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Talibã paquistanês mata importante policial em explosão

Destroços de carro atingido após explosão nesta quinta-feira (9) na cidade paquistanesa de Karachi (Foto: AFP)Destroços de carro atingido após explosão nesta quinta-feira (9) na cidade paquistanesa de Karachi (Foto: AFP)

Um suicida talibã matou na cidade paquistanesa de Karachi nesta quinta-feira (9) um dos mais conhecidos comandantes da polícia, famoso por sua coragem no combate a militantes do Talibã paquistanês.

Chaudhry Aslam, que já havia sobrevivido a várias tentativas de assassinato, morreu junto a outros dois oficiais quando um homem-bomba atacou um comboio policial em uma via expressa no leste de Karachi.

Apesar de ser o principal centro econômico do Paquistão, esta cidade portuária tem sido assolada há anos pela brutalidade da violência étnica, política e sectária.

O grupo extremista reivindicou a autoria do ataque, alertando que outros perseguidores terão o mesmo destino.

“Sim, nós matamos Chaudhry Aslam. Ele torturou e feriu nossos amigos e, finalmente, demos a ele o fim merecido. Outros policiais e membros das forças de segurança que são brutais e nos torturam terão o mesmo destino”, disse à AFP o porta-voz Ehsanullah Ehsan por telefone, a partir de um local desconhecido.

Na quinta-feira mais cedo, Aslam disse ter matado três suspeitos de pertencerem ao Talibã paquistanês.

Fonte G1

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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O que é importante num relacionamento

sexo

Gente apenas vejam o grito de socorro e o choro de tristeza implícitos no rosto desse pobre homem…

Sorry, I could not read the content fromt this page.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Governo do Egito prende importante político da Irmandade Muçulmana

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A polícia egípcia capturou nesta quinta-feira (29) o importante político da Irmandade Muçulmana Mohamed El-Beltagi, disseram fontes da área de segurança, à medida que as autoridades continuam com a repressão que colocou a maior parte dos líderes do grupo islâmico atrás das grades.

Beltagi, secretário-geral do Partido da Liberdade e Justiça, o braço político da Irmandade, pedira as egípcios para fazerem protestos contra as Forças Armadas na sexta-feira (30), em uma declaração gravada que foi transmitida nesta semana pela rede de notícias Al Jazeera.

Beltagi após ser preso nesta quinta-feira (29) (Foto: Ministério do Interior do Egito/AP)Beltagi após ser preso nesta quinta-feira (29) (Foto: Ministério do Interior do Egito/AP)

Desde que depôs o presidente Mohamed Mursi e seu governo da Irmandade Muçulmana em 3 de julho, as autoridades apoiadas pelos militares mataram centenas de manifestantes pró-Morsi e prenderam os principais líderes da Irmandade, no que chamam de uma luta contra o terrorismo.

O principal líder da Irmandade, Mohamed Badie, e seus vices Khairat al-Shater e Rashad Bayoumy, já foram julgados por acusações que incluem incitamento à violência em ligação com um protesto em 8 de julho, em um processo que eles afirmam ser politicamente motivado.

As autoridades também ordenaram a prisão de Beltagi em 10 de julho pelas mesmas acusações, que têm a ver com uma tentativa das autoridades de romper uma vigília de milhares de partidários de Mursi que exigem sua volta.

As fontes de segurança dizem que 53 manifestantes morreram em um confronto de madrugada junto com quatro membros das forças de segurança. O Exército diz que “terroristas” provocaram o tiroteio ao atacar seus soldados.

Beltagi foi um orador de destaque em um acampamento de protesto pró-Mursi na mesquita Rabaa Adawiya, que foi esmagado pelas forças de segurança, em 14 de agosto, num dia em que mais de 600 pessoas morreram.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Dicas: Veja o que é importante saber na hora de comprar um PC

Jason Cross, Ginny Mies, Patrick Miller, Tim Moynihan, Melissa J. Perenson, Nate Ralph, and Melissa Riofrio, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil

Nota do Editor: esta é uma reedição de uma matéria originalmente publicada em 2011. Modificamos nossas recomendações de acordo com o que os usuários esperam e o que os fabricantes oferecem em 2012.

Em todos os tipos de produtos há características que são enfatizadas pelos fabricantes e vendedores, mas que na verdade não tem muita importância para a maioria das pessoas. Muitas delas são importantes só em um contexto mas não em outros, e algumas características realmente importantes às vezes não recebem atenção. 

