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Polícia prende ladrão com ajuda de ‘pior retrato falado da história’

A polícia do condado de Lamar no estado do Texas, nos Estados Unidos, conseguiu prender um criminoso de 32 anos acusado de roubo que teve o retrato falado divulgado de forma viral pelo fato de a ilustração se parecer com um desenho feito por uma criança, e que chegou a ser considerado o “pior retrato falado da história”.

De acordo com o jornal “Chron”, Glenn Edwin Rundles foi preso duas semanas após a divulgação de seu retrato curioso, quando um policial da cidade texana de Paris conseguiu reconhecer um suspeito do caso a partir do desenho.

Glenn Edwin Rundles foi preso após divulgação de retrato falado 'bizarro' (Foto: Divulgação/Lamar County Sheriff’s Department)Glenn Edwin Rundles foi preso após divulgação de retrato falado ‘bizarro’ (Foto: Divulgação/Lamar County Sheriff’s Department)

Rundles teria roubado duas mulheres na manhã do dia 16/1 com uma faca, e conseguido fugir com os pertences da dupla em seguida, conforme o jornal “eParis Extra”.

À época do crime, a polícia ainda fez questão de destacar que o retrato “não era uma representação fiel do suspeito, mas apenas uma semelhança”. Mesmo assim, oficiais do escritório do xerife sublinharam a importância do desenho na investigação.

“[Glenn] começou a esconder sua identidade depois que viu o retrato falado nos jornais e até cobriu uma tatuagem que tinha no pescoço para tentar passar despercebido”, comentou o oficial Jeff Springer, membro do escritório do xerife de Lamar.

O americano foi preso e acusado de roubo com arma letal, invasão a residência, resistência à prisão, conduta criminosa e exposição indecente, e teve fiança estabelecida em R$ 135 mil.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Garçonete emociona clientes com história e ganha gorjeta de R$ 14 mil

Uma garçonete de apenas 18 anos de Licoln, no estado de Nebraska (EUA), ganhou uma gorjeta bastante generosa de dois clientes misteriosos, que ficaram encantados com a história de vida – e simpatia – da moça.

A dupla entrou no “Cracker Barrel” e foi atendida por Abigail Sailors e, após fazer o pedido, perguntaram por que a moça estava tão feliz, de acordo com o jornal “JournalStar”.

Abigail Sailors recebeu gorjeta de R$ 14 mil após contar sua história para dois clientes em restaurante nos EUA (Foto: Reprodução/Facebook/Abigail Sailors )Abigail Sailors recebeu gorjeta de R$ 14 mil após contar sua história para dois clientes em restaurante nos EUA (Foto: Reprodução/Facebook/Abigail Sailors )

Enquanto servia os clientes, Abigail contou que ainda era um bebê quando seus pais sofreram um acidente de carro, deixando a mãe com sequelas permanentes. Após o fato, ela e a irmã foram deixadas com três famílias adotivas diferentes, que não tratavam bem as crianças.

No entanto, depois das experiências traumáticas, as meninas acabaram adotadas por John e Susi Sailors, que deram todo o carinho e atenção necessários, tornando-as parte da família. Abigail chegou até a adotar o sobrenome da família como o seu desde então. Ela disse que mantém contato com a mãe, que recebe tratamento em uma clínica, mas que não fala com o pai.

A garçonete contou também que se sentia grata por ter sido acolhida por pessoas tão boas, e que estava trabalhando para pagar seus estudos em psicologia, mas não teria dinheiro para custear o próximo semestre.

Depois de ouvirem a história e perguntarem diversas coisas, um dos homens fez dois cheques: um de US$ 5 mil em nome da instituição de ensino, e outro de US$ 1 mil para que a jovem usasse para outras despesas, totalizando US$ 6 mil (cerca de R$ 14 mil). Por fim, o cliente deixou mais US$ 100 de gorjeta, que Sailors dividiu com outra garçonete.

