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Marinha italiana resgata 3 mil imigrantes em 24 horas

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A Marinha italiana resgatou nas últimas 24 horas cerca de 3 mil imigrantes que tentavam chegar às costas da Europa pelo Mar Mediterrâneo.

Cerca de 1.300 imigrantes que viajavam em barcos frágeis foram resgatados neste sábado (31) e 1.443 outros nesta sexta-feira (30), além de outros 200 perto de Lampedusa, a pequena ilha palco de uma tragédia dupla no ano passado, em que mais de 400 pessoas morreram.

O jornal La Repubblica, que fala de “um êxodo sem fim nas praias da Sicília”, no sul do país, informou que os imigrantes são principalmente sírios e egípcios.

Uma das embarcações interceptada pela Marinha transportava 264 crianças e 56 mulheres.

De acordo com a agência europeia Frontex, nos últimos meses tem havido um aumento significativo de imigrantes vindos do norte de África.

Segundo o governo italiano, mais de 39 mil pessoas chegaram este ano às margens de seu país.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Jaguatirica desce de árvore de 25m após 20 horas em Monte Negro, RO

Jaguatirica está em um ipê de cerca de 25 metros (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)Jaguatirica ficou em um ipê de cerca de 25 metros (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)

Após passar mais de 20 horas em cima de uma árvore, o filhote de jaguatirica desceu, sozinho, do ipê de 25 metros de altura e, segundo a Secretaria Municipal de meio Ambiente (Sema), pode ter ido para uma área de mata fechada. A jaguatirica, que foi vista pelos moradores na manhã de terça-feira (29), no Travessão LC-30, área urbana de Monte Negro (RO), estava a cerca de 15 metros do chão e por falta de equipamentos de resgate não foi retirado de lá pelos órgãos de proteção ambiental

De acordo com o gerente de licenciamento e fiscalização da Sema, Vagner de Lima Bonfim, a secretaria recebeu a recomendação de biólogos, para que isolassem a área e evitassem a aglomeração de curiosos, para assim facilitar que o animal descesse sozinho da árvore. “Estivemos no local até as 21h de ontem e a jaguatirica ainda estava em cima da árvore. Por isso, cremos que ela desceu, após nossa saída. Pela manhã, conversei com moradores, e relataram que não viram mais o animal”, disse Lima, que reiterou que a jaguatirica pode ter ido para uma área de mata fechada que fica próximo a árvore.

A alternativa de esperar que o animal descesse sozinho do ipê foi adotada porque nenhum órgão de proteção ambiental de Rondônia possui equipamentos necessários para fazer esse tipo de resgate. O médico veterinário e superintendente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), Renê Luiz de Oliveira, disse que se caso o mamífero não descesse sozinho, teria que pedir emprestado de algum estado, equipamentos de dardos para sedar o animal, o que não foi necessário.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Movimento para atrasar aulas e dar mais horas de sono a alunos ganha força nos EUA

Estudos científicos americanos sugerem que hora de início das aulas deve obedecer "relógio bilológico" (Foto: Arquivo pessoal)Estudos científicos americanos sugerem que hora
de início das aulas deve obedecer “relógio
bilológico” (Foto: Arquivo pessoal)

Um movimento para que as escolas de High School (equivalente ao Ensino Médio) comecem suas aulas mais tarde, permitindo assim que os alunos tenham mais horas de sono, vem ganhando força nos Estados Unidos.

A ideia não é nova, mas vem conquistando cada vez mais adeptos com a recente publicação de vários estudos sobre os benefícios de ajustar o início das aulas ao relógio biológico dos adolescentes.

Nos últimos meses, até mesmo o secretário de Educação dos Estados Unidos, Arne Duncan, manifestou apoio ao movimento.

‘Senso comum para melhorar desempenho estudantil que muito poucos implementaram: deixe os adolescentes dormirem mais, comece as aulas mais tarde’, disse Duncan em sua conta no Twitter.

‘Acho que entramos no radar nacional’, disse à BBC Brasil a fundadora do movimento Start School Later (Comece a Escola Mais Tarde, em tradução livre), Terra Ziporyn Snider.

Ela é autora de uma petição online, com assinaturas de moradores dos 50 Estados americanos, pedindo que o governo proíba escolas de iniciar as aulas antes das 8h.

