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CES 2014: Nova geração de TVs 4K tem telas curvas, gigantes e flexíveis

CES 2014 destaca as TVs 4K, a tendência do setor para o ano (Foto: Gustavo Petró/G1)CES 2014 destaca as TVs 4K, tendência do setor para o ano (Foto: Gustavo Petró/G1)

A feira Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, marca a aposentadoria dos televisores Full HD, com resolução de 1080p, e a chegada definitiva das novíssimas TVs 4K, que trazem quatro vezes mais resolução do que os modelos que já estão no mercado. Assista ao lado.

Com telas que podem ultrapassar as 100 polegadas, esses aparelhos chegarão às lojas, pelo menos nos Estados Unidos, no final do ano. As telas também ganharam curvas, o que torna o ato de assistir mais confortável ao olho humano.

Os televisores de ultra-alta definição (UHD), como também são chamados os modelos com resolução de 3840 x 2160 pixels, têm telas grandes, que começam em 50 polegadas e podem ultrapassar as 100 polegadas. Quanto maior o televisor, melhor é possível ver como o 4K mantém a integridade da imagem, que não “estoura”, ou seja, não perde qualidade.

A sensação ao assistir os vídeos de paisagens que as fabricantes exibem para vender suas TVs 4K é de ter aberto uma janela e estar ali olhando para uma montanha ou para uma praia. A nitidez é alta, as cores são vibrantes e há bastante contraste entre o claro e o escuro. Mesmo chegando perto da tela é difícil enxergar os pequenos pontos que formam a imagem.

Além da alta definição das TVs 4K, o que impressiona é o tamanho dos aparelhos (Foto: Gustavo Petró/G1)Além da alta definição dos televisores 4K, o que
impressiona é o tamanho dos aparelhos
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Fabricantes como LG e Samsung apostam ainda em modelos 4K com tela curva. Elas afirmam que os televisores que possuem essa função são mais confortáveis, pois se adaptam melhor ao olho humano. O ângulo da curvatura é sutil e, embora seja realmente agradável assistir TV com essa tecnologia, o destaque maior é o design do aparelho – bonito e diferente.

Como se não bastassem as curvas, essas mesmas duas empresas foram além e apresentaram protótipos de televisores “flexíveis”. Com um toque de botão, as extremidades desses aparelhos se envergam, transformando um display de tela plana em um de tela curva. Enquanto o teste da Samsung tem mais tamanho (85 polegadas), o modelo de 77 polegadas da LG se destaca carregar a tecnologia OLED, superior ao LED. Os aparelhos estão sendo demonstrados na CES e ainda não tem previsão de chegada ao mercado.

As fabricantes não gostam de falar dos preços das TVs 4K justamente por eles estarem acima do esperado pelo consumidor. Um aparelho do tipo – com exceção do modelo da Polaroid, que custa US$ 1 mil – parte de US$ 25 mil e chega a mais de US$ 60 mil dependendo do tamanho escolhido.

O problema até o momento, contudo, é a falta de conteúdo em UHD. Embora alguns discos em Blu-ray forneçam filmes no formato, apenas o serviço de vídeo por streaming Netflix anunciou filmes e séries em 4K, inicialmente para televisores da LG.

E quem estiver com vontade de comprar uma TV 4K precisa saber que as fabricantes já estão pensando além delas. A Samsung demonstrou no evento uma TV 8K chamada de QUHD (quad ultra high definition), que deve ser lançada comercialmente nos próximos anos. A imagem oferece uma nitidez altíssima em uma tela gigante de mais de 100 polegadas.

Protótipo de TV 8K da Samsung (Foto: dd)Protótipo de TV 8K da Samsung (Foto: Gustavo Petró/G1)

Conheça algumas das TVs 4K apresentadas na CES:

Sony
Com telas que variam de 55 a 79 polegadas, o modelo XBR X900B, resolve uma das principais reclamações dos televisores mais finos: a qualidade do som. Em vez de manter o aparelho muito esguio, a empresa colocou alto-falantes em suas laterais, o que proporciona uma experiência próxima de um home theater ao assistir a um filme.

TV 4K da Sony traz alto falantes laterais para melhor qualidade do som (Foto: Gustavo Petró/G1)TV 4K da Sony traz alto falantes laterais para melhor qualidade de som (Foto: Gustavo Petró/G1)

Com isso, o televisor da Sony ganha espessura conforme se aproxima de sua base, em um formato chamado de “Wedge” pela fabricante.

