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Me levante, humano!

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Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Mico-leão do Zoológico de Brasília é alimentado com leite humano

Um filhote de mico-leão-da-cara-dourada do Zoológico de Brasília tem sido amamentado com leite humano. Ele foi rejeitado pela mãe depois de uma semana de vida. O animal tem recebido o alimento com suplementação preparada por especialistas do local.

Segundo o zoológico, a mãe cuidou bem dele nos primeiros sete dias, mas começou a tirá-lo do dorso após o período. Os filhotes de mico costumam se prender nas costas da mãe durante os primeiros dias de vida.

O mico recebeu o nome de Doki e nasceu no último dia 3 de janeiro. Ele mama dois mililitros de leite humano a cada duas horas. Veterinários ficam de plantão para amamenta-lo de madrugada.

O animal vai ficar em uma incubadora veterinária até completar quatro meses, quando deve ser reintroduzido ao habitat natural. Com a ausência da mãe, ele se apegou a uma pantufa felpuda.

Segundo a veterinária Bethânia Pereira Borges, o mico tem respondido bem à alimentação com leite humano. “Ele já ganhou 3 gramas. É pouquinho, mas pra ele é bastante. A gente está acompanhando e pesando ele diariamente”, afirma.

A escolha pelo leite humano aconteceu porque os especialistas chegaram à conclusão de que era o que tinha propriedades biológicas mais próximas do produto animal. A doadora é a jornalista Fabiana Pelles, mãe de um bebê de quatro meses.

Ela diz que recebeu o pedido de uma tia que trabalha no zoológico. “Ela me ligou falando que precisava da doação de leite, se eu podia doar. Eu falei que tudo bem. E ela [disse] ‘é porque um macaquinho está precisando’. Eu falei, tudo bem, é super diferente, mas não me importo. Vou doar”, afirma Fabiana.

“É uma experiência diferente, interessante. Nunca tinha passado por isso, mas está sendo legal porque é um ato de amor, da mesma forma que se fosse pra alimentar um bebê humano”, diz Fabiana.

Apesar de só ter mamado por sete dias na mãe, Doki só sobreviveu por causa da amamentação nos primeiros dias de vida. Os técnicos dizem que isso acontece porque o primeiro leite recebido pelos animais, o colostro, é o mais rico em nutrientes essenciais para sobrevivência dos filhotes.

A mãe do mico chama-se Lindinha. Ela ainda carrega um filhote no dorso. A mãe já rejeitou outros quatro filhotes, que acabaram morrendo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Robôs têm equilíbrio ‘humano’ e até galopam

Robôs têm equilíbrio 'humano' e até galopam (Foto: Boris Roessler/DPA/AFP)Robôs têm equilíbrio ‘humano’ e até galopam (Foto: Boris Roessler/DPA/AFP)

Um robô com movimento e equilíbrio muito parecidos aos dos humanos. Assim é Atlas, equipamento desenvolvido nos Estados Unidos pela companhia Boston Dynamics, que também desenvolveu o WildCat, outro robô com movimentos surpreendentes. Assista ao vídeo.

A empresa é financiada pelo Darp, a Agência de Projetos e Pesquisa Avançada em Defesa, do Pentágono. Segundo o órgão, robôs como esse ‘são uma grande promessa para ampliar a eficiência humana em operações de defesa’.

Atlas consegue caminhar por terrenos complexos e mantém o equilíbrio com apenas uma das pernas, enquanto é atingido em um dos lados.

Para Noel Sharkey, professor de Inteligência Artificial e Robótica da Universidade de Sheffiled, o equilíbrio conseguido pelo robô é ‘uma conquista fantástica, muito marcante’ no desenvolvimento desse tipo de tecnologia.

Atlas é apenas um dos robôs humanóides desenvolvidos pela empresa americana. O equipamento ainda está em fase de testes, para melhorar os controles e também para reduzir os custos de produção.

Gato selvagem
Outra criação da empresa é o robô WildCat, ou gato selvagem, que consegue reproduzir vários movimentos de animais quadrúpedes. Ele consegue dar passos para trás, à frente e até galopar a uma velocidade de até 26km/h.

