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Alcatel-Lucent lança plataforma de código aberto para API de gerenciamento

Com o recurso, empresa espera tornar mais fácil para os operadores abrir suas redes a desenvolvedores

06 de setembro de 2012 – 16h00

Com o objetivo de facilitar a tarefa dos operadores de abrir suas redes para desenvolvedores, a Alcatel-Lucent introduziu um código aberto, baseado em nuvem, a plataforma de gestão API (interface de programação de aplicativo), chamado apiGrove.

A empresa entende que grande parte dos operadores perdeu o barco sobre a revolução de aplicativos para smartphone. Contudo, com a possibilidade de publicar APIs – incluindo características tais como localização, faturamento e informações de presença -, abrindo suas redes a desenvolvedores, eles podem ter uma segunda chance de desempenhar um papel mais importante.

No entanto, para que a promessa de APIs seja plenamente realizada, é necessária a normalização da tecnologia subjacente, de acordo com Laura Merling, vice-presidente sênior de Application Enablement da Alcatel-Lucent.

“Eu acredito que a API de gerenciamento vai ser uma parte do negócio de todo mundo e, portanto, necessita de padronização”, disse Laura. Além disso, de acordo com a executiva, o ApiGrove vai possibilitar aos operadores testar o conceito sem ter de fazer muito investimento inicial.

A plataforma de gerenciamento API é usada para publicar as interfaces, bem como configurar as regras de como podem ser usadas, incluindo quem pode acessá-las e o número de transações que são permitidas. O pacote de instalação apiGrove, o código-fonte e a documentação estão disponíveis para download a partir GitHub. O objetivo final com apiGrove, de acordo com a empresa, é transformá-lo em um projeto semelhante ao Apache, uma comunidade de projetos de software livres.

“Ele foi submetido a passar pelo processo de incubação necessário, mas isso leva tempo … Um lote é sobre a adoção da comunidade, por isso estamos fazendo muitas extensões para conduzir a adoção”, diz Laura.

A Alcatel-Lucent também acredita que a gestão API faz sentido na nuvem, em vez de on-premise no centro de dados do operador. Além disso, também pode gerenciar plataformas ApiGrove em nuvem privada, expondo as suas capacidades para desenvolvedores.

A empresa está conversando com provedores de nuvem e construindo interfaces para sua plataforma CloudBand ??via apiGrove. E ainda irá oferecer a Plataforma de Gestão de API Premium antes do final do ano. Segundo Laura, os operadores terão de pagar por essa versão, que contará com um grupo mais avançado e recursos de segurança, incluindo a validação de XML apiGrove.

Por exemplo, o recurso Gerenciador de Speaker permite que um operador mantenha o controle de limitação de velocidade por meio de um cluster de instâncias de gestão API. A Plataforma de Gestão API Premium também irá incluir um quadro de composição de serviços.

Laura afirma que o objetivo da Alcatel-Lucent é ajudar a transformar as redes em uma plataforma de software, em que todos os equipamentos abrigam uma interface para desenvolvedores.

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Locaweb e New Relic unem-se no gerenciamento de infraestrutura web

Aliança mira pequenos e médios negócios que querem aprimorar a gestão de sites e aplicações.

A Locaweb, empresa de hosting, estabeleceu parceria com a New Relic, companhia norte-americana de desenvolvimento, para criar uma solução de gerenciamento de desempenho de aplicativos web, servidor e monitoramento de usuários.

De acordo com as organizações, a aliança permitirá o atendimento a pequenas e médias empresas que buscam gerenciamento de sites e aplicações. “A escolha pela Locaweb se deu pelo fato de as duas empresas compartilharem o mesmo objetivo, que é ajudar organizações a assegurar desempenho e disponibilidade de seus websites”, afirma Bill Lapcevic, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da New Relic.

