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No show do One Direction em SP, Pelé aparece no telão e elogia o grupo

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Harry Styles, integrante do One Direction, canta em show da boy band no Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Harry Styles, integrante do One Direction, canta em show da boy band no Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)

A aparição de Pelé, em vídeo reproduzido nos telões, foi o que de mais inusitado ocorreu no show do One Direction neste sábado (10) em São Paulo. Lamentando o fato de não poder estar no estádio do Morumbi, onde ocorreu a apresentação, o ex-jogador ofereceu camisas da seleção brasileira de futebol e elogiou a boy band mais popular da atualidade. Aproveitou ainda para fazer propaganda de seu lado músico. “Eu admiro vocês. Toco violão”, afirmou, em inglês. Na sequência, chegou a propor uma parceria – musical, e não futebolística, brincou ele, citando por fim que o Brasil deverá vencer a Copa do Mundo. 

De resto, o público – 64 mil pessoas, segundo a produção – não viu um show tão diferente do oferecido na atual turnê do One Direction, que começou no final de abril e na quinta-feira (8) havia passado pelo Rio, na estreia do quinteto no país. Foram as mesmas 23 músicas (veja o repertório abaixo), na mesma ordem e com os mesmos elogios, do tipo: “Vocês são a melhor plateia do mundo, a mais barulhenta”.

A “visita” de Pelé ao show aconteceu num tradicional momento em que o grupo britânico interage virtualmente com fãs  que enviam perguntas e desafios. A uma menina indiana que quis saber qual celebridade eles gostariam de ser por 24 horas, os rapazes responderam: “Neymar”.

O show deste sábado começou por volta das 20h15. A garoa e o vento, que tinham aumentado na meia hora anterior, diminuiu e permitiu que celulares e câmeras voltassem à ativa para registrar a entrada dos ídolos em cena.

São realmente intensos os gritos da plateia, formada em grande parte por crianças acompanhadas pelos pais. Minutos antes de o show começar, o empresário Gilberto Ferreira, 44, de São Paulo, conversava com a filha, a estudante Ana Carolina Ferreira, 9. “Pai, aqui acontece futebol de verdade?”, quis saber a garota, sem se dar conta de que a pista estava montada, afinal, sobre um campo “de futebol de verdade”.

A estridência e o choro dos fãs se mantêm até o final. Pouco importa se, ao vivo, o One Direction não é superior ao que se ouve em discos. A execução do hit “What makes you beautiful”, que encerra a primeira parte da apresentação, é meio cansada. “One thing”, por outro lado, empolga bastante.  

Auxiliados por uma banda (guitarra, baixo, bateria), os integrantes do One Direction cantam o suficiente para o seu estilo. Harry Styles às vezes tem de se esforçar demais para segurar seus breves solos. Mas, na maior parte do tempo, Liam Payne, Niall Horan, Zyan Malik e Louis Tomlinson (principalmente os dois primeiros) se garantem nas passagens que exigem alguma técnica vocal. 

O maior empenho, no entanto, vem nos intervalos entre as canções. É na hora de falar bem de seus admiradores. Logo após a terceira música, o hit “Kiss you”, Liam calcula: “É o maior público da nossa história”. A “nossa história”, no caso, tem quatro anos. E o integrante mais velho do One Direction tem 22.

Além dos aplausos e berros, a boy band ganha muitas bandeiras do Brasil – é Harry Styles o encarregado de apanhá-las. Durante “Little things”, Niall empunha o violão e resolve se sentar sobre uma delas, que está estendida nos degraus do palco. Em seguida, ele é questionado por Liam se sabe falar algo em português. Diante da resposta negativa, o próprio Liam canta, com sotaque: “São Paulo, eu te amo!”.

Mas Niall não se dá por vencido: retorna para o bis vestindo uma camisa da seleção. É assim que funciona, ao longo da apresentação inteira, com os integrantes promovendo uma competição para ver quem é o mais generoso. Como tudo está bem ensaiado, dá empate.

Harry até poderia ser declarado o vencedor, ao comentar no final: “Nós amamos tanto o Brasil, que tenho uma tatuagem”. Ele, então, sorri e aponta para a região da coxa, onde tatuou o nome do país. Mas, ao contrário do que tinha feito no Rio, o cantor agora não abaixa as calças. Fica só na ameaça. 

Os fãs lamentam. Mas logo superam a relativa frustração e recuperam a empolgação e o volume. Quando o One Direction deixa o palco, logo após “Best song ever”, fogos de artifício anunciam o desfecho. E é para os fogos que os fãs gritam agora.  

