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Papel dos EUA na Síria é garantir fim de armas químicas, diz Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa diante da Assembleia Geral da ONU após a fala de Dilma Rousseff (Foto: Mike Segar/Reuters)O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa diante da Assembleia Geral da ONU após a fala de Dilma Rousseff (Foto: Mike Segar/Reuters)

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta terça-feira (24) que o papel dos EUA na guerra civil da Síria é “garantir o banimento” das armas químicas.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Ele reafirmou, diante da Assembleia Geral da ONU, a convicção de que o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, usou armas químicas no ataque de 21 de agosto.

Obama defendeu a posição de que a pressão militar sobre Assad é a única maneira a obter uma saída diplomática para a crise, que já matou 110 mil pessoas em 30 meses.

Obama afirmou que a comunidade internacional não está agindo “à altura” da crise e disse que o Conselho de Segurança deve aprovar uma “resolução forte” para garantir o cumprimento da proibição internacional do uso de armas químicas, e que tenha “consequências” para Assad.

“Deve haver uma forte resolução do Conselho de Segurança (da ONU) para verificar se o regime de Assad está mantendo seus compromissos, e deve haver consequências se eles não o fizerem”, disse Obama.

“Se não pudermos entrar em acordo sobre isso, vamos mostrar que a ONU é incapaz de impor a mais básica das leis internacionais”, declarou.

“Por outro lado, se obtivermos sucesso, enviaremos uma forte mensagem de que o uso de armas químicas não tem espaço no século XXI”, ressaltou.

O americano criticou as posições de Rússia e Irã, de apoio ao regime sírio, e, em uma alusão velada ao presidente russo Vladimir Putin, disse que é um “insulto” acreditar que o ataque químico que matou mais de 1.429 civis possa ter sido feito por alguém que não as forças de Assad.

Questão nuclear iraniana
Obama voltou a acenar com a via diplomática para o Irã, apesar de ver “grandes obstáculos” no caminho”.

“Os obstáculos podem se provar grandes, mas eu acredito firmemente que o caminho diplomático deve ser testado”, disse.

O democrata pediu que a República Islâmica cumpra suas responsabilidades na questão nuclear, com “transparência”.

Os EUA romperam as relações diplomáticas com o Irã em 1980, na sequência da Revolução Islâmica.

As rivalidades entre os dois países têm aumentado desde então, com os Estados Unidos liderando as sanções ocidentais contra o país diante de suspeitas de que Teerã tenta se dotar de uma bomba nuclear.

“Eu não acredito que esta história difícil pode ser superada da noite para o dia – a suspeita é muito profunda. Mas eu acredito que, se nós pudermos resolver a questão do programa nuclear do Irã, isso pode servir como um grande passo no longo caminho em direção a um relacionamento diferente – baseado em respeito e interesses mútuos”, afirmou.

Obama afirmou que havia escrito ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e ao novo presidente, Hassan Rohani, dizendo que os Estados Unidos estavam “determinados a impedi-los de desenvolver uma arma nuclear”, mas que não deseja uma “mudança de regime”.

Ao lembrar a recente declaração de Rohani segundo a qual o Irã nunca produzirá uma bomba nuclear, Obama afirmou que havia uma base para um “acordo significativo”.

Obama pediu ao regime iraniano que mostre “ações” que provem que não tem a intenção de se armar nuclearmente.

O democrata afirmou que os EUA vão sempre testar a via democrática, mas, se for necessário, vão “usar a força militar quando a democracia falhar”.

Israelenses e palestinos
Falando sobre a crise no Oriente Médio, Obama pediu que líderes palestinos e israelenses assumam riscos para conseguir um acordo de paz, no atual processo mediado pelos EUA, que busca uma solução de dois Estados para a região.

O democrata reafirmou a posição americana de defender a segurança de Israel, mas disse que os palestinos também têm o direito de viver em segurança.

Egito
Em relação ao Egito, em crise após a derrubada do presidente islamita Mohamed Morsi, Obama afirmou que a continuidade do apoio americano ao país vai depender da sua “continuidade democrática”.

