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Microsoft testa teclado com sensores para identificar gestos do usuário

Sensores colocados ao lado das teclas permitem a leitura de gestos do usuário (Foto: Divulgação)Sensores colocados ao lado das teclas permitem a
leitura de gestos do usuário (Foto: Divulgação)

A Microsoft estuda meios de unir gestos em uma área sensível ao toque (trackpad) com as teclas de um teclado de PC tradicional. O recurso permitiria que o usuário realizasse gestos com as mãos por cima do teclado para realizar ações nos programas.

A empresa publicou uma pesquisa em que revela um protótipo deste teclado que tem sensores infravermelhos de proximidade colocados acima das teclas. Desse modo, ao passar a mão por cima do teclado, seria possível mudar de página ou mudar a orientação de uma imagem. Ainda, com movimentos dos dedos poderia aumentar o diminuir o tamanho da foto na tela. O recurso é similar ao visto pela tecnologia Leap Motion.

A intenção da empresa é trazer o uso de gestos para comandar o PC que fosse natural e fácil para todos os usuários. O recurso não seria um substituto do mouse e, sim, um complemento.

A tecnologia ainda está sendo testada e não há uma previsão de ser lançada no mercado.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Veja lista com frases e gestos de Francisco que marcam seu estilo

Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Em um ano, o papa Francisco marcou presença com algumas frases e gestos que já se tornaram célebres, criticando a mundanidade e mostrando sua proximidade com o homem comum. Confira alguns deles abaixo.

– Em 16 de março de 2013, ele diz para a imprensa: “Como eu queria uma Igreja pobre, feita para os pobres!”.

– Em 17 de março, durante seu primeiro Angelus, ele convida ao “perdão” e à “misericórdia”: “Um pouco de misericórdia deixa o mundo menos frio e mais justo’. ‘Nós não devemos ter medo da bondade, nem da ternura”.

– Em 28 de março, ele pede aos padres que se dirijam às periferias, onde há mais sofrimento, onde o sangue é derramado. Os padres “não devem ser colecionadores de antiguidades”, nem “funcionários públicos”. Quando aos bispos, não são nem “apologistas, nem cruzados”, “eles devem se impregnar do odor de seu rebanho”.

– Em 17 de abril de 2013, durante missa em Santa Marta: a Igreja “não deve ser uma babá que nina uma criança para que ela durma”.

– Em 8 de maio de 2013, ele convida milhares de religiosas a uma “castidade fecunda (…) A pessoa consagrada é uma mãe, deve ser mãe e não uma solteirona”.

– Em 8 de julho de 2013, durante viagem a Lampedusa, ele chama atenção para o drama dos migrantes que atravessam o Mediterrâneo: “a cultura do bem-estar nos torna insensíveis aos gritos do próximo” e “culmina numa globalização da indiferença”.

– Em 29 de julho, no avião que o levava de volta à Itália após sua viagem ao Brasil, ele diz: “se uma pessoa é gay e procura Jesus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”

– Em 4 de outubro de 2013, ele denuncia o “perigo da mundanidade”: “o cristianismo sem a cruz, sem Jesus, sem despojamento é como uma confeitaria, um lindo bolo”.

– Em 26 de novembro de 2013, ele denuncia a especulação financeira: “uma nova tirania invisível impõe leis de uma maneira unilateral e implacável”.

Gestos
O Papa marca presença também por seu gosto pelas multidões, seus gestos espontâneos com relação aos enfermos, aos deficientes que são carregados para que ele os beije. O padre deve saber “levar o carinho de Deus”, diz Francisco, que não hesita em brincar, colocar uma criança no papamóvel, tirar o solidéu branco para colocar um novo, ofertado por um fiel, vestir uma camisa de futebol ou compartilhar um chimarrão.

Ele alterna gestos simples e gestos fortes como quando lavou, em 29 de março, os pés de 12 detentos – dentre os quais dois muçulmanos – ou quando ele liderou, em 7 de setembro, um dia de jejum pela paz na Síria.

O Santo Padre telefona e escreve de punho próprio para dezenas de pessoas. A ponto até de, às vezes, pegar seus interlocutores desprevenidos: como as religiosas de um convento espanhol que receberam uma ligação sua no ano novo, confusas por não terem atendido o telefonema.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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