O aparelho ainda converte para 4K imagens com resoluções inferiores, o que deve colaborar com a melhoria de imagens nos jogos para o videogame PlayStation 4, com resolução de 1080p.

TV 4K da Sony é um pouco mais 'gordinha' nas laterais por cont dos alto falantes (Foto: Gustavo Petró/G1)TV 4K da Sony tem espessura maior nas laterais por conta dos alto-falantes (Foto: Gustavo Petró/G1)

Samsung
A empresa sul-coreana aposta em tamanho e nas telas curvas para chamar a atenção dos consumidores para seus aparelhos 4K. O modelo curvado da empresa tem tela de 105 polegadas com alta qualidade de imagem.

Samsung mostrou TV 4K de 105 polegadas com tela curva (Foto: Gustavo Petró/G1)Samsung mostrou TV 4K de 105 polegadas com tela curva (Foto: Gustavo Petró/G1)Samsung também mostrou TVs dobráveis (Foto: Gustavo Petró/G1)Samsung também mostrou TVs dobráveis
(Foto: Gustavo Petró/G1)

A curvatura da tela, além de apresentar maior conforto para assistir TV, cria um produto bonito para se ter na sala, embora seu tamanho exija um ambiente amplo.

O destaque fica por conta do protótipo de televisor flexível, que pode mudar entre tela curva ou plana conforme a vontade do usuário e com apenas um clique em um botão de controle remoto.

LG
Para mostrar como suas TVs com resolução 4K apresentam cores vivas, a LG usou pinturas do artista brasileiro Romero Britto. Muito coloridos, os aparelhos vem em telas planas e curvas. O destaque fica com uma tecnologia que aumenta a resolução de conteúdo com definilão normal (SD) e Full HD para 4K. Na falta de conteúdo de ultra-alta definição, esse é o melhor modo de assistir a filmes em UHD.

LG apresentou Tvs com resolução 4K e tela curva (Foto: Gustavo Petró/G1)LG apresentou televisores com resolução 4K e tela curva (Foto: Gustavo Petró/G1)Pinturas de Romero Britto foram usadas para mostras definição das TVs 4K da LG (Foto: Gustavo Petró/G1)Pinturas de Romero Britto foram usadas para ilustrar definição de cores das TVs 4K da LG (Foto: Gustavo Petró/G1)

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Anatel homologa iPad mini e modelo de quarta geração no Brasil

A Anatel publicou nesta semana a homologação dos novos iPad Mini e iPad de quarta geração. Dessa forma, os mais novos tablets da Apple já podem ser vendidos no Brasil.

De acordo com imagens publicadas no site da agência, os modelos do iPad Mini homologados são A1432 (Wi-Fi) e o A1454 (modelo com conexão celular), enquanto que o iPad os de quarta geração são o A1458 (Wi-Fi) e A1459 (conexão celular).

Os dois modelos foram apresentados pela empresa de Cupertino em evento no final de outubro e já estão à venda nos EUA desde o início de novembro.

O iPad mini possui tela de 7,9 polegadas, design fino e leve e preços a partir de 329 dólares, enquanto que a quarta geração do tablet traz o processador A6X como seu principal diferencial em relação ao seu antecessor, lançado em março deste ano.

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Para saber mais sobre o iPad mini, confira nosso review completo do aparelho. Se quiser aprender mais sobre os novos recursos do “iPad 4”, também não deixe de ver nossa análise exclusiva sobre o aparelho com preços a partir de 499 dólares nos EUA.

Vale lembrar que o iPhone 5, apresentado em setembro, teve sua venda liberada pela Anatel no início de outubro. No entanto, até agora o smartphone não foi lançado no Brasil.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Em três dias, Apple vende 3 milhões de iPads mini e de quarta geração

Se havia alguma dúvida de que os novos iPads seriam bem aceitos pelo mercado, elas terminaram neste final de semana de lançamento. A Apple anunciou nesta segunda-feira, 5/11, que vendeu cerca de 3 milhões de unidades dos seus novos modelos de iPads, que chegaram às lojas dos EUA na última sexta-feira.