‘Não sabemos qual a finalidade militar isso pode ter, mas certamente será um passo em direção a um robô de alta velocidade que pode carregar bombas para caçar e matar’, diz o professor Sharkey.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Robôs têm equilíbrio ‘humano’ e até galopam

Robôs têm equilíbrio 'humano' e até galopam (Foto: Boris Roessler/DPA/AFP)Robôs têm equilíbrio ‘humano’ e até galopam (Foto: Boris Roessler/DPA/AFP)

Um robô com movimento e equilíbrio muito parecidos aos dos humanos. Assim é Atlas, equipamento desenvolvido nos Estados Unidos pela companhia Boston Dynamics, que também desenvolveu o WildCat, outro robô com movimentos surpreendentes. Assista ao vídeo.

A empresa é financiada pelo Darp, a Agência de Projetos e Pesquisa Avançada em Defesa, do Pentágono. Segundo o órgão, robôs como esse ‘são uma grande promessa para ampliar a eficiência humana em operações de defesa’.

Atlas consegue caminhar por terrenos complexos e mantém o equilíbrio com apenas uma das pernas, enquanto é atingido em um dos lados.

Para Noel Sharkey, professor de Inteligência Artificial e Robótica da Universidade de Sheffiled, o equilíbrio conseguido pelo robô é ‘uma conquista fantástica, muito marcante’ no desenvolvimento desse tipo de tecnologia.

Atlas é apenas um dos robôs humanóides desenvolvidos pela empresa americana. O equipamento ainda está em fase de testes, para melhorar os controles e também para reduzir os custos de produção.

Gato selvagem
Outra criação da empresa é o robô WildCat, ou gato selvagem, que consegue reproduzir vários movimentos de animais quadrúpedes. Ele consegue dar passos para trás, à frente e até galopar a uma velocidade de até 26km/h.

‘Não sabemos qual a finalidade militar isso pode ter, mas certamente será um passo em direção a um robô de alta velocidade que pode carregar bombas para caçar e matar’, diz o professor Sharkey.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Homem é castrado e morto em Papua Nova Guiné após sacrifício humano

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Um homem conhecido como ‘Jesus negro’ foi castrado e morto a machadadas por uma multidão enfurecida em Papua Nova Guiné, país da Oceania, informou a imprensa local.

Steven Tari, condenado por estupros e mortes de mulheres em rituais de sacrifício humano, foi morto em uma remota localidade do país na semana passada.

O jornal local “The National” afirma que Tari foi caçado por quase 80 homens, castrado e morto a golpes de machado. O homem escapou de uma prisão do país com mais outros 48 detentos em março deste ano.

Tari, que se fazia passar por um pastor luterano, era amplamente conhecido como ‘Jesus negro’. Ele foi condenado em 2010 a 10 anos de prisão por estupros de mulheres que pertenciam a sua seita.

A polícia local informou que Tari e seus seguidores executaram na semana passada Rose Wagum, de 15 anos, como ‘sacrifício’. A jovem foi esfaqueada diversas vezes.

O canibalismo e a magia negra são práticas noticiadas eventualmente na Papua Nova Guiné. No ano passado, em outro caso, a polícia prendeu dezenas de pessoas acusadas de matarem pelo menos sete vítimas e de comerem seus órgãos.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Homem é castrado e morto em Papua Nova Guiné após sacrifício humano

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Um homem conhecido como ‘Jesus negro’ foi castrado e morto a machadadas por uma multidão enfurecida em Papua Nova Guiné, país da Oceania, informou a imprensa local.

Steven Tari, condenado por estupros e mortes de mulheres em rituais de sacrifício humano, foi morto em uma remota localidade do país na semana passada.

O jornal local “The National” afirma que Tari foi caçado por quase 80 homens, castrado e morto a golpes de machado. O homem escapou de uma prisão do país com mais outros 48 detentos em março deste ano.

Tari, que se fazia passar por um pastor luterano, era amplamente conhecido como ‘Jesus negro’. Ele foi condenado em 2010 a 10 anos de prisão por estupros de mulheres que pertenciam a sua seita.

A polícia local informou que Tari e seus seguidores executaram na semana passada Rose Wagum, de 15 anos, como ‘sacrifício’. A jovem foi esfaqueada diversas vezes.

