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‘Indústria não respeita tradição’, diz novo CEO da Microsoft a funcionários

Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft (Foto: Divulgação/Microsoft)Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft (
Foto: Divulgação/Microsoft)

Em carta enviada logo após assumir como o novo presidente da Microsoft, Satya Nadella pediu foco aos funcionários da empresa durante sua gestão e disse que a indústria mundial de tecnologia “não respeita tradição” e, sim, “respeita apenas a inovação”.

Na carta, Nadella também disse o que faz a Microsoft uma grande empresa e quais os caminhos que ela deve seguir no futuro. “Quero que a Microsoft prospere em um mundo móvel e que a nuvem seja prioridade”, disse. Seu cargo anterior era justamente na área computação na nuvem da companhia. “Enquanto vimos muito sucesso, estamos com fome para obter muito mais”.

“Este é um momento crítico para a indústria e para a Microsoft. Não se enganem, estamos caminhando para lugares melhores – assim como a tecnologia evolui, nós evoluímos com ela e afrente dela”.

Ele também pediu que Bill Gates, fundador da empresa, ajudasse mais do que nos últimos anos, indicando um caminho para que a Microsoft possa focar e poder ter sucesso. “Precisamos priorizar a inovação, o principal valor que guia e que dá forças aos usuários e empresas a fazerem mais”.

Há 22 anos na Microsoft, Nadella contou aos funcionários que escolheu a Microsoft por, segundo ele, se tratar da “melhor empresa do mundo”, lugar onde ele “pode fazer a diferença”.

Novo presidente
A nomeação de Satya Nadella encerra a busca de mais de 5 meses da Microsoft por um novo CEO. Em agosto de 2013, Ballmer anunciou que se aposentaria em 12 meses e deixaria a presidência da empresa, cargo que ocupava desde janeiro de 2000.

Nadella nasceu em 1967 em Hyderabad, na Índia, onde a Microsoft tem seu maior centro de pesquisa fora dos Estados Unidos. Trabalhou comio líder nas equipes de Office e do sistema de buscas Bing.

Com a mudança, o fundador da Microsoft Bill Gates deixa a presidência do conselho da companhia e assume a função de conselheiro de tecnologia. De acordo com Gates, que desde 2008 reduziu sua participação diária no funcionamento da empresa, esse foi um pedido de Nadella. Gates será sucedido por John Thompson, membro do conselho da Microsoft desde 2012.

“Durante esse tempo de transformação, não há pessoa melhor que Satya Nadella para liderar a Microsoft”, afirmou Gates em comunicado. “Satya é um líder comprovado com habilidades ‘hardcore’ de engenharia, visão de negócio e capacidade para unir as pessoas. Sua visão de como a tecnologia será usada e experimentada em todo o mundo é exatamente o que a Microsoft precisa ao passo que a companhia inaugura seu próximo capítulo de inovação e crescimento”.

Ballmer, agora ex-CEO da Microsoft, também comentou a nomeação de Nadella e disse que o novo presidente-executivo sabe “detectar oportunidades”. “Ele tem ótimos ‘insights’ para negócios e uma notável capacidade de ver o que está acontecendo no mercado”. Ballmer continuará fazendo parte do conselho da Microsoft.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Plantas da Amazônia são usadas na indústria de cosméticos e perfumes

A viagem em busca dos óleos da floresta começa em um dos cenários mais bonitos da Amazônia, no município de Santarém, no estado do Pará. O mercado municipal de Santarém funciona todos os dias e atrai milhares de compradores e comerciantes que chegam de todos os pontos da região. Por estar em um lugar estratégico, no encontro do rio Amazonas com o Tapajós, é um dos mais ricos e mais completos da Amazônia.

Entre os destaques do mercado estão também os óleos da floresta. Essa riqueza cultural permanece viva em toda a região. De uns anos pra cá, muitos desses produtos começaram a conquistar também compradores maiores. Indústrias utilizam os óleos como ingredientes para fabricação de perfumes, xampus, sabonetes, hidratantes.

A nova fase deu impulso a uma série de projetos que estão melhorando a qualidade de vida de milhares de famílias da região. No município de Manicoré, estado do Amazonas, uma comunidade rural trabalha com o óleo de copaíba. Formada por sítios pequenos, a comunidade de Lago do Atininga reúne 140 famílias de ribeirinhos.