Em seu comunicado para a imprensa, a Apple coloca esses números em perspectiva. Anteriormente, a companhia vendeu 3 milhões de iPads de terceira geração na época do lançamento do produto em março. No entanto, como as versões habilitadas para redes 3G e LTE do iPad mini e do iPad de quarta geração não foram lançadas neste final de semana, a Apple “quebrou” as vendas passadas do tablet. Segundo a companhia, foram vendidos 1,5 milhões de iPads 3 apenas com Wi-Fi em março, o que significa que os números dos novos modelos são o dobro daquela marca.

No entanto, a Apple não revela exatamente quantos iPads mini e quantos iPads de quarta geração foram vendidos no final de semana.

Para saber mais sobre o novo iPad mini, confira nossas primeiras impressões com o aparelho que tem preços a partir de 329 dólares nos EUA.

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Anatel homologa iPad mini e modelo de quarta geração no Brasil

A Anatel publicou nesta semana a homologação dos novos iPad Mini e iPad de quarta geração. Dessa forma, os mais novos tablets da Apple já podem ser vendidos no Brasil.

De acordo com imagens publicadas no site da agência, os modelos do iPad Mini homologados são A1432 (Wi-Fi) e o A1454 (modelo com conexão celular), enquanto que o iPad os de quarta geração são o A1458 (Wi-Fi) e A1459 (conexão celular).

Os dois modelos foram apresentados pela empresa de Cupertino em evento no final de outubro e já estão à venda nos EUA desde o início de novembro.

O iPad mini possui tela de 7,9 polegadas, design fino e leve e preços a partir de 329 dólares, enquanto que a quarta geração do tablet traz o processador A6X como seu principal diferencial em relação ao seu antecessor, lançado em março deste ano.

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Para saber mais sobre o iPad mini, confira nosso review completo do aparelho. Se quiser aprender mais sobre os novos recursos do “iPad 4”, também não deixe de ver nossa análise exclusiva sobre o aparelho com preços a partir de 499 dólares nos EUA.

Vale lembrar que o iPhone 5, apresentado em setembro, teve sua venda liberada pela Anatel no início de outubro. No entanto, até agora o smartphone não foi lançado no Brasil.

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Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Review: iPad de quarta geração é melhor, mais rápido e poderoso

PRÓDesempenho muito rápido; conector Lightning melhor que dock anterior; câmeras melhoresCONTRABateria dura um pouco menos; poucos acessório para o LightningFabricante: Apple

Preço: US$499 (preço inicial nos EUA)

O lançamento do iPad de quarta geração tão pouco tempo após a chegada do modelo anterior pode ter vindo como uma surpresa até mesmo para os analistas da Apple, mas o aparelho em si não é surpreendente. Nesse ponto, todos sabemos como é um iPad visualmente, e a quarta geração do aparelho é quase idêntica ao iPad 3 (chamado de “novo iPad” na época de seu lançamento, em março), que por sua vez já parecia muito com o iPad 2, lançado em 2011. Estão lá o mesmo design, a mesma tela Retina, os mesmos botões.

Isso não é dizer que o novo iPad de quarta geração não seja um aparelho impressionante. É apenas que essas mudanças estão quase todas na parte de dentro do produto. Esse é sem dúvidas o iPad mais poderoso lançado até agora, e lida bem com praticamente tudo que você quiser. Se o novo iPad mini é um MacBook Air, então o iPad de quarta geração é o equivalente ao mais robusto MacBook Pro.

Veja também:

– Review: iPad mini entrega experiência completa de tablet

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

– Review: MacBook Pro 13″ Retina alia bom desempenho e portabilidade

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Irmãos gêmeos? iPad 4 (à esquerda) e o antecessor lançado em março deste ano

Testes de desempenho

No roteiro do iPad de quarta geração, o principal ponto de virada é o novo processador A6X. É um chip dual-core com gráficos quad-core, que, em termos leigos, significa muitos núcleos. O “X” do nome do chip estreou com o iPad de terceira geração e seu processador A5X; em ambos os casos, a letra sinaliza a adição de gráficos quad-core.

Em poder “puro”, o A6X é muito eficiente; ele roda a 1.4GHz, um aumento de 40% em relação ao 1GHz do A5X. A Apple alega que o novo aparelho possui “o dobro de velocidade” e “desempenho gráfico duas vezes melhor” do que o anterior A5X. Em nossos testes de benchmark, descobrimos que essas alegações são bem precisas. O iPad 4 dobrou a pontuação do seu antecessor no pacote Geekbench, além de oferecer um desempenho impressionante nos testes gráficos. No entanto, de forma surpreendente, o novo iPad foi derrota em meio segundo pelo iPad mini nos testes de carregamento de páginas web. Isso é ainda mais impressionante se levarmos em conta que o novo iPad 4 superou o antecessor iPad 3 nesse mesmo teste.