“Não conseguia acreditar. Tentei agradecer e eles disseram ‘agradeça a Deus’”, contou Abigail, que decidiu preservar o nome dos clientes.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Conheça a história do homem que passou 41 anos na solitária nos EUA

Drama de Wallace revela condições de confinamento em prisões americanas (Foto: AFP)Drama de Wallace revela condições de
confinamento em prisões americanas (Foto: AFP)

A libertação do prisioneiro americano Herman Wallace, que permaneceu 41 anos em confinamento solitário nos EUA, reacendeu a polêmica sobre a adoção desse tipo de pensa no sistema carcerário do país.

Condenado no início dos anos 70 por homicídio, Wallace, um ex-integrante do Partido dos Panteras Negras, que lutava pelos direitos dos negros americanos principalmente nas décadas de 1960 e 1970, passou as últimas quatro décadas confinado em um espaço de menos de seis metros quadrados.

Durante o período, ele só saía para o banho de sol e era impedido de conviver com os demais presos.

Na manhã da última terça-feira, Wallace ouviu da maca de um hospital penitenciário, onde tratava um câncer no fígado, a notícia de que um juiz havia revertido sua condenação – e ficou compreensivelmente cético.

‘Eu disse, ‘Herman, você é um homem livre’, contou Carine Williams, advogada do ex-prisioneiro.

‘Ele disse, ‘Não, eu não sou. Sei onde estou”, acrescentou ela. Wallace olhou ao redor e identificou a sala na prisão.

Naquele dia, ele manteve a compostura. É uma técnica de sobrevivência que ele aperfeiçoou ao longo de décadas de prisão.

Wallace foi liberado – e levado para um hospital comum.

’23 horas por dia’
Ele cumpria pena por homicídio na Penitenciária de Angola, no Estado da Louisiana. Ele e outro preso, Albert Woodfox, foram condenados à morte por esfaqueamento de um guarda prisional, Brent Miller, em abril de 1972.

Wallace foi colocado em isolamento – primeiro em Angola e, depois, em Saint Gabriel, um castigo que “devora vítimas incessantemente e sem piedade”, pelo menos de acordo com Alexis de Tocqueville, autor de ‘Da Democracia na América’ (1835), uma das obras que melhor retratam o sistema político adotado pelos EUA.

Mais de 81 mil prisioneiros são mantidos em confinamento solitário nos EUA, disse o senador Richard Durbin, em uma audiência em junho de 2012, citando um relatório do Gabinete de Estatísticas da Justiça do país.

Muitos deles são colocados na solitária por terem atacado ou matado outro detento ou um guarda. Outros porque são membros de gangues – e considerados perigosos.

Segundo o professor Craig Haney, da Universidade da Califórnia, presos em confinamento solitário são mantidos em suas celas ‘em média, 23 horas por dia’.

Sem afeto
“Presos passam anos – em alguns casos, décadas – sem tocar outro ser humano com afeto”, disse ele. “O vazio e a ociosidade que permeiam as unidades de confinamento solitário são profundos e envolventes”.

Alguns prisioneiros em confinamento solitário cometem suicídio. Outros se autoflagelam. Haney relembra o caso de um homem no Novo México que “usou uma agulha improvisada e a linha de sua fronha para costurar a boca e fechá-la completamente”.

No verão passado, 30 mil prisioneiros da Califórnia iniciaram uma greve de fome para protestar contra a solitária. Legisladores estaduais disseram que analisariam a questão – e a greve foi cancelada.

Anos atrás, os presos na prisão de Angola reagiram com um misto de raiva e angústia à forma como Wallace e outros prisioneiros eram tratados em suas celas isoladas.

Wilbert Rideau, que estava preso naquela ocasião, disse: “Nós sabíamos que havia um lugar chamado CCR”, acrônimo para “Centro de Confinamento Restrito”, o lugar onde foram trancados Wallace e outros detentos.

“Nós simplesmente não sabemos por quanto tempo eles ficaram lá”, diz Rideau.