Setlist do One Direction neste sábado (10) em SP:

1. “Midnight memories”
2. “Little black dress”
3. “Kiss you”
4. “Why don’t we go there?”
5. “Rock me”
6. “Don’t forget where you belong”
7. “Live while we’re young”
8. “C’mon, c’mon”
9. “Right now”
10. “Through the dark”
11. “Happily”
12. “Little things”
13. “Moments”
14. “Strong”
15. “Better than words”
16. “Alive”
17. “One thing”
18. “Diana”
19. “What makes you beautiful”

Bis
20. “You & I”
21. “Story of my life”
22. “Little white lies”
23. “Best song ever”

One Direction em São Paulo
Show extra: domingo (11), às 19h30
Onde: Estádio do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1)
Ingressos: de R$ 150 a R$ 600 (com meia-entrada)
Classificação: não é permitida a entrada de menores de 6 anos; de 6 a 13 anos, permitida a entrada com pais ou responsávei; a partir de 14 anos, permitida a entrada desacompanhados

Fãs do One Direction no Morumbi neste sábado (10), durante show da boy band britânica (Foto: Flavio Moraes/G1)Fãs do One Direction no Morumbi neste sábado (10), durante show da boy band britânica (Foto: Flavio Moraes/G1)Niall, do One Direction, durante show no Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Niall, do One Direction, durante show no Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Show do One Direction neste sábado (10), no estádio do Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Show do One Direction neste sábado (10), no estádio do Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Harry, do One Direction, durante show neste sábado (10) no Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Harry, do One Direction, durante show neste sábado (10) no Morumbi, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Zayn, do One Direction, em show neste sábado (10) em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Liam, do One Direction, em show neste sábado (10) em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Grupo de pescadores pesca peixe ‘gigante’ em Ilhabela, SP

Peixe Gigante Ilhabela (Foto: Arquivo Pessoal/Rafael Mariano)Seis homens participaram da captura do peixe no litoral norte de SP. (Foto: Arquivo Pessoal/Rafael Mariano)

Um peixe ‘gigante’ – com quase dois metros de comprimento – pescado em alto mar. Parece história de pescador, mas as fotos comprovam o feito inusitado. A pesca foi feita por um grupo de pescadores em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

O peixe, que tem cerca de 1,70 metro, é da espécie cherne e foi pescado no dia 12 de abril, na região costeira do município. Para pescá-lo, foi necessário um grupo de seis homens com equipamentos específicos, como carretilha elétrica, linhas grossas e quatro anzóis. “O equipamento ainda não era à altura porque era muito leve. Demoramos mais de uma hora para tirar o peixe do mar, a briga foi boa”, afirmou o guia de pesca Rafael Mariano, de 37 anos.

Acostumado a guiar equipes de pesca no litoral norte, Mariano ajudou o grupo no dia da captura e acabou se surpreendendo ao ver o animal fora da água. “Ele era bem largo e parrudo, deve pesar uns 80 quilos ou mais, mas não conseguimos pesá-lo. Nunca vi um peixe tão grande nessa região”, afirma.

Segundo o guia, durante a pesca o peixe acabou ficando debilitado e sem chances de sobreviver novamente no mar. “Pela dificuldade em pegá-lo, ele já chegou lá em cima [da embarcação] com os olhos arregalados e com a bexiga natatória muito inchada”, explicou. Após a pesca, o animal virou refeição do grupo.

Espécie
Segundo o oceanógrafo Hugo Galo, do Aquário de Ubatuba, a espécie pode pesar até 200 kg e vive em regiões mais profundas do mar. “Ele costuma ficar em regiões de cascalho, longe da costa, por isso não é tão pego. Para a pessoa pegar, tem que ter sorte”, afirma.

O especialista também destaca que a espécie não está ameaçada de extinção, mas é considerada vulnerável pela perda de habitat. A pesca da espécie não é proibida pela legislação.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Grupo Revelação faz show no DF para despedida de cantor

O vocalista Xande de Pilares, que anunciou que vai deixar o grupo Revelação (Foto: Paulo Cavera/Divulgação)O vocalista Xande de Pilares, que anunciou que vai deixar o grupo Revelação (Foto: Paulo Cavera/Divulgação)

O Pavilhão da ExpoBrasília, no Parque da Cidade, recebe neste sábado (26) o show do grupo Revelação. O evento está previsto para as 22h. Inicialmente, a apresentação aconteceria no estacionamento do ginásio Nilson Nelson, mas foi transferido por causa da previsão de chuvas, segundo a organização. 

