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Eddie Vedder encarna ‘tio gente fina’, faz piada e mostra voz potente em SP

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O músico Eddie Vedder, ex-Pearl Jam, se apresenta nesta terça-feira (6) em São Paulo. (Foto: Flávio Moraes/G1)O músico Eddie Vedder, líder do Pearl Jam, se apresenta nesta terça-feira (6) em São Paulo. (Foto: Flávio Moraes/G1)

Um banquinho, um violão – e um skate e uma meia dúzia de piadas. Em sua estreia solo no país, Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, não se limitou à proposta alegadamente intimista de sua turnê sem a banda que o consagrou. No show da noite desta terça-feira (6) em São Paulo, usou a voz potente para cantar bem e também para zombar das próprias dificuldades com a língua portuguesa. E não teve vergonha de assumir o lado quase “tiozão do pavê”.

Primeiro, fez graça com uma fã que gritou “casa comigo!” (mesmo tendo entendido, insinuou ter escutado “dorme comigo!”). Depois, brincou com um outro ao dizer que o reconhecia de um filme pornô. Louvou ainda o cheiro da maconha (em termos gerais, não no Citibank Hall). Segundo a organização, todos os ingressos foram vendidos.

Durante 2 horas e 17 minutos, Vedder tocou cerca de 30 músicas, incluindo material de seus dois álbuns: “Into the wild” (2007) e “Ukelele songs” (2011). Mas ganhou o público sobretudo com aquelas que fazem parte do repertório do Pearl Jam – as versões aqui não superam as originais, mas servem para pôr em destaque a força do conservado cantor de 49 anos de idade. Excluído o instrumental denso da banda, resta o essencial: o timbre grave e intenso, sempre muito característico, e belas letras que comovem.

Entre as mais aplaudidas e acompanhadas em coro, estiveram “Better man” (com levada desnecessariamente modificada), “Porch” e “Elderly woman behind the counter in a small town”. Sintomaticamente, são todas do começo dos anos 1990, auge do grunge, movimento do qual o Pearl Jam e Vedder são expoentes.

Ao entrar em cena, sozinho, o músico acena para os fãs, que se levantam mas logo voltam às cadeiras. Ele pega um ukelele, instrumento que é parente havaiano do cavaquinho, e com ele fica por cinco músicas, até trocar por uma guitarra. O número de abertura é a cover “The moon song”, escrita por Karen O, do Yeah Yeah Yeahs. Ao longo da apresentação, virão outras versões, como “The needle and the damage done” (Neil Young), “Good woman” (Cat Power) e “I believe in miracles” (Ramones).

Eddie Vedder (Foto: Flavio Moraes / G1)Eddie Vedder (Foto: Flavio Moraes / G1)

Em português
A decoração “retrô” impõe um clima supostamente sério e de reverência ao ídolo: o palco tem gravador de rolo, umas malas antigas e fogueirinha cenográfica; o telão de fundo exibe ora edifícios antigos, ora um céu estrelado. Mas, depois da sétima música, quando já tinha tocado algumas de “Ukelele” e três do Pearl Jam (“Can’t keep”, “Sometimes” e “Immortality”, nenhuma muito ovacionada), o músico resolve que é hora de fazer o primeiro de seus discursos na língua nativa.

Lendo um papel, confessa com modéstia: “Como vocês podem ver, meu português é uma merda. Então, vou falar muito pouco hoje. Na próxima vez, vou para escola aprender seu bonito idioma”.

O populismo misturado à autoironia rendeu os aplausos mais intensos da noite até ali. E assim o Eddie Vedder arredio e de postura quase messiânica de duas décadas atrás cedeu lugar ao Eddie Vedder relaxado e disposto a rir de si próprio.

Meio atrapalhado, se enroscou num cabo da guitarra ao tirar a jaqueta. Depois, tentou agarrar uma camisa do Brasil que lhe jogaram, mas acabou deixando o presente cair. Também errou algumas introduções. E ninguém pareceu ligar. Numa passagem, apontou para a falsa fogueira e citou fumaça e maconha. Usando o termo “ganja”, afirmou: “Eu, pessoalmente, não fumo, mas aprecio as propriedades aromáticas”. Mais risos.

A descontração incentiva o público a fazer pedidos, que Vedder finge não entender. Ignora descaradamente (o efeito cômico é, de novo, positivo) a solicitação por alguns hits do Pearl Jam. Ouve gente clamar por “Black”, “Last kiss” e “Do the evolution” – faz que não é com ele. Mas aceita tocar “Crazy Mary”.

Uma hora depois de entrar em cena, vem “Porch”, e o cantor é, enfim, aplaudido de pé. Deixa o palco e volta rapidamente – com o skate. Faz um passeio sem muito conhecimento de causa, mas não chega a cair.