‘Casa de Herman’
Após pesquisas, Rideau, que atua como editor da revista The Angolite, que circula na própria prisão, descobriu que Wallace ficou isolado por mais de 15 anos.

O levantamento resultou em uma reportagem sobre o caso de Wallace e de outros presos em confinamento solitário.

Até aquele momento, Wallace e os outros homens na solitária eram basicamente “desconhecidos pelo mundo”, diz Rideau, autor de um livro de memórias, O Lugar da Justiça. Wallace disse a um de seus advogados, George Kendall, que “esta é a coisa mais cruel que um homem pode fazer a outro”.

Em uma cela com menos de seis metros quadrados, Wallace ficou em forma fazendo levantamento de pesos que ele construiu com jornais velhos. Também leu obras sobre os Panteras Negras e qualquer outra coisa que caía em suas mãos.

‘Eu dizia: ‘O que está acontecendo no Oriente Médio?’ e ele dizia: ‘OK, de qual país que você quer falar?'”, lembra Kendall.

Wallace respondia a cartas – ele tem um fluxo constante de correspondências – e trabalhou em sua apelação. “Este homem é o Muhammad Ali do sistema de justiça criminal. Ele não desiste”, diz Carine.

De acordo com muitos relatos, as provas contra Wallace e o outro preso eram fracas. Eles não deixaram impressões digitais no local onde Miller foi morto, por exemplo. Mesmo a viúva de Miller, Teenie Verret, disse ter dúvidas sobre o processo contra eles – e esperava que fossem tratados de forma justa.

“Se eles não cometeram o crime, acho que eles precisam sair”, disse ela à ‘NBC Nightly News’, em março de 2008.

Fraqueza
Nas últimas semanas, Wallace começou a se sentir cada vez mais fraco. Quando Kendall foi visitá-lo na clínica médica, ele notou uma pilha de oito centímetros de cartas sobre uma bandeja de comida.

‘Ele disse, ‘Eu preciso respondê-las.’ Ele se sentiu muito mal com isso’, diz Kendall.

Na terça-feira à noite, a advogada Carine subiu com ele em uma ambulância e foi até os limites da prisão. Ela disse que ele iria sair – e que iria revê-lo mais tarde, naquela noite.

“Eu perguntei ‘Você está bem?’ Ele disse, ‘Estou. Apenas me tire daqui”.

Ele foi levado para um pronto-socorro do hospital universitário local, em Nova Orleans. Àquela altura, mal conseguia falar. “Você podia vê-lo lutando”, diz Carine. “Cada palavra era preciosa”.

Ele tinha algo a dizer, no entanto. “Ele disse, ‘eu sou livre”, lembra ela. “Ele disse novamente três ou quatro vezes”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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‘Privilégio de ser homem’: A história de um transexual paquistanês em Londres

Sabah Choudrey (à dir.) iniciou tratamento para mudança do gênero feminino para o masculino há três anos (Foto: BBC/Arquivo pessoal)Sabah Choudrey (à dir.) iniciou tratamento para mudança do gênero feminino para o masculino há três anos (Foto: BBC/Arquivo pessoal)

Crescer como uma menina que se sente como um menino é algo desafiador para qualquer um, em qualquer lugar do mundo. Mas diferentes culturas podem responder de maneiras surpreendentes.

Sabah Choudrey, de 23 anos, ganhou destaque recentemente por organizar uma das primeiras paradas da Grã-Bretanha exclusivamente para transexuais, a Trans Pride, na cidade de Brighton, no sul do país.

O jovem britânico, que nasceu biologicamente como uma menina, no oeste de Londres, tem avós paquistaneses. Os pais nasceram no Reino Unido, mas mantêm os valores de origem.

Em entrevista à BBC Brasil, ele conta que após a adolescência se identificou como lésbica, e viveu três anos assim, e que ao ‘sair do armário’ encontrou bastante resistência da família, que teve dificuldades em lidar com sua orientação sexual.

