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Em Seul, ativistas protestam contra caça predatória de golfinhos no Japão

Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de plástico que foram pintados com tinta vermelha, representando sangue derramado pelos animais, vítimas da pesca predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je)Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de
plástico que foram pintados com tinta vermelha,
representando o sangue dos animais, vítimas da pesca
predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Ativistas da Coreia do Sul usaram golfinhos de plástico pintados com tinta vermelha em protesto realizado nesta quinta-feira (20) contra a caça desses animais no Japão, prática criticada por vários governos, mas que é defendida no país.

Os manifestantes deitaram no chão do centro de Seul, capital sul-coreana, pedindo que aquários do país parem de importar golfinhos do Japão, onde os mamíferos seriam capturados de forma cruel.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne.

A pesca de golfinhos em Taiji é alvo de críticas há anos e já foi tema do documentário  “The cove” (A enseada, na tradução do inglês), produzido em 2009 e que ganhou o Oscar em 2010.

Os pescadores afirmam que a prática é parte de sua tradição e chamam os críticos estrangeiros de hipócritas, alegando que eles consomem outros tipos de carne.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Em Seul, ativistas protestam contra caça predatória de golfinhos no Japão

Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de plástico que foram pintados com tinta vermelha, representando sangue derramado pelos animais, vítimas da pesca predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je)Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de
plástico que foram pintados com tinta vermelha,
representando o sangue dos animais, vítimas da pesca
predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Ativistas da Coreia do Sul usaram golfinhos de plástico pintados com tinta vermelha em protesto realizado nesta quinta-feira (20) contra a caça desses animais no Japão, prática criticada por vários governos, mas que é defendida no país.

Os manifestantes deitaram no chão do centro de Seul, capital sul-coreana, pedindo que aquários do país parem de importar golfinhos do Japão, onde os mamíferos seriam capturados de forma cruel.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne.

A pesca de golfinhos em Taiji é alvo de críticas há anos e já foi tema do documentário  “The cove” (A enseada, na tradução do inglês), produzido em 2009 e que ganhou o Oscar em 2010.

Os pescadores afirmam que a prática é parte de sua tradição e chamam os críticos estrangeiros de hipócritas, alegando que eles consomem outros tipos de carne.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Após críticas, Japão defende pesca e matança de golfinhos em vilarejo

Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Um porta-voz do governo do Japão defendeu no início desta semana a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne.

Nos últimos dias, novas imagens divulgadas mostram pescadores cercando golfinhos em uma enseada com a ajuda de redes. De acordo com a organização não-governamental Sea Shepherd, desde setembro já foram mortos aproximadamente 250 espécimes. Os ativistas afirmam que é uma das maiores matanças registradas nos últimos quatro anos.

De acordo com o Yoshihide Suga, porta-voz do governo japonês, a captura desses mamíferos acontece de forma apropriada e dentro da lei. “A pesca [de golfinhos] é uma cultura tradicional em nosso país. Vamos explicar nossa posição aos americanos”, disse ele, em resposta à embaixadora.

No último sábado (18), Caroline Kennedy escreveu em sua conta no Twitter que estava profundamente preocupada com os atos desumanos cometidos contra os animais durante a caçada. Ela acrescentou ainda que os EUA se opõem à prática.

A pesca de golfinhos em Taiji é alvo de críticas há anos e já foi tema do documentário  “The cove” (A enseada, na tradução do inglês), produzido em 2009 e que ganhou o Oscar em 2010.

Os pescadores afirmam que a prática é parte de sua tradição e chamam os críticos estrangeiros de hipócritas, alegando que eles consomem outros tipos de carne.

Em outra fotografia é possível ver a rede de pesca e exemplares de golfinho se debatendo. Ao fundo a água já vermelha, que seria o sangue desses mamíferos, que são mortos para o consumo de sua carne (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Em outra fotografia é possível ver a rede de pesca e exemplares de golfinho se debatendo. Ao fundo a água já vermelha, que seria o sangue desses mamíferos, que são mortos para o consumo de sua carne (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ecologistas denunciam morte de 30 golfinhos no Japão

Golfinhos são vistos nesta terça-feira (23) no porto japonês de Taiji (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Golfinhos são vistos nesta terça-feira (23) no porto japonês de Taiji (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Pescadores do porto japonês de Taiji mataram cerca de 30 golfinhos nesta quinta-feira (23), anunciaram defensores dos animais, que tentam alertar a opinião pública internacional.

“Apesar da campanha de sensibilização no mundo e na imprensa, Taiji segue massacrando golfinhos, cerca de 30 nesta manhã”, disse à AFP Melissa Sehgal, “guardiã-chefe da baía” de Taiji na Sea Sheperd, organização ecologista sediada nos Estados Unidos.

Segundo ela, “mais de 600 golfinhos foram mortos em Taiji dos 1.200 presos na baía desde 1 de setembro, sem contar os de hoje, e 149 foram capturados vivos”.