Computadores, sejam desktops, notebooks ou Ultrabooks, não são diferentes. Antes de gastar seu rico dinheirinho em um novo modelo com um processador de “trocentos gigahertz”, leve em conta as informações neste artigo. Aqui mostramos quais as características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em sua próxima máquina.

Leia também
» Veja o que importa na hora de comprar um eletrônico
» Especial: tudo sobre o Windows 8!

Antes de mais nada: Windows 7 ou 8?

O Windows 8 chegou ao mercado no final de Outubro, e junto com ele toda uma nova geração de máquinas com o sistema pré-instalado. Mas ainda há muitos PCs com Windows 7 no mercado, e você pode apostar que verá muitos deles em promoções atraentes no fim do ano, para “limpar” espaço no estoque para os novos modelos.

Não descarte uma máquina só porque ela ainda roda o Windows 7, especialmente se ela lhe agrada no geral. O motivo é simples: uma promoção da Microsoft que oferece aos proprietários de PCs adquiridos entre os dias 2 de Junho deste ano e 31 de janeiro de 2013 um upgrade para o Windows 8 por apenas R$ 29,00. Basta cadastrar as informações do comprador e da máquina em ww.windowsupgradeoffer.com/pt-BR e aguardar instruções.

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O Windows 8 tem uma “cara” completamente nova

De outra forma, a atualização custaria R$ 69 (via Internet) ou R$ 269 (comprando uma “caixinha” com o sistema em DVD). Mesmo sem aproveitar a promoção, pode ser mais barato comprar uma máquina com Windows 7 e fazer o upgrade em casa do que pagar mais por um PC quase idêntico mas com o Windows 8 já instalado.

Mas antes de comprar pensando no upgrade tome alguns cuidados extras, além dos mencionados nesta matéria, para se certificar de que o computador está mesmo pronto para o Windows 8 e evitar supresas desagradáveis.

O que realmente importa

Portas: usuários de desktops geralmente não tem que se preocupar com isso, mas é um ponto muito importante para os donos de notebooks. Não há nada mais frustrante do que não conseguir plugar um pendrive porque o portátil só tem duas portas USB, já ocupadas por um mouse e um HD externo.

O ideal em um notebook são três portas USB, com um bom espaço entre elas para que um pendrive mais “gordinho” não acabe bloqueando também a porta ao lado). Pelo menos uma delas já deve estar no padrão USB 3.0.

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Portas USB próximas demais podem ser um problema na hora de usar um pendrive.
Nesta foto, o pendrive da esquerda acaba bloqueando duas portas.

Outros tipos de portas são importantes: a HDMI permite a ligação do notebook a TVs de alta-definição, mas se você for um usuário corporativo pode preferir em seu lugar uma porta VGA, já que é mais compatível com os projetos usados para apresentações nas empresas. Já a porta Ethernet permite a conexão a redes cabeadas, o que pode salvar seu dia se você estiver em um local onde uma conexão Wi-Fi não está disponível ou está saturada.

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um computador com 4 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 2 GB. Não aceite menos do que 4 GB, e se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador) máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia, se você puder pagar o preço. 

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) são uma alternativa aos HDs. Feitos com memória Flash, como os pendrives e cartões de memória, são muito mais rápidos e resistentes que um HD tradicional. Mas são muito mais caros e, por isso, ainda raros por aqui e tem capacidade limitada: modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos. Se você não precisa de tanto espaço no PC e pode pagar a diferença, invista nesta tecnologia. 

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Discos SSD usam memória Flash, como os pendrives, e são muito mais rápidos (e caros) que os HDs

Uma alternativa são os discos híbridos: muitos computadores, entre eles a maioria dos Ultrabooks, incluem uma pequena unidade SSD, de 20 ou 32 GB, acompanhada por um HD tradicional. O sistema operacional e os arquivos mais usados ficam no SSD, enquanto seus vídeos e músicas ficam no HD. Com isso é possível unir os benefícios das duas tecnologias: o rápido tempo de boot e a agilidade do SSD, com o amplo espaço para armazenamento de um HD.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,0 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa. 

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que ficar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: ficar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda ou terceira geração (famílias Sandy Bridge e Ivy Bridge) ou AMD Fusion.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Jogos são uma exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Outro caso em que uma GPU faz a diferença é no uso de aplicativos profissionais para edição de vídeo ou de imagens (como o pacote Adobe CS), já que os principais aplicativos nestas categorias são capazes de tirar proveito do poder de processamento extra da GPU para acelerar tarefas.