O canibalismo e a magia negra são práticas noticiadas eventualmente na Papua Nova Guiné. No ano passado, em outro caso, a polícia prendeu dezenas de pessoas acusadas de matarem pelo menos sete vítimas e de comerem seus órgãos.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Relatório reforçará elo entre mudança do clima e ser humano, diz agência

Imagem acima mostra instrumento da NOAA em região congelada do Polo Norte, em 7 de junho. Na imagem debaixo, derretimento do gelo no mesmo local, em 25 de julho, formou um lago (Foto: NOAA/AP)Imagem acima mostra instrumento da NOAA, do governo americano, em região congelada do Ártico, em 7 de junho. Na imagem debaixo, derretimento do gelo no mesmo local, em 25 de julho, formou um lago (Foto: NOAA/AP)

Cientistas do clima estão cada vez mais seguros de que a atividade humana está causando o aquecimento global, segundo trechos de um importante relatório da ONU que será publicado em breve, mas estão achando mais difícil do que o esperado prever o impacto sobre determinadas regiões nas próximas décadas.

A incerteza é frustrante para estrategistas governamentais: o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) é o principal guia para os países determinarem transferências de vários bilhões de dólares para energia renovável e investimentos para regiões costeiras considerarem mais defesas marítimas ou para agricultores desenvolverem variedades resistentes ao calor.

Rascunhos vistos pela Reuters de um estudo feito por um painel de especialistas da ONU, que deve ser publicado no mês que vem, dizem que é ao menos 95% provável que a atividade humana –liderada pela queima de combustíveis fósseis– seja a principal causa de aquecimento desde os anos 1950.

Isso é mais do que os 90% registrados no último relatório, em 2007, os 66% em 2001 e os 50% em 1995, reduzindo cada vez mais os argumentos de uma pequena minoria de cientistas que culpa as variações naturais do clima.

Isso muda o debate para a extensão dos aumentos de temperatura e para os prováveis impactos, dos quem podem ser gerenciados ao catastróficos. Os governos concordaram em trabalhar em um acordo internacional até o final de 2015 para controlar as emissões crescentes.

“Estamos um pouco mais certos de que a mudança climática… é largamente provocada pelo homem”, disse Reto Knutti, professor no Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. “Temos menos certeza do que muitos esperariam sobre os impactos locais”.

Também se mostra mais difícil medir como o aquecimento afetaria a natureza, de plantações a cardumes de peixes, já que vai muito além da física, segundo ele. “Não se pode escrever uma equação para uma árvore”, disse.

O relatório do IPCC, o primeiro de três que serão lançados em 2013 e 2014, enfrentará intensa análise, principalmente depois que o painel admitiu um erro no estudo de 2007 que previu erroneamente que todas as geleiras do Himalaia poderiam derreter até 2035.

O novo estudo irá declarar com maior confiança do que o de 2007 que as crescentes emissões de gases do efeito estufa provocadas pelo homem já significam mais ondas de calor. Mas deve subestimar algumas descobertas de 2007, como a de que atividades humanas contribuíram para mais secas.

Quase 200 governos concordaram em tentar limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius acima da época pré-industrial, visto como um limiar para mudanças perigosas, incluindo mais secas, extinções, enchentes e elevação do mar, que poderia inundar áreas costeiras e nações insulares.

O relatório vai levantar a bandeira sobre um alto risco de que as temperaturas globais aumentem neste século acima daquele nível, e dirá que provas do aumento dos níveis do mar agora são “inequívocas”.

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Publicado por em 20 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Opinião: Está na hora de começar a corrigir o Sistema Operacional Humano

Em 15 anos, muito se fez em tecnologia para proteção de dispositivos. Mas, ao mesmo tempo, o que foi feito em treinamento humano com a mesma finalidade?

Computadores e dispositivos móveis armazenam, processam e transferem informações altamente valiosas. Como resultado, sua organização provavelmente investe muito para protegê-los. Proteja o endpoint e você terá as informações salvas. Humanos também armazenam, processam e transferem informações – as pessoas são, em muitos aspectos, nada mais que outro sistema operacional: o OS Humano

Ainda assim, se você comparar o quanto as organizações investem em segurança para as suas máquinas versus o quanto eles investem em treinamento de funcionários para proteger as informações, você ficará surpreso com a diferença. Por exemplo, empresas geralmente investem nos seguintes recursos para proteger um dispositivo final:

– Software antivírus
– Gerenciamento de correções
– Redes virtuais privadas
– Sistemas de prevenção baseados em host
– Autenticação de dois fatores
– Análise de vulnerabilidades
– Criptografia de endpoint
– Monitoramento de Log

Agora, vá além nessa lista e adicione o custo para assegurar cada computador. Depois acrescente o valor de contratos de suporte, telefonemas para help desk, e quantos funcionários em tempo integral são necessários para manter toda essa tecnologia. Você provavelmente acabará gastando entre 100 e 200 dólares por dispositivo.

