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China pede explicação dos EUA sobre espionagem na Huawei

A China quer uma explicação clara de Washington sobre um relato de que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, a NSA, teria infiltrado servidores na sede da gigante de telecomunicações Huawei Technologies , disse um porta-voz do ministério de Relações Exteriores da China nesta segunda-feira (24).

Hong Lei, o porta-voz, disse que a China está “extremamente preocupada” sobre as alegações de espionagem.

“Recentemente, a mídia internacional produziu muitos relatos sobre a espionagem, vigilância e roubo de segredos praticados pelos Estados Unidos contra outros países, incluindo a China”, disse ele em uma coletiva de imprensa.

“A China já apresentou muitas reclamações aos EUA sobre isso. Exigimos que os Estados Unidos deem uma explicação clara e parem com tais atos”.

O “New York Times” e a revista alemã “Der Spiegel” publicaram matérias no sábado (22) sobre documentos secretos, fornecidos pelo ex-prestador de serviços da NSA Edward Snowden, detalhando a operação de espionagem.

A Der Spiegel também relatou que a NSA tinha como alvo a liderança política da China, incluindo o ex-presidente Hu Jintao, além dos ministérios do Comércio e das Relações Exteriores.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Lucro da chinesa Huawei salta com negócio de smartphones

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Huawei deverá criar 5.500 empregos na Europa em cinco anos, diz jornal

A companhia chinesa Huawei planeja criar 5.500 postos de trabalho na Europa dentro de cinco anos, à medida que expande seus serviços na região, afirmou o jornal estatal “China Daily” neste sábado (21).

Segunda maior fabricante mundial de equipamentos de telecomunicações, a Huawei irá oferecer soluções de tecnologia da informação para as empresas europeias, disse ao jornal Patrick Zhang, presidente de marketing e soluções do Huawei Enterprise Business Group.

O negócio deve gerar faturamento de US$ 1 bilhão nos próximos três a cinco anos, acrescentou.

A empresa está tocando sua expansão a despeito das alegações da Comissão Europeia de comportamento anticoncorrencial por sua parte, bem como da também chinesa ZTE.

Zhang disse que a Europa oferecia mais potencial de crescimento do que os Estados Unidos. Um relatório do Congresso norte-americano do ano passado afirmou que a companhia representava uma ameaça à segurança, essencialmente bloqueando-a do mercado.

O progresso da nossa expansão na Europa é diferente dos EUA, onde nos deparamos com dificuldades de acesso devido a algumas razões infundadas dadas pelo lado norte-americano”, disse Zhang.

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Huawei lança “smartphone mais rápido do mundo”

Aparelho é baseado em um processador quad-core de 1,5 GHz e tem LTE Categoria 4, dando-lhe a capacidade de atingir velocidades de download de até 150Mbps

27 de fevereiro de 2013 – 09h15

A Huawei anunciou o que afirma ser o “smartphones mais rápido do mundo”, o Ascend P2, no Mobile World Congress 2013 (MWC). O aparelho é baseado em um processador quad-core de 1,5 GHz e possui um modem LTE Categoria 4, dando-lhe a capacidade de atingir velocidades de download de até 150Mbps, de acordo com o fornecedor. Além disso, “suporta uploads e downloads de duas a três vezes mais rápidos do que outros smartphones em um ambiente Wi-Fi”, disse a empresa em um comunicado.

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Huawei apresenta o Ascend P2, “smartphone mais rápido do mundo”

O smartphone possui 8,4 milímetros de espessura e uma tela IPS sensível ao toque com 4,7 polegadas e resolução HD, protegida por Gorilla Glass. A tela pode ser utilizada com luvas. A Huawei disse que os usuários podem “desempenhar qualquer função, sob qualquer luz” como resultado da calibração automática de luminosidade. O Ascend P2 vem com o sistema operacional Android 4.1 “Jelly Bean”, mas tem sua própria interface de usuário  chamada “Emotion”. Ele também vem com uma bateria de 2420mAh. 

Um comunicado oficial afirma que a novidade “estará disponível globalmente no segundo trimestre de 2013”. Mas nós, brasileiros, não devemos nos animar muito. O Ascend P1, antecessor do novo modelo, deveria ter sido lançado no Brasil em Junho passado, algo que nunca aconteceu.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Congresso dos EUA acusa ZTE e Huawei de serem ‘riscos à segurança nacional’

Relatório da Comissão Permanente de Inteligência diz para empresas e governo do país não comprarem equipamentos de rede das empresas

Após uma investigação de um ano de duração, um comitê do Congresso EUA divulgou um relatório nesta segunda (8) em que acusa as fabricantes chinesas  Huawei Technologies e ZTE de representarem uma “ameaça à segurança dos EUA. O texto diz para as empresas do setor privado “não comprarem” equipamentos de rede das empresas.

