus amigos da rede social a qualquer momento. No Home, as mensagens te seguem, não importa se você está lendo um artigo do The New York Times, lá estarão as “chatheads” (ícones redondos com as fotos de perfis dos usuários, mostradas na parte superior da tela). 

Para responder a uma mensagem, basta tocar numa “chathead” e já estará na conversa. Nesse recurso, as mensagens do chat do Facebook dividem espaço com as tradicionais mensagens de texto (SMS) do seu smartphone, que aparecem em verde (assim como no iMessage, da Apple).

Tablets

Durante o evento, o Facebook mostrou rapidamente como seria o Home em tablets Android, mas adiantou que o recurso ainda vai demorar vários meses até desembarcar nesses aparelhos.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Tablets Surface Pro terão preço inicial de US$ 900 dólares

Será que as empresas comprarão um tablet que custa US$ 400 a mais do que aqueles focados no consumidor?

A Microsoft  definiu na quinta-feira (29) os valores de seu tablet Pro de 10,6 polegadas, com um preço inicial de 900 dólares para a versão de 64GB e de 1000 dólares para a de 128GB.

O tablet, formalmente chamado de com Windows Pro 8, será lançado em janeiro. As pré-encomendas não estavam disponíveis no blog anunciando o preço, que foi publicado por Panos Panay, gerente geral do na Microsoft. Nenhuma versão virá com a Touch Cover ou a Type Cover, o que acrescentaria pelo menos 120 dólares ao custo total.

Dois analistas disseram que a Microsoft deve ter definido o preço alto para permitir que seus parceiros produzindo tablets Windows 8 cobrem menos. A companhia de Redmond está preocupada com a manutenção de um bom relacionamento com seus parceiros, que devem comprar licenças do Windows 8 da MS e, em seguida, produzir os tablets. 

Veja também: Recursos legais do RT

Comparados aos tablets com foco no consumidor, os do estão pelo menos 400 dólares maiores. O iPad começa em 500 dólares, enquanto alguns custam menos de 200. “Os do Pro deixam espaço para fabricantes de dispositivos baixarem seus , sem comprometer muito as margens”, disse Carolina Milanesi, analista do Gartner. “Este é um jogo da empresa, e não do consumidor, pelo menos por agora.”

Jack Gold, analista da J. Gold Associates, disse que os clientes corporativos são “menos sensíveis aos ” e também previu que os produtos competitivos de outros fornecedores irão minar o preço do Pro “em um futuro não muito distante.” Ainda assim, Gold acrescentou: “O preço está alto? Sim!”.

O Pro executa um processador Intel Core i5, enquanto o para Windows RT e outros tablets que executam o sistema são baseados em chips ARM. Panay chamou a atenção para a entrada de  caneta do Pro, o que ele chamou de “uma característica incrível para todos vocês anotadores ou editores de documentos por aí”. O dispositivo premium também possui uma porta USB 3.0.

Esse processador poderoso fornece outra diferença entre os dois tablets, que a Microsoft revelou por meio de sua conta no Twitter. O melhor equipado Surface Pro tem apenas metade da vida de bateria de seu irmão, significando que se obtém cerca de quatro horas e meia de utilização após uma carga, no máximo. Isso apesar do fato de que o aparelho mantém a conectividade desligada quando está hibernando para preservar a bateria, por isso não está sempre conectado.

Considerado um tablet, o Surface Pro custa mais do que um tablet de linha, e tem meia-vida da bateria. Talvez seja melhor o comparar com Ultrabooks, que estão mais na faixa de preço e potência. Mas, mesmo neste caso, o Surface Pro se sai pior que seus rivais. Nos testes da PC World, Ultrabooks da Vizio, Asus, Acer e Dell têm consistentemente passado das cinco horas de duração da bateria, com alguns chegando a uma média de seis horas – em torno de uma hora a mais do que o Surface Pro.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Tablets Surface Pro terão preço inicial de US$ 900 dólares

Será que as empresas comprarão um tablet que custa US$ 400 a mais do que aqueles focados no consumidor?

A Microsoft  definiu na quinta-feira (29) os valores de seu tablet Pro de 10,6 polegadas, com um preço inicial de 900 dólares para a versão de 64GB e de 1000 dólares para a de 128GB.

O tablet, formalmente chamado de com Windows Pro 8, será lançado em janeiro. As pré-encomendas não estavam disponíveis no blog anunciando o preço, que foi publicado por Panos Panay, gerente geral do na Microsoft. Nenhuma versão virá com a Touch Cover ou a Type Cover, o que acrescentaria pelo menos 120 dólares ao custo total.

Dois analistas disseram que a Microsoft deve ter definido o preço alto para permitir que seus parceiros produzindo tablets Windows 8 cobrem menos. A companhia de Redmond está preocupada com a manutenção de um bom relacionamento com seus parceiros, que devem comprar licenças do Windows 8 da MS e, em seguida, produzir os tablets. 

Veja também: Recursos legais do RT

Comparados aos tablets com foco no consumidor, os do estão pelo menos 400 dólares maiores. O iPad começa em 500 dólares, enquanto alguns custam menos de 200. “Os do Pro deixam espaço para fabricantes de dispositivos baixarem seus , sem comprometer muito as margens”, disse Carolina Milanesi, analista do Gartner. “Este é um jogo da empresa, e não do consumidor, pelo menos por agora.”

Jack Gold, analista da J. Gold Associates, disse que os clientes corporativos são “menos sensíveis aos ” e também previu que os produtos competitivos de outros fornecedores irão minar o preço do Pro “em um futuro não muito distante.” Ainda assim, Gold acrescentou: “O preço está alto? Sim!”.

O Pro executa um processador Intel Core i5, enquanto o para Windows RT e outros tablets que executam o sistema são baseados em chips ARM. Panay chamou a atenção para a entrada de  caneta do Pro, o que ele chamou de “uma característica incrível para todos vocês anotadores ou editores de documentos por aí”. O dispositivo premium também possui uma porta USB 3.0.

Esse processador poderoso fornece outra diferença entre os dois tablets, que a Microsoft revelou por meio de sua conta no Twitter. O melhor equipado Surface Pro tem apenas metade da vida de bateria de seu irmão, significando que se obtém cerca de quatro horas e meia de utilização após uma carga, no máximo. Isso apesar do fato de que o aparelho mantém a conectividade desligada quando está hibernando para preservar a bateria, por isso não está sempre conectado.

Considerado um tablet, o Surface Pro custa mais do que um tablet de linha, e tem meia-vida da bateria. Talvez seja melhor o comparar com Ultrabooks, que estão mais na faixa de preço e potência. Mas, mesmo neste caso, o Surface Pro se sai pior que seus rivais. Nos testes da PC World, Ultrabooks da Vizio, Asus, Acer e Dell têm consistentemente passado das cinco horas de duração da bateria, com alguns chegando a uma média de seis horas – em torno de uma hora a mais do que o Surface Pro.

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Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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