Agora, vamos fazer o mesmo cálculo para as pessoas. Quanto você precisa para proteger cada funcionário? Sua empresa provavelmente gastará de 20 a 50 vezes mais protegendo as máquinas que em assegurando o Sistema Operacional Humano – isso se ele estiver realmente funcionando com esses empregados.

Se calcular a quantidade de dinheiro gasto em cada computador é muito complexo, tente uma conta mais simples. Calcule quantas pessoas você tem em sua equipe de segurança da informação. Agora, fora essas pessoas, quantos focam em segurança da tecnologia e quantos focam em segurança do OS Humano? Você provavelmente acabará com uma métrica similar, algo como 20-1 ou 50-1. E as companhias continuam se perguntando porque os humanos são o elo mais fraco.

A tecnologia é importante, e nós devemos continuar investindo nela para se proteger. No entanto, uma hora você vai chegar ao ponto de retorno decadente. Você tem que investir em segurança também para o OS Humano, ou crackers continuarão a contornar todos os controles simplesmente comprometendo os endpoints humanos.

Pense dessa maneira: há 15 anos tínhamos o velho oeste dos hackers, a era de ouro dos worms. Cibercriminosos podiam facilmente comprometer milhões de sistemas aleatoriamente verificando cada um na Internet e invadindo qualquer um que estivesse vulnerável – o que significava a maioria dos sistemas naquela época.

Nós da comunidade de segurança nos sentimos impotentes e começamos a investir pesadamente em segurança de computadores. Hoje em dia, as máquinas saem de fábrica com firewalls, serviços minimizados, correção automática e randomização de memória. Quinze anos mais tarde ficou bem mais difícil invadir um computador.

Mas nesses mesmos 15 anos, o que fizemos pelo OS Humano? Nada. Como resultado, esse sistema operacional continua encalhado na época do Windows95, WinNT e Solaris 2.5. Não há firewall por padrão, todos os serviços estão habilitados e esse OS está feliz em compartilhar dados com qualquer pessoa que solicitar.

Até começarmos a corrigir o problema humano, os criminosos continuarão a ganhar.

*Lance Spitzner é diretor de treinamento do programa de segurança para humanos do SANS Institute.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Empresas investem em tecnologia para aprimorar gestão de capital humano

Banco Mercantil do Brasil e AACD adotam solução com o objetivo de aprimorar o relacionamento com funcionários e retê-los.

19 de fevereiro de 2013 – 09h00

Cada vez mais, companhias apostam em tecnologias para gerenciar o capital humano, retendo talentos e aprimorando o relacionamento com eles. O Mercantil do Brasil, banco nacional, implementou um processo de avaliação de desempenho com tecnologia fornecida pela SER, empresa brasileira especializada em soluções para Human Capital Management. 

Um ano após a realização do primeiro ciclo de avaliações, o banco já conta com a ampla adesão dos colaboradores, que chegou a 98%, e obteve informações preciosas que indicam o alto nível de satisfação de suas equipes.

A empresa buscava uma ferramenta para os gestores acompanharem o potencial de entrega dos resultados dos colaboradores e desenvolver as competências fundamentais para o negócios. 

“A implementação da avaliação de desempenho trouxe para o Mercantil do Brasil mais transparência em relação aos processos de gestão das equipes e proporcionou maior alinhamento entre o que é esperado pelo banco em relação ao desempenho de cada empregado”, relata Márcio Ferreira, gerente de Capital Humano do Mercantil do Brasil.

De acordo com Ferreira, hoje, ao final de cada ciclo de avaliação, os funcionários podem sugerir melhorias para a ferramenta e o processo, além de construirem os indicadores da área com os gestores. “O índice de adesão à avaliação é, em média, superior a 96%, o que demonstra que o processo está legitimado no Mercantil do Brasil”, diz.  

Quem também investiu em uma plataforma de gestão do Capital Humano fornecida pela SER foi a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). O objetivo era otimizar o trabalho dos profissionais da área de Recursos Humanos e aprimorar seu processo de gestão de pessoas.

