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Brasileiro é o mais esperançoso de que tecnologia pode gerar emprego

Um estudo apresentado pela Microsoft nesta sexta-feira (24) no Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça, mostrou que os brasileiros são os mais esperançosos de que a tecnologia usada no dia a dia possa criar oportunidades de emprego, dentre os habitantes de países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Em dezembro de 2013, foram entrevistados 10 mil internautas de 10 países –além do Brasil, os em desenvolvimento China, Índia, México, Rússia e Turquia, e os desenvolvidos Estados Unidos, França, Japão e Alemanha.

No Brasil, 80% dos entrevistados acreditam que smartphones, tablets, PCs e videogames podem gerar novas possibilidades de trabalho. O brasileiro é o mais otimista quanto à influência da tecnologia pessoal nas artes e cultura –74% das pessoas que foram ouvidas fazem essa aposta.

Em geral, os habitantes de países em desenvolvimento enxergam são mais confiantes nos impactos da tecnologia como promotora de mudanças do que os de nações desenvolvidas. Em todos os quesitos analisados, esses países apresentam os maiores índices de otimismo.

Do total dos chineses, por exemplo, 94% disseram que a tecnologia gera oportunidades econômicas. Não à toa o país é lar de várias indústrias que, por dominar o mercado nacional, mas, apesar do pouco tempo de vida, são algumas das maiores do mundo em seu segmento, como a Xiaomi, e outras que já são as maiores do planeta, como a Lenovo.

A chinesa, maior fabricante de computadores do mundo, aliás, só entrou no segmento quando comprou a área de PCs da IBM em 2005.

Os chineses são ainda os que mais acreditam que a tecnologia pode melhorar a qualidade de vida e elevar a liberdade dos cidadãos.

Os indianos lideram quando o assunto é tecnologia e educação –83% dos entrevistados acreditam que utilizar dispositivos móveis impactam o aprendizado nos bancos da escola. Eles também lideram em saúde e bem estar (71%).

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Após gerar dúvidas, foto de tubarão enorme com outro na boca é real

A imagem registrada por pesquisadores da Universidade de Delaware (EUA) que mostra um tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca gerou grande debate na internet, com alguns afirmando que a foto feita na costa do estado de Delaware seria montagem.

Nesta terça-feira (20), a agência Reuters divulgou a foto comprovando que a cena incrível é realmente real. O tubarão menor havia engolido a isca que os pesquisadores usaram para capturar espécimes maiores, mas ele acabou virando isca de um predador maior.

Pesquisadores fisgaram tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca (Foto: University of Delaware ORB Lab/Reuters)Pesquisadores fisgaram tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca (Foto: University of Delaware ORB Lab/Reuters)

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música, Tecnologia

 

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Comprar revistas no iPad pode gerar economia de quase R$300 por ano

Assinatura digital compensa para muitas publicações nacionais e internacionais, como The Economist, Rolling Stone, IstoÉ, Época e Wired.

Assinar uma revista em formato digital no iPad pode gerar uma economia de aproximadamente 300 reais para o usuário em apenas um ano. Esse é o caso da famosa revista semanal The Economist, cuja assinatura anual impressa para o Brasil, com 51 edições, custa 270 dólares (cerca de 550 reais) contra 127 dólares (cerca de 260 reais) pelo mesmo conteúdo em versão digital no iPad, computadores e outros tablets.

O usuário também pode fazer uma boa economia ao assinar a versão digital para iPad da IstoÉ, por exemplo. Por 100 dólares (cerca de 200 reais) anuais, o consumidor recebe todas as edições da semanal brasileira durante 12 meses. Para ter o mesmo número de edições impressas em casa, o custo seria de 427 reais, cerca de 230 reais mais alto.

Já a Rolling Stone (edição norte-americana em inglês), lançada no iPad há poucos dias, custa apenas 20 dólares ao ano. Por esse valor, o usuário brasileiro pode ter acesso a todas as 24 edições da revista em uma temporada (mais um mês grátis). Para realizar a assinatura internacional da versão impressa (também com duas edições de bônus), o consumidor precisa desembolsar 85 dólares ao ano (cerca de 175 reais), além de esperar mais tempo pela chegada da publicação. Com isso, a economia no iPad chega a aproximadamente 130 reais em um ano. Quem prefere recorrer a bancas e livrarias para comprar edições avulsas da publicação também gasta muito mais: 5 dólares (cerca de 10 reais) no iPad contra uma média de 30 reais nesses locais.