As empresas vão oferecer uma ferramenta para o monitoramento de aplicação disponível na plataforma Linux, que inclui informações em tempo real sobre a performance da aplicação hospedada no Servidor Gerenciado, disponibilidade disponibilidade do banco de dados, monitoramento dos recursos físicos do servidor e detecção de erros e alertas.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Sefaz Minas Gerais otimiza gerenciamento de arrecadação com solução analítica

Órgão investiu em tecnologia do SAS para aprimorar análise de mais de 800 mil notas fiscais eletrônicas recebidas diariamente no estado mineiro.

A Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais investiu em soluções analíticas do SAS para ampliar a visão dos contribuintes, desde a arrecadação aos indicadores de desempenho do estado. A Sefaz de Minas Gerais é responsável pelo processamento de mais de 800 mil notas fiscais eletrônicas por dia e a adoção da plataforma permitirá analisar de forma eficiente a massa de dados gerada.

A tecnologia do SAS, que foi adotada por meio de licitação, está sendo implementada aos poucos e o processo deverá ser finalizado no início de 2013.
Ainda que não tenha sido completada, a adoção já mostra resultados. “Saímos do processo manual de análise de dados de tributação, fiscalização e arrecadação para uma plataforma analítica que nos proporciona visão holística das informações”, afirma Soraya Naffah, diretora da Superintendência de TI da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais.

De acordo com Soraya, com o aumento de dados recebidos pelo órgão ficou praticamente impossível tratar as informações sem um sistema analítico. Ela diz que a solução vai integrar várias visões dos dados da Secretaria e proporcionar melhor avaliação do desempenho fiscal do estado.

As plataformas analíticas implementadas vão ajudar na previsão da arrecadação, indicador de desempenho fiscal e painel executivo, e serão responsáveis por integração de dados, estudos sob demanda, mineração de informações e textos, previsão e simulação de cenários, além de otimização de fiscalizações e painel executivo integrado com mapas georreferenciados.

A partir desses projetos, as Superintendências de Fiscalização e de Arrecadação, além da Subsecretaria do Tesouro, terão acesso à detalhes importantes das informações dos contribuintes, o que ajudará na tomada de decisões, assegura Soraya.

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Publicado por em 18 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Cinco passos para melhorar o gerenciamento dos dados

Estudos apontam que as companhias estão produzindo 2,2 zettabytes de dados e saber como administrar essa avalanche de informações, traz vantagem competitiva para o negócio.

O volume de dados gerado pelas empresas ao redor do mundo chega a 2,2 zettabytes. As grandes possuem cerca de 100 mil terabytes de informações, enquanto que os pequenos e médios negócios (PMEs) guardam aproximadamente 563 terabytes de informações. Esse número deverá crescer 67% nas grandes organizações e 178% nas PMEs este ano, segundo um novo relatório da Symantec.

Esses números podem ser difíceis de visualizar. Então imagine o seguinte: 10 kilobytes é o equivalente aos dados de um texto que preenchem uma única folha de papel tamanho A4. Se você fosse empilhar as folhas de papel, 1 milhão de terabytes (ou folhas de papel) daria uma pilha tão alta quanto o Empire State Building (1.454 pés) de Nova York. E 2,2 zettabytes seriam suficientes para fazer 1.287 pilhas do tamanho desse prédio ou uma distância equivalente a 374 quilômetros.

 “O aumento do volume de informações está se tornando muito crítico”, afirma C.J. Desai, vice-presidente sênior da divisão de Gerenciamento de Informação da Symantec. Os dados, ou o chamado Big Data, estão crescendo muito rapidamente e as organizações precisam uma compreensão completa de como, onde e porque eles estão se avolumando.

Desai informa que um CIO veterano de TI que atua no segmento financeiro disse que a quantidade de dados gerados diariamente pelo seu data center e maior que a que era  produzida em um ano inteiro na década de 90.

Custos do armazenamento
O motivo para as organizações terem que analisar com clareza o crescimento de suas informações são as despesas mundiais com dados empresariais que chegam a 1,1 trilhão de dólares por ano. Ao dividir esse valor pela quantidade de organizações, a Symantec estima que as grandes companhias gastam 38 milhões de dólares por ano com armazenamento das informações,,  enquanto a PMEs desembolsam em média 332 mil dólares.