Os pescadores deste pequeno porto do oeste do Japão atraem os golfinhos até uma baía e matam uma parte deles para vender a carne. Os outros são comercializados para parques de atrações aquáticas.

Militantes do Sea Sheperd estão na região e enviam fotos e vídeos ao vivo para sites de todo o mundo.

Esta prática local se tornou famosa no documentário “The Cove”, premiado com um Oscar em 2010, que continha imagens impactantes do massacre de golfinhos.

As autoridades e os pescadores de Taiji sustentam que esta atividade é primordial para a vida econômica da comunidade e acusam os ativistas antipesca de não respeitarem a cultura local.

Também perguntam a razão pela qual os militantes não reagem às mortes de milhares de vacas e porcos nos países ocidentais.

Os pescadores garantem que sacrificam os golfinhos com menos crueldade que antes, realizando um corte em sua medula espinhal.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Premiê japonês defende a pesca de golfinhos

O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe defendeu neste sábado (25) a pesca de golfinhos pedindo que o mundo compreenda que esta controvertida tradição faz parte da cultura de seu país e ajuda economicamente as comunidades pesqueiras.

A pesca anual da aldeia de Taiji (oeste) provocou reações indignadas, principalmente da embaixadora dos Estados Unidos no Japão, Caroline Kennedy, que denunciou no Twitter “a falta de humanidade” desta prática.

No entanto, Abe defendeu a tradição japonesa e uma entrevista à CNN.

Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Os caçadores deste pequeno porto atraem os golfinhos pasra uma baía, matam alguns para vender sua carne e vendem outros para parques aquáticos.

Segundo Melissa Sehgal, chefe dos guardiões da baía de Taiji, braço da ONG americana Sea Sepherd, “mais de 600 golfinhos dos 1.200 que foram pescados na baía foram mortos desde 1º de setembro”.

Dezenas de ativistas, a maioria japoneses, se reuniram esta semana em frente à Agência de Pesca, com cartazes e fotos, pedindo ao governo que proíba a caça destes animais.

“A maior parte do povo japonês não sabe nada sobre a pesca de golfinhos”, disse Noriko Ikeda, que organizou a marcha e um membro da Ação por Mamíferos Marinhos.

“O governo argumenta que a prática faz parte da tradição e da cultura alimentar japonesa”, acrescentou.

“Mas a realidade é que é extremamente raro encontrar japoneses que queiram comer golfinhos. O problema na verdade é que a caça é motivada pela demanda dos aquários por golfinhos vivos que participam de shows”, continuou.

A embaixadora americana Caroline Kennedy tuitou sua preocupação a respeito da questão.

“Profundamente preocupada com a desumanidade da pesca de golfinhos por ‘drive hunt’. O governo americano se opõem a pescas por ‘drive hunt'”, destacou no post, em alusão à prática de pesca em que os golfinhos são conduzidos e encurralados para uma área onde são mortos.

Ativistas do Sea Shepherd divulgaram vídeos ao vivo da captura de golfinhos em Taiji, uma prática que chamou a atenção do mundo em 2010, ao se tornar tema de um premiado documentário, intitulado “A Enseada” (The Cove).

Defensores da pesca alegam que ela é uma tradição e afirmam que os animais visados não estão ameaçados de extinção, uma versão repetida pelo governo japonês.

Eles afirmam que as objeções ocidentais são hipócritas e ignoram o número imensamente maior de bovinos, suínos e ovinos que são sacrificados para satisfazer a demanda em outros países.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Baía no RJ com recorde de golfinhos nas Américas terá visita guiada

Mortandade não-natural do animal na Baía de Sepetiba é o dobro do aceitável, segundo ONG (Foto: Gabriel Barreira/G1)Mortandade não natural do animal na Baía de Sepetiba é o dobro do aceitável, segundo ONG (Foto: Gabriel Barreira/G1)

Uma das dez espécies animais mais ameaçadas de extinção do Estado do Rio de Janeirosupera o despejo de dejetos no oceano e a pesca acidental para sobreviver na Baía de Sepetiba, nos mares de Itacuruçá, distrito de Mangaratiba, Costa Verde fluminense. Ali, os botos cinzas, uma espécie de golfinho, formam a maior concentração deste tipo de mamífero das Américas Latina e Central, segundo a ONG Instituto Boto Cinza (IBC), embora a mortandade não natural chegue ao dobro do número aceitável — com cerca de 30 animais por ano. A estimativa é de que, naquelas águas, haja 2 mil golfinhos e de que cheguem a passear, juntos, em grupos de até 200.

O IBC, que, como sugere o nome, protege o animal — mas também outros cestáceos e até aves — é a responsável pelos cálculos e também pelos estudos do simpático mamífero, que empresta o nome a pousadas, restaurantes e mercados do distrito, que vive à base do turismo e da pesca. A partir de fevereiro, os pescadores vão realizar também passeios educacionais com turistas em locais onde os golfinhos nadam em grande número.