Drive óptico: por mais incrível que pareça, é uma tecnologia que está morrendo. Software já é em sua maioria distribuído via internet, e com a popularização de serviços de streaming de vídeo como o Netflix e lojas como a iTunes Store (sem falar nos downloads via BitTorrent) é cada vez mais raro assistir um DVD ou Blu-Ray no notebook. Ultrabooks e Ultrafinos geralmente não tem drives ópticos para reduzir a espessura e o peso da máquina, mas seu desaparecimento é uma tendência mesmo entre os notebooks tradicionais. Antes de descartar um notebook porque ele não tem drive óptico, pare e pense: quando foi a última vez que você colocou um CD ou DVD em seu computador atual?

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científica ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento. 

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona  6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Dicas: Veja o que é importante saber na hora de comprar um PC

Jason Cross, Ginny Mies, Patrick Miller, Tim Moynihan, Melissa J. Perenson, Nate Ralph, and Melissa Riofrio, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil

Nota do Editor: esta é uma reedição de uma matéria originalmente publicada em 2011. Modificamos nossas recomendações de acordo com o que os usuários esperam e o que os fabricantes oferecem em 2012.

Em todos os tipos de produtos há características que são enfatizadas pelos fabricantes e vendedores, mas que na verdade não tem muita importância para a maioria das pessoas. Muitas delas são importantes só em um contexto mas não em outros, e algumas características realmente importantes às vezes não recebem atenção. 

Computadores, sejam desktops, notebooks ou Ultrabooks, não são diferentes. Antes de gastar seu rico dinheirinho em um novo modelo com um processador de “trocentos gigahertz”, leve em conta as informações neste artigo. Aqui mostramos quais as características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em sua próxima máquina.

Leia também
» Veja o que importa na hora de comprar um eletrônico
» Especial: tudo sobre o Windows 8!

Antes de mais nada: Windows 7 ou 8?

O Windows 8 chegou ao mercado no final de Outubro, e junto com ele toda uma nova geração de máquinas com o sistema pré-instalado. Mas ainda há muitos PCs com Windows 7 no mercado, e você pode apostar que verá muitos deles em promoções atraentes no fim do ano, para “limpar” espaço no estoque para os novos modelos.

Não descarte uma máquina só porque ela ainda roda o Windows 7, especialmente se ela lhe agrada no geral. O motivo é simples: uma promoção da Microsoft que oferece aos proprietários de PCs adquiridos entre os dias 2 de Junho deste ano e 31 de janeiro de 2013 um upgrade para o Windows 8 por apenas R$ 29,00. Basta cadastrar as informações do comprador e da máquina em ww.windowsupgradeoffer.com/pt-BR e aguardar instruções.

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O Windows 8 tem uma “cara” completamente nova

De outra forma, a atualização custaria R$ 69 (via Internet) ou R$ 269 (comprando uma “caixinha” com o sistema em DVD). Mesmo sem aproveitar a promoção, pode ser mais barato comprar uma máquina com Windows 7 e fazer o upgrade em casa do que pagar mais por um PC quase idêntico mas com o Windows 8 já instalado.

Mas antes de comprar pensando no upgrade tome alguns cuidados extras, além dos mencionados nesta matéria, para se certificar de que o computador está mesmo pronto para o Windows 8 e evitar supresas desagradáveis.

O que realmente importa

Portas: usuários de desktops geralmente não tem que se preocupar com isso, mas é um ponto muito importante para os donos de notebooks. Não há nada mais frustrante do que não conseguir plugar um pendrive porque o portátil só tem duas portas USB, já ocupadas por um mouse e um HD externo.

O ideal em um notebook são três portas USB, com um bom espaço entre elas para que um pendrive mais “gordinho” não acabe bloqueando também a porta ao lado). Pelo menos uma delas já deve estar no padrão USB 3.0.

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Portas USB próximas demais podem ser um problema na hora de usar um pendrive.
Nesta foto, o pendrive da esquerda acaba bloqueando duas portas.

Outros tipos de portas são importantes: a HDMI permite a ligação do notebook a TVs de alta-definição, mas se você for um usuário corporativo pode preferir em seu lugar uma porta VGA, já que é mais compatível com os projetos usados para apresentações nas empresas. Já a porta Ethernet permite a conexão a redes cabeadas, o que pode salvar seu dia se você estiver em um local onde uma conexão Wi-Fi não está disponível ou está saturada.

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um computador com 4 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 2 GB. Não aceite menos do que 4 GB, e se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador) máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia, se você puder pagar o preço. 

