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PlayStation Now tem resposta rápida a comandos, mas gráficos pecam

Serviço PlayStation Now estreia na metade do ano nos EUA e traz jogos da família PlayStation por streaming (Foto: Gustavo Petró/G1)Serviço PlayStation Now estreia na metade do ano nos EUA e traz jogos da família PlayStation por streaming (Foto: Gustavo Petró/G1)

A promessa da Sony de tornar o PlayStation 4 retrocompatível com os games de PlayStation 3, PlayStation 2 e PSOne por meio da internet foi cumprida na feira Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, nos Estados Unidos. E com o anúncio do serviço PlayStation Now, a empresa deu um passo adiante: ao invés de ser lançada apenas para PS4, a plataforma de “streaming” de jogos na nuvem funcionará no PS3, no portátil PS Vita – estes dois já no lançamento – e em tablets, smartphones e televisores Bravia.

O G1 testou o serviço no PS3 e no PS Vita respectivamente com “The Last of Us”, um dos jogos mais bonitos do antecessor do PS4, e “God of War: Ascension”. De acordo com a Sony, além da assinatura do PlayStation Now é necessário uma conexão de banda larga de no mínimo 5 Mbps.

A resposta aos comandos é instantânea, como se os jogos estivessem rodando do Blu-ray ou do disco rígido do videogame, e não havia lentidão entre a ação realizada no controle e o movimento do personagem na tela.

Nos serviços de jogos por “streaming”, os comandos no joystick são enviados aos servidores, que por sua vez processam a informação e retransmitem a imagem para o jogador. Na prática, o que você vê na tela é um vídeo que está sendo jogado.

A qualidade visual no PlayStation 3, no entanto, deixa a desejar. Nos momentos de maior ação de “The Last of Us”, a imagem fica bastante quadriculada e turva e só volta ao normal quando a câmera permanece estática.

Uma qualidade de imagem inferior a do game em disco já era esperada e isso é normal em serviços de “streaming” de jogos como o OnLive e o Gaikai – este último comprado pela Sony em 2012 por US$ 380 milhões – mas tratando-se de um jogo do nível de “The Last of Us”, a expectativa era que a imagem conseguisse se sobressair, o que não acontece com o PlayStation Now.

Portátil Vita roda 'God of War: Ascension', do PS3, pelo serviço PlayStation Now (Foto: Gustavo Petró/G1)PS Vita roda ‘God of War: Ascension’, do PS3, pelo
serviço PlayStation Now (Foto: Gustavo Petró/G1)

O problema, contudo, não se repetiu no PS Vita, que rodou “God of War: Ascension” com gráficos no mesmo nível do PS3, mas em uma tela menor, obviamente. Os comandos respondem bem e a área sensível ao toque na parte traseira do portátil funciona como os botões L2 e R2. Quando o jogador a usa, aliás, uma indicação especial aparece na tela: ponto positivo para o serviço no Vita.

Desse modo, será possível jogar os games da família PlayStation em qualquer lugar em que se tenha uma conexão Wi-Fi, seja em casa, no trabalho ou em uma viagem, o que é bastante interessante.

Qualidade na resposta em detrimento da imagem
Em entrevista ao G1, Matthew Harper, gerente de comunidade das plataformas digitais PlayStation, afirmou que os jogos de PlayStation 3 são transmitidos em resolução HD (720p), a mesma da maioria dos jogos em disco ou por download do aparelho, e que não se preocupa com a exigência mínima de uma conexão de 5 Mbps. “Quanto maior a conexão, melhor será o serviço, e as velocidades de internet não devem diminuir com o passar dos anos”.

Sobre a baixa qualidade da imagem no PS3, Harper reconheceu que esse é um fato que deve acontecer com frequência, mas argumentou que a Sony pensa primeiro na resposta aos comandos, “o que permite que o jogador tenha a mesma experiência do game em disco”, para depois pensar no visual. As imagens quadriculadas, segundo o executivo, “não devem desaparecer mesmo após o serviço ser lançado oficialmente”, e podem ser corrigidas apenas em uma atualização nos próximos anos.

Nos Estados Unidos, o PlayStation Now deve chegar no verão do hemisfério norte. No momento, não há previsão de chegada em outros países, como o Brasil. O modelo de negócios e o preço ainda não foram definidos, segundo Harper, mas devem ser oferecidos de duas maneiras: aluguel individual de games por um determinado tempo ou assinatura, que, tal qual o Netflix, ofereceria todos os jogos disponíveis do PlayStation Now para os jogadores.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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AMD contrata executivo da Intel para liderar divisão de gráficos

A AMD disse nesta terça-feira que contratou o ex-pesquisador da Intel John Gustafson como arquiteto chefe de seus produtos gráficos, continuando uma “troca de executivos” entre as fabricantes de chips.

Gustafson irá definir o road map para os produtos gráficos da AMD, que incluem as GPUs FirePro e Radeon que são usadas em PCs, servidores, tablets e consoles de videogame. Anteriormente Gustafson trabalhou como arquiteto sênior na Intel Labs, divisão de pesquisas da Intel, onde estudou múltiplas tecnologias, incluindo eficiência energética na computação e tecnologias de armazenamento.

Gustafson ocupa o cargo que era de Eric Demers, o antigo CTO da divisão de gráficos que foi contratado pela fabricante de chips Qualcomm em Maio.

A mudança de Gustafson para a AMD é a mais recente em uma longa lista de executivos de fabricantes de chips que trocaram de emprego nos últimos meses. Apenas em agosto a AMD contratou Jim Keller, que há quatro anos trabalhava no design de chips na Apple, para liderar o desenvolvimento de processadores, enquanto a Qualcomm contratou o Anand Chandrasekher, antigo chefe da divisão de mobilidade da Intel, para chefiar sua divisão de marketing.

