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Veja como incluir jogos da Copa do Mundo na agenda do Google

Faltam sete dias para o Brasil entrar em campo e dar início à Copa do Mundo. Até a grande final serão mais 63 jogos. Para não perder o horário de nenhuma partida e não ter o trabalho de incluir jogo a jogo na Agenda do Google, veja o passo a passo.

1) Acesse o endereço https://calendar.google.com

2) No lado esquerdo, abaixo do calendário do mês, escolha a opção “outras agendas” e depois “adicionar por URL”.

3) Cole o link: https://www.google.com/calendar
/ical/vdmtdcektajkqjk51vvda4ni4k%40group.calendar.google.com/public/basic.ics

É possível escolher receber notificações por e-mail ou SMS sobre quando um jogo estiver para começar. Para ser avisado no celular, é preciso antes inserir o número da linha. Basta clicar ao lado da nova agenda e selecionar a opção “lembretes e notificações”.

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Publicado por em 9 de junho de 2014 em Tecnologia

 

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Google lança serviço na Europa que apaga dados pessoais de buscas

Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)

O Google lançou nesta sexta-feira (30) um serviço para permitir que europeus solicitem que seus dados pessoais sejam removidos dos resultados de buscas on-line.

A ferramenta foi criada após o Tribunal Europeu de Justiça, sediado em Bruxelas, na Bélgica, decidir no início deste mês que as pessoas têm o “direito de serem esquecidas”.

Links para dados “irrelevantes” e ultrapassados devem ser apagados a pedido, diz a decisão.

O Google informou que vai avaliar cada pedido e equilibrar “os direitos à privacidade do indivíduo com o direito do público de conhecer e distribuir informações”.

“Ao avaliar o seu pedido, iremos analisar se os resultados incluem informações desatualizadas sobre você, bem como se há um interesse público na informação”, diz o Google no formulário que os requisitantes devem preencher.

Google disse que iria analisar informação sobre “fraudes financeiras, negligência profissional, condenações penais ou conduta pública dos funcionários do governo” ao decidir sobre o pedido.

No início deste mês, a BBC apurou que parte de pedidos feitos àquela época ao Google de pessoas do Reino Unido envolvia criminosos condenados e que cumpriram pena.

Um deles, por exemplo, era um homem condenado por posse de imagens de abuso infantil que queria que links para páginas sobre sua condenação fossem apagados.

Pedidos fraudulentos
O caso original foi levado ao tribunal por um homem espanhol. Ele reclamou que os resultados de buscas do Google que mostravam um aviso de leilão de sua casa por falta de pagamento – uma dívida que depois foi quitada por ele – infringiam seu direito a privacidade.

A decisão do tribunal europeu causou surpresa uma vez que contradiz uma declaração do advogado-geral da União Europeia. No ano passado, ele afirmou que buscadores de internet não eram obrigados a acatar tais solicitações.

Nesta sexta-feira, o Google disse que os cidadãos da União Europeia que solicitarem a remoção de dados privados da ferramenta de busca terão que fornecer os links para o material que desejam remover, seu país de origem e uma razão para seu pedido, ao preencher um formulário on-line.

Os indivíduos também terão que anexar uma identidade válida com foto.

“O Google recebe frequentemente pedidos de remoção fraudulentos de pessoas se passando por outros, tentando prejudicar concorrentes, ou indevidamente buscando suprimir informação legal”, disse a empresa. “Para evitar esse tipo de abuso, é preciso verificar a identidade”.

Menos inovação?
Em uma entrevista concedida ao “Financial Times”, o chefe executivo do Google, Larry Page, disse que a empresa vai cumprir a decisão, mas ressaltou que isso poderia danificar a inovação.

Ele também afirmou que o regulamento daria ânimo a regimes repressivos.

Page disse ainda que se arrependia de não ter “se envolvido mais em um debate real” sobre a privacidade na Europa, e que a empresa agora vai tentar “ser mais europeia”.