‘As lembranças da época em que saí do armário são nebulosas e distantes. Foi difícil, mas eu tento esquecer as primeiras conversas, os sentimentos iniciais, as coisas que foram ditas. Nem gosto de lembrar’, diz.

Sabah, que tem uma irmã gêmea, era uma menina introspectiva e gordinha. Nunca foi alvo de bullying, mas também não estava entre as crianças mais populares da escola. Passou a maior parte da infância lendo livros e lidando com a vontade de ser um menino. Muitas vezes chegou a pensar que não haveria solução, mas manteve o dilema para si, por temer a reação da família.

‘Eu acho que a maneira com a qual meus pais foram criados definitivamente impactou suas visões sobre gênero e sexualidade, simplesmente porque era um assunto que jamais foi explorado em sua educação e criação. A cultura do sul da Ásia é assim’, explica.

Três anos atrás, após tomar a decisão de começar o tratamento para a mudança de sexo, no entanto, teve que enfrentar uma segunda ‘saída do armário’, mas desta vez a notícia foi recebida com muito mais tranquilidade.

‘Privilégio de ser homem’
Sabah conta que, ao contrário do que ocorreu com sua primeira revelação, quando disse que passaria a se relacionar com outras mulheres, ao explicar aos pais que tinha decidido mudar de sexo a reação foi positiva.

‘Na cultura paquistanesa, há muito preconceito contra os transexuais que mudam do gênero masculino para o feminino, já que ser homem é visto como um grande privilégio. Na verdade, para eles ser homem é a melhor coisa que pode acontecer na vida de uma pessoa, então abrir mão disso para se tornar uma mulher simplesmente não faz sentido. Eu acho que é por isso que não senti preconceito da minha família quanto à essa decisão’, diz.

Mesmo assim, Sabah também teve que lidar com a reação das amigas lésbicas. Algumas viram sua decisão de tornar-se um homem como uma espécie de traição, mas aos poucos aprenderam a aceitar a novidade. Morando em Brighton desde que saiu da casa dos pais, ele diz que não foi fácil enfrentar a comunidade local.

‘Para mim, pessoalmente, foi mais difícil pelo fato de eu ser do sul da Ásia e nunca ter conhecido outra pessoa transexual do sul da Ásia em Brighton. Eu acho que também não há muitas lésbicas do sul da Ásia na região. É uma área predominantemente ocidental, e eu tive que enfrentar, superar mesmo, os dois estereótipos’.

Trans Pride
Sabah acredita que a comunidade transexual ainda lida com muitas das questões e preconceitos que os gays tiveram que enfrentar nos anos 1970, sobretudo os estereótipos negativos e a rejeição da sociedade, que nega sua entrada no mercado de trabalho e outras áreas onde os homossexuais já trafegam com mais liberdade.

‘Eu espero que este evento aumente nossa visibilidade, mostrando às pessoas que somos uma comunidade, e não um fetiche, um caso médico, ou algum tipo de aberração. A história dos transexuais é bastante obscura, e não vem tendo tantos progressos como a história dos gays’, diz.

Stephanie Scott, que também participou da organização do evento, explica que os transexuais sofrem preconceito e são vítimas de ataques não só da sociedade em geral, mas até mesmo por parte de homossexuais.

‘Eu mesma já sofri ataques em locais supostamente LGBT e em eventos de orgulho gay, e achei que já era hora de os transexuais terem um espaço para celebrar suas vidas com seus amigos, parceiros e companheiros’, conta.

Para Sabah, o evento também é uma comemoração de uma intensa trajetória pessoal, permeada de traumas e dificuldades – sobretudo com relação à família.

‘Agora eles veem que eu estou feliz e que na verdade podem até ter orgulho de mim’, diz.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Miley Cyrus diz que ‘queria fazer história’ com performance no VMA

Robin Thicke e Miley Cyrus se apresentam no VMA 2013 (Foto: Rick Diamond/Getty Images for MTV/AFP )Robin Thicke e Miley Cyrus se apresentam no VMA 2013 (Foto: Rick Diamond/Getty Images for MTV/AFP )

Miley Cyrus comentou sua polêmica apresentação no Video Music Awards 2013. “Eu e Robin ficamos falando o tempo todo: ‘Você sabe que vamos fazer história hoje'”, disse a cantora, em entrevista para o site da MTV americana. “Vocês estão pensando mais sobre isso do que eu pensei quando estava fazendo. Eu pensei em nada, porque estava só sendo eu mesma”.