Em meus testes mais informais, o iPad de quarta geração rodou de forma tranquila tudo que abri, incluindo games mais pesados como “Real Racing 2 HD”, “Infinity Blade II”, e “Sky Gamblers: Air Supremacy”. Todos rodaram muito bem e com um visual ótimo, apesar de que meus olhos não treinados viram pouca diferença entre o mostrado pelo iPad 4 e seu antecessor agora aposentado.


     GeekBench  Page Load  Sunspider  WebVizBenchiPad com tela Retina (4 geração)iPad com tela Retina (3 geração)Os resultados do GeekBench e do WebVizBench são pontuações (números maiores são melhores). Os números do Page Load e do Sunsider estão em segundos (resultados menores são melhores). Melhores resultados em negrito. Aparelhos de referência em itálico.

Notei alguns “engasgos” e “saltos” de imagem enquanto jogava o game “Real Racing 2 HD” pelo AirPlay, mas o mesmo aconteceu com o iPad de terceira geração, o que me leva a acreditar que o problema está relacionado a minha rede em vez do próprio tablet. Não encontrei nenhum bug desse tipo ao jogar o game diretamente na tela do novo iPad.

Vale lembrar que todos os games atuais para o iPad foram feitos com o modelo de terceira geração em mente, por isso ainda vai demorar um pouquinho até as produtoras começarem a criar apps que possam tirar vantagem de toda essa força do iPad 4.

Duração de bateria

Você pode pensar que toda esse poder do iPad resultaria em uma queda na duração de bateria, mas a Apple diz que a bateria embutida de 42,2-watt-hora (a mesma do antecessor) entrega a mesma duração de 10 horas dos modelos anteriores. No entanto, em nossos testes, a bateria do iPad 4 não teve um desempenho tão bom quanto a do tablet de terceira geração, durante 42 minutos a menos – mas superou o novo iPad mini. Em minha experiência informal, que envolve carregar o iPad toda noite, não tive nenhum problema para minha bateria durar o dia todo (com uma carga).

Enquanto o iPad de terceira geração realmente esquenta mais do que o esperado, não achei que o novo modelo tenha feito o mesmo. Certamente que ficou quente durante tarefas mais pesadas, mas não chegou a um nível desconfortável.

ipad4tabelatestes01.png

No uso geral, o iPad 4 é bastante rápido, apesar de que na maioria das tarefas você não verá uma grande diferença entre ele e o iPad de terceira geração. É algo comum já que o iOS e seus apps embutidos sempre rodaram de forma mais ou menos suave, independente do hardware.

Entre as outras melhorias do novo iPad está as capacidades wireless mais rápidas. Assim como o modelo anterior, o iPad de quarta geração possui Bluetooth 4.0 e suporta Wi-Fi 802.11 a//b/g/n. A Apple afirma que o novo Wi-Fi é duas vezes mais rápido do que a versão anterior, graças a adição da sobreposição de canais. Na prática, não notei uma performance excepcionalmente mais rápida para tarefas como baixar um PDF pela rede local ou assistir a um vídeo comprado na iTunes Store. 

Câmeras

As duas câmeras do iPad de quarta geração receberam melhorias. A câmera traseira usa o mesmo modelo de 5MP iSight disponível no iPad mini e do iPod Touch. Não é tão boa quanto a de 8MP do iPhone 5, mas traz muitos dos mesmos recursos, incluindo foco automático, toque para focar, detector facial, e mais. No entanto, não há flash LED, como no iPhone, e você não terá fotos HDR ou o bacana modo Panorama do iOS 6. Assim como suas antecessoras, ela grava vídeos em 1080p.

Para fotos, a câmera traseira é utilizável, apesar de o tablet de quase 10 polegadas não ser o aparelho mais conveniente para fazer imagens. Para funções de apps, é boa – consegui usá-la para depositar um cheque no meu banco sem problemas.