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) são uma alternativa aos HDs. Feitos com memória Flash, como os pendrives e cartões de memória, são muito mais rápidos e resistentes que um HD tradicional. Mas são muito mais caros e, por isso, ainda raros por aqui e tem capacidade limitada: modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos. Se você não precisa de tanto espaço no PC e pode pagar a diferença, invista nesta tecnologia. 

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Discos SSD usam memória Flash, como os pendrives, e são muito mais rápidos (e caros) que os HDs

Uma alternativa são os discos híbridos: muitos computadores, entre eles a maioria dos Ultrabooks, incluem uma pequena unidade SSD, de 20 ou 32 GB, acompanhada por um HD tradicional. O sistema operacional e os arquivos mais usados ficam no SSD, enquanto seus vídeos e músicas ficam no HD. Com isso é possível unir os benefícios das duas tecnologias: o rápido tempo de boot e a agilidade do SSD, com o amplo espaço para armazenamento de um HD.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,0 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa. 

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que ficar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: ficar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda ou terceira geração (famílias Sandy Bridge e Ivy Bridge) ou AMD Fusion.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Jogos são uma exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Outro caso em que uma GPU faz a diferença é no uso de aplicativos profissionais para edição de vídeo ou de imagens (como o pacote Adobe CS), já que os principais aplicativos nestas categorias são capazes de tirar proveito do poder de processamento extra da GPU para acelerar tarefas.

Drive óptico: por mais incrível que pareça, é uma tecnologia que está morrendo. Software já é em sua maioria distribuído via internet, e com a popularização de serviços de streaming de vídeo como o Netflix e lojas como a iTunes Store (sem falar nos downloads via BitTorrent) é cada vez mais raro assistir um DVD ou Blu-Ray no notebook. Ultrabooks e Ultrafinos geralmente não tem drives ópticos para reduzir a espessura e o peso da máquina, mas seu desaparecimento é uma tendência mesmo entre os notebooks tradicionais. Antes de descartar um notebook porque ele não tem drive óptico, pare e pense: quando foi a última vez que você colocou um CD ou DVD em seu computador atual?

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científica ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento. 

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona  6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

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Publicado por em 7 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Inovar ou cortar custos: o que é mais importante para a TI?

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Gerentes de TI e CIOs precisam se concentrar menos na redução de custos e buscar formas de renovar o ambiente corporativo.

Gerentes de TI e CIOs precisam se concentrar menos na redução de custos no momento da renovação de contratos e focar mais em inovação, opina a analista da Ovum, Evan Kirchheimer, em debate promovido recentemente pela operadora BT, do Reino Unido. Dois líderes de TI contestam. Segundo eles, embora a inovação seja importante, a redução de custos ainda é uma prioridade em tempos austeros. E, você, o que diz?

“O que acho mais frustrante como analista especializado em empresas de TI é como os CIOs implacavelmente se concentram na redução de custos em cada ciclo de renovação de contrato. Isso sufoca a inovação”, avalia Kirchheimer. “As pessoas precisam colocar de lado os custos e pensar um pouco mais sobre a forma como a rede pode permitir-lhes fazer negócios de maneira nova”, acrescenta.

“Não sei quando isso vai mudar, mas gostaria de plantar uma semente na cabeça de todo CIO e de todo diretor financeiro pedindo-lhes para parar de atacar os fornecedores. É preciso mantê-los interessados. Esse deve ser o seu principal objetivo se você é um CIO”, aconselha.

Kurt Frary, gerente de TIC de arquitetura em Norfolk County Council, discorda de Kirchheimer e argumenta que no setor público é impossível evitar priorizar a redução de custos.

“Seria errado dizer que essa é uma opção. A qualquer momento olhamos para qualquer um dos nossos grandes contratos com o objetivo de obter reduções de custo significativas na hora da renovação”, aponta Frary. Ele reconhece, no entanto, que, por vezes, investimentos em inovação podem reduzir os custos em toda a empresa. E acredita que o impulso recente do setor público em adotar serviços de nuvem pública é um exemplo disso.

“Embora tenhamos de guardar dinheiro ano após ano, às vezes você precisa investir em TI para cortar custos em algum outro lugar no negócio”, afirma Frary.

“Por exemplo, a tendência é adotar mais e mais serviços de nuvem pública, e para isso teremos de montar uma rede muito diferente. Podemos precisar de mais largura de banda e melhor desempenho na web”, acrescenta. “Portanto, teremos de investir mais em infraestrutura para reduzir os custos em outros lugares, movendo mais serviços para a nuvem”. O Norfolk County Council revelou recentemente que está envolvido em uma das maiores implementações de Google Apps em termos de números de usuários (148 mil).