“Os EUA deveriam ver a penetração de empresas de telecomunicações chinesas em nosso mercado de telecomunicações com desconfiança”, escreveram os deputados Mike Rogers e Dutch Ruppersberger, da Comissão Permanente de Inteligência.

“A investigação conclui que os riscos associados com a Huawei e a ZTE fornecendo equipamentos de infraestrutura crítica pode minar interesses da segurança nacional”, diz o estudo. O comitê acrescentou que as redes de telecomunicações são vulneráveis ??a ataques maliciosos que poderiam expor dados sensíveis a ciberespionagem, falhas ou ataques cibernéticos.

O comitê pediu ao governo dos EUA para não adquirir equipamentos da ZTE e Huawei, e também recomendou que o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos (CFIUS) bloqueie aquisições ou fusões por causa da “ameaça à segurança” representada pelas empresas. A comissão também aconselhou empresas do setor privado a adquirir equipamentos dessas empresas.

“O governo dos EUA precisa prestar atenção às principais empresas que recebem apoio financeiro do governo chinês”, diz o relatório.

Antes do lançamento do estudo, alguns analistas observaram que a política, e não a segurança, estava no centro da investigação das empresas chinesas.

Detalhes escassos
Algumas das preocupações do comitê são legítimas, mas os detalhes sobre as questões de segurança verdadeiros são escassos, disse Will Stofega, diretor de pesquisas sobre tecnologia móvel e tendências do IDC.

“Se há questões de segurança, quais são? Há backdoors (portas secretas) no roteador?”, disse Stofega.

O momento do relatório também é interessante, considerando a Huawei está planejando uma oferta pública inicial (IPO) nos EUA, disse.

Além disso, o estudo pode ser um esforço para proteger as empresas americanas de redes de telecom como a Cisco, observa.

O comitê disse que a Huawei e a ZTE não cooperaram suficientemente durante a investigação e não forneceram informações suficientes sobre as operações ou relações com o governo chinês. No entanto, a ZTE e a Huawei rebateram, dizendo que cooperaram plenamente com a comissão.

Reações
“A Comissão afirmou na audiência que a investigação não é briga política ou protecionismo comercial disfarçado de segurança nacional. Infelizmente, o relatório não só ignorou nosso histórico comprovado de segurança de rede, como também não prestou atenção a grande quantidade de dados que prestamos”, disse a Huawei em comunicado.

“Temos de suspeitar que o único propósito de tal relatório é impedir a concorrência e que companhias chinesas de TI entrem no mercado dos EUA”, afirma o texto.

A fabricante se defendeu dizendo que é uma empresa Fortune 500, e que seus produtos são usados em 140 países.

A ZTE disse que seus equipamentos são seguros, e que ele vai trabalhar com o governo dos EUA e as empresas para garantir isso.

“É digno de nota que, após uma investigação de um ano de duração, a Comissão se baseia suas conclusões em um achado que a ZTE ‘pode não ser’ livre da influência do Estado. Esta constatação se aplica a qualquer empresa que opera na China “, disse David Dai Shu, diretor global de assuntos públicos, em comunicado.

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Publicado por em 14 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Congresso dos EUA acusa ZTE e Huawei de serem ‘riscos à segurança nacional’

Relatório da Comissão Permanente de Inteligência diz para empresas e governo do país não comprarem equipamentos de rede das empresas

Após uma investigação de um ano de duração, um comitê do Congresso EUA divulgou um relatório nesta segunda (8) em que acusa as fabricantes chinesas  Huawei Technologies e ZTE de representarem uma “ameaça à segurança dos EUA. O texto diz para as empresas do setor privado “não comprarem” equipamentos de rede das empresas.

“Os EUA deveriam ver a penetração de empresas de telecomunicações chinesas em nosso mercado de telecomunicações com desconfiança”, escreveram os deputados Mike Rogers e Dutch Ruppersberger, da Comissão Permanente de Inteligência.

“A investigação conclui que os riscos associados com a Huawei e a ZTE fornecendo equipamentos de infraestrutura crítica pode minar interesses da segurança nacional”, diz o estudo. O comitê acrescentou que as redes de telecomunicações são vulneráveis ??a ataques maliciosos que poderiam expor dados sensíveis a ciberespionagem, falhas ou ataques cibernéticos.

O comitê pediu ao governo dos EUA para não adquirir equipamentos da ZTE e Huawei, e também recomendou que o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos (CFIUS) bloqueie aquisições ou fusões por causa da “ameaça à segurança” representada pelas empresas. A comissão também aconselhou empresas do setor privado a adquirir equipamentos dessas empresas.