A abertura do show fica por conta do cantor Mumuzinho. Segundo a organização, a mudança ocorreu por causa da previsão de chuvas.

O show de Brasília é um dos últimos com o vocalista Xande de Pilares. Ele anunciou no início de abril que vai deixar a banda, da qual fez parte por 22 anos.

A apresentação faz parte da turnê “Revelação 360° Ao Vivo”, que tem como base o repertório do DVD de mesmo nome, que foi lançado em 2012. A formação que vem é capital tem ainda Mauro Júnior (banjo), Rogerinho (rebolo), Sérgio Rufino (pandeiro), Beto Lima (violão) e Artur Luís (reco-reco).

O cantor Mumuzinho, que lança DVD em show na AABB de Brasília (Foto: Guto Costa/Divulgação)O cantor Mumuzinho  (Foto: Guto Costa/Divulgação)

O set do show terá músicas como “Fala baixinho (Shiii)”, “Ela só vai de camarote” e “Mulher Traída”, presentes no DVD. O grupo também faz homenagens a outros nomes do samba, nas composições “Quando a gira girou” (Zeca Pagodinho), “Agora viu que perdeu e chora” (Arlindo Cruz) e “Além de Tudo”, “Retalhos de Cetim” e “Charlie Brown” (Benito de Paula). Outras atrações são as músicas “Ô, Queiróz”, “Velocidade da luz”, “Coração radiante”, “Grades do coração”, “Deixa acontecer”.

Em mais de duas décadas de carreira, o Revelação já vendeu mais de 2 milhões de discos. O sexteto tem em suas raízes a participação na escola de samba Acadêmicos da Abolição. Outra ligação com o carnaval carioca é que o vocalista, Xande é puxador da Acadêmicos do Salgueiro.

Na abertura, o cantor Mumuzinho, também do Rio de Janeiro, apresenta faixas do DVD “Mumuzinho ao vivo”, que foi lançado no ano passado. “Fala”, “Calma”, “Curto circuito”, “Baratinar” e “Te amo” são algumas das composições do show.

O músico é acompanhado por William Batucada, Wallace Nego, Márcio Kuko (percussão), Robson Gomes (bateria), Rogério Gomes (baixo), Cezar Rocha (violão), Júnior Resende (cavaquinho) Gabriel Requena (sax e flauta) e Leonardo Peçanha (teclado).

Grupo Revelação – abertura com Mumuzinho

Data: 26 de abril (sábado)
Horário: 22h
Local: ExpoBrasília – Pavilhão do Parque da Cidade
Classificação indicativa: 16 anos
Informações: (61) 3264-4669

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Chamadas de vídeo em grupo no Skype se tornam gratuitas

Skype agora oferece chamadas de vídeo em grupo gratuitamente (Foto: Divulgação/Skype)Skype agora oferece chamadas de vídeo em
grupo gratuitamente (Foto: Divulgação/Skype)

O Skype liberou nesta segunda-feira (28) as chamadas de vídeo em grupo para todos os usuários. Antes o serviço era cobrado separadamente dos créditos para ligações.

O serviço em computadores com Windows e Mac OS e no videogame Xbox One já podem falar com até dez contatos sumultâneos em vídeo sem custo adicional.

As ligações em vídeo para mais de um usuário ao mesmo tempo era parte do serviço Skype Premium e custava US$ 9 ao mês.

A mudança do serviço pela Microsoft foi para tentar fazer o Skype ser mais competitivo. O Google, por exemplo, oferece o serviço Hangouts no PC, que permite videoconferência com diversas pessoas, gratuitamente há anos.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Grupo de desenvolvedores cria jogo on-line com conteúdo para o Enem

Analistas de sistemas responsáveis pelos Meu Tutor são especialistas em inovação para educação (Foto: Waldson Costa/G1)Responsáveis pelo Meu Tutor são especialistas
em inovação (Foto: Waldson Costa/G1)

Um grupo de desenvolvedores vinculados à Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Universidade de São Paulo (USP) criou uma plataforma on-line para facilitar os estudos e melhorar a assimilação de conteúdos para quem pretende se submeter ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova que é um dos principais meios de avaliação de diversas universidades do país.