Tirei uma foto para comparar a câmera traseira do novo iPad com o modelo anterior e o iPhone 5. Apesar de o smartphone possuir a maior resolução e a melhor qualidade, a câmera do novo iPad 4 superou com facilidade o modelo de terceira geração, fornecendo uma imagem muito mais nítida. Isso acontece em parte pela câmera melhor, mas também pelo fato de que o iPad de quarta geração inclui uma nova geração de processador de sinal de imagens, que melhora a estabilização das imagens.

ipad4fotoscomparacao01.png

Sequência de fotos: iPad 3 no topo, iPad 4 no meio e iPhone 5 embaixo

Para não ficar para trás, a câmera frontal do novo iPad também recebeu uma atualização. Assim como os outros aparelhos da Apple habilitados para o app nativo FaceTime, a quarta geração do tablet agora traz uma câmera HD de 720 para videochamadas.

Não achei que fosse ficar tão impressionado com o upgrade dessa câmera, mas se você usa o FaceTime com regularidade, a diferença é nítida. Em nossos testes, a câmera HD do novo iPad mostra tons de pele muitos melhores e uma imagem muito mais clara e nítida de forma geral.

Quem deve comprá-lo?

Vamos tirar essa dúvida fora do caminho: se você nunca teve um iPad, e quer todo o tamanho de tela fornecido por 9,7 polegadas, não há razão para não escolher esse modelo de quarta geração. Ele tem todos os benefícios do antecessor, e é extremamente rápido para ligar.

E se você estiver fazendo o upgrade de uma versão anterior do tablet? Para os donos do iPad 1 ou 2, penso que o novo modelo oferece um pacote bastante interessante e atraente. Você recebe não apenas um aumento substancial de performance (e, no caso do iPad original, a habilidade de rodar o iOS 6), mas também uma tela Retina, melhorias no Bluetooth e Wi-Fi, e – opcionalmente – conectividade LTE/4G (não disponível no Brasil por enquanto). Esse é um upgrade bem amplo.

É óbvio que, se a tela de 9,7 polegadas do iPad de quarta geração não te agrada, o iPad mini é um bom upgrade em relação aos dois primeiros modelos tradicionais do tablet. Apesar de achar que o tamanho menor seja a razão principal para escolher o iPad mini em vez do modelo de quarta geração (ou vice-versa), o principal diferencial atualmente é que o iPad 4 tem uma tela Retina. Quando o assunto é texto, especialmente, há uma diferença significativa entre eles.

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Quanto a velocidade de uso, o iPad de quarta geração é significativamente mais poderoso do que ser “irmão menor”. Mas da mesma maneira que pessoas, como eu, escolhem um menos poderoso MacBook Air no lugar do mais pesado MacBok Pro, não acho que esse será o principal diferencial para muitas pessoas.

Por último, e os donos do iPad 3 entre nós? Como uma dessas pessoas, honestamente não vejo muita razão para fazer a atualização. A melhoria de desempenho é legal, sem dúvida, mas ainda não encontrei nenhum app que esteja sobrecarregando o modelo de terceira geração e realmente exija o novo iPad. Se os desenvolvedores começarem a criar apps – e especialmente games – que tirem vantagem de todo o poder que a quarta geração do iPad tem a oferecer, essa equação pode mudar. Mas agora não há nenhuma pressa ao menos que você realmente PRECISE ter o melhor e mais novo modelo do iPad, ou queira atualizar seus produtos iOS para o conector Lightning (também presente nos novos iPhone e iPod Touch).

Resumo

Pelo fato de a quarta geração do iPad ter chegado apenas sete meses depois do lançamento do modelo anterior, faz sentido que essa versão seja um update mais modesto em relação ao seu antecessor.

Sim, a quarta geração do iPad pode ser sido obscurecida pelo anúncio de sua versão menor, mas não há razão para deixar de olhar para esse modelo “turbinado” do tablet. Ele pode parecer mais ou menos idêntico com o modelo de terceira geração, mas não se engane, é o iPad mais poderoso lançado até agora, e outros tablets ainda não anunciados. Colocado de forma simples, a quarta geração do iPad é um caso da Apple colocando seu melhor produto na linha frente.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Review: iPad de quarta geração é melhor, mais rápido e poderoso

PRÓDesempenho muito rápido; conector Lightning melhor que dock anterior; câmeras melhoresCONTRABateria dura um pouco menos; poucos acessório para o LightningFabricante: Apple

Preço: US$499 (preço inicial nos EUA)

O lançamento do iPad de quarta geração tão pouco tempo após a chegada do modelo anterior pode ter vindo como uma surpresa até mesmo para os analistas da Apple, mas o aparelho em si não é surpreendente. Nesse ponto, todos sabemos como é um iPad visualmente, e a quarta geração do aparelho é quase idêntica ao iPad 3 (chamado de “novo iPad” na época de seu lançamento, em março), que por sua vez já parecia muito com o iPad 2, lançado em 2011. Estão lá o mesmo design, a mesma tela Retina, os mesmos botões.

