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Conclusão da incorporação da Nokia à Microsoft é adiada para abril

A Nokia não espera concluir a venda de seu negócio de telefonia à Microsoft até abril, à medida que conversas com os reguladores de alguns mercados em que atua se arrastam, informou a companhia nesta segunda-feira (24), o que alimentou especulações de que deverá fazer mais concessões para fechar o negócio.

Analistas disseram que o atraso significa que a Nokia, que esperava fechar o negócio até o final de março, poderá ter que fazer concessões sobre as taxas de licença que irá cobrar sobre patentes que permanecerão com a empresa finlandesa depois que o negócio for fechado.

No início deste mês, reportagens na mídia afirmaram que o Google e a Samsung Electronics tinham pedido a reguladores chineses para garantir que o negócio de 5,4 bilhões de euros (equivalente a US$ 7,18 bilhões) entre a Microsoft e a Nokia não levasse a taxas de licenciamento mais altas.

“[O atraso] é um mau sinal. Eles têm discutido com as autoridades há um bom tempo, e ainda precisam de mais tempo”, disse Sami Sarkamies, analista da Nordea Markets.

Sem a sua deficitária divisão de celulares, a Nokia irá no futuro obter mais de 90 por cento de suas vendas com a unidade de equipamentos de telecomunicações Nokia Services and Network, e também terá um acervo de patentes de tecnologia, bem como uma unidade de software de navegação.

A expectativa é que a Nokia revele sua nova estratégia após o fechamento do acordo com a Microsoft.

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Presidente de Belarus reconhece incorporação da Crimeia à Rússia

Presidente de Belarus Alexander Lukashenko fala em coletiva de imprensa durante eleições legislativas neste domingo (23) (Foto: Reuters)Presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko
(Foto: Reuters)

O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, afirmou neste domingo (23) que seu país reconhece “de fato” a incorporação da Crimeia à Rússia, mas ressaltou que não tem a obrigação de fazê-lo formalmente.

“Hoje a Crimeia é parte do território da Rússia. Reconhecê-lo ou não, nada vai mudar. Ninguém nos exige reconhecer ou não apoiar sua entrada na Rússia”, disse o líder bielorrusso em entrevista coletiva na capital Minsk.

Lukashenko afirmou que, em sua opinião, a situação da Crimeia “vai se desenvolver de fato” e que Belarus vai continuar apoiando a política da Rússia.

“Estamos unidos à Rússia por meio de acordos. Estaremos com a Rússia, e é um tema sobre o qual é preciso deixar de especular. Desenvolveremos uma política ponderada, mas, quando for necessário, nos colocaremos sempre junto da Rússia. Disse isso a (o presidente russo, Vladimir) Putin”, ressaltou.

Lukashenko responsabilizou as novas autoridades da Ucrânia por terem provocado os crimeanos para que expressassem por meio de uma consulta popular seu desejo de independência e posterior adesão à Rússia.

“Dizem que a Rússia tomou a Crimeia. Pois a culpa é dos políticos. A Rússia viu o que acontecia. Há 2,5 milhões de russos na Crimeia, e a Rússia interveio. Mas o motivo e a causa foram dados pelas autoridades” da Ucrânia, argumentou.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, promulgou na sexta-feira a incorporação da República da Crimeia e o porto de Sebastopol à Rússia e deu por encerrado este processo, apesar do vendaval de críticas da comunidade internacional e dos protestos da Ucrânia, que tacham de anexação a união da península à federação russa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Lavrov diz que incorporação da Crimeia será selada esta semana

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta-feira (20) que as incorporações da Crimeia e do porto de Sebastopol à Federação Russa serão formalizadas juridicamente esta semana.

“O processo jurídico será terminado esta semana”, disse o chanceler russo em reunião com delegados do Ministério das Relações Exteriores nas entidades da Federação Russa, segundo as agências locais.