Em atividade há pouco mais de 9 meses, a ferramenta de estudo batizada como “Meu Tutor” é uma espécie de jogo on-line que reúne discussões e questões sobre disciplinas como: Português, Literatura, Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia, Inglês e Espanhol através de vídeo-aulas, leituras e resolução de questões.

No entanto, o diferencial da plataforma que é considerada mais uma ferramenta para auxiliar os estudo está na gamificacão do conhecimento, método que trata os assuntos de forma divertida e desafiadora, e na capacidade da personalização e compartilhamento da aprendizagem. É o que explica o co-fundador do Meu Tutor, o doutor e pesquisador em soluções educacionais, Ig-Ibert Bittencourt.

“Considerado um sistema integrado de educação, o Meu Tutor propõe otimizar a assimilação de conhecimento e potencializar o aprendizado. Para isso, a plataforma desafia o estudante e o bonifica com prêmios virtuais. De forma personalizada a ferramenta também identifica as limitações de aprendizagem para discutir melhor o assunto em questão, fazendo com que o aluno supere a dificuldade. Além disso, a plataforma aposta na experiência social, permitindo que o estudo seja feito de forma individualizada ou em grupo, com desafios entre os participantes que podem competir pelo conhecimento”, diz Bittencourt.

Inovação
A plataforma foi desenvolvida por especialistas da área de inovação vinculados . A ideia é modernizar a educação brasileira, tornando-a mais dinâmica e atrativa. O jogo, que disponibiliza maratonas de conhecimento gratuitas por tempo limitado, cobra R$ 9,90 mensal pelo serviço que já conta com mais de 5 mil usuários.

“O valor é simbólico diante das vantagens proporcionadas pelo sistema integrado de educação. Pois, levantamentos recentes mostraram que quem usa a ferramenta como complemento de estudo consegue aumentar o desempenho da capacidade de aprendizagem em até 150%”, expõe o co-fundador do Meu Tutor, Olavo Holanda, ao enfatizar que o ideal é que o estudante una o estudo tradicional à ferramenta educacional.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Grupo de cientistas nos EUA quer proibição de ‘robôs assassinos’

Gubrud trabalha há 25 anos com organização que luta contra armas robóticas (Foto: Mark Gubrud)Gubrud trabalha há 25 anos com organização que
luta contra armas robóticas (Foto: Mark Gubrud)

Há mais de duas décadas, Mark Gubrud, pesquisador do Programa sobre Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, luta pela criação de regras para o controle de armas robóticas autônomas.

Ele é membro do Comitê Internacional para o Controle de Armas Robóticas (CICAR), um grupo de ativistas, acadêmicos e intelectuais do mundo todo que tenta conseguir a proibição do uso de robôs que podem matar sem a interferência humana.

A última preocupação deste grupo é um lançamento de uma companhia de armamentos britânica, a BAE Systems: o avião de combate autônomo Taranis.

Nesta semana, a BAE Systems divulgou imagens dos primeiros voos do protótipo do Taranis, realizados em 2013. A aeronave não-tripulada é capaz de realizar missões intercontinentais, é difícil de detectar e pode atacar alvos no ar e em terra.

O drone também pode ser controlado a partir de qualquer lugar do planeta por um piloto em terra. No entanto, o Taranis também pode funcionar sozinho, sem intervenção humana.

O Ministério da Defesa britânico, que financiou parte do projeto, disse que não vai usar o Taranis no modo autônomo.

No entanto, esta questão continua preocupando Gubrud, que vê o Taranis como um novo avanço no desenvolvimento de robôs e máquinas autônomas capazes de matar sem a intervenção de humanos.

‘Não está clara a razão de o Reino Unido precisar de um avião autônomo de combate furtivo no século 21. Para qual guerra ele é necessário? Que armas terá o inimigo?’, questiona.

Gubrud conta que faz campanha contra o uso de armamento autônomos há 25 anos e que vê uma oposição generalizada à produção do que chama de ‘robôs assassinos’.

‘Uma pesquisa de março do ano passado (da consultoria YouGov) mostra que o público americano é majoritariamente contra as armas autônomas e apoia os esforços para proibi-las. E o interessante é que esta é a opinião predominante entre membros, ex-membros e familiares de membros das Forças Armadas (dos Estados Unidos)’, disse Gubrud em entrevista à BBC Mundo.

Exterminador
Gubrud cita como exemplo de armamentos autônomos em uso as minas antipessoais, que seriam um tipo de ‘robô extremamente simples, que pode estar ativado, o que o faz explodir, ou esperando para ser ativado’.