Atualmente, segundo o Departamento de Educação, 42% das escolas públicas americanas de Ensino Médio começam as aulas antes das 8h.

‘Acreditamos que, com algum tipo de padrão nacional ou estadual seria mais fácil para as escolas enfrentar a oposição (à mudança de horário)’, afirma Snider, que é doutora em História da Medicina.

Pesquisas
Segundo diversas pesquisas, quanto mais tarde o horário de início das aulas, melhor o desempenho dos adolescentes.

Nessa idade, além de sentir mais sono, eles costumam adormecer mais tarde, por volta das 23h. Com o início das aulas antes das 8h, não dormem as oito horas consideradas necessárias para que tenham um bom desempenho.

Um estudo publicado neste mês pela Universidade de Minnesota, comparando dados de 9 mil estudantes de oito escolas em três Estados, concluiu que escolas cujas aulas começavam a partir das 8h35 apresentavam melhores notas, maiores índices frequência e pontualidade.

Até mesmo as taxas de acidentes automobilísticos com motoristas de idades entre 16 e 18 anos foram reduzidas – em até 70% no caso de uma escola que mudou o horário das 7h35 para as 8h55 (muitos alunos nos Estados Unidos, onde a idade mínima para dirigir varia de Estado para Estado, vão de carro para a escola).

O estudo concluiu ainda que estudantes que dormiam menos de oito horas por noite registravam mais sintomas de depressão e uso de cafeína, drogas e álcool.

Obstáculos
Mas apesar dos benefícios apontados pelas pesquisas, muitas escolas que tentam atrasar o início das aulas enfrentam resistência das comunidades, que nos Estados Unidos costumam ter sua vida organizada em torno dos horários escolares.

Entre os principais obstáculos mencionados estão a interferência na prática de esportes, que geralmente ocorre após as aulas e, assim, sofreria atrasos. Além de dificuldades de reorganizar o cronograma dos ônibus escolares, que costumam fazer mais de uma viagem levando alunos de diferentes séries.

Adversários da mudança também costumam citar o impacto sobre os empregadores que têm estudantes como funcionários de meio turno, além do menor tempo para atividades extracurriculares.

‘Mas o problema real é a norma social sobre o sono nos Estados Unidos’, diz Snider. ‘Simplesmente não encaramos sono e horário escolar, e questões de saúde pública, como questões importantes.’

Pioneira
O movimento para atrasar o início das aulas começou em meados dos anos 1990, quando pesquisas sobre o tema se tornaram mais populares.

Uma das primeiras escolas dos Estados Unidos a adotar a mudança foi a Edina High School, na cidade de Edina, no Estado de Minnesota.

Em 1995, após receber uma carta da Associação Médica do Estado alertando para as conclusões de estudos sobre o tema, a escola decidiu atrasar o início das aulas das 7h25 para as 8h30.

‘No início, muitos pais me perguntavam: ‘Por que vocês estão fazendo isso”, disse à BBC Brasil o superintendente da escola na época, Kenneth Dragseth, hoje aposentado.

‘Muita gente pensava que os adolescentes simplesmente deveriam ser fortes e acordar cedo.’

Segundo Dragseth, após ajustes iniciais, que incluíram mudanças nos horários dos ônibus e dos treinos esportivos, a mudança transcorreu sem problemas.

‘No primeiro ano após a mudança, fizemos uma pesquisa com os pais, e 96% disseram que estavam satisfeitos’, lembra.

‘Uma pesquisa com os alunos demonstrou que estavam se saindo melhor nos testes e mais satisfeitos com o ambiente escolar’, afirma Dragseth.

Esforços
Nos últimos anos, escolas em todo o país vêm adotando horários mais flexíveis. No entanto, para muitos estudantes isso ainda é um sonho distante.

‘Se quiser tomar banho, arrumar o cabelo e comer alguma coisa, preciso acordar às 5h45 para chegar à escola a tempo do início das aulas, às 7h40’, disse à BBC Brasil Rhian Williams, estudante do penúltimo ano do ensino médio no Estado de Michigan.

Ela conta que costuma dormir depois da meia-noite e sempre deixa três despertadores ligados, mas muitas vezes acaba conseguindo sair da cama somente às 7h. ‘Saio correndo de casa, sem comer nada, e tenho que dirigir em alta velocidade para não chegar atrasada.’