Isso não é dizer que o novo iPad de quarta geração não seja um aparelho impressionante. É apenas que essas mudanças estão quase todas na parte de dentro do produto. Esse é sem dúvidas o iPad mais poderoso lançado até agora, e lida bem com praticamente tudo que você quiser. Se o novo iPad mini é um MacBook Air, então o iPad de quarta geração é o equivalente ao mais robusto MacBook Pro.

Veja também:

– Review: iPad mini entrega experiência completa de tablet

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

– Review: MacBook Pro 13″ Retina alia bom desempenho e portabilidade

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Irmãos gêmeos? iPad 4 (à esquerda) e o antecessor lançado em março deste ano

Testes de desempenho

No roteiro do iPad de quarta geração, o principal ponto de virada é o novo processador A6X. É um chip dual-core com gráficos quad-core, que, em termos leigos, significa muitos núcleos. O “X” do nome do chip estreou com o iPad de terceira geração e seu processador A5X; em ambos os casos, a letra sinaliza a adição de gráficos quad-core.

Em poder “puro”, o A6X é muito eficiente; ele roda a 1.4GHz, um aumento de 40% em relação ao 1GHz do A5X. A Apple alega que o novo aparelho possui “o dobro de velocidade” e “desempenho gráfico duas vezes melhor” do que o anterior A5X. Em nossos testes de benchmark, descobrimos que essas alegações são bem precisas. O iPad 4 dobrou a pontuação do seu antecessor no pacote Geekbench, além de oferecer um desempenho impressionante nos testes gráficos. No entanto, de forma surpreendente, o novo iPad foi derrota em meio segundo pelo iPad mini nos testes de carregamento de páginas web. Isso é ainda mais impressionante se levarmos em conta que o novo iPad 4 superou o antecessor iPad 3 nesse mesmo teste.

Em meus testes mais informais, o iPad de quarta geração rodou de forma tranquila tudo que abri, incluindo games mais pesados como “Real Racing 2 HD”, “Infinity Blade II”, e “Sky Gamblers: Air Supremacy”. Todos rodaram muito bem e com um visual ótimo, apesar de que meus olhos não treinados viram pouca diferença entre o mostrado pelo iPad 4 e seu antecessor agora aposentado.


     GeekBench  Page Load  Sunspider  WebVizBenchiPad com tela Retina (4 geração)iPad com tela Retina (3 geração)Os resultados do GeekBench e do WebVizBench são pontuações (números maiores são melhores). Os números do Page Load e do Sunsider estão em segundos (resultados menores são melhores). Melhores resultados em negrito. Aparelhos de referência em itálico.

Notei alguns “engasgos” e “saltos” de imagem enquanto jogava o game “Real Racing 2 HD” pelo AirPlay, mas o mesmo aconteceu com o iPad de terceira geração, o que me leva a acreditar que o problema está relacionado a minha rede em vez do próprio tablet. Não encontrei nenhum bug desse tipo ao jogar o game diretamente na tela do novo iPad.

Vale lembrar que todos os games atuais para o iPad foram feitos com o modelo de terceira geração em mente, por isso ainda vai demorar um pouquinho até as produtoras começarem a criar apps que possam tirar vantagem de toda essa força do iPad 4.

Duração de bateria

Você pode pensar que toda esse poder do iPad resultaria em uma queda na duração de bateria, mas a Apple diz que a bateria embutida de 42,2-watt-hora (a mesma do antecessor) entrega a mesma duração de 10 horas dos modelos anteriores. No entanto, em nossos testes, a bateria do iPad 4 não teve um desempenho tão bom quanto a do tablet de terceira geração, durante 42 minutos a menos – mas superou o novo iPad mini. Em minha experiência informal, que envolve carregar o iPad toda noite, não tive nenhum problema para minha bateria durar o dia todo (com uma carga).

