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Grupos humanitários questionam eficácia de ajuda entregue à Síria

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Sete semanas depois de caminhões de ajuda humanitária da ONU atravessarem a fronteira da Turquia para a Síria pela primeira vez, trabalhadores e autoridades de ajuda humanitária lotados no centro turco de ajuda ainda não sabem onde os suprimentos foram parar.

O comboio de 78 caminhões com comida, leitos e remédios destinados sobretudo à província curda de Hasakah foi considerado um teste da boa vontade das autoridades sírias e dos rebeldes em atender a uma resolução da ONU que exige a permissão de passagem da ajuda humanitária nas linhas de frente do conflito e fronteiras, nas rotas mais diretas aos necessitados.

Mas nenhuma lista de distribuição foi entregue relacionada a essa ou qualquer outra remessa da ONU desde a resolução, dizem os funcionário de ajuda humanitária em Gaziantep, perto da fronteira turca, o que dificulta os esforços de uma série de entidades que tentam coordenar uma resposta à pior crise humanitária do mundo.

“Ainda não sabemos para onde foi o comboio e não nos sentimos confortáveis com isso. A ONU está refém do regime (sírio)”, disse uma autoridade turca, sob condição de anonimato, já que seu governo ainda não se posicionou publicamente sobre o assunto.

De acordo com o estipulado pelo governo sírio, a entrega foi repassada a agência sírias parceiras, incluindo o Crescente Vermelho Árabe sírio.

Funcionários da ONU chegam à cidade velha de Homs para entregar ajuda humanitária neste sábado (8) (Foto: AFP)Funcionários da ONU chegam à cidade velha de Homs para entregar ajuda humanitária em fevereiro(Foto: AFP)

A Reuters questionou a ONU em Damasco por informações sobre a distribuição final dos suprimentos em Hasakah, mas ninguém estava disponível para falar sobre o assunto. O Crescente Vermelho Árabe na Síria não pôde ser contatado.

A resolução da ONU, adotada pelo Conselho de Segurança em fevereiro, em uma rara demonstração de unanimidade sobre a Síria, tinha como objetivo impulsionar o acesso da ajuda humanitária e ameaçava tomar “medidas adicionais” se o governo sírio e os rebeldes não atendessem à determinação.

Mas a falta de transparência em torno das entregas da ONU torna o monitoramento difícil, de acordo com organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, que escreveram no mês passado a diversos integrantes do Conselho de Segurança da ONU, alertando que a falta de coordenação significava que a ajuda não estava chegando às áreas prioritárias.

“É um dano em dobro, porque não há prestação de contas, transparência e coordenação, e a todo momento Assad se atribui o crédito (pelas entregas de ajuda humanitária) e criminaliza qualquer um que atravesse a fronteira em áreas controladas por rebeldes”, disse o gestor de projetos de uma ONG ocidental que pediu anonimato, sob o temor de prejudicar ainda mais as já frágeis relações com o órgão multilateral.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Grupos pró-Rússia tomam dois navios de guerra na Crimeia

tripulação ucraniana do navio Pridniprovya deixa a embarcação que foi tomada por forças pró-russas em Sevastopol, na Crimeia, nesta quinta0feira (20) (Foto: Andrew Lubimov/AP)Tripulação ucraniana do navio Pridniprovya deixa a embarcação que foi tomada por forças pró-russas em Sevastopol, na Crimeia, nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Lubimov/AP)

Grupos pró-Rússia se apoderaram de dois navios ucranianos nesta quinta-feira (20) em Sevastopol, na Crimeia. Segundo a agência de notícias Associated Press, tiros foram ouvidos, mas não houve registro de feridos quando o navio corveta Khmelnitsky foi tomado em Sevastopol. Segundo a agência, outro navio também foi tomado em situação parecida. O Ministério da Defesa não tinha informações a respeito do incidente.

A Ucrânia diz que suas tropas estão sendo ameaçadas na Crimeia, região separatista que foi considerada “território russo” pelo governo de Vladimir Putin. A União Europeia anunciou que estuda novas sanções contra a Rússia pela anexação da península do Mar Negro. As tensões permanecem na região, apesar da liberação de um comandante naval ucraniano que era mantido refém por forças pró-russas na região.