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Na revista Época, da editora Globo, a assinatura digital para iPad custa 100 dólares (cerca de 200 reais) ao ano enquanto que a assinatura da edição impressa sai bem mais salgada: 400 reais (apenas à vista) – mas com o “conforto” de  o usuário ganhar seis meses extras por esse valor. De qualquer forma, é uma boa economia escolher o iPad.

Outra conhecida publicação estrangeira, a revista mensal de tecnologia Wired está disponível no iPad pelo mesmo preço da Rolling Stone: 20 dólares ao ano. Como a assinatura internacional impressa (e digital inclusa) da Wired precisa gastar 70 dólares por ano, cerca de 100 reais a mais do que o preço da mesma assinatura apenas no iPad. Em bancas e  livrarias brasileiras, a Wired custa em torno de 20 reais.

Newsweek digital

A conhecida revista semanal norte-americana anunciou no final do ano passado que a partir de 2013 só seria publicada de forma digital. A assinatura digital anual, que inclui 52 edições, custa 25 dólares e dá direito a acesso pelo computador e tablets como o iPad. Até então, para comprar a versão impressa da revista, era preciso desembolsar cerca de 15 reais em locais especializados no Brasil.

Gratuitas

Duas opções de revistas gratuitas e interessantes disponíveis no Brasil são a Trip e a TPM, ambas da mesma editora. Basta baixar o aplicativo de cada uma delas na App Store e então selecionar o download dos números desejados – mas fique de olho que as publicações digitais podem “pesar” mais de 500MB cada.

Quando o digital não compensa

Em algumas publicações da editora Abril, como Veja e VIP, por exemplo, a assinatura no iPad tem preço igual ou até maior do que a “clássica” edição em papel. Enquanto a assinatura anual impressa da VIP sai por 114,31 reais, as mesmas 12 edições em versão digital custam 131 reais para o assinante.

O mesmo acontece com a Veja, uma das principais semanais do país, que custa mais no iPad do que no papel. A assinatura anual impressa da publicação sai por 392 reais, segundo o site da Abril, enquanto que a assinatura digital custa 411 reais ao dono do tablet da Apple. Além disso, a edição avulsa, que custa 9,90 reais na banca, sai por 5 dólares (cerca de 10 reais) no iPad. Nesses casos, caso o consumidor não tenha problemas para armazenar as revistas, vale mais a pena fazer a assinatura impressa ou até a opção que inclui impressa e digital.

Como funciona

Na maioria dos casos, basta baixar o aplicativo gratuito da revista desejada pela App Store brasileira e então selecionar a opção de compra. Geralmente é possível escolher entre compra avulsa, assinatura semestral ou anual – disponíveis como compras dentro de aplicativos. Em alguns casos, talvez seja preciso fazer a assinatura digital primeiramente pelo site oficial da publicação. Todas as revistas citadas na reportagem estão disponíveis para assinatura via App Store do Brasil, mas com preços em dólar (em que há cobrança do imposto IOF no pagamento da fatura do cartão de crédito).

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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PEC do comércio eletrônico é bem-vinda se não gerar entraves

FecomercioSP teme que proposta acarrete em mais burocracia para o setor e gastos extras.

A recente aprovação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 103/2011, que reparte entre os estados de origem e destino o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente nas vendas não presenciais, ainda gera dúvidas no setor.

Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o atual cenário de dupla tributação nas relações comerciais entre estados, por meio do Protocolo 21, é prejudicial para empresas e consumidores.

A entidade acredita ainda que as mudanças previstas pela PEC 103/2011, que segue para Câmara e está prestes a ser votada, podem ser benéficas, “uma vez que resolvem, em parte, a problemática em torno do Protocolo em questão, mas desde que sua regulamentação facilite os processos de recolhimento de impostos”, afirma.

“A PEC do comércio eletrônico não pode acarretar em mais burocracia para o setor”, opina Pedro Guasti, presidente do Conselho de Interação e Comércio Eletrônico da FecomercioSP. “Essa é uma das nossas preocupações em torno da medida para que não gere mais custos e demora na entrega do produto para o consumidor”, acrescenta.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 13 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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