Enquanto o iPad de terceira geração realmente esquenta mais do que o esperado, não achei que o novo modelo tenha feito o mesmo. Certamente que ficou quente durante tarefas mais pesadas, mas não chegou a um nível desconfortável.

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No uso geral, o iPad 4 é bastante rápido, apesar de que na maioria das tarefas você não verá uma grande diferença entre ele e o iPad de terceira geração. É algo comum já que o iOS e seus apps embutidos sempre rodaram de forma mais ou menos suave, independente do hardware.

Entre as outras melhorias do novo iPad está as capacidades wireless mais rápidas. Assim como o modelo anterior, o iPad de quarta geração possui Bluetooth 4.0 e suporta Wi-Fi 802.11 a//b/g/n. A Apple afirma que o novo Wi-Fi é duas vezes mais rápido do que a versão anterior, graças a adição da sobreposição de canais. Na prática, não notei uma performance excepcionalmente mais rápida para tarefas como baixar um PDF pela rede local ou assistir a um vídeo comprado na iTunes Store. 

Câmeras

As duas câmeras do iPad de quarta geração receberam melhorias. A câmera traseira usa o mesmo modelo de 5MP iSight disponível no iPad mini e do iPod Touch. Não é tão boa quanto a de 8MP do iPhone 5, mas traz muitos dos mesmos recursos, incluindo foco automático, toque para focar, detector facial, e mais. No entanto, não há flash LED, como no iPhone, e você não terá fotos HDR ou o bacana modo Panorama do iOS 6. Assim como suas antecessoras, ela grava vídeos em 1080p.

Para fotos, a câmera traseira é utilizável, apesar de o tablet de quase 10 polegadas não ser o aparelho mais conveniente para fazer imagens. Para funções de apps, é boa – consegui usá-la para depositar um cheque no meu banco sem problemas.

Tirei uma foto para comparar a câmera traseira do novo iPad com o modelo anterior e o iPhone 5. Apesar de o smartphone possuir a maior resolução e a melhor qualidade, a câmera do novo iPad 4 superou com facilidade o modelo de terceira geração, fornecendo uma imagem muito mais nítida. Isso acontece em parte pela câmera melhor, mas também pelo fato de que o iPad de quarta geração inclui uma nova geração de processador de sinal de imagens, que melhora a estabilização das imagens.

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Sequência de fotos: iPad 3 no topo, iPad 4 no meio e iPhone 5 embaixo

Para não ficar para trás, a câmera frontal do novo iPad também recebeu uma atualização. Assim como os outros aparelhos da Apple habilitados para o app nativo FaceTime, a quarta geração do tablet agora traz uma câmera HD de 720 para videochamadas.

Não achei que fosse ficar tão impressionado com o upgrade dessa câmera, mas se você usa o FaceTime com regularidade, a diferença é nítida. Em nossos testes, a câmera HD do novo iPad mostra tons de pele muitos melhores e uma imagem muito mais clara e nítida de forma geral.

Quem deve comprá-lo?

Vamos tirar essa dúvida fora do caminho: se você nunca teve um iPad, e quer todo o tamanho de tela fornecido por 9,7 polegadas, não há razão para não escolher esse modelo de quarta geração. Ele tem todos os benefícios do antecessor, e é extremamente rápido para ligar.

E se você estiver fazendo o upgrade de uma versão anterior do tablet? Para os donos do iPad 1 ou 2, penso que o novo modelo oferece um pacote bastante interessante e atraente. Você recebe não apenas um aumento substancial de performance (e, no caso do iPad original, a habilidade de rodar o iOS 6), mas também uma tela Retina, melhorias no Bluetooth e Wi-Fi, e – opcionalmente – conectividade LTE/4G (não disponível no Brasil por enquanto). Esse é um upgrade bem amplo.

É óbvio que, se a tela de 9,7 polegadas do iPad de quarta geração não te agrada, o iPad mini é um bom upgrade em relação aos dois primeiros modelos tradicionais do tablet. Apesar de achar que o tamanho menor seja a razão principal para escolher o iPad mini em vez do modelo de quarta geração (ou vice-versa), o principal diferencial atualmente é que o iPad 4 tem uma tela Retina. Quando o assunto é texto, especialmente, há uma diferença significativa entre eles.