Mas, advertiu, “ao regular a internet, acho que não vamos ver o tipo de inovação que temos visto”.

O diretor acrescentou que a decisão iria encorajar “outros governos que não são tão para progressivos como a Europa a fazer coisas ruins”.

Embora a decisão do Tribunal de Justiça da Europa envolva especificamente sites de busca e indique que apenas links – e não a informação em si – possam ser retirados da rede, a imprensa vem relatando um aumento considerável no número de pedidos de remoção após a deliberação da corte.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Espanhol que enfrentou Google se diz feliz com avanços pela privacidade

Mario Costeja, o advogado e calígrafo do noroeste da Espanha, de 58 anos, que enfrentou o Google na Justiça para ter informações pessoais obsoletas removidas das buscas na internet, disse nesta sexta-feira (30) estar contente com os novos passos da companhia para proteger a privacidade das pessoas.

O Google, gigante da internet que processa mais de 90% de todas as buscas na rede na Europa, disse na quinta-feira (29) que as pessoas podem usar um novo formulário da web para enviar solicitações de remoção de informações que considerarem ofensivas.

“Eu quero parabenizar o Google porque eles tomaram uma decisão que humaniza uma ferramenta que agora pode ser considerada perfeita”, disse Costeja, natural da Galícia.

Em 2008, ele iniciou uma ação legal que se tornou um marco contra o Google, depois de alguém avisá-lo que havia informações na internet dizendo que sua casa havia sido retomada devido a uma dívida fiscal.

Costeja pediu que o Google removesse a informação porque a casa havia sido vendida anos antes e ele tinha pago a dívida.

“O Google na Espanha pediu que eu contatasse a sua sede nos Estados Unidos, mas eu achei muito longe e difícil encaminhar a reclamação aos EUA. Então, procurei a Agência de Proteção de Dados na Espanha para pedir a assistência deles. Eles me disseram que eu estava certo e o caso foi para a Justiça”, disse Costeja à “Reuters” por telefone.

A Justiça espanhola pediu uma opinião sobre o caso à Corte Superior da União Europeia, em Luxemburgo. Neste mês, o Tribunal Europeu confirmou que os cidadãos têm o “direito de ser esquecidos”.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Google recebeu 12 mil pedidos de ‘direito ao esquecimento’ em um dia

Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)

Só nesta sexta-feira (30), o Google recebeu 12 mil pedidos de internautas europeus para que seus nomes desapareçam de seu motor de busca, informou neste sábado (31) à AFP um porta-voz do grupo.

A declaração oficial confirma dados revelados pelo jornal Der Spiegel.

O gigante americano, principal motor de busca na internet, criou um formulário online acessível a todos os europeus para solicitar a remoção de links, em conformidade com a decisão emitida pela justiça europeia em meados de maio.

O Tribunal de Justiça da União Europeia considerou que os indivíduos têm o direito de exigir a exclusão de páginas encontradas através do motor de busca e que contenham informações pessoais sobre eles, especialmente se estão desatualizadas ou imprecisas.

Os pedidos serão examinados individualmente, afirmou o Google.

A empresa não se manifestou sobre o tempo que levará para retirar os links, pois dependerá de cada pedido.

A criação deste mecanismo de esquecimento digital responde a um temor crescente dos usuários da internet de controlar a sua reputação online, e que na Europa se soma a preocupações com a proteção de informações pessoais.

Neste sentido, trata-se de um desafio para os Estados Unidos em geral, e do Google, em particular.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tailândia vai pedir cooperação de Google e Facebook em censura

A junta militar da Tailândia enviará representantes a Cingapura e ao Japão nos próximos dias para buscar maior censura de redes sociais do Facebook, do Google e do serviço de mensagens Line, disse um porta-voz do governo nesta quinta-feira (29).

Os militares buscam abafar as críticas à medida que consolidam o poder após a deposição do governo em 22 de maio, prendendo políticos e restringindo a imprensa.