A principal fonte de renda da comunidade é o extrativismo: o uso sustentável dos recursos da floresta. A atividade está crescendo nos últimos anos é extração do óleo de copaíba. A coleta ocorre o ano todo em lugares distantes, na mata.

A tarefa é difícil e, às vezes, até perigosa: entrar na floresta fechada em busca das copaibeiras – as árvores que produzem o óleo. Existem várias espécies no Brasil. Na Amazônia, a mais comum é a copaifera multijuga, também conhecida como copal e pau de óleo. Formado por muitas substâncias, o produto é eficiente no combate a germes. Por isso, entra na fabricação sabonetes, xampus, cremes, perfumes.

O manejo, feito com cuidado,não prejudica a saúde da árvore. Em cerca de um ano, a copaibeira recupera o mesmo volume de óleo. Com o serviço terminado, os produtores fecham o furo com um pedaço de madeira. Em um dia de floresta, eles exploram entre 15 e 20 copaibeiras.

Apesar de ser tradicional, a atividade só começou a ganhar fôlego nos últimos anos. Foi quando os ribeirinhos fundaram uma cooperativa e firmaram contrato com uma indústria de cosméticos, que passou a comprar o óleo de maneira regular. Atualmente, toda produção de óleo é levada para o galpão da cooperativa, em Manicoré. Assim que chega, o produto é pesado, coado e o pagamento é feito na hora, em dinheiro vivo.

O professor Lauro Barata faz parte de um grupo de cientistas que estudam a produção de óleos na Universidade Federal do Oeste do Pará, em Santarém. O trabalho engloba pesquisas botânicas, métodos de fabricação e o cultivo das espécies.

De todas as espécies da Amazônia, a mais estudada pela equipe do professor Barata é o pau-rosa. A árvore é nativa das áreas de mata fechada e quando adulta, pode chegar a 30 metros de altura. Com nome científico Aniba Rosaeodora Ducke, o pau-rosa é da família das lauráceas, parente dos louros e das canelas. Ao longo do século 20, a espécie foi muito explorada para produção de um óleo aromático, elaborado com a madeira triturada. O auge da atividade foi nos anos 60. Na época, os principais compradores da essência eram empresas estrangeiras de perfumes finos.

Com a redução das populações nativas, nos anos 80 e 90, a produção do óleo de pau-rosa diminuiu bastante. Nessa época, as leis ambientais se tornaram mais rígidas, a fiscalização aumentou e dezenas de destilarias fecharam as portas.

Atualmente, o pau-rosa faz parte de uma lista de espécies ameaçadas de extinção. O corte da árvore só é permitido com um plano de manejo sustentável, aprovado pelo Ibama. Nos últimos anos surgiu uma alternativa. Em diferentes lugares da Amazônia, cientistas começaram a estudar o plantio e o uso sustentável da espécie.

Um ponto chave é a produção ecológica do óleo, como conta o professor Barata, um dos pioneiros no assunto. “Nossa técnica é extrair o óleo das folhas. Você corta ramos e extraí numa dorna. A árvore não precisa ser abatida. Ao contrário, você poda uma vez por ano e você uma vez por ano uma fonte de riqueza.”

Uma propriedade no município de Maués, no estado do Amazonas, desenvolve um trabalho que se tornou referência. A família de Carlos Magaldi fabrica óleo de pau-rosa desde os anos 50, em uma usina que fica dentro do sítio. Até pouco tempo, o produto era todo extraído de troncos e galhos que vinham da floresta de áreas manejadas. No campo, as árvores crescem rapidamente. Com quatro anos de idade, o pau-rosa atinge porte e já pode receber a primeira poda. Os ramos cortados rebrotam com facilidade.

Na usina, folhas e ramos secos são triturados. O material sobe por esteiras e vai sendo empurrado em cilindros de metal, os alambiques. Na sequência, o óleo de pau-rosa é separado da água, coado e vai ficando mais claro. Em um ano, a usina produz cerca 2.500 kg de óleo. Tudo é vendido para empresas estrangeiras.

