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Jovem indiana mata pai e arranca marca-passo após abuso sexual

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Uma mulher e dois de seus amigos foram presos em Nova Déli por matar e arrancar o marca-passo do pai da jovem, garantindo que o mesmo tinha morrido, após o homem abusar sexualmente da filha, informou nesta terça-feira (6) a imprensa local.

O crime ocorreu na semana passada, mas a informação não foi divulgada até que a última das prisões aconteceu nesta segunda-feira (5), de acordo com o jornal local “Hindustan Times”, que citou fontes policiais.

Kulvinder Kaur, de 23 anos, e seus dois amigos foram acusados de matar o pai da jovem com golpes de um taco de críquete quando ele dormia em sua casa na capital indiana. O motivo do crime foram os constantes abusos sexuais aos quais o homem submetia a jovem desde a morte da mãe da mesma há três anos.

Aparentemente, a mulher deixou a porta de sua casa aberta no último dia 30 para que os dois amigos pudessem entrar sem fazer barulho e matar seu pai.

Para garantir que o homem, Daljeet Singh, um taxista de 56 anos, estava morto, uma janela foi quebrada e, com um caco de vidro da mesma, extraíram de seu peito o marca-passo, relatou um oficial de polícia.

O corpo do homem foi transportado em um carro e abandonado em uma área arborizada da cidade, em Uttam Nagar, a alguns quilômetros de sua casa, onde foi descoberto no dia seguinte e a polícia divulgou fotografias para que fosse identificado.

Alguns familiares reconheceram o homem e a polícia foi até sua residência, onde a jovem declarou que seu pai, que trabalhava para uma agência de viagens, tinha transportado turistas em seu táxi no dia de sua morte, o que foi desmentido pela empresa.

Durante um interrogatório posterior, ela confessou e seus cúmplices foram identificados como Prince Sandhu, um tatuador de 22 anos, que foi detido no último sábado, e Ashok Sharma, de 23, que trabalha em uma loja de roupas e foi preso nesta segunda.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Indiana denuncia estupro coletivo como punição por militância política

Uma indiana muçulmana denunciou que mais de 12 homens a estupraram para puni-la por seu trabalho em favor da oposição nacionalista hindu nas eleições legislativas, informou a polícia nesta terça-feira (29).

A mulher, do estado oriental de Jharkhand, denunciou à polícia que um grupo de homens a atacou em sua casa na segunda-feira e também agrediu sua filha de 13 anos.

Seu marido teria sido amarrado durante o ataque.

Anurag Gupta, porta-voz da polícia de Jharkhand, declarou que o caso estava sendo investigado, mas disse que era muito cedo para confirmar se o ataque foi motivado por razões políticas.

“É muito difícil dizer neste momento qual foi a razão exata por trás do incidente”, disse à AFP.

A vítima, de 30 anos, faz parte de uma ala “minoritária” do Partido Bharatiya Janata (BJP), que tenta atrair os eleitores muçulmanos a esta organização, favorita nas eleições.

Poucos muçulmanos são esperados para votar em favor do BJP, liderado pelo político linha-dura Narendra Modi, cuja reputação foi afetada pelos distúrbios religiosos em seu estado natal de Gujarat, em 2002.

Modi, que segundo as pesquisas deve ser eleito primeiro-ministro em 16 de maio, era o chefe do Governo deste estado no momento em que conflitos religiosos explodiram, deixando mais de 1.000 mortos, em sua maioria muçulmanos.

A situação das mulheres é uma prioridade na agenda eleitoral, após a morte de um estudante devido a um estupro coletivo em um ônibus em Nova Delhi, em dezembro de 2012. Este caso provocou um debate nacional sobre a violência sexual no país.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Política indiana culpa comportamento e roupas de vítimas por estupros

A política indiana Asha Mirge, membro da Comissão pelos Direitos da Mulher no estado de Maharashtra, relacionou nesta quarta-feira (29) os frequentes estupros no gigante asiático com o “comportamento” da mulher ou sua roupa.

“Os estupros sucedem pela vestimenta das mulheres, por seu comportamento ou por estar em lugares inapropriados”, afirmou Mirge durante um encontro em Mumbai do Partido Nacionalista do Congresso (NCP), segundo o canal local “NDTV”.

A membro do NCP fez alusão direta a dois dos abusos sexuais que mais causaram repercussão na Índia, como os estupros coletivos de uma estudante de medicina em um ônibus em Nova Délhi e de uma fotógrafa na cidade de Mumbai.

