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LinkedIn começa a filtrar conteúdo por idioma e localização de usuários

A rede social para contatos profissionais LinkedIn apresentou nesta terça-feira (6) um novo filtro que permite às empresas cadastradas no serviço definirem melhor qual será o público atingido pelas postagens delas. Agora, poderão crivar os usuários alvo por preferências de idioma e localização geográfica.

“Antes nós mostrávamos tudo o que a companhia estava falando mesmo quando não tinha ligação geográfica ou profissional”, disse o vice-presidente de produtos da empresa, David Thacker.

Além de lançar o filtro de conteúdo por idioma e localização geográfica, a plataforma estender essa crivagem para o feed de notícias dos usuários. Ou seja, os membros da rede social poderão escolher apenas receber notícias relacionadas ao local onde vivem ou ligadas à ocupação profissional deles.

Ajudar usuários a descartarem informação que pode não ser relevante é importante para a rede social, pois o site precisa que seus membros continuem acessando o site mesmo se não estiverem procurando emprego.

Quase 60% dos 300 milhões de usuários do LinkedIn estão localizados fora dos Estados Unidos. O site é disponibilizado em 22 diferentes idiomas incluindo polonês, coreano, tailandês e russo.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Startup cria sistema que conversa em inglês para ensinar idioma a aluno

Eduardo Balieiro, fundador da Kajoo, fala da ferramenta que conversa em inglês para ensinar idioma (Foto: Helton Simões Gomes/G1)Eduardo Balieiro, fundador da Kajoo, fala da ferramenta que conversa em inglês para ensinar idioma (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

A startup Kajoo Smart Solutions, de Campinas (SP), apresentou nesta quarta-feira (29) na Campus Party Brasil 2014 seu sistema automatizado que conversa com brasileiros interessados em aprender inglês ou treinar suas habilidades no idioma.

Utilizando a biblioteca de reconhecimento de fala do sistema operacional móvel Android, que abastece o Google Now, por exemplo, a empresa criou uma ferramenta que não só entende o que seu interlocutor diz, como também o responde. O usuário pode ainda falar com sotaques, como o norte-americano, britânico ou sul-africano.

Segundo Eduardo Balieiro, executivo da Kajoo, “há ferramentas para escutar em inglês, escrever e ler, mas, para falar, não existe nenhuma ferramenta que valida se você está falando corretamente ou não”.

Além de poder reproduzir sotaques e falar em cadências de ritmos variadas, o sistema possui reconhecimento de voz que, feito por algoritmos especializados, avalia a possibilidade de acerto de cada uma das palavras faladas pelo aluno.

Criado para rodar em aparelhos Android, a ferramenta também reconhece objetos por meio da chamada visão computacional. Balieiro explica que, com isso, é possível pedir ao aluno que pegue uma bola azul com a mão esquerda e a coloque acima da cabeça. Isso testaria a eficiência na compreensão do idioma.

A startup negocia a implantação do sistema em três escolas de idiomas da rede Wizard e em outras duas escolas públicas, uma no Rio de Janeiro e outra em Campinas.

Por trás do sistema, há uma inteligência que permite à ferramenta aprender conforme conversa com diferentes alunos. Essa atualização é criada em conjunto com outra startup, a Ledface.

Balieiro dá um exemplo: alguém faz uma pergunta de caráter abstrato, que não se pode responder com base em informações enciclopédicas coletadas na internet e depende de opinião, coisa que o robô não tem; o sistema não consegue responder, mas transmite essa questão a outras unidades, que a direcionam aos alunos; conforme os estudantes respondem a esse questionamento, é criado um banco de respostas possíveis, que passa a ser usado pelo sistema.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Cientista divulga gravação de idioma que deu origem a línguas europeias

Cientistas dizem ter conseguido, pela primeira vez, criar um registro fonético de um antigo idioma falado por nosso ancestrais há quatro mil anos.

Acredita-se que o idioma, conhecido como PIE (língua protoindo-europeia), era falado entre 4.500 e 2.500 a.C na Europa e na Ásia, e deu origem a línguas atuais como o português.

Em 1868, o linguista alemão August Schleicher reconstruiu um vocabulário da PIE e escreveu uma fábula no idioma, chamada “A ovelha e os cavalos”. Em uma gravação, o linguista Andrew Byrd, da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, lê a fábula em uma simulação da língua.

Aproximação educada
A língua protoindo-europeia teria sido um ancestral comum das línguas indo-europeias. Uma descrição desta protolíngua, feita a partir da observação sobre as semelhanças e diferenças sistemáticas entre as línguas indo-europeias, é tida como uma das grandes realizações dos linguistas a partir do início do século 19.

A imagem mostra a hipótese Kurgan, possivelmente a explicação mais provável para como a cultura e a língua se espalharam pela Europa e Ásia (Foto: BBC)A imagem mostra a hipótese Kurgan, possivelmente a
explicação mais provável para como a cultura e a língua
se espalharam pela Europa e Ásia (Foto: BBC)

Apesar de não haver registro concreto da PIE, Byrd recriou a fala baseada no som de palavras antigas de idiomas indo-europeus como latim, grego e sânscrito. Não há maneira de criar uma versão definitiva da língua, e Byrd disse à BBC Brasil que sua pronúncia é uma aproximação baseada em uma “visão particular de como os sons seriam pronunciados.”

A fábula foi primeiramente escrita em alemão, para depois ser traduzida para PIE como uma forma de experimentar o vocabulário. “As línguas diferem em como elas combinam os sons, e elas usam essas combinações para criar novas palavras”, contou Byrd.

A gravação foi publicada na versão online da revista “Archaeology”, como parte de um estudo baseado em descobertas arqueológicas ligadas a tradições da cultura indo-europeia. Apesar do interesse gerado por sua gravação, Byrd diz que não tem intenção de fazer outras, principalmente porque ele teria que criar novas histórias que ainda não foram escritas.

A mesma fábula é usada por outros linguistas e é atualizada à medida que mais descobertas são feitas sobre a língua.

Controvérsias
As línguas indo-europeias descendem de um idioma comum que deu origem tanto às línguas europeias quanto às asiáticas. Algumas das muitas línguas modernas que provêm da família indo-europeia incluem inglês, sueco e persa. “Há 6.500 anos, farsi (persa) e inglês eram a mesma língua. Isso é muito legal, e te dá um sensação de união”, disse Byrd ao site de notícias “Huffington Post”.

Devido à falta de informação disponível, a PIE é um tema bastante discutido entre pesquisadores. Byrd acredita que a PIE provavelmente foi falada nas estepes da Eurásia há cerca de 6.500 anos, mas outros pesquisadores defendem a teoria de que ela teria sido falada na Turquia milhares de anos antes.

Provavelmente nunca saberemos o verdadeiro som da PIE, e Byrd brincou dizendo que a única maneira de criar uma gravação definitiva seria com a criação de uma máquina do tempo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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