ONG Instituto Boto Cinza intermedia relação dos pescadores com o animal em extinção (Foto: Gabriel Barreira/G1)ONG IBC intermedia relação dos pescadores com
o animal em extinção (Foto: Gabriel Barreira/G1)

É justamente a rede do pescador, porém, um dos principais inimigos dos botos cinzas. É comum que, acidentalmente, fiquem presos e furem as redes. Quase sempre morrem, e reduzem o trabalho do pescador a zero. A solução encontrada pela ONG foi aproveitar esta mão de obra descontente e capacitá-la. Já que a pesca industrial esmaga o lucro dos autônomos, que os pescadores façam do mar a fonte de renda de casa promovendo passeios educativos.

“O projeto tem base comunitária, para render vantagens econômicas ao pescador. Haverá stands onde os turistas vão comprar tíquetes para passear com barqueiros locais nos lugares onde os golfinhos andam em agregação [grupo com mais de 100 animais]”, explica Leonardo Flach, coordenador científico do IBC e do projeto, intitulado Abrace o Boto Cinza. Questões como dia de inauguração e preço dos bilhetes será definida nos próximos dias em reunião com autoridades, pescadores e biólogos.

Baía de Guanabara, o exemplo negativo
O cuidado especial com o golfinho, que é simbolizado no brasão do Estado do Rio de Janeiro, encontra a justificativa no passado. Cartão-postal da cidade, a Baía de Guanabara teve milhões dos cestáceos em seus melhores tempos. Atualmente, não tem mais de 40, segundo o Instituto.

“Se não fizemos nada, se não buscarmos alternativas, será uma questão de tempo: eles sumirão, como aconteceu na Baía de Guanabara”, resumiu a bióloga marinha do Instituto, Kátia Silva.

Animais chegam a andar em grupo de 200 golfinhos quando estão em 'agregação' (Foto: Gabriel Barreira/G1)Animais chegam a andar em grupo de 200 golfinhos quando estão em ‘agregação’ (Foto: Gabriel Barreira/G1)'Dizem que a Baía de Guanabara, há uns 100 anos atrás, era como aqui. Mas com a degradação, os golfinhos foram diminuindo', diz Leonardo Flach, coordenador do Instituto (Foto: Gabriel Barreira/G1)‘Dizem que a Baía de Guanabara, há uns 100 anos atrás, era como aqui. Mas com a degradação, os golfinhos foram diminuindo’, diz Leonardo Flach, coordenador do Instituto (Foto: Gabriel Barreira/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Cidade japonesa famosa por morte de golfinhos quer ter parque marinho

Imagem de 19 de abril de 2012 mostra enseada na cidade de Taiji, no oeste do Japão, onde há plano de abrir um parque marinho no qual as pessoas possam brincar com golfinhos (Foto: Jiji Press/AFP)Imagem de 19 de abril de 2012 mostra enseada na cidade de Taiji, na região central do Japão, onde há um plano de abrir um parque marinho no qual as pessoas possam brincar com golfinhos (Foto: Jiji Press/AFP)

A cidade japonesa de Taiji, tristemente conhecida no mundo pelo massacre de golfinhos, planeja abrir, em até cinco anos, um parque marinho onde as pessoas possam nadar com golfinhos e pequenas baleias.

Esse pequeno porto na região central do Japão se tornou famoso pelo documentário “The Cove” (“A enseada”, em tradução literal, mas lançado no Brasil como “The Cove – A baía da vergonha”), premiado com um Oscar em 2010.

O filme denuncia a captura anual, em Taiji, de dezenas de golfinhos e botos, levados para parques de atrações, além do massacre de cerca de 23 mil por ano no país para consumo de carne.

Os animais são levados para uma enseada (cove), onde são abatidos com facas e lanças de pescadores em pequenos barcos. O documentário chama a prática de “desnecessária e cruel” e trata, ainda, dos riscos de contaminação da carne por mercúrio.

Dois golfinhos-de-risso (Grampus griseus) são conduzidos por barcos de pesca em Taiji, em imagem de 23 de novembro de 2003 (Foto: Ryan Nakashima/AFP)Dois golfinhos-de-risso (‘Grampus griseus’) são
conduzidos por barcos de pesca em Taiji, em 23
de novembro de 2003 (Foto: Ryan Nakashima/AFP)

As autoridades municipais da pequena cidade portuária, porém, desejam transformar uma parte da baía em reserva natural, na qual os turistas e outros curiosos possam nadar ou usar caiaques na companhia dos golfinhos, confirmou à AFP Masaki Wada, funcionário da administração da cidade.

O porto já tem uma reserva com cetáceos para aumentar o turismo, mas as autoridades querem desenvolvê-la em larga escala, disse o funcionário, que detalhou que o parque pode ter uma área de 280 mil m².

“Queremos fazer de toda a localidade um parque, onde (as pessoas) poderão observar esses mamíferos marinhos e também degustar produtos marinhos, entre eles golfinho e baleia”, afirmou Wada.

O funcionário destacou, porém, que essa iniciativa de reserva natural não significa o fim da pesca em Taiji.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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