Por tudo isso, Carlos Magaldi acredita que a árvore nativa poderia ser cultivada por muito mais gente. “Eu particularmente vejo como uma alternativa muito viável da Amazônia. Pequenos produtores fazendo pequenos plantios de pau-rosa ou pequenas comunidades pelo seu baixo impacto, pela facilidade de manejo e que traz uma excelente rentabilidade pro produtor.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Migração da indústria do aço na China pode poluir ainda mais Xangai

Foto mostra poluição encobrindo a cidade de Xangai. (Foto: Mark Ralston/AFP)Foto mostra poluição encobrindo a cidade de Xangai em 2013. Transferência de setores industriais para as proximidades da cidade chinesa pode aumentar contaminação do ar na região (Foto: Mark Ralston/AFP)

A produção chinesa de aço está começando a sair do seu tradicional polo na província de Hebei em meio aos esforços do governo de combater a poluição do ar perto de Pequim. No entanto, Xangai pode pagar o preço com a transferência, já que as siderúrgicas no entorno da capital comercial do país poderiam aumentar a contaminação do ar.

Restrições ambientais cada vez maiores em Hebei, que cerca Pequim, também criaram oportunidades para indústrias poluentes como as de cimento e vidro em províncias perto de Xangai.

Enquanto os índices de poluição do ar em Pequim e cidades próximas, na província de Hebei, ficaram relativamente baixos no último mês, os registros em Xangai e outros pontos da costa leste do país atingiram máximas recordes.

Acompanhando a iniciativa de Pequim de eliminar a produção de aço na cidade, Xangai também reduziu sua produção em mais de 10% no ano passado.

Porém, a cidade sofreria com o aumento de produção em províncias vizinhas como Jiangsu, onde pequenas usinas tiram vantagem do esforço do governo de fechar usinas em Hebei.

A produção de aço caiu drasticamente em Hebei no fim de 2013, mas subiu nas Províncias de Jiangsu, Anhui e Zhejiang, todas perto de Xangai, de acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas.

Um telão e edifícios vistos em meio à poluição pesada no distrito financeiro de Pudong em Xangai no dia 6/12/13 (Foto: Aly Song/Reuters)Um telão e edifícios vistos em meio à poluição pesada no distrito financeiro de Pudong em Xangai no dia 6/12/13 (Foto: Aly Song/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Plano brasileiro anti-espionagem na internet pode dar errado, diz indústria

Para as empresas de tecnologia no Brasil, a decisão do governo de mirar as companhias em resposta à espionagem norte-americana é tão inteligente quanto enviar um e-mail raivoso no calor de uma discussão.

O plano da presidente Dilma Rousseff de obrigar as empresas de internet a armazenar dados de usuários dentro do país não terminará com as preocupações sobre segurança virtual no Brasil, e pode aumentar os custos e prejudicar futuros investimentos em um importante mercado emergente para empresas como Google, Facebook e Twitter, disseram analistas e executivos da indústria.

“Pode acabar tendo o efeito oposto do que se pretendia, e afugentar empresas que querem fazer negócios no Brasil”, disse Ronaldo Lemos, professor na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que ajudou a formular a legislação de Internet no Brasil.

Dilma ficou indignada depois que documentos divulgados pelo ex-analista de inteligência norte-americano Edward Snowden mostraram que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) espionou cidadãos brasileiros, a Petrobras e até mesmo as comunicações da própria presidente.

Em resposta, Dilma passou a priorizar um projeto de lei que exige que grandes empresas de Internet armazenem localmente dados reunidos nos servidores dentro do Brasil. De outra forma, elas não poderão fazer negócios em um dos mercados de tecnologia e mídia social que cresce mais rápido no mundo.

O projeto de lei ainda não foi publicado, e o número de empresas na mira do governo é incerto.

No entanto, o deputado petista Alessandro Molon (RJ), relator do Marco Civil da Internet, disse recentemente que o número de empresas afetadas poderia ser contado “nas duas mãos”.

No que foi interpretado pela indústria como outro sinal de hostilidade, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sugeriu recentemente que as empresas de tecnologia não estavam pagando impostos suficientes.

Uma fonte da indústria, falando sob condição de anonimato devido à delicadeza da questão, disse que muitas empresas ainda estão esperando para ver a lei, e como será implementada, antes de decidir se continuarão com os planos de investir no país. Algumas poderiam até mesmo sair do Brasil.