Mas autoridades têm sofrido para controlar a atividade online, onde usuários vêm utilizando redes sociais para organizar protestos e expressar oposição ao golpe de Estado. A junta alertou para a propagação em mídias sociais do que considera ser material provocativo, e pediu que provedores de serviços ajudem a apertar a censura.

“Queremos falar com eles informalmente”, disse Pisit Pao-In, conselheiro do secretário permanente do ministério de Tecnologia da Informação e Comunicação da Tailândia, em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira. “Não pediremos a eles que instalem nenhum software adicional. Apenas pedimos que nos ajudem a filtrar conteúdo”.

Autoridades teriam que viajar para outros países, considerando que as três empresas não possuem representação na Tailândia, disse ele após uma reunião, em Bangcoc, com provedores de serviços de Internet.

O ministério pediu que esses provedores bloqueassem websites uma hora, após receberem pedido do governo para que sejam desativados, disse uma fonte que estava na reunião, pedindo para não ser identificada.

Após o golpe, o ministério estabeleceu uma comissão para monitorar websites e bloquear conteúdo que ofenda regras militares ou as rígidas leis do país contra ofensas à monarquia.

Mais de 100 sites foram bloqueados desde o golpe, disse Pisit.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Google vai virar montadora e fabricar carro que dirige sozinho

Carro do Google tem capacidade para duas pessoas e não vem com volante ou pedais (Foto: Divulgação/Google)Carro do Google tem capacidade para duas pessoas e não vem com volante ou pedais (Foto: Divulgação/Google)

O Google vai começar a fabricar seus próprios carros que dirigem sozinhos, em vez de adaptar veículos fabricados por outras montadoras.

O carro, com capacidade para apenas duas pessoas, não terá volante ou pedais, contando apenas com um botão de partida e parada.

Fotos divulgadas pelo Google mostram o protótipo do pequeno veículo, que tem uma “cara amigável” com o objetivo de convencer as pessoas a aceitarem mais facilmente a tecnologia da direção autônoma.

O cofundador da gigante de tecnologia, Sergey Brin, revelou os planos da empresa em uma conferência na Califórnia.

“Estamos muito animados com esse carro. É algo que vai nos permitir ampliar as capacidades da direção autônoma e entender suas limitações”, afirmou Chris Urmson, diretor do projeto de autodireção do Google.

Ele acredita que os carros vão “melhorar a vida das pessoas ao transformar a mobilidade”.

Mas alguns pesquisadores que atuam nesta área estão investigando os potenciais malefícios deste tipo de tecnologia.

Eles acreditam que os veículos podem piorar o trânsito das cidades à medida que as pessoas decidem fazer longos trajetos de carro porque não terão de dirigir.

Para-brisas flexíveis
A BBC obteve acesso a detalhes do projeto e ao protótipo do veículo.

O design do carro se assemelha ao de um desenho animado, não tem capô na frente e as rodas são mais afastadas para os lados.

Conta com propulsão elétrica e atinge a velocidade máxima de 40 km/h.

A característica mais importante do design é o fato de não haver controles, à exceção de um botão de partida e parada.

Segundo o Google, sistemas adicionais serão instalados na fase inicial de testes para que o motorista possa assumir o controle do veículo caso haja um problema.

A dianteira do carro é concebida para oferecer mais segurança aos pedestres, com um material macio semelhante a uma espuma no lugar do tradicional amortecedor, e um para-brisas mais flexível, que pode ajudar a reduzir lesões em caso de acidentes.

Para guiar sozinho, o veículo vai usar uma combinação de sensores de laser e radar, além dos dados captados por um câmera instalada no teto do veículo.

Nas ruas em 1 ano
O Google anunciou recentemente que seus carros já percorreram 700 mil milhas de vias públicas no modo autônomo, e que agora se preparam para enfrentar o trânsito das ruas movimentadas da cidade.

A empresa planeja construir uma frota de cerca de 200 carros autônomos em Detroit, com o objetivo de utilizá-los como uma base de teste para a tecnologia autônoma.