O vice-ministro da Defesa da Ucrânia, Leonid Polyakov, acusou as tropas russas de ameaçar constantemente as bases militares de soldados ucranianos. Em Genebra, o embaixador da Ucrânia para as Nações Unidas alertou para uma forte deterioração das relações entre os países vizinhos, dizendo que a Rússia parece se preparar para uma invasão de mais áreas de seu país.

Em um pronunciamento ao Parlamento em Berlim, a chanceler Angela Merkel disse que a União Europeia estava preparando novas sanções contra a Rússia e que um encontro do G-8, cuja presidência é assumida pela Rússia, foi cancelado.

As forças russas tomaram o controle da região separatista da Ucrânia com maioria de russos, a Crimeia, há duas semanas, após uma crise política que derrubou o presidente ucraniano, Viktor Yanukovych. A crise no país começou no fim do ano passado, quando Yanukovych desfez um acordo com os europeus e em troca negociou um tratado com a Rússia – o que enfureceu ucranianos pró-Europa do centro e oeste do país.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Centenas de grupos armados operam na Síria, diz relatório da ONU

Centenas de grupos armados operam atualmente na Síria e facções de ideologia extremista, particularmente o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), cometem atrocidades cada vez maiores, segundo a comissão investigadora da ONU sobre as violações dos direitos humanos no país, órgão presidido pelo diplomata brasileiro Paulo Sergio Pinheiro.

“Combatentes estrangeiros ingressaram na Síria, incorporando-se frequentemente aos batalhões mais extremistas. Os grupos armados se organizam em coalizões, enquanto as tensões pelo controle político, dos recursos e ideológico persistem”, segundo um relatório apresentado nesta terça-feira (18) ao Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDH).

Na etapa mais recente da guerra civil, que começou há três anos com revoltas civis a favor da democracia, os grupos radicais aumentaram atos como execuções em massa de detidos, torturas e a utilização de crianças no conflito.

A comissão apresentou uma versão mais atualizada de seu último relatório, que cobre o período de 20 de janeiro até o dia 10 de março.

Por meio da descrição detalhada de vários crimes contra civis, os membros da comissão denunciaram que os combatentes do EIIL concorrem com as forças governamentais em relação à gravidade de seus abusos.

Pinheiro afirmou que as rivalidades entre grupos rebeldes levaram a uma escalada da violência entre as facções no norte e noroeste da Síria.

A comissão acusa os grupos armados radicais, em diferentes passagens do documento, de crimes de guerra.

A Frente Síria Revolucionária, a Frente Islâmica e o Exército Mujahedin tomaram em janeiro o controle de bases do EIIL no norte, depois que o Estado Islâmico do Iraque e do Levante praticou uma execução em massa de detidos.

De acordo com o relatório, o EIIL, quando percebe uma derrota, seleciona prisioneiros e os mata no mesmo local onde estão detidos ou em algum lugar próximo.

A comissão também relata o uso por parte desse grupo extremista de um hospital infantil como base de operações e centro de detenção, assim como a utilização de menores no conflito, em funções como combatentes ou mensageiros.

O EIIL transformou em comuns -segundo os fatos documentados pela comissão da ONU- métodos terroristas como uso de carros-bomba e ataques suicidas contra alvos civis.

No relatório, a comissão denuncia também o governo por lançar ataques -incluído barris repletos de explosivos lançados do ar- “sem fazer nenhum esforço por distinguir civis e alvos militares”.

Em relação aos ataques, “o governo não adverte antes e há poucas possibilidade de se afastar da área sobre a qual se lança o barril, geralmente de helicópteros”.

O governo também é acusado de continuar praticando a tortura em seus centros de detenção.

Além disso, ambas as partes envolvidas no conflito utilizam o cerco militar e o bloqueio de áreas civis em suas estratégias que, finalmente, impactam principalmente os civis.

As forças oficiais mantêm seu cerco sobre Moadamiya, áreas periféricas de Damasco, o centro histórico de Homs e o restabeleceu no campo de refugiados palestinos de Yarmouk, onde residentes passaram por uma situação de fome extrema.