Coleta de inteligência
Já no início do discurso, o americano citou a mudança na política em relação ao uso de drones, para evitar a morte de civis, bem como o papel da prisão de Guantánamo, em Cuba, e mudanças na maneira de “coletar dados”, no que seria uma referência às revelações de casos de espionagem partidos dos EUA, após o incisivo discurso da presidente brasileira Dilma Rousseff, que citou o tema.

“E, do mesmo modo como modificamos o modo como usamos nossas extraordinárias capacidades militares de modo que corresponda aos nossos ideais, começamos a revisar o modo como reunimos inteligência, para que possamos apropriadamente equilibrar as legítimas preocupações de segurança de nossos cidadãos e aliados com as preocupações de privacidade comuns a todas as pessoas”, disse Obama.

Fonte G1

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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Oposição afirma garantir segurança de inspetores da ONU na Síria

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A oposição da Síria disse nesta sexta-feira (23) que iria garantir a segurança dos inspetores de armas químicas da ONU em áreas da Síria que controla, e que era vital que eles chegassem ao local de um suposto ataque a gás perto de Damasco dentro de 48 horas.

“Vamos garantir a segurança da equipe da ONU… É vital que aqueles inspetores cheguem ali em 48 horas”, disse Khaled Saleh, porta-voz da Coalizão Nacional Síria, de oposição, em uma coletiva de imprensa em Istambul.

As declarações de Saleh foram uma aparente rejeição a sugestões de Moscou de que a oposição estava impedindo uma investigação objetiva sobre as alegações de que o governo sírio tinha lançado um ataque com armas químicas.

“Sinais muito necessários da oposição, inclusive sua prontidão em garantir a segurança e o trabalho efetivo de peritos da ONU em território controlado pelos militantes, infelizmente não estão disponíveis”, disse o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado.

“Está diretamente impedindo uma investigação objetiva sobre o possível uso de armas químicas na Síria.”

Ativistas sírios dizem que estão contrabandeando amostras de tecidos corporais das vítimas do ataque nos arredores de Damasco e tentando levá-las até uma equipe de inspetores da ONU que está em um hotel a poucos quilômetros de distância. Saleh disse que a oposição também iria tentar tirar as amostras da Síria para testes.

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Confira 5 dicas para garantir a disponibilidade da infraestrutura de TI

Com planejamento e criatividade, é possível simplificar significativamente a tarefa, sem gastar muito

Garantir a segurança e a disponibilidade da infraestrutura seria uma tarefa bem mais simples se todas as empresas tivessem orçamento sobrando para tecnologia: bastaria investir muito dinheiro nos mais avançados sistemas de redundância, completamente abrangentes.

Infelizmente, a maioria das empresas não pode arcar com isso. Mas alguns pequenos passos podem simplificar significativamente o processo da recuperação na eventualidade de diversos tipos de problemas. Algumas dicas ajudam nessa tarefa.

1 –Mantenha itens de reposição para cada equipamento
Uma infraestrutura ideal é padronizada e mantém servidores e switches da mesma marca, completamente compatíveis entre si. Partindo desse princípio, manter um item de reposição para cada equipamento pode poupar muita dor de cabeça. Um servidor, por exemplo, pode ser substituído em questão de minutos com um simples transporte de discos.  Para roteadores e switches, vale o mesmo princípio: tenha equipamentos configurados para substituições rápidas, sem impacto nas atividades da organização.

Obviamente, não é possível manter reposição de certos equipamentos muito caros, como switches núcleo, mas com uma manutenção mais focada nos equipamentos-chave o resto fica fácil de cobrir com pouco orçamento.

2 – Use wiki para inventário de infraestrutura
Qual é o número de série daquele switch para o escritório remoto? Qual versão de sistema operacional estava rodando naquele servidor antes que a fonte de energia queimasse? Pode ser mais fácil organizar esse tipo de informação em um wiki, instalável em uma máquina virtual. Com informações disponíveis rapidamente, a recuperação, que poderia demorar horas, pode levar menos de 30 minutos.