A imensa quantidade de dados que as companhias produzem atualmente pode ajudá-las a atender melhor seus clientes e aumentar a produtividade, afirma Francis de Souza, vice-presidente da unidade Enterprise Products and Services da Symantec. Entretanto, as mesmas informações também podem se tornar um grande problema se não forem devidamente tratadas e protegidas.

Entre os entrevistados da pesquisa da Symantec, 49% disseram que suas informações são valiosas para os negócios. Isso significa que a perda em caso de algum incidente pode ser pode ser catastrófica. Elas podem também perder clientes, ter a imagem arranhada e sofrer prejuízos financeiros.  

“As empresas estão dizendo que as informações estão avaliadas em quase metade do seu valor de mercado”, conta Desai. “Todo o seu IP está em seus dados. Se essa informação se perde e ela não tem chance de recuperação rápida por causa de alguma falha da máquina ou desastre natural”.

Proteção dos dados
No entanto, apesar do perigo, as organizações estão tendo problemas com a segurança de dados, segundo constatou a pesquisa da Symantec. O relatório revelou que 69% das companhias entrevistadas perderam informações de negócios importantes nos últimos 12 meses. As causas foram erro humano, falha de hardware e software, além de roubo ou perda de dispositivos móveis com informações sensíveis.

Entre as entrevistas, 69% reportaram que tiveram informações confidenciais expostas, enquanto 31% alegaram falhas de conformidade com as boas práticas de segurança.

Trinta por cento delas disseram que a expansão do volume de informações foi um fator significativo nestes acidentes. “Nossa maior preocupação” é a falta de capacidade para controlar e realmente entender a grande quantidade de dados que geramos”, diz um CIO  de uma organização do setor financeiro. “Temos tanta informação que é difícil colocá-las todas juntas. Com todos os regulamentos diferentes na indústria financeira, torna-se muito difícil.”.

De fato, diz Desai, 42% dos dados armazenados pelas organizações são duplicados e compartilhados por outros equipamentos. Um exemplo é o e-mail, guardado no servidor de backup, mas que os anexos são copiados para dispositivo móvel.

O executivo adverte que os dados precisam ser armazenados corretamente. “Concentre-se na informação e não no data center ou nos dispositivos. Você Acompanha o seu fluxo, sabe onde estão guardados e rastrea dados confidenciais?”, questiona Desai.

 Veja a seguir cinco dicas para melhor gerenciamento de seus dados:

1-    Concentre-se na informação e não no data center ou device
Foque na na construção de uma infraestrutura que otimize a capacidade da companhia de encontrar, acessar e utilizar informações críticas dos negócios. As principais tecnologias para isso incluem virtualização, computação em nuvem e dispositivos móveis.

2- Ganhe competência para avaliar e tratar seus dados
 Conheça a sua informação e perceba que as bases não são iguais. Muitas organizações não armazenam dados básicos, não sabem quem é o dono específico dentro da companhia nem como usá-los para ganhar vantagem competitiva.

É importante mapear e classificar as informações para descobrir o seu real valor. Feito isso, você pode mais facilmente priorizar os recursos de proteção, segurança  para gerenciar a informação que realmente é importante.

3- Seja eficiente.
Faça deduplicação e adote tecnologias de arquivamento para proteger mais e armazenar menos. Guarde somente o que você realmente precisa.

4-Defina políticas consistentes.
Estabeleça regras para armazenamento da informação, seja em ambientes físicos, virtuais ou de nuvem. Esta classificação unifica dados, automatiza, ajuda a descobrir quem é o seu dono, controla o acesso, distribuição e acelera o processo de eDiscovery.

5- Mantenha-se ágil.
Planeje o futuro. A empresa precisa das informações rapidamente para a tomada de decisão e isso exige a implementação de uma infraestrutura flexível e capaz de suportar crescimento contínuo dos dados.

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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HP anuncia aplicativo móvel para gerenciamento de servidores

AppId is over the quota
Solução, que será acessada a partir de dispositivos que rodam iOS ou Android, ajudará administradores de sistema a verificar a saúde das soluções no data center.