Por sua parte, os grupos radicais “cortaram o abastecimento de água e eletricidade de zonas civis como uma tática militar”.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Primeiro-ministro iraquiano promete eliminar todos os grupos terroristas

O primeiro-ministro iraquiano Nuri al Maliki prometeu neste sábado (4) eliminar “todos os grupos terroristas” da província de Anbar, onde um grupo afiliado à Al-Qaeda conquistou a cidade de Fallujah.

“Não descansaremos até que derrotemos todos os grupos terroristas e salvemos nosso povo em Anbar”, declarou Maliki, segundo uma TV estatal.

Milicianos vinculados à Al-Qaeda assumiram o controle total neste sábado da cidade iraquiana de Fallujah, dias depois do início dos confrontos provocados pelo desmantelamento de um acampamento de opositores ao primeiro-ministro xiita, Nuri al- Maliki, na província sunita de Al-Anbar, afirmaram os serviços de segurança.

A TV acrescentou que o grupo extremista sunita designou um governo para a cidade declarada no dia anterior como “estado islâmico” pelo Estado Islmico do Iraque e do Levante (EIIL).

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Grupos de oposição intensificam crimes na Síria, diz relatório da ONU

Rebeldes que incluem combatentes estrangeiros travando uma “jihad”, ou guerra santa, estão cometendo chacinas, crimes e outros abusos no norte da Síria, disseram investigadores de direitos humanos da ONU nesta segunda-feira (16).

“Por todo norte da Síria tem havido um aumento de crimes e abusos cometidos por grupos de extremistas armados antigoverno e também um fluxo de entrada de combatentes rebeldes estrangeiros”, disse o chefe da equipe de investigação, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“Brigadas inteiras são agora formadas por combatentes que entraram na Síria. O Al Muhajireen é uma das ativas”, acrescentou.

Os investigadores haviam dito anteriormente que combatentes estrangeiros de mais de 10 países, incluindo do Afeganistão e da região russa da Chechênia, assim como forças da Al-Nusra, ligada à Al-Qaeda, apoiam os rebeldes sírios. O Hezbollah, do Líbano, luta ao lado das forças do governo.

“Agora deve haver mais. A questão é que esses elementos extremos possuem sua própria agenda e certamente não é uma agenda democrática que querem impor”, disse o membro da comissão Vitit Muntarbhorn.

Pinheiro, que relata sobre suspeitas de crimes de guerra desde 15 de julho, disse também que o governo do presidente Bashar al-Assad continua sua campanha implacável de bombardeios aéreos e de artilharia por todo o país.

Uma bomba incendiária lançada por um avião de guerra do governo sobre uma escola no interior de Aleppo em 26 de agosto matou pelo menos 8 estudantes e 50 sofreram queimaduras horríveis em até 80% do corpo, disse ele, citando relatos de sobreviventes.

Acordo
Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Rússia concordaram que a Síria deve enfrentar consequências se não cumprir totalmente com a resolução da ONU para entregar seu arsenal de armas químicas, disse o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, nesta segunda-feira (16).

“Se (o presidente sírio, Bashar al) Assad não cumprir o prazo para cumprir os termos, não se enganem, estamos todos de acordo –e isso inclui a Rússia– que haverá consequências”, disse Kerry em entrevista coletiva em Paris com os seus colegas francês e britânico.

Pelo acordo firmado entre Estados Unidos e Rússia, a Síria terá de entregar em uma semana informação sobre seu arsenal de armas químicas para evitar um ataque. Se a Síria não cumprir os procedimentos para eliminar suas armas químicas, a ameaça de uso de força será incluída em uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Grupos empresariais ganham destaque no Prêmio IT Leaders 2012

Dos 457 profissionais que estão à frente da TI e concorreram ao troféu de destaque do ano, 20 fazem parte de conglomerados. Cinco deles, estão entre os top 100 CIOs brasileiros.

A 12ª edição do Prêmio IT Leaders, promovido pela revista COMPUTERWORLD em parceria com a consultoria IDC Brasil, incorporou a categoria Grupos, que inclui conglomerados empresariais que atuam em diferentes segmentos. Dos 457 executivos que estão à frente dessas companhias e concorreram ao troféu de destaque do ano, 20 fazem parte de Grupos. Cinco deles estão entre os top 100 CIOs brasileiros. 