Começar esse projeto pode ser trabalhoso. Mas, uma vez implantado, a manutenção passa a ser mais fácil. Lembre disso a próxima vez que você gastar muito tempo por não conseguir obter o número de série de algum componente e tiver apuros por conta disso.

3 – Mantenha links de backup onde e quando for possível
Sempre que possível, a organização deve manter caminhos múltiplos para cada data center e escritório remoto. Isso já foi muito caro, mas hoje já é possível manter acessos alternativos por menos de 200 reais por mês, usando soluções DSL. Claro que não serão tão rápidas quanto as conexões tradicionais, mas ajudam muito em situações emergenciais. A chave também é criatividade.

4 – Tenha um abrigo emergencial para máquinas virtuais críticas
Essa dica se aplica a infraestruturas virtualizadas. Digamos que a organização tem uma dúzia de servidores rodando centenas de máquinas virtuais. Se algo der errado com o sistema de produção, a equipe consegue se safar ao transferir as máquinas virtuais do servidor problemático, mantendo a linha de aplicações críticas em ordem. Nesse caso, não é necessário duplicar toda a infraestrutura, já que é possível investir em apenas um servidor com quatro CPUs com RAM suficiente para assegurar cargas de produção por um período de tempo.

É bom ressaltar que o tamanho desse servidor deve corresponder ao tamanho da infraestrutura total da empresa. Analisando por esse ângulo, não fica caro manter uma máquina capaz de abrigar máquinas virtuais que fiquem sem host eventualmente.

5 – Aprenda Linux
Mesmo se a corporação for baseada em Windows, aprender Linux pode dar muitas opções de baixo custo para o departamento de TI. Pode ser que a companhia não se sinta confortável em rodar aplicações críticas no Linux, por alguma razão, mas a quantidade de ferramentas abertas para redes, monitoramento e manutenção disponível para Linux ou Unix é incrível. E a maioria delas, baseada em Unix, é mais confiável.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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MCTI cria portal para garantir mais transparência ao setor

Plataforma Aquarius vai integrar dados e sistemas para permitir que a comunidade construa análises dos indicadores apresentados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

13 de dezembro de 2012 – 15h45

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) quer garantir mais transparência na elaboração e na execução de políticas, programas e ações estratégicas da área de TI. Para isso, criou a Plataforma Aquarius, sistema informacional que poderá ser acessado até o final de dezembro pela comunidade.

De acordo com o MCTI, a plataforma integra dados e sistemas em uma estrutura dividida em quatro eixos. A primeira linha pretende modernizar a gestão e melhorar a qualidade dos dados gerados pelos processos do ministério e vai automatizar, por exemplo, a concessão de incentivos da Lei de Informática e a gestão de contratos.

O segundo vai integrar as informações administrativas do ministério com o Portal da Transparência, da Controladoria-Geral da União. O terceiro está relacionado a elementos de outras instituições em linha ao Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. 

O quarto e último é o Monitor de Políticas Públicas de Ciência Tecnologia & Inovação, que busca o aprimoramento dos programas e ações do ministério, com a avaliação cotidiana e sistêmica de resultados e impactos, além de elaboração de estudos, análises e relatórios de acompanhamento.

O secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias, explica que a plataforma vai permitir que o usuário construa análises dos indicadores que serão oferecidos pelo instrumento. Quando disponível, a plataforma poderá ser acessada em http://aquarius.mcti.gov.br.

Foram investidos cerca de 6 milhões de reais para a construção da plataforma, o que inclui o desenvolvimento dos sistemas, a compra e licença de softwares e o ferramental.

(*) Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Empresas precisam garantir segurança de forma pró-ativa, indica HP

Estudo indica que companhias devem ainda criar estratégias de proteção para megatendências como cloud, mobilidade e Big Data.