No bis, antes de “Sleepless nights” (uma antiga dos Everly Brothers), Vedder convoca o irlandês Glen Hansard, que tinha feito o bom show de abertura e agora irá participar de quatro números. A atração principal fala que o parceiro adora filmes de sexo explícito. Alguém do público berra: “Eu também!”. É a deixa para Vedder brincar que estava reconhecendo o fã por tê-lo visto em alguma produção do tipo.

E disto é feito o show: tiradas meio “apresentador engraçado de programa de entrevistas” aparecem de tempos em tempos, em meio a momentos típicos de rodinha sob as estrelas e em volta da fogueira. Entre uma coisa e outra, um Eddie Vedder menos tenso e mais acessível que o do passado. Disposto inclusive a tolerar que, na última música (“Hard sun”), boa parte da plateia fique de pé e filme tudo com celulares, desobedecendo a ordem da produção.

Nesta quarta-feira (7) e nesta quinta-feira (8), Eddie Vedder toca novamente em São Paulo. Depois, vai para o Rio, onde se apresenta no domingo (11) e na segunda-feira (12).

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Em ‘Need for speed’, Aaron Paul volta a ser criminoso gente boa: ‘Sou fofo’

Aaron Paul vive o protagonista Tobey Marshall em 'Need for speed - O filme' (Foto: Divulgação)Aaron Paul vive o protagonista Tobey Marshall em ‘Need for speed – O filme’ (Foto: Divulgação)

Quanto mais crimes os personagens de Aaron Paul cometem na tela, mais o público se convence de suas boas intenções. O aprendiz de traficante da série “Breaking bad”, cúmplice quase sem querer do poderoso Walter White, agora é forçado a correr rachas em “Need for speed – O filme”. A adaptação do game para o cinema estreia nesta quinta (13) no Brasil.

O CRIME COMPENSA
Quanto mais crimes de Aaron Paul na tela, mais compaixão pelos personagens e elogios ao atorAssassinato jesse (Foto: jesse)Manipulado por Walter, Jesse mata na 3ª temporada de  ‘Breaking Bad’

Resultado
Aaron Paul ganhou seu 1º Emmy naquele ano

Ocultação de cadáver jesse 2 (Foto: jesse 2)

Jesse tenta dissolver um corpo usando ácido em ‘Breaking Bad’

Resultado
Cena foi eleita um dos melhores momentos da série pela ‘Empire’

Corrida ilegal need for speed (Foto: need for speed)Tobey é piloto de rachas em ruas e estradas em ‘Need for speed’

Resultado
‘Variety’ elogia ‘carisma’  do ator e diz que Aaron é ‘de longe melhor coisa do filme’

Fuga em alta velocidade need2 (Foto: need2)Fuga de Tobey e Julia explode viaturas em ‘Need for speed’

Resultado
Química do casal fora da lei ajuda a salvar filme, diz  site ‘Little white lies’

Se em “Breaking bad” seu personagem é autor de assassinatos, ocultação de cadáver, produção, tráfico e consumo de drogas, em “Need for speed” ele vai pelo caminho de corridas ilegais. Ainda assim, convence como vítima e cativa fãs e críticos (veja quadro ao lado).

O ator norte-americano de 34 anos falou ao G1 sobre o desafio de se fazer “bandidos gente boa”. Ele dá crédito aos roteiristas de “Breaking bad” e “Need for speed” pela humanização dos errantes personagens Jesse Pinkman e Tobey Marshall, respectivamente. “Roteiros ajudam”, diz. Mas, com empurrão de Ramon Rodriguez, coadjuvante do novo longa que também participou da entrevista, ele diz ter noção de seu carisma. “É, eu sou um cara fofo…”, confirma Aaron, após elogio do colega.

Após o fim da série, em 2013, Aaron Paul está em alta em Hollywood. Mesmo assim, é difícil saber se o cachê do ator cobriria as multas de trânsito do personagem de “Need for speed”. Forçado a correr para vingar a morte de um amigo, ele deixa para trás viaturas policiais em chamas e motoristas incautos em engavetamentos. Ao mesmo tempo, tenta conquistar o coração da excêntrica Julia (Imogen Poots), no banco de passageiros.

Paul Walker e culto à velocidade
Aaron se abalou com a morte de Paul Walker, de “Velozes e furiosos”, franquia semelhante a “Need for speed”. Walker morreu em acidente de carro em dezembro de 2013. “Tinhamos terminado a filmagem havia três meses. Encontrei-o algumas vezes, foi um ser humano maravilhoso, um pai apaixonado. Foi uma perda terrível. Uma lembrança de que carros são muito perigosos. O que fizemos no filme nós não endossamos, obviamente”.

Aaron Paul fica na defensiva ao comentar críticas de que filmes como “Need for speed” podem promover um culto à velocidade e aumentar a violência no trânsito.