Como exemplos mais avançados, ele cita robôs sentinelas sul-coreanos, capazes de identificar intrusos humanos de forma autônoma dentro de uma área determinada, de ‘disparar também de forma autônoma, ou de ser instruídos de forma remota para abrir fogo’.

Gubrud também cita mísseis, já existentes, que procuram um alvo específico fora do campo visual, mísseis terra-ar ou ar-mar que, segundo ele, têm uma tecnologia que permite distinguir o alvo real de outros falsos, um tipo de navio de outro tipo de navio.

Para Gubrud, não estamos muito distantes de um cenário em que um robô, como o da série de filmes Exterminador do Futuro, é acionado para realizar missões específicas em situações de conflito.

‘O ‘Exterminador’ era um robô assassino. E veja o que está acontecendo hoje em dia: uma das mais importantes missões das aeronaves controladas de forma remota (drones) é matar’.

O pesquisador acreditar que quanto maior for a automatização, maior será o risco de perda de controle.

‘Se você pensar em um sistema de confronto automático, no qual exércitos de robôs se enfrentam, pode imaginar como seria difícil para uma equipe de engenheiros desenvolver (a tecnologia necessária) e conseguir garantir sua estabilidade no longo prazo?’

Controle humano
O pesquisador afirma que é preciso deter o desenvolvimento destes robôs autônomos o mais rapidamente possível – antes que o desenvolvimento deste tipo de armamento avance.

O primeiro passo neste sentido seria divulgar sua existência. O próximo seria lutar pela criação de regras e protocolos que regulamentem o desenvolvimento da tecnologia.

‘Acho que os princípios mais fortes para basear uma proibição de armas autônomas são os da humanidade: os humanos sempre devem ter o controle e a responsabilidade do uso de uma força letal’, disse.

‘É uma ofensa à dignidade humana que existam pessoas submetidas à violência por decisão de uma máquina, ou que estejam sujeitos à ameaça do uso da força por parte de uma máquina, ou que um conflito entre humanos seja iniciado por uma máquina de forma involuntária.’

‘É um direito humano não ser morto por uma decisão de uma máquina. Este é um princípio moral muito forte, com uma atração universal. E esta deve ser a base para proibir as armas autônomas.’

Para ele, é preciso definir um regime de controle de armas ‘que implica que os estados aceitem estes princípios e que os ensinem nas academias militares e que não tenham armas autônomas’.

Mas, Gubrud também é realista e acredita que as principais potências mundiais resistirão a qualquer tentativa de proibir as armas autônomas.

‘Certamente os Estados Unidos são os mais importantes; têm uma política declarada a favor de seu desenvolvimento. A China vê uma oportunidade também e já têm sistemas que seriam preocupantes. O mesmo com a Rússia e o Reino Unido.’

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Novo grupo militante reivindica autoria de ataques no Egito

Um novo grupo militante reivindicou a responsabilidade por dois ataques a bomba no Cairo quem tinha como alvo a polícia egípcia, na sexta-feira, e prometeu realizar mais ataques, elevando o risco de uma onda de violência contra as forças de segurança.

O grupo -denominado Ajnad Misr, ou Soldados do Egito- disse, por meio de um comunicado postado em uma página do Facebook em nome da facção, ter realizado o ataque que feriu seis pessoas.

O comunicado foi reproduzido por um website usado por grupos militantes e pelo órgão de inteligência SITE, que monitora tais páginas.

Tiroteios e ataques a bomba contra forças de segurança se tornaram frequentes no país desde julho, quando o Exército depôs o presidente Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana, após grandes protestos contra o seu governo.

O Estado classificou a Irmandade Muçulmana como um grupo terrorista, mas ela diz estar comprometida com o ativismo pacífico.

O Ajnad Misr surgiu no mês passado, reivindicando a autoria de seis ataques no fim de janeiro, de acordo com o SITE. “(As forças de segurança) não estão a salvo da retaliação contra elas”, disse o grupo no comunicado.

Muitos dos ataques foram reivindicados pelo Ansar Bayt al-Maqdis, um grupo com sede no Sinai do Norte, que transferiu sua atenção de Israel para o governo egípcio depois da queda de Morsi.

As autoridades, apoiadas pelo Exército, reprimem os simpatizantes de Mursi desde a sua queda. Centenas de partidários do ex-presidente foram mortos durante protestos nas semanas posteriores à troca. Milhares de pessoas foram presas.

Centenas de membros das forças de segurança foram mortos dsde então em bombardeios e tiroteios.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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