Lavrov disse que, nesse momento, estão sendo dados os passos práticos para cumprir o tratado assinado na terça-feira pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, e os dirigentes da Crimeia e de Sebastopol sobre sua incorporação à Federação Russa.

A Duma, a câmara baixa do parlamento russo, se reúne nesta quinta para aprovar uma lei de ratificação do tratado entre Rússia e Crimeia e a incorporação dos dois sujeitos à Federação, além de outro projeto de lei constitucional no mesmo sentido.

Anteriormente, o Tribunal Constitucional da Rússia decidiu que o citado tratado está de acordo com a Carta Magna do país.

Após sua ratificação pela Duma, os documentos serão aprovados pelo Conselho da Federação, a câmara alta do parlamento, que se reunirá amanhã.

Uma vez que sejam terminados os trâmites no Legislativo, Putin poderá promulgar as leis, o último passo para completar o procedimento jurídico.

O projeto de lei constitucional, que determina que a Crimeia e Sebastopol são parte da Rússia desde 18 de março, o dia da assinatura do tratado, será apresentado hoje aos deputados por Lavrov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia não reconhece a incorporação da Crimeia à Rússia

A Ucrânia não reconhecerá jamais a incorporação da Crimeia à Rússia, declarou nesta segunda-feira (18) o porta-voz da diplomacia de Kiev, Evguen Perebyinis, segundo a agência Interfax.

“Não reconhecemos e não reconheceremos nunca a chamada independência e o que foi chamado de acordo para incorporação da Crimeia à Rússia”, declarou Perebyini.

Segundo ele, o acordo assinado pelo presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia nesta terça-feira (18) para tornar a República Autônoma parte da Rússia “não tem nada a ver com democracia, com direito e senso comum”.

O tratado de adesão da Crimeia foi assinado no Kremlin dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

Antes do anúncio do acordo, Putin fez um discurso ao Parlamento afirmando que o referendo foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”.  O presidente afirmou que vai submeter ao Parlamento ainda nesta terça a lei que permitirá a anexação da Crimeia. Ele pediu que os legisladores aceitem a integração, e anunciou a assinatura imediata de um tratado bilateral.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos líderes do G7 e da União Europeia uma reunião na próxima semana em Haia, à margem do encontro de cúpula sobre segurança nuclear, para debater a situação na Ucrânia, anunciou a Casa Branca.

“A reunião estará centrada na situação na Ucrânia e nas próximas decisões que o G7 poderia tomar para responder à evolução da situação e apoiar a Ucrânia”, afirmou a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional (NSC), Caitlin Hayden.

A NSC afirmou que os dirigentes do G7 suspenderam a participação na reunião do G8 (G7 mais a Rússia), inicialmente prevista para a cidade russa de Sochi em junho, para denunciar a ‘violação’ da soberania da Ucrânia por Moscou.

Veja repercussão da decisão

União Europeia
A União Europeia (UE) informou que “não reconhece, nem reconhecerá a anexação da Crimeia e de Sebastopol” pela Rússia, indicaram em um comunicado o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e o da Comissão, José Manuel Durão Barroso.

“A soberania, a integridade territorial e a independência da Ucrânia devem ser respeitadas. A UE não reconhece o referendo ilegal e ilegítimo da Crimeia, assim como seus resultados. A UE não reconhece, nem reconhecerá, a anexação da Crimeia e de Sebastopol à Federação da Rússia”, disseram.

Reino Unido
Após o anúncio, o secretário de relações exteriores da britânico, William Hague, afirmou que seá suspensa a cooperação militar do país com a Rússia. Segundo ele, a Rússia optou pelo caminho do isolamento ao anunciar a anexação da Crimeia e reiterou que o referendo foi “claramente ilegal” perante a constituição ucraniana.

Ele disse ainda que há um grave risco que uma provocação na Ucrânia seja usada futuramente como um pretexto para uma nova escalada militar na região. “É lamentável que o presidente Putin tenha escolhido pelo caminho do isolamento”, negando aos cidadãos russos e crimeanos a associação à comunidade internacional”, afirmou.