Mike Mann, diretor de estratégia de tecnologia e planejamento da Standard Life, concorda com Frary que os custos são uma prioridade, mas argumenta que há espaço para introduzir a inovação também.

“Você pode fazer os dois. Pode entregar as facilidades de que precisa para redes inteligentes, mas também pode ter redução de custos significativas ao mesmo tempo. Não acho que as opções sejam mutuamente exclusivas”, diz Mann.

A Standard Life revelou detalhes de um acordo de outsourcing de 30 milhões de Euros com a BT, que fará a gestão da infraestrutura de comunicação da empresa nos próximos cinco anos. Segundo Mann, o acordo assegurou para a Standard Life uma “redução significativa” dos custos. “Não me interpretem mal, mas há uma pressão para reduzir preços, mas acho que você pode fazer isso e ainda obter serviços inovadores”, aponta ele.

O acordo com a BT abrange a entrega e a gestão de uma LAN e de uma WAN, bem como telefonia IP, contact centers, gestão de contratos, gestão de serviços e da transição da infraestrutura para a rede IP da BT Connect.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Preço não é o mais importante, diz CEO da Apple

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“O preço é raramente o mais importante. Acho que no final do dia as pessoas querem um ótimo produto”, afirmou ontem, 14/2, o CEO da Apple, Tim Cook, durante sua participação no evento Goldman Sachs Technology and Internet Conference, em que foi entrevistado pelo analista Goldman Sachs, Bill Shope.

Ainda sobre o mesmo assunto e fazendo clara referência a rivais do iPad, o sucessor de Steve Jobs disse que produtos com preços baixos geralmente só são interessante na hora de comprar, pois quando as pessoas vão usá-los toda a alegria do preço mais baixo vai embora. 

Apesar das críticas aos rivais, o executivo lembrou que o tablet Kindle Fire, da Amazon, que custa traz recursos mais simples e custa menos da metade do iPad nos EUA, é um rival diferente, uma vez que a loja online possui diferentes pontos fortes. “Acho que eles venderão muitas unidades”, disse Cook sobre o aparelho que custa 200 dólares contra 500 dólares iniciais do iPad (para o modelo de 16GB e Wi-Fi).

“Mas os consumidores para os quais estamos desenvolvendo nossos produtos não ficarão satisfeitos com um tipo de produto com funções limitadas. Penso que o verdadeiro catalisador para o mercado de tablets será a inovação e o avanço até próxima fronteira. Honestamente, vamos competir com todo mundo.

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Tim Cook assumiu cargo de CEO da Apple após licença médica de Jobs em 2011

Leia também:

– Novo comercial da Amazon critica “preço alto” do iPad

Sem iPhone mais barato para o Brasil

Ao ser questionado sobre um possível iPhone mais barato para os países em desenvolvimento, Cook disse que “todas as pessoas em todos países estão em busca do melhor produto. Elas não estão em busca de uma versão barata do melhor produto, elas querem o melhor produto”.

O executivo também lembrou que Brasil e China serão ainda mais importantes para o mercado de smartphones em 2015, quando representarão 25% de um total projetado de um bilhão de unidades para esse ano. “Obviamente, esses dois são mercados essencais, mas também existem outros.”

Vale lembrar que uma pesquisa recente afirma que a Apple Store do Brasil é a mais cara do mundo.

Preocupacão com funcionários 

Cook aproveitou a ocasião para mais uma vez defender a Apple após uma reportagem do New York Times acusar a companhia de ser conivente com violações trabalhistas em suas parceiras de fornecimento e montagem na Ásia, como a Foxconn. “A primeira coisa que gostaria que todos soubessem é que a Apple leva as condições de trabalho muito a sério, e que fazemos isso há muito tempo. Não importa se os funcionários estão na Europa, na Ásia ou nos EUA, nós nos importamos com todos eles.”

Em seguida, o CEO afirmou que ele e outros executivos do alto escalão da Apple costumam visitar as fábricas da companhia de forma regular e que possuem funcionários especializados que passam tempo integral nessas unidades. 

Apesar de admitir que a cadeia de fornecimento é muito complexa, assim como os problemas em torno dela, Cook afirmou que as inspeções da associação trabalhista FLA (Fair Labor Association) nas parceiras da Apple serão “provavelmente as mais detalhadas na história da produção em massa. Em termos de escala, alcance e transparência.”

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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