Na premiação da MTV dos EUA, realizada no fim de agosto, ela cantou uma música (“We can’t stop”) e dançou acompanhada do cantor Robin Thicke em outra canção, o hit “Blurred lines”. A ex-estrela teen americana fez uma coreografia bastante comentada, mostrando a língua, e fez o “twerk”, tipo de dança sensual da música pop, no qual o artista se abaixa e rebola.

Miley disse que não pensa nos comentários negativos. “Quantas vezes já vimos isso acontecer na música pop? Madonna fez isso. Britney fez. Em toda apresentação de VMA, existe uma busca que você faz; você está querendo fazer história”, explicou.

Miley Cyrus canta no Video Music Award, neste domingo (25), em Nova York (Foto: Reuters/Lucas Jackson)Miley Cyrus canta no Video Music Award, neste domingo (25), em Nova York (Foto: Reuters/Lucas Jackson)

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Música

 

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Miley Cyrus diz que ‘queria fazer história’ com performance no VMA

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Robin Thicke e Miley Cyrus se apresentam no VMA 2013 (Foto: Rick Diamond/Getty Images for MTV/AFP )Robin Thicke e Miley Cyrus se apresentam no VMA 2013 (Foto: Rick Diamond/Getty Images for MTV/AFP )

Miley Cyrus comentou sua polêmica apresentação no Video Music Awards 2013. “Eu e Robin ficamos falando o tempo todo: ‘Você sabe que vamos fazer história hoje'”, disse a cantora, em entrevista para o site da MTV americana. “Vocês estão pensando mais sobre isso do que eu pensei quando estava fazendo. Eu pensei em nada, porque estava só sendo eu mesma”.

Na premiação da MTV dos EUA, realizada no fim de agosto, ela cantou uma música (“We can’t stop”) e dançou acompanhada do cantor Robin Thicke em outra canção, o hit “Blurred lines”. A ex-estrela teen americana fez uma coreografia bastante comentada, mostrando a língua, e fez o “twerk”, tipo de dança sensual da música pop, no qual o artista se abaixa e rebola.

Miley disse que não pensa nos comentários negativos. “Quantas vezes já vimos isso acontecer na música pop? Madonna fez isso. Britney fez. Em toda apresentação de VMA, existe uma busca que você faz; você está querendo fazer história”, explicou.

Miley Cyrus canta no Video Music Award, neste domingo (25), em Nova York (Foto: Reuters/Lucas Jackson)Miley Cyrus canta no Video Music Award, neste domingo (25), em Nova York (Foto: Reuters/Lucas Jackson)

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Música

 

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iPad completa 3 anos: conheça a história do tablet da Apple

Lançado em abril de 2010, aparelho já registra mais de 100 milhões de unidades vendidas e continua liderando mercado. No total, já foram 5 versões. Em 3 de abril de 2010, há exatos três anos, o iPad começava a ser vendido de forma oficial nos Estados Unidos. Apresentado em janeiro daquele ano pela Apple, o aparelho foi responsável por criar o mercado de tablets, que ainda lidera. Segundo a iDC, o iPad fechou 2012 com 53% do mercado contra 42% dos tablets Android – a consultoria prevê que o sistema do Google passe a liderar o segmento até dezembro de 2013.

Deste então, o gadget que foi chamado de “mágico e revolucionário” por Steve Jobs em 2010, já registra um total de mais de 120 milhões de unidades de vendidas. Foram quatro versões com a tela “normal”, de 9,7 polegadas, além de uma edição menor, chamada de iPad Mini e que traz um display de 7,9 polegadas.