14 de fevereiro de 2012 – 17h16

A Hewlett-Packard (HP) anuncia a chegada de um aplicativo direcionado para smartphones e tablets que rodam iOS, da Apple, e Android, da Google, que permitirá que administradores de sistemas controlem e configurem servidores remotamente, afirmou ontem (13/2) a companhia.

“A solução da empresa irá fornecer informações sobre a saúde dos servidores, mas também permitirá que administradores gerenciem o sistema remotamente”, reforçou John Gromala, diretor de marketing para sistemas modulares da HP, durante a HP Global Partner Conference, que está sendo realizada em Las Vegas.

A capacidade de gerenciar servidores por meio de dispositivos móveis é algo poderoso, disse Gromala. Os administradores de sistema também podem usar o aplicativo para acessar os subsistemas de gestão para rapidamente identificar e resolver problemas no servidor, em vez de efetuar logon em consoles de gerenciamento de data centers.

As aplicações móveis são projetadas para trabalhar em linha com os novos servidores HP Gen8, que foram anunciados na segunda-feira também durante o evento. Os equipamentos apresentam integração de hardware e software para oferecer melhor desempenho por watt, enquanto reduzem custos de manutenção e de energia elétrica em data centers, afirma a companhia.

Os novos servidores Gen8 analisam, monitoram e diagnosticam problemas de equipamentos e o aplicativo da HP para dispositivos móveis será capaz de acessar esses dados para obter um raio X dos servidores. As informações de vigilância são recolhidas por um processador secundário e controladas por um aplicativo de gerenciamento chamado Integrated Lights-Out (iLO).

Um aplicativo separado móvel permitirá que os administradores do sistema executem scripts que ajudam a configurar as aplicações em servidores, disse um representante da HP que não quis ser identificado. Os scripts podem ser simplesmente copiados e colados e o app ajudará a configurar os servidores.

Um administrador de sistema também será capaz de verificar a localização de um servidor em um data center por meio de aplicativos móveis da HP. Isso deve ajudar a isolar problemas específicos, de acordo com a companhia.

O serviço, informa a HP, será prestado diretamente pela HP ou seus parceiros para clientes que optarem por receber os dados. A empresa não compartilhou informações sobre quando os aplicativos móveis estarão disponíveis para download.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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HP anuncia aplicativo móvel para gerenciamento de servidores

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Solução, que será acessada a partir de dispositivos que rodam iOS ou Android, ajudará administradores de sistema a verificar a saúde das soluções no data center.

14 de fevereiro de 2012 – 17h16

A Hewlett-Packard (HP) anuncia a chegada de um aplicativo direcionado para smartphones e tablets que rodam iOS, da Apple, e Android, da Google, que permitirá que administradores de sistemas controlem e configurem servidores remotamente, afirmou ontem (13/2) a companhia.

“A solução da empresa irá fornecer informações sobre a saúde dos servidores, mas também permitirá que administradores gerenciem o sistema remotamente”, reforçou John Gromala, diretor de marketing para sistemas modulares da HP, durante a HP Global Partner Conference, que está sendo realizada em Las Vegas.

A capacidade de gerenciar servidores por meio de dispositivos móveis é algo poderoso, disse Gromala. Os administradores de sistema também podem usar o aplicativo para acessar os subsistemas de gestão para rapidamente identificar e resolver problemas no servidor, em vez de efetuar logon em consoles de gerenciamento de data centers.

As aplicações móveis são projetadas para trabalhar em linha com os novos servidores HP Gen8, que foram anunciados na segunda-feira também durante o evento. Os equipamentos apresentam integração de hardware e software para oferecer melhor desempenho por watt, enquanto reduzem custos de manutenção e de energia elétrica em data centers, afirma a companhia.

Os novos servidores Gen8 analisam, monitoram e diagnosticam problemas de equipamentos e o aplicativo da HP para dispositivos móveis será capaz de acessar esses dados para obter um raio X dos servidores. As informações de vigilância são recolhidas por um processador secundário e controladas por um aplicativo de gerenciamento chamado Integrated Lights-Out (iLO).