“É uma ideia horrível”, disse a fonte. “E mesmo se o governo sabe, ele sente que precisa continuar pressionando e enviar um forte sinal político”.

Mesmo se os dados fossem mantidos em centros de dados brasileiros, ainda seriam replicados em servidores no exterior, dizem os especialistas. Ter bancos de dados inteiros em um único país tornaria a informação mais vulnerável a ataques cibernéticos.

TAMANHO DO MERCADO IMPORTA

Mas até agora o governo se recusa a abandonar seu plano, apostando principalmente que o Brasil é um mercado grande demais para as empresas ignorarem.

“Não acredito que essas empresas vão parar suas atividades lucrativas no Brasil”, disse Molon, acrescentado que construir centros locais seria um “custo pequeno” para empresas tão grandes.

O secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida, que também está envolvido na questão, citou o Facebook como uma empresa que deveria ter uma presença física maior no Brasil.

“O Brasil é o segundo maior mercado (do Facebook) em termos de usuários, e mesmo assim a empresa tem infraestrutura zero no país. Seria natural, mesmo do ponto de vista empresarial, ter parte dela aqui”, disse Almeida.

Um estudo patrocinado pelo grupo de telecomunicações Brasscom descobriu recentemente que os custos de operação de um centro de dados no Brasil podem ser até 100 por cento mais altos do que nos Estados Unidos. Isso se deve principalmente ao alto custo de eletricidade e aos pesados impostos sobre tecnologia importada.

Almeida disse que o Ministério da Ciência e Tecnologia está estudando incentivos fiscais para empresas dispostas a manufaturar servidores no Brasil. Subsídios de eletricidade, ele disse, poderiam vir a ser discutidos com o Ministério da Fazenda.

A ideia de exigir que dados sejam hospedados localmente ganhou força depois que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tentou persuadir as autoridades norte-americanas a executar todos os outros pedidos de vigilância através dos tribunais brasileiros. Ele disse que o pedido foi rejeitado durante uma viagem recente a Washington.

Almeida sugeriu que os prejuízos podem não ser tão ruins quanto algumas empresas acreditam.

“É uma concepção ainda em construção”, disse. “Acho que a indústria está vendo esse debate sobre os centros de dados de maneira muito extrema”.

FORTALEZA-VLADIVOSTOK

O rescaldo do escândalo da NSA também pode fortalecer outras iniciativas do governo com relação à Internet.

Um projeto prevê ligar o Brasil e seus pares no grupos de países emergentes Brics através de um cabo de fibra óptica de 34.000 quilômetros sem passar pelos Estados Unidos. O cabo iria de Fortaleza até Vladivostok, na Rússia, também ligando a África do Sul, a Índia e a China.

A Internet é fortemente centralizada nos Estados Unidos, o que significa, por exemplo, que um email enviado por Dilma a seu colega russo Vladimir Putin provavelmente irá passar por um servidor em Miami.

“Essa é uma boa oportunidade de procurar melhores opções de conectividade”, disse Leslie Daigle, chefe de Tecnologia de Internet na Internet Society, um grupo sediado nos EUA que defende uma rede aberta.

Especialistas dizem que a conscientização é mais importante do que cabos colossais de fibra óptica ou email locais ou serviços de criptografia em um país onde autoridades responsáveis por fazer a política da Internet às vezes têm uma má compreensão do assunto e geralmente trocam informações confidenciais através do Gmail ou Whatsapp, serviço de mensagem instantânea para smartphones.

“Ao introduzir mais tecnologia, você está na verdade introduzindo mais problemas em vez de abordar as questões”, disse William Beer, analista de segurança cibernética da empresa de serviços profissionais Alvarez & Marsal, em São Paulo.

Dilma fez da nova estrutura legislativa da Internet uma prioridade, significando que a Câmara dos Deputados pode votá-la até o final de outubro. Com relação à regra de localização dos dados, o deputado Molon parece determinado.

“As coisas não podem continuar como estão”, disse. “Precisamos de uma resposta política contra um ato político que violou nossa soberania”.