“O governo dos EUA precisa prestar atenção às principais empresas que recebem apoio financeiro do governo chinês”, diz o relatório.

Antes do lançamento do estudo, alguns analistas observaram que a política, e não a segurança, estava no centro da investigação das empresas chinesas.

Detalhes escassos
Algumas das preocupações do comitê são legítimas, mas os detalhes sobre as questões de segurança verdadeiros são escassos, disse Will Stofega, diretor de pesquisas sobre tecnologia móvel e tendências do IDC.

“Se há questões de segurança, quais são? Há backdoors (portas secretas) no roteador?”, disse Stofega.

O momento do relatório também é interessante, considerando a Huawei está planejando uma oferta pública inicial (IPO) nos EUA, disse.

Além disso, o estudo pode ser um esforço para proteger as empresas americanas de redes de telecom como a Cisco, observa.

O comitê disse que a Huawei e a ZTE não cooperaram suficientemente durante a investigação e não forneceram informações suficientes sobre as operações ou relações com o governo chinês. No entanto, a ZTE e a Huawei rebateram, dizendo que cooperaram plenamente com a comissão.

Reações
“A Comissão afirmou na audiência que a investigação não é briga política ou protecionismo comercial disfarçado de segurança nacional. Infelizmente, o relatório não só ignorou nosso histórico comprovado de segurança de rede, como também não prestou atenção a grande quantidade de dados que prestamos”, disse a Huawei em comunicado.

“Temos de suspeitar que o único propósito de tal relatório é impedir a concorrência e que companhias chinesas de TI entrem no mercado dos EUA”, afirma o texto.

A fabricante se defendeu dizendo que é uma empresa Fortune 500, e que seus produtos são usados em 140 países.

A ZTE disse que seus equipamentos são seguros, e que ele vai trabalhar com o governo dos EUA e as empresas para garantir isso.

“É digno de nota que, após uma investigação de um ano de duração, a Comissão se baseia suas conclusões em um achado que a ZTE ‘pode não ser’ livre da influência do Estado. Esta constatação se aplica a qualquer empresa que opera na China “, disse David Dai Shu, diretor global de assuntos públicos, em comunicado.

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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ZTE e Huawei são acusadas de representarem ‘ameaça à segurança dos EUA’

Relatório da Comissão Permanente de Inteligência do congresso norte-americano diz para empresas e governo do país não comprarem equipamentos de rede das empresas.

Após uma investigação de um ano de duração, um comitê do Congresso EUA divulgou um relatório nesta segunda (8) em que acusa as fabricantes chinesas  Huawei Technologies e ZTE de representarem uma “ameaça à segurança dos EUA. O texto diz para as empresas do setor privado “não comprarem” equipamentos de rede das empresas.

“Os EUA deveriam ver a penetração de empresas de telecomunicações chinesas em nosso mercado de telecomunicações com desconfiança”, escreveram os deputados Mike Rogers e Dutch Ruppersberger, da Comissão Permanente de Inteligência.

“A investigação conclui que os riscos associados com a Huawei e a ZTE fornecendo equipamentos de infraestrutura crítica pode minar interesses da segurança nacional”, diz o estudo. O comitê acrescentou que as redes de telecomunicações são vulneráveis ??a ataques maliciosos que poderiam expor dados sensíveis a ciberespionagem, falhas ou ataques cibernéticos.

O comitê pediu ao governo dos EUA para não adquirir equipamentos da ZTE e Huawei, e também recomendou que o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos (CFIUS) bloqueie aquisições ou fusões por causa da “ameaça à segurança” representada pelas empresas. A comissão também aconselhou empresas do setor privado a adquirir equipamentos dessas empresas.

“O governo dos EUA precisa prestar atenção às principais empresas que recebem apoio financeiro do governo chinês”, diz o relatório.

Antes do lançamento do estudo, alguns analistas observaram que a política, e não a segurança, estava no centro da investigação das empresas chinesas.

Detalhes escassos
Algumas das preocupações do comitê são legítimas, mas os detalhes sobre as questões de segurança verdadeiros são escassos, disse Will Stofega, diretor de pesquisas sobre tecnologia móvel e tendências do IDC.

“Se há questões de segurança, quais são? Há backdoors (portas secretas) no roteador?”, disse Stofega.

O momento do relatório também é interessante, considerando a Huawei está planejando uma oferta pública inicial (IPO) nos EUA, disse.

Além disso, o estudo pode ser um esforço para proteger as empresas americanas de redes de telecom como a Cisco, observa.