Mirge acusou a primeira, que morreu dias depois do estupro por ficar gravemente ferida, de haver ido à noite com um amigo ao cinema, e a segunda de ir a ruínas de um bairro periférico às seis da tarde.

As críticas contra a membro da Comissão pelos Direitos da Mulher não tardaram, e entre elas está a de um líder do NCP, Praful Patel, que disse que serão tomadas “medidas disciplinares” contra Mirge por seus comentários “totalmente insensíveis”.

Após o estupro da jovem estudante de medicina em 16 de dezembro de 2012 em Nova Délhi, multidões reagiram na Índia com fortes demonstrações de repúdio e gerou um debate sem precedentes sobre a situação da mulher que levou o governo a endurecer as leis contra essas agressões.

No entanto, algumas vozes, entre elas as de importantes personalidades, decidiram culpar a vítima.

Um exemplo foi o popular guru Asaram Bapu, que também disse que a vítima de Nova Délhi teve culpa, em menor medida que os agressores, já que em vez de resistir “deveria ter rezado a Deus e pedido aos agressores que a deixassem em paz”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Empresa indiana causa polêmica com ‘arma feminina’ com nome de mulher estuprada

Uma empresa indiana lançou um revólver para mulheres batizado com o nome de Nirbheek, a estudante que sofreu um estupro coletivo em Nova Déli em dezembro de 2012 e morreu devido aos ferimentos.

As autoridades afirmam que o revólver calibre 32 vai ajudar na defesa das mulheres, mas os críticos acreditam que dar o nome da estudante morta é um insulto à memória da vítima de estupro.

Fabricantes alegam que arma calibre 32 é leve e cabe em bolsas de mulheres (Foto: BBC)Fabricantes alegam que arma calibre 32 é leve e cabe em bolsas de mulheres (Foto: BBC)

Em um grande escritório na cidade de Kanpur, Abdul Hameed, gerente-geral da Indian Ordinance Factory, uma empresa estatal, mostra o revólver Nirbheek, o menor fabricado no local.

‘É pequeno, é leve, pesa apenas 500 gramas e cabe facilmente em uma bolsa de mulher’, disse.

Hameed descreve a arma com entusiasmo elogiando a ‘liga especial de titânio, o belo cabo de madeira’.

‘A arma de seis tiros é fácil de manusear e pode acertar o alvo com precisão a até 15 metros (de distância)’, explicou Hameed, apontando o nome ‘Nirbheek’ gravado no cano do revólver.

Apesar de homens também poderem comprar a arma, a Nirbheek está sendo apontada como a ‘primeira arma para mulheres’ e, para que o revólver seja ainda mais atraente para elas, a embalagem é um porta-joias castanho.

Anita Dua (dir.) conta que comprou um revólver há oito anos, mas não usa (Foto: BBC)Anita Dua (dir.) conta que comprou um revólver há
oito anos, mas não usa (Foto: BBC)

Apelido
Nirbheek é o sinônimo de Nirbhaya, o apelido dado pela imprensa indiana à vítima do estupro coletivo em Nova Déli, que não pode ter o nome divulgado segundo as leis do país. As duas palavras significam corajosa.

‘Geralmente pedimos a nossos funcionários sugestões de nomes para nossos novos produtos. Recebemos muitas sugestões e decidimos por ‘Nirbheek’. Acreditamos que as mulheres que levam esta arma vão se sentir corajosas’, disse Hameed.

Apesar de o trabalho para desenvolver um revólver mais leve para mulheres ter começado antes do estupro em Nova Déli, o projeto foi acelerado depois do crime, que desencadeou protestos no país inteiro.

A estudante de 23 anos foi estuprada, torturada com uma barra de ferro, e atirada para fora de um ônibus em movimento.

Abdul Hameed afirma que o revólver vai impedir ataques devido ao ‘elemento surpresa’.

A fábrica começou a aceitar os pedidos para a arma Nirbheek no dia 5 de janeiro e, apesar do preço alto, que chega a 122.360 rúpias (cerca de R$ 4,7 mil), Hameed afirma que a resposta ao lançamento foi boa, com dez armas já vendidas e mais consultas a respeito do revólver.

O lançamento da arma levou os indianos a debater se levar uma arma dentro da bolsa faz a mulher ficar mais segura. Ram Krishna Chaturvedi, o delegado de polícia de Kanpur e de outros distritos próximos, acredita que sim.