Polônia
O premiê polonês Donald Tusk afirmou que salientou aos aliados europeus preocupação com as suas fronteiras com a Rússia e que a anexação da Crimeia pela Rússia não pode ser aceita pela comunidade internacional.

França
O presidente da França, Francois Hollande, condenou a decisão russa de assinar o tratado com a Crimeia e disse que a Europa precisa dar uma resposta “forte”.

“Condeno esta decisão. A França não reconhece nem os resultados do referendo nem a anexação desta região ucraniana pela Rússia”, afirmou em um comunicado. “A próxima reunião do Conselho Europeu em 20 e 21 de março deve ser proporcionar uma oportunidade para uma resposta forte e coordenada da Europa em relação ao ocorrido”.

Estados Unidos
O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, condenou as ações da Rússia na Crimeia, que chamou de “confisco de território”, e ameaçou Moscou com novas sanções. “A Rússia alinhou todo um leque de argumentos para justificar o que não é nada mais que um confisco de território”, declarou Biden em Varsóvia, em resposta ao discurso do presidente russo.

“O isolamento político e econômico da Rússia só pode aumentar se continuar por este caminho e verá, de fato, novas sanções dos Estados Unidos e da UE”, completou Biden. “Nos unimos à comunidade internacional na condenação do contínuo ataque à soberania e à integridade territorial da Ucrânia e da violação do direito internacional por parte de Putin”.

Os Estados Unidos condenaram a tentativa do presidente da Rússia, Vladimir Putin, desta terça-feira de anexar formalmente a região ucraniana da Crimeia e não vão reconhecer a decisão, disse a Casa Branca.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse que os EUA condenam a ação de Putin. “Nós não vamos reconhecer esta tentativa de anexação”.

Alemanha
A chanceler alemã, Angela Merkel, considerou que a anexação da Crimeia à República da Rússia “contrária ao direito internacional”. Ela garantiu que a União Europeia “está completamente convencida” da irregularidade da ação.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin dá sinal verde para incorporação da Crimeia à Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deu seu sinal verde para a minuta de um tratado para a incorporação da Crimeia à Federação Russa, informou nesta terça-feira (18) o site oficial de informação jurídica do país.

O documento, com data de segunda-feira (17), aprova, “o projeto do Tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a incorporação da República da Crimeia à Federação Russa”.

“Considerar conveniente a assinatura do tratado contemplado na presente resolução ao mais alto nível”, conclui a resolução do chefe do Kremlin.

Comunicado publicado nesta terçano site do Kremlin também indica que Putin está formalmente disposto a ratificar um acordo que prevê a incorporação à Rússia da Crimeia. No documento, o chefe de Estado pede aos poderes públicos russos (governo e Parlamento) que aprovem o acordo e considera “oportuno” ratificá-lo.

Putin se dirigirá ao parlamento russo em uma reunião extraordinária nesta terça, no Kremlin, por ocasião do pedido da Crimeia sobre sua incorporação à Federação Russa.

O discurso do chefe do Estado vai acontecer na sala São Jorge do Grande Palacio do Kremlin às 15h locais (8h de Brasília), no mesmo formato em que apresenta seu relatório sobre o estado da nação uma vez por ano.

Putin reconheceu na segunda, por decreto, à região autônoma ucraniana da Crimeia como um Estado soberano e independente.

“Levando em conta a expressão da vontade do povo crimeano no referendo realizado em 16 de março de 2014, (decreto) reconhecer a República da Crimeia, na qual a cidade de Sebastopol tem um status especial, como um Estado independente e soberano. Este decreto entra em vigor hoje”, diz o documento.

Em termos gerais do direito internacional, o reconhecimento da Crimeia como um Estado independente é uma etapa necessária para a integração, algo que deve ser objeto de um acordo entre dois Estados independentes.