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Quanto a velocidade de uso, o iPad de quarta geração é significativamente mais poderoso do que ser “irmão menor”. Mas da mesma maneira que pessoas, como eu, escolhem um menos poderoso MacBook Air no lugar do mais pesado MacBok Pro, não acho que esse será o principal diferencial para muitas pessoas.

Por último, e os donos do iPad 3 entre nós? Como uma dessas pessoas, honestamente não vejo muita razão para fazer a atualização. A melhoria de desempenho é legal, sem dúvida, mas ainda não encontrei nenhum app que esteja sobrecarregando o modelo de terceira geração e realmente exija o novo iPad. Se os desenvolvedores começarem a criar apps – e especialmente games – que tirem vantagem de todo o poder que a quarta geração do iPad tem a oferecer, essa equação pode mudar. Mas agora não há nenhuma pressa ao menos que você realmente PRECISE ter o melhor e mais novo modelo do iPad, ou queira atualizar seus produtos iOS para o conector Lightning (também presente nos novos iPhone e iPod Touch).

Resumo

Pelo fato de a quarta geração do iPad ter chegado apenas sete meses depois do lançamento do modelo anterior, faz sentido que essa versão seja um update mais modesto em relação ao seu antecessor.

Sim, a quarta geração do iPad pode ser sido obscurecida pelo anúncio de sua versão menor, mas não há razão para deixar de olhar para esse modelo “turbinado” do tablet. Ele pode parecer mais ou menos idêntico com o modelo de terceira geração, mas não se engane, é o iPad mais poderoso lançado até agora, e outros tablets ainda não anunciados. Colocado de forma simples, a quarta geração do iPad é um caso da Apple colocando seu melhor produto na linha frente.

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Publicado por em 22 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Nova geração de vírus bancários faz transferências invisíveis

Uma descoberta da Trend Micro mostra que as medidas de segurança tomadas por bancos online estão levando cibercriminosos a utilizar um tipo de ferramenta de vírus que realiza o roubo de dinheiro de computadores comprometidos de forma invisível aos titulares.

Os ataques do tipo “man-in-the-middle” a bancos online são realizados por vírus, como Zeus e SpyEye, que intercepta credenciais para autorizar transferências bancárias por meio de falsas telas de autenticação.

De acordo com um relatório da Trend Micro, uma nova maneira foi descoberta para esconder até mesmo essa atividade dos usuários por um Sistema de Transferência Automática (ATS, em inglês).

São Java Scripts e scripts HTML complexos que são injetados em websites e que, agora, estão sendo utilizados para consultar contas ou transferências sem a necessidade de ter a interação com o usuário. Isso significa que os vírus que atacam bancos podem exibir falsos saldos nas contas e esconder transações ilegais de seus titulares, retardando a descoberta dos roubos.

O que fascina na dimensão disso tudo é que esses scripts solicitam uma customização “bank-by-bank” feita por um decodificador dedicado que tem acesso a uma conta do banco alvo. Isso é fornecido por um intermediário, em sua maioria programadores do leste europeu, que vendem suas habilidades no que pode ser uma tarefa complicada – um erro e todo o ataque falhará facilmente – aos cibercriminosos dispostos a pagar.

O quão efetivo é esse novo método? Em muitos casos, não muito, mas a verdade sobre todos esses vírus bancários é: bancos detectam transferências incomuns, sendo elas autorizadas ou não, e as bloqueiam. No entanto, a Trend Micro tem visto outras somas consideráveis em contas laranja, contas legítimas que estão dentro do banco alvo e são utilizadas como intermediárias, acobertando todo o procedimento.

Até o momento, bancos do Reino Unido, Alemanha e Itália são os mais atacados pelo ATS, um reflexo da proteção extra – com dois fatores de autenticação – que foram adotadas nesses países.

“A contaminação ATS é difícil de ser determinada desde que o sistema realize transações fraudulentas silenciosamente, no plano de fundo. É, portanto, uma boa prática monitorar declarações bancárias utilizando métodos que não os online (como checando extratos bancários pelo telefone ou monitorando declarações via correspondência), diz um pesquisador da Trend Micro, Loucif Kharouni.

A resposta da Trend Micro para combater esse vírus seria reforçar a segurança, mas nem todos concordam com isso. Uma análise feita pela Universidade de Cambridge no início desta semana sugere que uma boa estratégia, com melhor custo-benefício para os países, seria reforçar a insignificante soma que é gasta atualmente para perseguir e punir criminosos.

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Publicado por em 3 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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