‘Definitivamente é uma boa ideia. Se você tem uma arma autorizada, aumenta a sua confiança e gera medo nas mentes dos criminosos’, disse.

Entre aqueles que querem comprar a Nirbheek está Pratibha Gupta, uma dona de casa e estudante de Kanpur. Ela diz que o revólver é ‘muito caro’ e o processo para conseguir a licença é ‘complicado’, mas ela acha que a arma pode dar uma sensação de poder.

‘Se a pessoa na minha frente sabe que eu tenho uma arma, ele vai hesitar antes de me tocar, ele vai saber que, se ela tem uma arma, ela pode usá-la também. A arma vai ser meu apoio, minha amiga e minha força’, disse.

Leis
O governo indiano introduziu novas leis, mais severas, contra o estupro, colocou mais policiais nas ruas e várias cidades abriram linhas telefônicas exclusivas para ajudar mulheres.

Mas muitas mulheres estão assustadas e não acreditam na força policial, considerada por muitos corrupta e ineficaz. Muitas se matricularam em aulas de defesa pessoal e começaram a comprar latas de spray de pimenta. Segundo informações, houve também um aumento de mulheres tentando obter licenças de armas.

Histórias chocantes ainda estão nas manchetes como a da turista dinamarquesa que foi atacada por um grupo de homens no começo da semana. Ou o caso de Calcutá: uma garota sofreu dois estupros coletivos e depois atearam fogo em seu corpo, três incidentes separados.

As estatísticas de crimes do Escritório Nacional de Registros de Crimes da Índia sugerem que o número de estupros está aumentando e que um destes crimes é cometido no país a cada 22 minutos aproximadamente.

Em meio a tudo isto, os fabricantes da Nirbheek acreditam que adicionaram mais um item valioso ao arsenal das indianas assustadas.

No entanto, os ativistas que são contra o uso de armas não aprovam a ideia.

‘Estou horrorizada, chocada e enraivecida’, afirmou Binalakshmi Nepram, fundadora da Rede de Mulheres Sobreviventes de Armas, no estado de Manipur, nordeste do país. Para ela, é responsabilidade do governo garantir a segurança de seus cidadãos.

‘É ridículo o governo falando em armar as mulheres… As autoridades estão dizendo: ‘ei, mulher, venha, tem uma arma nova para você, vai deixar você mais segura’. É a admissão do fracasso deles’, disse.

Nepram, cuja organização estuda a violência gerada pelas armas em oito Estados indianos há anos, afirmou que ter uma arma ‘não faz você ficar mais seguro, na verdade aumenta o risco’.

‘Nossa pesquisa mostra que uma pessoa tem 12 vezes mais chances de ser baleada e morta se estiver com uma arma quando for atacada’, disse.

E, para Nepram, dar o nome de Nirbheek ao revólver é uma ofensa à memória de Nirbhaya, pois ela não teria como pagar por uma arma destas.

‘Na Índia a renda anual da maioria das pessoas é menor que o preço da arma. Então, sugerir que esta arma fará com que as mulheres fiquem mais seguras é bizarro.’

Segundo lugar
Segundo a organização internacional de prevenção de ferimentos causados por armas de fogo, a GunPolicy.org, os indianos têm 40 milhões de armas de fogo em casa, perdendo apenas para os Estados Unidos. Apenas 6,3 milhões destas armas são legalizadas.

Não há estimativas mais precisas sobre quantas mulheres andam armadas.

Manjit Singh, cuja família tem cinco lojas de armas em Kanpur, afirmou que as mulheres na Índia raramente andam armadas e, se elas têm uma arma, é provavel que tenham herdado do pai ou do marido.

‘Nos últimos dez anos talvez eu tenha visto uma ou duas mulheres que vieram em nossas lojas para comprar uma arma. Mulheres têm as licenças, na minha casa há seis mulheres e todas elas têm licenças e todas têm armas, mas as armas foram compradas por homens’, disse.

A maioria dos lugares públicos da Índia não permite armas e muitos escritórios, shoppings, cinemas, teatros e mercados estão equipados com detectores de metais.

Segundo Singh, mesmo se a vítima do estupro em Nova Déli tivesse uma arma, não ajudaria muito, levando em conta que ela estava voltando para casa depois de assistir um filme em um cinema dentro de um shopping onde ela não teria permissão para entrar com a arma.