Um aplicativo separado móvel permitirá que os administradores do sistema executem scripts que ajudam a configurar as aplicações em servidores, disse um representante da HP que não quis ser identificado. Os scripts podem ser simplesmente copiados e colados e o app ajudará a configurar os servidores.

Um administrador de sistema também será capaz de verificar a localização de um servidor em um data center por meio de aplicativos móveis da HP. Isso deve ajudar a isolar problemas específicos, de acordo com a companhia.

O serviço, informa a HP, será prestado diretamente pela HP ou seus parceiros para clientes que optarem por receber os dados. A empresa não compartilhou informações sobre quando os aplicativos móveis estarão disponíveis para download.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Companhias investem no gerenciamento da consumerização

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Pesquisa global mostra que 60% das organizações estão adaptando a infraestrutura de TI para receber tecnologias pessoais dos funcionários.

Em todo o mundo, 88% dos executivos relatam que os funcionários já usam suas próprias tecnologias pessoais para propósitos profissionais. O resultado é parte do estudo global “Dissipando seis mitos sobre a Consumerização de TI”, realizado pela Wakefield Research, empresa de pesquisas independente, a pedido da Avanade, provedora de soluções de negócios de tecnologia e serviços gerenciados.

Diante desse cenário, o levantamento, que ouviu com 605 líderes seniores e de TI realizada em 17 países, aponta que investimentos significativos em TI estão sendo feitos para gerenciar essa tendência. Na média, as empresas estão alocando 25% de seu orçamento geral de TI para gerenciar a consumerização e 60% das organizações estão adaptando a infraestrutura de TI para receber tecnologias pessoais dos funcionários.

Ainda de acordo com o estudo, no Brasil, o uso de tecnologias de computação pessoal no local de trabalho para fins comerciais é maior do que em muitos países europeus, chegando a 97%, e também é maior quando comparado aos Estados Unidos, com 89%.

Quando perguntados sobre o impacto das tecnologias pessoais na cultura da empresa, a maioria dos executivos participantes (58%) disse que o melhor resultado dessa ação era a habilidade de trabalhar a partir de qualquer local, seguido pelo fato de os funcionários estarem mais dispostos a trabalhar após o expediente (42%). “A produtividade e o acesso de qualquer lugar são mais bem avaliados pelos executivos do que a disposição de seus funcionários ou do que maiores responsabilidades atribuídas aos jovens profissionais”, diz Hamilton Berteli, CTO da Avanade no Brasil.

Segundo os líderes empresariais e de TI, os dispositivos mais populares usados na empresa são os smartphones com o sistema operacional Android, BlackBerry  e notebooks da Apple.

Um dado relevante do estudo mostra que os funcionários não usam os dispositivos pessoais no trabalho apenas para checar mensagens ou acessar redes sociais. Eles estão utilizando cada vez mais aplicativos corporativos de missão crítica.

Entre os entrevistados em todo o mundo, 45% dos executivos citaram ferramentas de gerenciamento de relacionamento com clientes (CRM) como as mais acessadas, 44% aplicativos para registro de tempo de trabalho e despesas, e outros 38% mencionaram as soluções de planejamento de recursos empresariais (ERP).

BYOD + carreira

O levantamento indicada que muito tem sido feito em termos das empresas adotarem políticas do tipo “traga seu próprio dispositivo” (BYOD, na sigla em inglês) para “acomodar” jovens funcionários, além de atrair novos talentos.

Ainda assim, de acordo com os executivos participantes da pesquisa, a permissão de tecnologias pessoais no local de trabalho não é uma forte ferramenta para recrutar ou reter talentos. Dos ouvidos, 32% mudaram as políticas para tornar seus locais de trabalho mais atraentes para jovens profissionais. E 20% acreditam que permitir tecnologias de computação pessoal na empresa beneficiará os esforços para fins de recrutamento ou retenção.

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Publicado por em 16 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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