O comitê disse que a Huawei e a ZTE não cooperaram suficientemente durante a investigação e não forneceram informações suficientes sobre as operações ou relações com o governo chinês. No entanto, a ZTE e a Huawei rebateram, dizendo que cooperaram plenamente com a comissão.

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“A Comissão afirmou na audiência que a investigação não é briga política ou protecionismo comercial disfarçado de segurança nacional. Infelizmente, o relatório não só ignorou nosso histórico comprovado de segurança de rede, como também não prestou atenção a grande quantidade de dados que prestamos”, disse a Huawei em comunicado.

“Temos de suspeitar que o único propósito de tal relatório é impedir a concorrência e que companhias chinesas de TI entrem no mercado dos EUA”, afirma o texto.

A fabricante se defendeu dizendo que é uma empresa Fortune 500, e que seus produtos são usados em 140 países.

A ZTE disse que seus equipamentos são seguros, e que ele vai trabalhar com o governo dos EUA e as empresas para garantir isso.

“É digno de nota que, após uma investigação de um ano de duração, a Comissão se baseia suas conclusões em um achado que a ZTE ‘pode não ser’ livre da influência do Estado. Esta constatação se aplica a qualquer empresa que opera na China “, disse David Dai Shu, diretor global de assuntos públicos, em comunicado.

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Huawei tem novo presidente no Brasil

Veni Shone é novo presidente da operação brasileira da Huawei, fornecedora de soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Shone sucede Li Ke, que esteve à frente da operação nacional por três anos durante a expansão das operações da Huawei no País, informa a companhia.

O executivo é graduado em Ciência Aplicada da Computação pela Universidade Yanshan da China e possui experiência em Pesquisa & Desenvolvimento, produtos e vendas, segundo a Huawei. Ele ingressou na Huawei em 1998 como engenheiro de sistemas na área de Pesquisa & Desenvolvimento Wireless. Shone também atuou na área de produtos e vendas da Huawei no Oriente Médio, África, Ásia Central e nordeste da Europa, além de ter sido presidente do grupo de negócios das redes de operadoras da região nordeste da Huawei na Europa.

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Huawei vai cooperar com Brasil em projetos de 4G com a faixa de 450 MHz

Fabricante assinou um acordo com o Ministério das Comunicações se comprometendo a dar apoio na educação e produção local de equipamentos para essa tecnologia.

A Huawei assinou nesta quarta-feira (11/07) termo de compromisso junto ao Ministério das Comunicações para apoiar o governo brasileiro na padronização e harmonização internacional para faixa de frequência de 450 MHz para redes 4G.

O acordo foi assinado entre o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e o presidente da Huawei no Brasil, Veni Shone. Segundo a fabricante, o Brasil será o país líder em oferecer serviços de 4G com a faixa de 450 MHz e, com a vantagem da tecnologia LTE 450 MHz.

“O governo brasileiro será capaz de, em um tempo mais curto e com um custo total menor, possibilitar a cobertura de banda larga com maior capacidade e para um maior número de usuários no Brasil”, informa a Huawei.

No acordo, a Huawei também se compromete a colaborar com instituições brasileiras de ensino, ciência e tecnologia em pesquisa e desenvolvimento de equipamentos e componentes de redes de telecomunicação. Além disso, a empresa também assume o compromisso de procurar adensar a cadeia produtiva de telecomunicações no Brasil, encorajando seus fornecedores que atuam em outros países a trazerem plantas industriais para o País.

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Vivo e Huawei levam banda larga 4G para Rio+20

Ministério das Comunicações autorizou instalação de uma rede experimental no Riocentro. Membros das delegações vão receber modems compatíveis com a nova tecnologia para acessar internet com velocidade acima de 3G.

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que vai até 22 de junho, terá internet de quarta geração (4G), funcionando em caráter experimental. Uma parceria entre o Ministério das Comunicações e as empresas Vivo e Huawei para possibilitará, pela primeira vez no Brasil, testes desse tipo de conexão em um megaevento.

As empresas também ficarão responsáveis pela operação e manutenção do serviço durante o evento. A estrutura da rede será montada no Pavilhão do Riocentro.

“Isso servirá de parâmetro para avaliar como será [o funcionamento da 4G] na Copa de 2014”, disse na manhã de hoje (14/06), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ao anunciar a parceria em entrevista após participar do programa Bom Dia, Ministro.

Segundo Paulo Bernardo, cerca de 400 modems 4G serão doados a membros das delegações estrangeiras, para que acessem a rede durante o evento.

Para tornar o teste possível, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu autorização especial e temporária, já que a Vivo – uma das empresas vencedoras da licitação para operação de telefonia 4G – só terá autorização para ocupar a faixa de 2,5 GHz, após a assinatura do contrato.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 23 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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