“Vamos ver estes veículos nas ruas dentro de um ano”, diz Urmson.

Defensores do projeto afirmam que carros autônomos têm o potencial de revolucionar o transporte, tornando as estradas mais seguras, eliminando ruídos elétricos, e diminuindo o congestionamento e a poluição.

Mas Sven Beiker, diretor-executivo do Centro de Pesquisa Automotiva da Universidade de Stanford, adverte que carros sem motoristas ainda podem requerer intervenção humana em situações extremas e que as pessoas podem esquecer como operar seus veículos se não o fizerem regularmente.

Isso pode ser particularmente perigoso em uma situação de emergência em que o computador não sabe como reagir, e pede intervenção de um ser humano que pode não ter prestado atenção, alertou.

“Você não vai poder perder tempo procurando o manual de instruções no porta-luvas que você nunca olhou antes”, disse ele.

Ele compara essa situação à de pessoas que passam a dirigir carros automáticos e depois esquecem como conduzir os com câmbio manual.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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30% dos funcionários do Google são mulheres; nos EUA, só 2% são negros

Engenheiras do Google; apenas 30% dos funcionários da empresa são mulheres. (Foto: Divulgação/Google)Engenheiras do Google; apenas 30% dos funcionários da empresa são mulheres. (Foto: Divulgação/Google)

Em uma tentativa de iniciar a discussão sobre diversidade de gênero e étnica entre as empresas de tecnologia, o Google revelou nesta quinta-feira (28) que apenas 30% de seus funcionários em todo o mundo são mulheres. Nos Estados Unidos, apenas 2% dos trabalhadores são negros.

“Nós sempre relutamos em publicar números sobre a diversidade da força de trabalho no Google. Nós agora percebemos que estávamos errados, e é hora de sermos sinceros sobre isso. Colocando de forma simples, o Google não é o lugar que nós gostaríamos de ser quando se trata de diversidade, e é difícil direcionar esse tipo de desafio se você não está preparado para discutir isso abertamente”, afirmou Laszlo Bock, vice-presidente do Google para recursos humanos, em post no blog da companhia.

O abismo entre homens e mulheres no Google é ainda maior quando são considerados as funções relacionadas à tecnologia e os cargos de direção. Entre engenheiros e programadores, apenas 17% dos funcionários são mulheres. Já entre os executivos, apenas 21% são mulheres. Entre as funções não relacionadas à tecnologia, a situação é mais equilibrada: 48% são mulheres e 52%, homens. Uma pesquisa da “CNN” entre 20 companhias de tecnologia dos EUA mostra que a situação se repete em outras empresas, como a Dell e a Intel.

Os dados do Google são referentes a janeiro deste ano (Veja aqui). O corte étnico é referente apenas à força de trabalho dos EUA. A maioria é branca (61%) –entre os postos de comando, chegam a 72% dos cargos. Os asiáticos têm boa representação (30%). Hispânicos (3%) e negros (2%) são minoria.

Segundo Bock, um dos motivos para a ampla maioria de seus funcionários formada por brancos e homens é a baixa diversidade de profissionais formados pelas universidades. Segundo o Centro Nacional para Estatísticas Educacionais dos Estados Unidos, apenas 18% dos diplomados nos curtos de ciência da computação são mulheres. Negros são pouco mais de 10% dos graduados e hispânicos, menos de 5% dos formados.

O executivo diz que, por isso, o Google já doou US$ 40 milhões desde 2010a organizações que promovem o ensino de tecnologia a mulheres e meninas. Além disso, trabalha com escolas e universidades voltadas à comunidade negra. “Mas nós somos os primeiros a admitir que o Google está a milhas de distância do que nós gostaríamos de ser”, resume Laszlo.

Funcionários negros do Google; nos EUA, apenas 2% dos funcionários da companhia são negros. (Foto: Divulgação/Google)Funcionários negros do Google; nos EUA, apenas 2% dos funcionários da companhia são negros. (Foto: Divulgação/Google)

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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