Ryan Edwards, 17 anos, prestou depoimento sobre sua rotina ao conselho escolar de sua região, no Estado da Virgínia, em uma discussão sobre a possibilidade de mudar o horário das aulas, que começam às 7h20.

Ele acorda às 6h15 e, depois da escola, trabalha em um restaurante. Nunca chega em casa antes das 22h30.

‘Eu costumava ser um estudante nota A, mas desde que comecei o Ensino Médio, minhas notas caíram. Às vezes mal consigo ficar acordado durante as provas’, disse Edwards à BBC Brasil.

Mudança
Carrie Close, 18 anos, estudante do último ano do Ensino Médio em Farmington, no Maine, chegou a redigir uma proposta para apresentar às autoridades locais pedindo mudanças no horário, mas a iniciativa não foi adiante.

‘Costumo acordar às 6h para estar na escola às 7h45. Não tenho tempo de tomar café da manhã e estou sempre com fome’, disse Close à BBC Brasil.

‘Obviamente não me sinto motivada a estudar. Hoje, primeiro dia de primavera (no Hemisfério Norte), quando acordei ainda era noite e nevava’, conta.

Snider observa que os pais também sofrem com a situação, e cita a experiência com seus três filhos (o mais novo acaba de ingressar na faculdade).

Mas ela acredita que a atenção que o movimento vem ganhando vai acabar mudando a percepção pública.

‘Esse tema tem de ser encarado como questão de saúde. Isso, ao lado de esforços locais, vai levar a uma reforma’, acredita.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Ciberataque deixa Síria sem internet por algumas horas

O acesso a internet ficou totalmente interrompido por algumas horas na Síria nesta quinta-feira (20), segundo várias empresas de acompanhamento de tráfego da rede, por causa de um ataque reivindicado por um grupo denominado Exército CiberEuropeu.

Várias companhias que supervisionam o tráfego de dados pela internet, como Renesys, Akamia e Google, informaram que a suspensão começou às 14h26 local (9h26 em Brasília) durante horas em todo o território sírio, menos em Aleppo, no norte do país.

O serviço não foi interrompido na cidade, que fica no norte do país, por estar vinculado à rede turca.

O chamado Exército CiberEuropeu reivindicou o ataque em sua conta no Twitter e explicou que foi em represália “pelos ataques do Exército Eletrônico Sírio (EES) contra o Ocidente”, em referência a um grupo de hackers sírios, partidários do regime de Bashar al Assad.

O EES já atacou sites de veículos da comunicação ocidentais e recentemente sabotou as contas do Twitter do Barcelona.

‘”Avisamos que eliminaremos a Síria da internet, não fazemos ameaças banais”, ameaçou o exercito CiberEuropeu.

Os cortes de internet são frequentes no território sírio desde o início do conflito armado há três anos.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Ciberataque deixa Síria sem internet por algumas horas

O acesso a internet ficou totalmente interrompido por algumas horas na Síria nesta quinta-feira (20), segundo várias empresas de acompanhamento de tráfego da rede, por causa de um ataque reivindicado por um grupo denominado Exército CiberEuropeu.

Várias companhias que supervisionam o tráfego de dados pela internet, como Renesys, Akamia e Google, informaram que a suspensão começou às 14h26 local (9h26 em Brasília) durante horas em todo o território sírio, menos em Aleppo, no norte do país.

O serviço não foi interrompido na cidade, que fica no norte do país, por estar vinculado à rede turca.

O chamado Exército CiberEuropeu reivindicou o ataque em sua conta no Twitter e explicou que foi em represália “pelos ataques do Exército Eletrônico Sírio (EES) contra o Ocidente”, em referência a um grupo de hackers sírios, partidários do regime de Bashar al Assad.

O EES já atacou sites de veículos da comunicação ocidentais e recentemente sabotou as contas do Twitter do Barcelona.

‘”Avisamos que eliminaremos a Síria da internet, não fazemos ameaças banais”, ameaçou o exercito CiberEuropeu.

Os cortes de internet são frequentes no território sírio desde o início do conflito armado há três anos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia dá ultimato de três horas à Crimeia para libertar prisioneiros

O presidente interino da Ucrânia deu um ultimato de três horas às novas autoridades da Crimeia para libertar o almirante da marinha ucraniana capturado nesta quarta-feira (19), segundo um comunicado.