Rivais da AMD no mercado gráfico incluem a NVidia, que oferece produtos como as GPUs GeForce, Tesla e Quadro. A AMD está tentando ganhar espaço nos mercados de servidores e supercomputação com seus produtos FirePro, onde as GPUs são usadas como co-processadores para realizar cálculos científicos e matemáticos complexos ou na implantação de máquinas virtuais. Os produtos gráficos da AMD são considerados superiores aos da concorrente Intel, que fez mais progresso nos mercados de supercomputação e computação paralela.

Gustafson irá criar um road map “agressivo” para os produtos que irá ajudar a AMD a crescer em mercados como gráficos e virtualização, disse a empresa. O executivo é o autor de “Lei de Gustafson”, que prova que o paralelismo entre processadores podem ajudar a resolver problemas grandes. Gustafson diz que sua “lei” é uma reavaliação de lei de Amdahl, que ajuda a compreender o desempenho máximo de um sistema de computação paralela com base em certos modelos.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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AMD contrata executivo da Intel para liderar divisão de gráficos

A AMD disse nesta terça-feira que contratou o ex-pesquisador da Intel John Gustafson como arquiteto chefe de seus produtos gráficos, continuando uma “troca de executivos” entre as fabricantes de chips.

Gustafson irá definir o road map para os produtos gráficos da AMD, que incluem as GPUs FirePro e Radeon que são usadas em PCs, servidores, tablets e consoles de videogame. Anteriormente Gustafson trabalhou como arquiteto sênior na Intel Labs, divisão de pesquisas da Intel, onde estudou múltiplas tecnologias, incluindo eficiência energética na computação e tecnologias de armazenamento.

Gustafson ocupa o cargo que era de Eric Demers, o antigo CTO da divisão de gráficos que foi contratado pela fabricante de chips Qualcomm em Maio.

A mudança de Gustafson para a AMD é a mais recente em uma longa lista de executivos de fabricantes de chips que trocaram de emprego nos últimos meses. Apenas em agosto a AMD contratou Jim Keller, que há quatro anos trabalhava no design de chips na Apple, para liderar o desenvolvimento de processadores, enquanto a Qualcomm contratou o Anand Chandrasekher, antigo chefe da divisão de mobilidade da Intel, para chefiar sua divisão de marketing.

Rivais da AMD no mercado gráfico incluem a NVidia, que oferece produtos como as GPUs GeForce, Tesla e Quadro. A AMD está tentando ganhar espaço nos mercados de servidores e supercomputação com seus produtos FirePro, onde as GPUs são usadas como co-processadores para realizar cálculos científicos e matemáticos complexos ou na implantação de máquinas virtuais. Os produtos gráficos da AMD são considerados superiores aos da concorrente Intel, que fez mais progresso nos mercados de supercomputação e computação paralela.

Gustafson irá criar um road map “agressivo” para os produtos que irá ajudar a AMD a crescer em mercados como gráficos e virtualização, disse a empresa. O executivo é o autor de “Lei de Gustafson”, que prova que o paralelismo entre processadores podem ajudar a resolver problemas grandes. Gustafson diz que sua “lei” é uma reavaliação de lei de Amdahl, que ajuda a compreender o desempenho máximo de um sistema de computação paralela com base em certos modelos.

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Publicado por em 15 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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AMD contrata executivo da Intel para divisão de gráficos

John Gustafson vai liderar o planejamento e projeto de futuras linhas de GPUs da empresa.

A AMD disse nesta terça-feira (28/8) que contratou o ex-pesquisador da Intel John Gustafson como arquiteto-chefe de seus produtos gráficos, continuando uma “troca de executivos” entre as fabricantes de chips.

Gustafson irá definir o road map para os produtos gráficos da AMD, que incluem as GPUs FirePro e Radeon que são usadas em PCs, servidores, tablets e consoles de videogame. Anteriormente Gustafson trabalhou como arquiteto sênior na Intel Labs, divisão de pesquisas da Intel, onde estudou múltiplas tecnologias, incluindo eficiência energética na computação e tecnologias de armazenamento.

Gustafson ocupa o cargo que era de Eric Demers, o antigo CTO da divisão de gráficos que foi contratado pela fabricante de chips Qualcomm em Maio.

A mudança de Gustafson para a AMD é a mais recente em uma longa lista de executivos de fabricantes de chips que trocaram de emprego nos últimos meses. Apenas em agosto a AMD contratou Jim Keller, que há quatro anos trabalhava no design de chips na Apple, para liderar o desenvolvimento de processadores, enquanto a Qualcomm contratou o Anand Chandrasekher, antigo chefe da divisão de mobilidade da Intel, para chefiar sua divisão de marketing.

Rivais da AMD no mercado gráfico incluem a NVidia, que oferece produtos como as GPUs GeForce, Tesla e Quadro. A AMD está tentando ganhar espaço nos mercados de servidores e supercomputação com seus produtos FirePro, onde as GPUs são usadas como co-processadores para realizar cálculos científicos e matemáticos complexos ou na implantação de máquinas virtuais. Os produtos gráficos da AMD são considerados superiores aos da concorrente Intel, que fez mais progresso nos mercados de supercomputação e computação paralela.

Gustafson irá criar um road map “agressivo” para os produtos que irá ajudar a AMD a crescer em mercados como gráficos e virtualização, disse a empresa. O executivo é o autor de “Lei de Gustafson”, que prova que o paralelismo entre processadores podem ajudar a resolver problemas grandes. Gustafson diz que sua “lei” é uma reavaliação de lei de Amdahl, que ajuda a compreender o desempenho máximo de um sistema de computação paralela com base em certos modelos.

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Publicado por em 12 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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