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Lindas lembranças da infância

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Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Melhora na situação da infância não é uniforme em países pobres, diz Unicef

Um relatório publicado nesta quinta-feira (30) pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) mostrou que os países mais pobres não estão obtendo avanços uniformes na tentativa de reduzir os índices de pobreza e melhorar os índices de saúde das crianças do mundo.

O relatório compila estatísticas já divulgadas e se vale de dados novos para mostrar que a melhoria em alguns campos é acompanhada de piora em outros.

Entre os dados apontados está o de que 6,6 milhões de crianças com até 5 anos morreram em 2012 – a maioria delas por causas que poderiam ter sido previnidas.

O país com maior taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos foi Serra Leoa, com 182 mortes a cada mil nascidos, ficando em 1º lugar entre 196 países. O Brasil teve 14 mortes a cada mil nascidos, o que o em 120º lugar (quanto mais alta a posição, menor o índice de mortalidade).

O país com maior taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos foi Serra Leoa, com 182 mortes a cada mil nascidos, ficando em 1º lugar entre 196 países. O Brasil teve 14 mortes a cada mil nascidos, o que o em 120º lugar (quanto mais alta a posição, menor o índice de mortalidade).

As nações com menor taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos foram Luxemburgo e Islândia, com duas mortes a cada mil nascidos.

O relatório também aponta que 15% das crianças de todo o mundo são vítimas de trabalho infantil, que prejudica seu desenvolvimento e acesso à educação. Outro dado alarmante é o que aponta que 11% das meninas se casam antes de fazer 15 anos.

O Unicef pediu aos governos de todo o mundo que tenham mais responsabilidade e elaborem melhores estatístivcas e informações, para pode identificar os problemas que fazem que muitas das 2,2 bilhões de crianças do mundo não desfrutem de seus direitos.

O informe denuncia o aumento da disparidade na mortalidade infantil: 75% das mortes de crianças até os 5 anos ocorriam em países pobres e médios em 1990, contra 87% em 2012.

Avanços
Por outro lado, desde 1990 foram salvas as vidas de 90 milhões de crianças por conta da melhora dos índices de mortalidade infantil, um progresso que o fundo atribui essencialmente às vacinas, mas também aos avanços na potabilidade e no saneamento da água.

As mortes por sarampo entre crianças com menos de 5 anos caíram de 482 mil em 2000 para 86 mil em 2012, graças em grande parte à imunização, que teve sua cobertura aumentada de 16% em 1980 para 84% em 2012, segundo o relatório.

A melhoria na nutrição também possibilitou uma queda de 37% no número de crianças com problemas de crescimento.

A matrícula das crianças na escola primária também aumentou em relação aos parâmetros de 1990, quando só 53% delas iam à escola nos países em desenvolvimento, contra 81% em 2011.

“As estatísticas são necessárias para que o invisível se torne visível e para que se possam cobrar responsabilidades”, disse à imprensa Tessa Wardlaw, chefe de estatísticas do fundo.

Os dados do relatório são oriundos do “Multiple Indicator Cluster Services” (MICS), que, criado pelo Unicef, reuniu estatísticas em mais de 100 países ao longo dos anos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Adotada na infância, mulher descobre ser neta de nazista

A alemã-nigeriana Jennifer Teege ficou chocada ao descobrir ser neta de Amon Goeth, o célebre comandante nazista do campo de concentração de Plaszow, em Hamburgo, no norte da Alemanha.

Goeth tornou-se mundialmente conhecido ao ser retratado no filme A Lista de Schindler, o grande vencedor do Oscar de 1994, que conta a estória, baseada em fatos reais, de como um industrial alemão salvou mais de 1 mil judeus da morte ao empregá-los em sua fábrica durante a Segunda Guerra Mundial.

Teege é fruto de um breve relacionamento entre sua mãe, filha de Goeth, e um estudante nigeriano. Ela, que acaba de publicar o livro Amon, My Grandfather Would Have Shot Me (‘Amon, meu avô, teria atirado em mim’, em tradução livre), contou, em entrevista ao serviço Mundial da BBC, como a descoberta de suas raízes mudou sua vida.