A instituição conta com mais de 2,1 mil colaboradores e a partir da nova ferramenta, processos de gestão de carreiras, cargos e salários, treinamentos, recrutamento e seleção passam a ser automatizados e administrados por meio do sistema.

Rosana Faro, gerente de Recursos Humanos da AACD, aponta que a solução permitirá que o departamento de Recursos Humanos automatize uma série de processos que ainda são feitos manualmente. “Solicitações de admissão, movimentação salarial e promoções de funcionários ainda são feitos com o uso de formulários de papel. Com a solução da SER, o fluxo de aprovação poderá ser realizado via sistema, o que também minimizará a ocorrência de erros humanos”, finaliza.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Empresas precisam investir mais no Sistema Operacional Humano

Em 15 anos, muito se fez em tecnologia para proteção de dispositivos. Mas, ao mesmo tempo, o que foi feito em treinamento humano?

27 de dezembro de 2012 – 10h32

Computadores e dispositivos móveis armazenam, processam e transferem informações altamente valiosas. Como resultado, sua organização provavelmente investe muito para protegê-los. Proteja o endpoint e você terá as informações salvas. Humanos também armazenam, processam e transferem informações – as pessoas são, em muitos aspectos, nada mais que outro sistema operacional: o OS Humano

Ainda assim, se você comparar o quanto as organizações investem em segurança para as suas máquinas versus o quanto eles investem em treinamento de funcionários para proteger as informações, você ficará surpreso com a diferença. Por exemplo, empresas geralmente investem nos seguintes recursos para proteger um dispositivo final:

– Software antivírus
– Gerenciamento de correções
– Redes virtuais privadas
– Sistemas de prevenção baseados em host
– Autenticação de dois fatores
– Análise de vulnerabilidades
– Criptografia de endpoint
– Monitoramento de Log

Agora, vá além nessa lista e adicione o custo para assegurar cada computador. Depois acrescente o valor de contratos de suporte, telefonemas para help desk, e quantos funcionários em tempo integral são necessários para manter toda essa tecnologia. Você provavelmente acabará gastando entre 100 e 200 dólares por dispositivo.

Agora, vamos fazer o mesmo cálculo para as pessoas. Quanto você precisa para proteger cada funcionário? Sua empresa provavelmente gastará de 20 a 50 vezes mais protegendo as máquinas que em assegurando o Sistema Operacional Humano – isso se ele estiver realmente funcionando com esses empregados.

Se calcular a quantidade de dinheiro gasto em cada computador é muito complexo, tente uma conta mais simples. Calcule quantas pessoas você tem em sua equipe de segurança da informação. Agora, fora essas pessoas, quantos focam em segurança da tecnologia e quantos focam em segurança do OS Humano? Você provavelmente acabará com uma métrica similar, algo como 20-1 ou 50-1. E as companhias continuam se perguntando porque os humanos são o elo mais fraco.

A tecnologia é importante, e nós devemos continuar investindo nela para se proteger. No entanto, uma hora você vai chegar ao ponto de retorno decadente. Você tem que investir em segurança também para o OS Humano, ou crackers continuarão a contornar todos os controles simplesmente comprometendo os endpoints humanos.

Pense dessa maneira: há 15 anos tínhamos o velho oeste dos hackers, a era de ouro dos worms. Cibercriminosos podiam facilmente comprometer milhões de sistemas aleatoriamente verificando cada um na Internet e invadindo qualquer um que estivesse vulnerável – o que significava a maioria dos sistemas naquela época.

Nós da comunidade de segurança nos sentimos impotentes e começamos a investir pesadamente em segurança de computadores. Hoje em dia, as máquinas saem de fábrica com firewalls, serviços minimizados, correção automática e randomização de memória. Quinze anos mais tarde ficou bem mais difícil invadir um computador.

Mas nesses mesmos 15 anos, o que fizemos pelo OS Humano? Nada. Como resultado, esse sistema operacional continua encalhado na época do Windows95, WinNT e Solaris 2.5. Não há firewall por padrão, todos os serviços estão habilitados e esse OS está feliz em compartilhar dados com qualquer pessoa que solicitar.

Até começarmos a corrigir o problema humano, os criminosos continuarão a ganhar.

*Lance Spitzner é diretor de treinamento do programa de segurança para humanos do SANS Institute.

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Publicado por em 24 de março de 2013 em Tecnologia

 

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