Nesses três anos, o tablet da Apple viu a chegada de muitos e muitos rivais, mas continua firme no topo do ranking, apesar dos esforços de fabricantes como Samsung, Motorola, BlackBerry e Microsoft mais recentemente.

Confira abaixo um breve histórico  (e um infográfico) sobre os quatro iPads “padrão” e o iPad Mini, que ainda não foi lançado de forma oficial no Brasil – apesar de já ter recebido a homologação da Anatel.

Leia também:

– Tudo que você precisa saber antes de comprar um iPad

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Lançado em 2011, iPad 2 (foto) continua sendo vendido pela Apple

iPad 1

Apresentado em janeiro de 2010 em meio a muita expectativa, o aparelho foi um enorme sucesso ao preencher a lacuna entre “um smartphone e um laptop”, como definiu Jobs na época. Com preços a partir de 499 dólares nos EUA, que se mantém iguais até hoje no país, o aparelho registrou ótimas vendas e deu início a “corrida dos tablets”. Disponível apenas na cor preta.

iPad 2

Menos de um ano depois, em março de 2011, foi a vez do iPad 2 chegar trazendo algumas melhorias em relação ao original, como o processador dual-core A5 mais rápido. Além disso, a segunda geração do iPad era 33% mais fina do que o antecessor e ganhou uma câmera frontal para videochamadas e suporte para vídeos em HD na câmera traseira. A partir dessa versão, a Apple passou a lançar o aparelho em duas cores: preto e branco.

No entanto, a maior surpresa no anúncio do iPad 2 ficou por conta da presença de Steve Jobs, que estava de licença médica na época. O cofundador da Apple faleceu em outubro daquele ano.

iPad 3 (ou Novo iPad)

Lançada com muito barulho em março de 2012, a terceira geração do tablet trazia a Tela Retina, de altíssima resolução, como seu maior trunfo. O aparelho ficou um pouco mais grosso e espesso e irritou muitos usuários, que reclamaram de problemas de superaquecimento do produto.

iPad 4 (ou iPad com Tela Retina)

Apenas sete meses depois do iPad 3, a Apple surpreendeu a todos e lançou a quarta geração do tablet. Com design idêntico e poucas novidades em relação ao antecessor, o lançamento irritou os consumidores que haviam comprado o iPad 3 no início daquele ano – a Apple foi inclusive alvo de processos na justiça nos EUA e Brasil por conta disso. Para diversos analistas, os problemas de superaquecimento do iPad 3 e a introdução do novo conector Lightning foram as principais razões para o fim “prematuro” da terceira geração do tablet.

iPad Mini

Após muitos rumores, a Apple finalmente cedeu a pressão dos rivais Android, disponíveis em diversos tamanhos, e apresentou uma versão menor do iPad – no mesmo evento em que lançou o iPad 4. Com tela de 7,9 polegadas, o Mini possui uma proporção de tela igual aos modelos com display maior, de 9,7 polegadas, o que permite aos usuários rodarem todos os aplicativos normalmente. A principal crítica ficou por conta do preço, 329 dólares nos EUA, e o fato do aparelho não trazer Tela Retina, a exemplo dos iPads 3 e 4.

Preços do iPad no Brasil

Apesar de ser vendido pelos mesmos valores desde 2010 nos EUA (a partir de 500 dólares), o iPad já teve diversos preços praticados no Brasil. A má notícia é que os valores aumentaram por aqui nesse período.

Na época do lançamento do primeiro iPad, em dezembro de 2010, o tablet custava 1.650 reais em sua versão de entrada, com 16GB e Wi-Fi. O iPad 4, versão mais recente do modelo “padrão” do tablet, atualmente tem preços a partir de 1.750 reais na loja online da Apple Brasil. O mais curioso disso é que o iPad 3, lançado em março de 2012 nos EUA, chegou ao Brasil dois meses depois custando 1.550 reais – 200 reais a menos do que o cobrado pelo seu sucessor no país.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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