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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Dez previsões para a indústria de TI no ano que vem

Estudo do Gartner aponta que mobilidade, rede social e nuvem vão pressionar ainda mais as companhias em 2013

As redes sociais, a mobilidade, a nuvem e a análise de informações vão pressionar mais as empresas a partir de 2013 para que mudem processos de negócios, apontam estudos do Gartner. Juntos esses quatro movimentos formam o que a consultoria vem chamando de Nexus das Forças e devem ser abraçados pelos tomadores de decisão para dar respostas mais rápidas ao mercado.

“A maioria das indústrias enfrentará mudanças entre 2013 a 2015. Essas mudanças vão forçar transformações fundamentais nos processos de negócios que, por sua vez, remodelarão as empresas”, prevê Kimberly Harris-Ferrante, vice-presidente e analista do Gartner.

De acordo com ele, as redes sociais, comunicações móveis, computação em nuvem e as informações serão especialmente importantes na transformação da indústria. Esses quatro fatores desafiarão modelos existentes e vai impactar a competitividade, alerta o analista do Gartner.

Para Harris-Ferrante, é importante que CIOs, líderes de TI e de negócios se apoiem nessas quatro forças para entender melhor como o mundo está mudando. Esse entendimento levará ao desenvolvimento de estratégias para lidar com as exigências de um ambiente de negócios em rápida mutação.

Veja a seguir dez previsões da consultoria para o período entre 2013 e 2017:

1- Até 2016, três montadoras anunciarão planos concretos para lançamentos de automóveis baseados em tecnologia para tornar os veículos automáticos.

2- Em 2016, os pacientes serão prejudicados ou colocados em risco por uma violação de segurança em dispositivos médicos.

3- Em 2016, os governos nacionais vão exigir que as instituições de educação adotem ferramentas de Big Data para análise das informações dos curriculos e dados dos alunos para corte de custos.

4- Em 2015, a linguagem de processamento natural (PNL) a ser usada entre grandes organizações de saúde em países de língua Inglês vai quintuplicar, alimentada por documentação, codificação, elaboração de relatórios de qualidade e pesquisa.

5- Em 2016, metade dos clientes de serviços públicos dos Estados Unidos terá acesso a dados padronizados sobre uso de energia, mas apenas 20% irão usá-los.

6- No final do ano de 2014, o sistema de pagamento dos seguros da carro no modelo pay-as-you-drive vai aumentar significativamente. Esse sistema deverá representar 10% do total seguros premium de automóvel registrado anualmente.

7- Em 2014, menos de 2% dos consumidores no mundo estarão adotando a tecnologia Near Field Communication (NFC) para pagamentos móveis.

8- Em 2017, mais de 50% dos anúncios veiculados nos meios de comunicação serão pagos pelas agências de publicidade com base no desempenho de exibições.

9- Em 2015, cerca de 50% do fabricantes de bens de consumdo Tier 1 vão investir em tecnologia de empresas start-ups para acessar o mercado B2C.

10- Em 2016, pelo menos 25% das manufaturas discretas adotarão impressão 3D para produzir partes e peças de produtos.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Dez previsões do Gartner para indústria de TI a partir de 2013

Estudo aponta que mobilidade, rede social e nuvem vão pressionar mais as companhias em 2013

26 de dezembro de 2012 – 15h24

As redes sociais, a mobilidade, a nuvem e a análise de informações vão pressionar mais as empresas a partir de 2013 para que mudem processos de negócios, apontam estudos do Gartner. Juntos esses quatro movimentos formam o que a consultoria vem chamando de Nexus das Forças e devem ser abraçados pelos tomadores de decisão para dar respostas mais rápidas ao mercado.

“A maioria das indústrias enfrentará mudanças entre 2013 a 2015. Essas mudanças vão forçar transformações fundamentais nos processos de negócios que, por sua vez, remodelarão as empresas”, prevê Kimberly Harris-Ferrante, vice-presidente e analista do Gartner.

De acordo com ele, as redes sociais, comunicações móveis, computação em nuvem e as informações serão especialmente importantes na transformação da indústria. Esses quatro fatores desafiarão modelos existentes e vai impactar a competitividade, alerta o analista do Gartner.

Para Harris-Ferrante, é importante que CIOs, líderes de TI e de negócios se apoiem nessas quatro forças para entender melhor como o mundo está mudando. Esse entendimento levará ao desenvolvimento de estratégias para lidar com as exigências de um ambiente de negócios em rápida mutação.