São finalistas dessa categoria Fabio Faria, diretor corporativo de TI da Votorantim; Ricardo Gomes de Castro, diretor de TI da CSC Camargo Corrêa; e Eder Fantini Junqueira, gerente de TI da Jalles Machado. O vencedor será conhecido no dia 27/09, em evento em São Paulo.

Segundo Célia Sarauza, gerente de pesquisas e consultoria da IDC e coordenadora do estudo IT Leaders, nas edições anteriores do prêmio, líderes de TI de Grupos se inscreveram e em razão da diversidade de atuação, o desafio era encaixá-los em uma categoria. “Decidimos, então, inserí-los em um segmento específico”, explica.

“Pela complexidade de atuação do gestor de tecnologia da informação dessas empresas, entendemos que ele teria de ser analisado de forma particular”, completa Murilo Martino, editor da edição especial COMPUTERWORLD IT Leaders 2012.

Célia aponta que o CIO de Grupos tem uma complexidade maior no dia a dia. “Em razão da diversidade de negócios, nem sempre uma única tecnologia atende à demanda de todas as companhias do grupo. Ele tem de olhar as necessidades e priorizar ações”, assinala. “Não que esse profissional seja melhor do que os demais, mas sua atuação, de fato, tem de levar em consideração diversos fatores”, esclarece.

Outro desafio desses líderes, prossegue, é lidar com fusões e aquisições, comuns nesse setor. “Muitas vezes, a empresa comprada é de um ramo de atuação totalmente diferente dos outros já existentes no grupo, o que exige do CIO um jogo de cintura maior para entender a tecnologia adequada”, afirma.

O perfil desse executivo, completa a analista, é de ser aconselhador, já que na maioria das vezes a TI é descentralizada. “Controle em excesso não pode ser a característica predominante dele, já que atuará com outros profissionais de TI para encontrar a melhor alternativa para os negócios”, aconselha.

Célia aponta que na lista de inscritos para o prêmio, a IDC observou grupos diversificados, com sua principal atividade variando de construção civil a bancos. “O interesse dessas empresas em participar do IT Leaders 2012 mostra que elas têm buscado implementar melhores práticas no mercado para aprimorar os negócios”, comenta.

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Publicado por em 17 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Grupos pedem que EUA barre nova política de privacidade da Google

A Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos deveria interromper os planos da Google de unificar a política de privacidade de seus produtos. Além disso, teria de multá-la por desrespeitar acordo firmado com ela em outubro, defende o Centro pela Democracia Digital, em documento divulgado nesta quarta-feira (22/02).

Para ele, a gigante das buscas está promovendo tais mudanças para aumentar o monitoramento sobre os usuários e melhorar a eficiência dos anúncios publicitários exibidos, e não para tornar os termos de contrato mais convenientes, como alega.

“A verdadeira intenção da Google é de expandir a coleta de informações de todos seus serviços , a fim de competir com o Facebook na atração de clientes comerciais”, afirmou Jeffrey Chester, diretor-executivo do Centro, “Eles falharam ao não contar a verdade para os consumidores”.

Leia mais: Deputado quer que Google explique no Congresso nova política de privacidade

Chester acredita que o FTC deveria obrigar a companhia de Mountain View a informar os usuários, de forma “exata e honesta”, do porquê das mudanças.

Outra questão é que, embora não tenha finalizado a consolidação das políticas de privacidade, ao fazê-lo estará desrespeitando contrato assinado com a Comissão por conta do Buzz – espécie de rede social lançada em 2010 – e que prevê, entre outras ações, multa de 16 mil dólares por violação.

A Google, porém, insiste que as alterações chegam para ajudar os internautas. Ela afirma que os termos “ficarão mais fáceis de serem compreendidos e refletem o desejo de oferecer uma experiência transparente para os consumidores”.  Para a empresa, “uma das mais extensivas campanhas de notificação da história da Google está sendo providenciada e as pessoas ainda terão o poder para escolher como utilizar os serviços”. Por fim, alertou: “Estamos preparados para discutir nossa abordagem com os órgãos reguladores de todo o mundo”.

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Publicado por em 8 de março de 2012 em Tecnologia

 

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