“Acho que as pessoas que assistirem ao filme vão ver que todos os personagens pagam por suas ações”, diz Aaron Paul. “Não estamos tentando promover corridas de rua. É um problema do qual o governo tem que cuidar. Promovemos a direção segura”, completa Ramon Rodriguez.

Volta de Jesse Pinkman
Aaron pode participar da série “Better call Saul”, planejada a partir da história do advogado Saul Goodman, de “Breaking Bad”. “Vince Gilligan [criador de ‘Breaking bad’] e eu somos muito próximos. Mas não houve um piloto nem nada, estão escrevendo os primeiros episódios. Falei que se quiser o Jesse por lá, estou disponível, porque gosto tanto dele. Mas nada está fechado. Só estamos nos divertindo com a ideia.”

Bryan Cranston e Aaron Paul em cena da quinta temporada de "Breaking Bad" (Foto: Divulgação)Aaron Paul e Bryan Cranston em ‘Breaking Bad”
(Foto: Divulgação)

Enquanto Aaron Paul colhe o bom resultado do trabalho em “Breaking bad”, o colega Ramon Ramirez se prepara para a estreia da série “Gang related”. O programa protagonizado por ele, que deve estrear na Fox, nos EUA, neste ano, mostra criminosos infiltrados na polícia de Los Angeles.

Jake Bugg nos intervalos
Enquanto seus personagens são perseguidos pela polícia e por vilões, Aaron Paul vive tranquilo e anda na linha. Ele se casou em maio de 2013 com a atriz e diretora Lauren Parsekian. O casal promove shows acústicos em casa. Um deles foi com Jake Bugg. Antes de tocar no Lollapalooza SP, para até 70 mil fãs, o músico tocou para 30 pessoas na festa de Aaron.

“Não o conhecia, apenas era grande fã de suas músicas. Ficamos sabendo que ele viria para cá. Então o convidamos. Foi um show muito pequeno e íntimo. Umas trinta pessoas ou menos, com velas, ele tocou em frente à lareira.” Aaron conta que John Mayer e a banda The Shivers também já tocaram em seus shows íntimos.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Olha gente, um cavalo marinho…

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 2 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook é acessado no trabalho por mais gente do que Gmail nos EUA

Quase um terço dos norte-americanos acessa o Facebook durante o trabalho, segundo dados de um levantamento realizado pela firma de análise de sites Statista divulgado nesta quarta-feira (2). A rede social é visitada por mais gente até mesmo que serviços de e-mail, como o Gmail, do Google, e o Yahoo! Mail, do Yahoo!.

Enquanto 29,29% dos entrevistados disseram entrar em seu perfil no Facebook durante o expediente, uma porcentagem menor, de 24,29%, afirmaram consultar o Gmail. O serviço de correio eletrônico do Yahoo! é acessado por 22,82% dos entrevistados.

A Statista ouviu 1.021 internautas norte-americanos, que trabalhassem em período integral ou apenas parte do dia, em julho deste ano.

O YouTube é o terceiro serviço on-line que mais trabalhadores dizem acessar, citado por 14,4%, seguido do Twitter (9,89%), LinkedIn (8,33%) e Pinterest (4,8%).

Os Estados Unidos são o país com a maior comunidade de pessoas no Facebook, que já chegou a 1,2 bilhão de membros. Com a alta adesão à rede social e talvez pela quantidade de tempo gasto no site, cerca de 20% dos trabalhadores dos EUA são proibidos de acessar a rede social.

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Tem gente aqui

lugar

E foi assim que NEGO JURUNA perdeu suas bolas.

Sorry, I could not read the content fromt this page.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Moda em gente comum

moda

Esse ali do último quadro não é a Lana del Rey?

Sorry, I could not read the content fromt this page.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Obama diz que os EUA não olham e-mails e telefones de gente comum

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quarta-feira (4) que os EUA não espionam as ligações telefônicas e as correspondências de pessoas comuns, mas a coleta de informações de inteligência pelos EUA é direcionada a áreas específicas de preocupação.

“Eu posso assegurar ao público na Europa e ao redor do mundo que nós não estamos bisbilhotando os emails das pessoas ou escutando seus telefonemas”, disse Obama durante uma coletiva de imprensa conjunta com o premiê sueco, Fredirik Reinfeldt.

“O que nós estamos tentando fazer é mirar, bem especificamente, em algumas áreas de preocupação”, disse Obama, acrescentando que tais áreas incluem ações contra o terrorismo, armas de destruição em massa e segurança cibernética.

O presidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a Síria nesta quarta-feira (4) em Estocolmo (Foto: AFP)O presidente dos EUA, Barack Obama, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (4) em Estocolmo (Foto: AFP)

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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