Veja a seguir dez previsões da consultoria para o período entre 2013 e 2017:

1- Até 2016, três montadoras anunciarão planos concretos para lançamentos de automóveis baseados em tecnologia para tornar os veículos automáticos.

2- Em 2016, os pacientes serão prejudicados ou colocados em risco por uma violação de segurança em dispositivos médicos.

3- Em 2016, os governos nacionais vão exigir que as instituições de educação adotem ferramentas de Big Data para análise das informações dos curriculos e dados dos alunos para corte de custos.

4- Em 2015, a linguagem de processamento natural (PNL) a ser usada entre grandes organizações de saúde em países de língua Inglês vai quintuplicar, alimentada por documentação, codificação, elaboração de relatórios de qualidade e pesquisa.

5- Em 2016, metade dos clientes de serviços públicos dos Estados Unidos terá acesso a dados padronizados sobre uso de energia, mas apenas 20% irão usá-los.

6- No final do ano de 2014, o sistema de pagamento dos seguros da carro no modelo pay-as-you-drive vai aumentar significativamente. Esse sistema deverá representar 10% do total seguros premium de automóvel registrado anualmente.

7- Em 2014, menos de 2% dos consumidores no mundo estarão adotando a tecnologia Near Field Communication (NFC) para pagamentos móveis.

8- Em 2017, mais de 50% dos anúncios veiculados nos meios de comunicação serão pagos pelas agências de publicidade com base no desempenho de exibições.

9- Em 2015, cerca de 50% do fabricantes de bens de consumdo Tier 1 vão investir em tecnologia de empresas start-ups para acessar o mercado B2C.

10- Em 2016, pelo menos 25% das manufaturas discretas adotarão impressão 3D para produzir partes e peças de produtos.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Gartner: indústria de chips foi mal em 2012, mas deve se recuperar em 2013

Segundo o instituto de pesquisas, receita do setor terá queda de 3% em relação a 2011. Previsão para o ano que vem é subida de 4,5%

19 de dezembro de 2012 – 09h30

O Gartner reportou que a receita de chips (semicondutores) em todo o mundo vai chegar a 298 bilhões de dólares este ano, queda de 3% em relação aos 307 bilhões de dólares registrados em 2011. Segundo a empresa, esse mercado deve se recuperar em 2013.

Embora fosse esperado que a indústria estagnasse no primeiro semestre de 2012, também era previsto algum crescimento na segunda metade do ano, levando à recuperação em 2013. Mas não foi o que aconteceu.

Durante o terceiro trimestre do ano, os pedidos ficaram abaixo das expectativas sazonais e as previsões para o último trimestre de 2012 também mostram quedas, segundo a Gartner.

Mesmo assim, na semana passada a empresa previu que, apesar do desempenho fraco de 2012, a receita global de semicondutores deve alcançar 311 bilhões de dólares em 2013. Isso representaria aumento de 4,5% sobre este ano.

“A incerteza sobre o estado da economia, juntamente com excesso de estoque permanente, gera ruídos na indústria”, disse o diretor de pesquisas da Gartner, Steve Ohr. “As áreas mais atingidas incluem a cadeia de abastecimento de PCs, memória, e componentes analógicos. O mercado de PC, normalmente em crescimento, apresentou uma queda pela primeira vez em muitos anos – a produção de computadores caiu 2,5% em 2012.”

Smartphones
Ohr também observou que o mercado de smartphones, que foi extremamente forte durante muitos trimestres, começou a diminuir à medida que amadureceu. Ainda assim, ele permanece como o condutor mais forte no crescimento da receita de semicondutores de 2012.

O relatório da Gartner apontou que a Intel – maior fabricante mundial de chips – teve declínio de 2,7% na receita em 2012. Segundo a empresa de pesquisas, a culpa dessa diminuição é do mercado de PC, que luta para se manter de pé.

A Samsung Electronics, segunda maior fabricante de PCs, teve queda de 8,7% na receita este ano.

No entanto, a Gartner informou que a Qualcomm está tendo forte crescimento. A empresa, que passou de sexto lugar em 2011 para o terceiro este ano, aumentou o faturamento em 29,6%.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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