Leia o relato.

‘Há cinco anos, eu estava em um biblioteca em Hamburgo, no norte da Alemanha, e vi um livro envolvido em um pano vermelho que imediatamente chamou minha atenção.

O título, traduzido para o inglês, era I Have to Love My Father, Right? (Eu tenho que amar meu pai, certo?, em tradução livre). Estampava na capa a foto pequena de uma mulher que me parecia familiar.

Então comecei a folheá-lo. Havia muitas fotos e à medida que virava as páginas, percebi que havia algo errado.

No final, a autora resumia alguns detalhes sobre a mulher da capa e sua família e percebi que se encaixavam perfeitamente com o que eu sabia sobre a minha família biológica.

E entendi que se tratava de um livro sobre a história da minha família.

A mulher na foto era minha mãe e seu pai era Amon Goeth, comandante do campo de concentração de Plaszow, perto de Cracóvia.

Adoção
Minha mãe não tinha me contado nada. Ela me deu à adoção pouco depois que nasci, então não cresci com ela.

Poucas semanas depois do meu nascimento, fui entregue a um orfanato e, às vezes, recebia visitas da minha mãe. Aos sete anos, fui adotada por uma família e, depois disso, não tive mais contato com minha mãe, com exceção de uma vez.

Eu já tinha mais de 20 anos, e ela provavelmente não me contou nada para me proteger – provavelmente ela achou que seria melhor se não soubesse nada sobre meu passado real, sobre a verdade, sobre minha família, sobre meu avô.

E fiquei totalmente chocada quando descobri a história, era como se alguém tivesse puxado meu tapete.

Eu levei o livro para casa e o li da primeira à última página. Havia detalhes sobre a minha mãe, sobre minha avó e meu avô, Amon Goeth.

Libertação
Com o tempo, comecei a sentir o impacto daquela história sobre mim. Por ter sido adotada, eu sempre soube muito pouco sobre meu passado. E ter me confrontado com ele foi algo muito sério.

Eu tinha assistido ao filme A Lista de Schindler, em que Ralph Fiennes (ator inglês) faz o papel do meu avô. Mas nunca poderia imaginar que eu e Goeth éramos ligados geneticamente e isso foi muito angustiante.

Senti-me parte de sua história, mas ao mesmo tempo distante – o que não aconteceu com minha mãe, porque ela cresceu com a minha avó e deve ter sido muito difícil para ela deixar o passado para trás.

Eu tento não deixar o passado para trás, mas quero colocá-lo no lugar ao qual ele pertence. Isso não significa que eu vou ignorá-lo, mas não quero deixar que ele domine a minha vida.

Eu não sou um reflexo dessa parte da família, mas ainda estou muito conectada a ela. E espero achar uma forma de integrá-la à minha vida.

É uma história única, muito atípica e de significado profundo. Aborda a questão universal de como lidar com o peso do passado no presente e deveria mostrar como este passado pode ser liberador’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Momentos da infância

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Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Da série: infância precoce

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Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Chitãozinho e Xororó fazem show em Curitiba e lembram de infância no PR

Dupla durante a apresentação da turnê 'Do Tamanho do Nosso Amor', em Belo Horizonte (MG) (Foto: Tulio Barros / Divulgação)Dupla durante a apresentação da turnê ‘Do Tamanho do Nosso Amor’, em Belo Horizonte (MG) (Foto: Tulio Barros / Divulgação)

Chitãozinho e Xororó fazem única apresentação, em Curitiba, nesta quinta-feira (12), do show da turnê “Do Tamanho do Nosso Amor”, cujos CD e DVD devem ser lançados no mês de outubro. Ao G1, o cantor Chitãozinho garante que o público pode esperar por diversão. “Um show com som bem pesado, bem forte, com muita música romântica e bastante divertido. O show dura ‘uma hora e quarenta’, e a gente não vê passar. A plateia canta muito, e a gente se diverte. Tem gente que se emociona, tem gente que chora. O pessoal se diverte com a gente. É muito legal. A gente procura cantar o que o povo gosta de curtir”, conta.