O parlamento da Crimeia aprovou na segunda uma resolução pela qual a república autônoma foi declarada independente da Ucrânia e pediu oficialmente sua incorporação à Rússia depois que mais de 95% de sua população apoiou no domingo (16) em referendo sua reunificação ao país ao qual pertenceu até 1954.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin e líderes da Crimeia assinam acordo de incorporação à Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram nesta terça-feira (18) um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia.

O tratado foi assinado no Kremlin dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

“Proponho à Assembleia federal (as duas câmaras do Parlamento russo) que adote uma lei para incorporar na Federação da Rússia duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol”, declarou em um discurso no Kremlin perante os representantes das duas câmaras do Parlamento, os governadores e os membros do governo russo, ao fim do qual assinou um acordo sobre a incorporação da península.

“A República da Crimeia se considera parte da Federação Russa a partir da assinatura do acordo”, afirmou o Kremlin.

Apesar de o documento ter entrado imediatamente em vigor, os parlamentares russos deverão ratificar uma lei que inclua na Federação Russa duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol, que tem um status particular. A data da ratificação, uma simples formalidade, não foi anunciada.

A Ucrânia respondeu dizendo que não reconhecerá jamais a incorporação da Crimeia à Rússia. “Não reconhecemos e não reconheceremos nunca a chamada independência e o que foi chamado de acordo para incorporação da Crimeia à Rússia”, declarou o porta-voz da diplomacia de Kiev, Evguen Perebyinis.

Reino Unido, Polônia e França também condenaram a medida e disseram não reconhecer a assinatura do tratado.

arte cronologia ucrânia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Discurso em Moscou
Mais cedo, em discurso inflamado ao Parlamento russo, Putin que o referendo foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”.

“A questão da Crimeia tem uma importância vital, uma importância histórica para todos nós”, afirmou o presidente russo após ser recebido com aplausos no Parlamento. “Nos corações e mentes das pessoas, a Crimeia sempre foi e permanece como uma parte inseparável da Rússia. Esse comprometimento, baseado na verdade e na justiça, é firme, foi passado de geração em geração.”

Putin se apoiou no resultado do referendo – no qual a reunificação foi aprovada com 96,8% dos votos -, assim como na história da Crimeia, para justificar suas medidas, e se referiu aos valores comuns que a península que hoje faz parte da Ucrânia compartilha com a Rússia.

“Na Crimeia estão os túmulos dos soldados russos, e a cidade de Sebastopol é a pátria da Frota do Mar Negro.”

Putin disse que Moscou não podia deixar sem resposta o desejo da Crimeia de se incorporar à Rússia, o que “teria sido uma traição”. “Não podíamos deixar sem resposta a petição da Crimeia e de seu povo. Não ajudar a Crimeia teria sido uma traição.

O presidente russo também condenou as “ditas” autoridades da Ucrânia, afirmando que elas conduziram um golpe de Estado e farão tudo para permanecer no poder.

“Aqueles que estão por trás dos eventos recentes, eles preparam um golpe de estado, mais um. Eles planejaram tomar o poder. Terror e assassinatos foram usados”, afirmou, chamando os integrantes do novo governo de Kiev de “nacionalistas, neonazistas, russofóbicos e antissemitas.”

O chefe de Estado russo também criticou a influência internacional, afirmando que os países ocidentais “ultrapassaram a linha” no caso, atuando de maneira não profissional e irresponsável. Segundo ele, a política externa dos Estados Unidos é ditada não pelas leis internacionais, mas pelo “direito do mais forte”.

O presidente russo disse que seu país não quer mais divisões na Ucrânia, e que nunca irá buscar incitar confrontos com os outros países – mas lutará para defender seus interesses.

“Não acreditem naqueles que tentam assustá-los com a Rússia e que afirmam que outras regiões vão seguir a Crimeia. Nós não queremos uma divisão da Ucrânia, não precisamos disso.”

Putin ainda disse ver as ameaças do Ocidente com sanções contra a Rússia como uma “agressão” e garantiu que haverá retaliações.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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