E se ela estivesse armada e se tivesse atirado contra qualquer um dos que a atacaram, ela provavelmente teria sido condenada à prisão perpétua sob acusação de assassinato.

Anita Dua, ativista defensora dos direitos femininos em Kanpur, que comprou uma arma há oito anos, afirmou que nunca teve a chance de usar o revólver.

‘Eu trabalho pelas questões da mulheres, ajudei a mandar muitos para a cadeia e tenho muitos inimigos. Comprei este revólver por segurança pessoal, mas não posso levá-lo para a maioria dos lugares, então fica trancado em casa, juntando poeira’, disse.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Modelo indiana é multada por causa de som alto

Anjum Nayar foi presa e multada por causa de som alto (Foto: Reprodução/Facebbok/Anjum Nayar)Anjum Nayar foi presa e multada por causa de
som alto (Foto: Reprodução/Facebbok/Anjum Nayar)

A modelo e atriz indiana Anjum Nayar foi presa e multada na segunda-feira (7) após vizinhos reclamarem do som alto vindo de seu apartamento em Mumbai, na Índia. Quando a polícia foi até sua casa, ela teria ameaçado e xingado os agentes.

Segundo as autoridades, Anjum estava bêbada no momento do incidente. A polícia recebeu uma denúncia por volta da 1h30 de segunda-feira. Vizinhos ligaram para se queixar do barulho vindo do apartamento de Anjum, que fica no 20º andar.

Quando chegaram ao local, os policiais pediram que ela baixasse o volume. No entanto a modelo se recusou, ofendeu e ameaçou os agentes.

Após ser presa, ela recebeu uma multa de 1.200 rupias indianas (R$ 42,8).

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Candidata de ascendência indiana conquista vitória inédita no Miss EUA

Miss Nova York, Nina Davuluri, venceu o concurso de Miss EUA 2014. (Foto: AP Photo/Mel Evans)Miss Nova York, Nina Davuluri, venceu o concurso
de Miss EUA 2014. (Foto: AP Photo/Mel Evans)

Nina Davuluri venceu o Miss EUA 2014 na noite de domingo (16), tornando-se a primeira candidata de ascendência indiana a conquistar a coroa, que foi pelo segundo ano consecutivo para a Miss Nova York.

“Estou muito feliz por esta organização ter celebrado a diversidade, e, sobre este palco nesta noite, havia muita diversidade”, disse Nina após vencer as candidatas dos demais 49 e dos Estados Unidos e também do Distrito de Columbia, Ilhas Virgens Americanas e Porto Rico.

Nina tem 24 anos, é estudante de medicina e disse que vai usar o prêmio de US$ 50 mil para financiar seus estudos. Em sua apresentação, ela fez uma dança inspirada nos filmes de Bollywood.

O concurso deste ano teve outros ineditismos: Nicole Kelly, miss Iowa, que nasceu sem o antebraço esquerdo, disse que a competição deu visibilidade à questão da superação das deficiências; Theresa Vail, miss Kansas e sargento da Guarda Nacional do Exército, foi a primeira participante a exibir tatuagens.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Talibãs matam escritora indiana no Afeganistão, diz polícia

Supostos militantes do grupo Talibã mataram a autora indiana Sushmita Banerjee, que escreveu um popular livro sobre sua fuga dramática do Talibã na década de 1990, na província afegã de Paktika, no leste do país, na noite de quarta-feira, informou a polícia nesta quinta-feira.

“Encontramos seu corpo crivado de balas perto da Madrassa nos arredores da cidade de Sharan (capital provincial) nesta manhã”, afirmou o chefe da polícia provincial Dawlat Khan Zadran à AFP, confirmando relatos anteriores divulgados pela mídia indiana.

“A investigação mostra que os insurgentes tinham algo contra ela, sobre algo que disse ou escreveu no passado, e que acabou por virar um filme”, acrescentou o chefe da polícia. “Atiraram cerca de vinte vezes contra ela e arrancaram seu cabelo”, precisou.

De 49 anos, Sushmita Banerjee era casada com um empresário afegão, Jaanbaz Khan. O casal havia se instalado recentemente no país.

Ela era a autora de “A Kabuliwala’s Bengali Wife”, um livro que conta sua vida em uma cidade do Afeganistão controlada pelos talibãs, e como ela conseguiu escapar, uma história filmada por Bollywood em 2003 (‘Escape from Taliban’).

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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