“O presidente Olexandre Turchinov deu ao poder autoproclmado 3 horas para libertar todos os reféns”, entre eles o almirante Serguii Gaiduk, indicou o comunicado, que fala de medidas adequadas como represália em caso de negativa.

Quase 200 milicianos pró-Rússia ocuparam nesta quarta a sede da Marinha ucraniana em Sebastopol, na Crimeia, sem disparar nenhum tiro, informou o porta-voz da Marinha de Kiev, Serguii Bogdanov.

Os milicianos anunciaram a captura do comandante da Marinha ucraniana, Serguei Gayduk. “(O acesso) Estava bloqueado e (ele) não tinha para onde ir. Foi forçado a sair e o levaram”, disse à imprensa o representante das tropas russas no local, Igor Yeskin.

Oficiais ucranianos, desarmados e vestidos com roupas civis, começaram a deixar o prédo após o domínio do local pelas forças russas, segundo a agência de notícias Reuters.

De acordo com a agência de notícias oficial russa Itar-Tass, os militantes hastearam três bandeiras russas na sede da Marinha ucraniana. Antes de entrar no local, eles protestaram diante do prédio e cortaram a cerca de proteção. As forças russas tomaram controle de pelo menos uma parte da base.

Visto para a Rússia
Também nesta quarta-feira, a Ucrânia decidiu estabelecer a obrigação de vistos para os cidadãos russos. O anúncio foi feito pelo secretário do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa, Andrei Parubi. “Nós encarregamos o Ministério das Relações Exteriores de introduzir um regime de vistos com a Rússia”, declarou Parubi após uma reunião do conselho.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Net prevê conserto a cada 12 horas, e clientes estão sem web há dias, no AM

Site da Net informando sobre os serviços de internet (Foto: Reprodução/Net)Site da Net informando sobre os serviços de
internet (Foto: Reprodução/Net)

O número de telefone 3003-7303 vem sendo utilizado há dias por clientes da empresa Net, em Manaus, como meio de reclamação pelos serviços de internet que estão ausentes ou irregulares há mais de uma semana em diferentes bairros da capital. Cansados de esperar pelo sinal que “não volta” e pelas respostas de atendentes da empresa, os clientes denunciaram o problema ao G1, nesta sexta-feira (14). A Net informou que o problema já foi resolvido, mas os clientes garantem que a inviabilidade de acesso continua.

Os clientes dizem que do outro lado do call center da Net, um atendente virtual avisa que o problema existe, mas que “técnicos estão providenciando o conserto e o serviço voltará a funcionar até meia-noite”. O problema, segundo o bancário Alfredo Cruz, é que o sinal de internet não volta, e o mesmo atendente diz no dia seguinte que o serviço estará normalizado até meio-dia.

“Estou cansado de tanta desculpa e de tanta previsão mentirosa. Além da máquina virtual, os outros atendentes uma hora falam que o problema pode ser na minha casa, outra hora dizem que o problema é geral na região em que moro. O fato é que desde o carnaval estou sem internet, estou pagando pelo serviço, e eles dizem que não podem mandar técnico para resolver, pois o problema é coletivo”, disse Cruz, morador do Bairro Planalto, na Zona Centro-Oeste da capital.

O estudante Victor Brasil, morador do Bairro Aleixo, Zona Centro-Sul, diz que há semanas está utilizando o sinal 3G do telefone celular como forma de conseguir acesso à internet. De acordo com ele, apesar de não ser um serviço com velocidade boa na capital, o 3G está melhor que a banda larga da empresa Net. “Preciso fazer trabalho da escola e não consigo navegar com o sinal da Net. Quem me salva é a internet do celular, que apesar de ser mais lenta está mais eficiente no momento”, afirma.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Net divulgou nota informando que uma ocorrência técnica em um fornecedor de conexão com a internet causou instabilidade no serviço de banda larga da empresa em alguns bairros de Manaus. Segundo a empresa, equipes técnicas foram acionadas e o serviço foi normalizado na quinta-feira (13).

Ao G1, na tarde desta sexta, os clientes garantiram que os problemas continuam e que não estão acessando a internet. A assessoria da empresa disse que vai solicitar que técnicos entrem em contanto com os clientes afetados pelo problema.

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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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