O novo trabalho da dupla foi gravado durante um show em São Paulo, com produção de Fernando Zorzanello (da dupla Fernando e Sorocaba) e participações especiais de Dexterz – projeto de música eletrônica composto pelo baterista Junior Lima, pelo DJ Julio Torres e pelo violinista Amon Lima –, do rapper Cabal e de Fernando e Sorocaba. Além de composições inéditas, o álbum traz Chitãozinho e Xororó interpretando sucessos que os consagraram, como “Sinônimos”, “Vida Marvada” e “Evidências”, porém, com uma nova roupagem.

“Era um trabalho de estúdio. Então, como as músicas entraram no show, que é ao vivo, a gente teve ideia de fazer ao vivo e em uma versão ao vivo. Foi mais uma coisa de trazer para o palco com aquela pegada ao vivo e não somente um registro de estúdio”, explica o cantor, sobre a participação especial dos artistas e sobre a regravação dos sucessos românticos da dupla.

Elo da música sertaneja
Chitãozinho lembra que ele e o irmão foram os primeiros sertanejos a tocar em rádios FM no país e a incluir banjos e guitarras elétricas no estilo musical. “Quando nós começamos, a gente convivia com a geração mais antiga da música sertaneja e, realmente, ninguém ousava fazer nada. Era só o regional, uma coisa muito interiorana. Como a gente era jovem, a gente queria fazer um som atual, e a gente sempre ouviu de tudo um pouco. Então, a gente queria renovar a música sertaneja naquela época, e hoje aconteceu de novo, mais uma renovação. Acho que nós somos um elo entre a música sertaneja antiga e essa música sertaneja de hoje, que chamam de sertanejo universitário. A gente está no meio de tudo isso aí”.

'A gente fica muito feliz em poder voltar e relembrar coisas da nossa vida. É delicioso', conta Chitãozinho sobre fazer show no Paraná (Foto: Tulio Barros / Divulgação)‘A gente fica muito feliz em poder voltar e relembrar coisas da nossa vida. É delicioso’, conta Chitãozinho sobre fazer show no Paraná (Foto: Tulio Barros / Divulgação)

Para o cantor, o segredo dos mais de 37 milhões de discos vendidos, do lançamento de 35 álbuns inéditos, da conquista de dezenas de prêmios na música – incluindo três Grammy – e da realização de mais de seis mil shows durante os mais de 40 anos dedicados à carreira artística é a saúde e o privilégio de fazer o que se gosta.“A gente não percebe que o tempo vai passando. Novos projetos, novas propostas e novos desafios vão aparecendo e, graças a Deus, a gente tem saúde boa para continuar trabalhando a fazer o que a gente mais gosta, que é cantar. Fazer show é uma diversão”, relata.

‘Feliz em poder voltar’
Fazer show no estado é uma sensação de estar voltando para casa, conforme o cantor. A dupla nasceu em Astorga, no norte paranaense. “A gente saiu do Paraná na infância, fomos para São Paulo muito cedo. Mas a nossa raiz continua aí. A cidade de Astorga tem uma praça com nosso nome. A cidade de Rondon[no noroeste do estado], onde a gente passou a infância, tem uma rodovia com o nome do pai, que era um caminhoneiro. A gente fica muito feliz em poder voltar e relembrar coisas da nossa vida. É delicioso. O Paraná é um estado que nos orgulha muito. A gente fica muito feliz quando tem a oportunidade de tocar aí”, finaliza Chitãozinho.

O show da dupla ocorre na casa noturna Wood’s Curitiba, na Rua General Mário Tourinho, nº 387, no Seminário. O local vai abrir para o público às 21h, e a apresentação será à meia-noite. Os ingressos custam entre R$ 50,00 e R$ 90,00 e são vendidos na estabelecimento.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Música

 

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