17 de setembro de 2012 – 19h00

Pesquisa realizada pela consultoria Coleman Parkes Research, a pedido da HP, indica que a segurança da informação no ambiente corporativo, assim como o gerenciamento inteligente e pró-ativo, são fundamentais para lidar com a complexidade do ambiente de segurança das organizações.

O estudo, que envolveu 550 entrevistados em 16 países, incluindo o Brasil, indica a urgência de estabelecer uma abordagem holística em relação à segurança dos dados. Dos ouvidos pelo estudo, 68% não possuem soluções de segurança de impressão implementadas, o que os torna vulneráveis a invasões.

Menos da metade possui atualmente uma estratégia de gerenciamento de riscos da informação implementada, e 53% consolida manualmente relatórios de gerenciamento de riscos da informação ou simplesmente não mede os riscos, o que prejudica a capacidade de prever ameaças.
A boa notícia é que as organizações afirmam que estão mudando a abordagem e focando suas estratégias em governança e inteligência de segurança. Cerca de 82% dos entrevistados indicam que estão explorando medidas de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM, na sigla em inglês para Security Information and Event Management). Os participantes da pesquisa indicaram também que os maiores problemas com relação ao gerenciamento da identidade são proteção de dados (74%) e governança de identidade (69%).

Segurança e megatendências

Os executivos também demonstram preocupações em relação às tecnologias que apresentam problemas de segurança complexos ou que ainda não são conhecidos. A segurança para computação em nuvem continua a ser uma importante preocupação, mas a pesquisa sugere que o problema é uma questão de conhecimento e não um desafio tecnológico. Os entrevistados dizem que os maiores desafios da nuvem são resultantes de uma falta de compreensão dos requisitos de segurança, representando um total de 62%, ou da aquisição de serviços sem uma seleção do provedor de serviços, com 55%.

Sobre mobilidade, quase 73% indicaram dificuldades no gerenciamento centralizado de dispositivos, enquanto mais da metade indicaram que a proliferação de dispositivos móveis aumenta potencialmente de perda ou roubo de dados.

Quando o assunto é Big Data, quase 66% dos entrevistados citaram dificuldades na proteção de grandes volumes de dados.

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Rexam Brasil usa TI para garantir compliance tributário

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Companhia que atua no mercado de embalagens pôde verificar dados antes de enviar ao Fisco, garantindo consistência e qualidade dos arquivos.

22 de fevereiro de 2012 – 18h15

Para garantir compliance tributário, a divisão de plásticos da Rexam Brasil, que atua no mercado de embalagens, buscou apoio na TI. A unidade, localizada em Jundiaí (SP), adotou o Asis Auditor Digital, da Asis Projetos, que cruza e valida dados de forma eletrônica antes que sejam enviados ao Fisco e fornece ainda relatórios mensais que ajudam na gestão dos negócios. 

“Desde o início do Sped Fiscal, em 2010, estávamos com dificuldades para validar os registros do arquivo Sped ou mesmo gerar uma base legal para corrigir os erros encontrados”, lembra Sueli Rezende, coordenadora Fiscal da Rexam Brasil. Hoje, após a implementação da solução, ela afirma que foi possível garantir a consistência dos arquivos.  “Se eu precisar corrigir algum processo, a tecnologia me fornece o embasamento necessário. Além de apontar o que está errado, o Asis Auditor Digital facilita na hora de resolver as falhas por trás de cada erro”, detalha a executiva.

A coordenadora explica que um dos diferenciais da plataforma é a conferência de item por item do arquivo digital do Sped, evitando equívocos ocasionados por análises presumidas apenas nos valores finais apontados.

Sueli aponta que a ferramenta disponibiliza uma série de relatórios contendo os resumos de todas as operações da Rexam, incluindo informações referentes aos centros de custo, Código Fiscal de Operações e Apurações (CFOP), Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA), entre outros. “Hoje eu tenho 100% de controle sobre o que estou enviando para o Fisco, pois esses relatórios trazem não só o que está divergente, como também dá as informações de que preciso para compor o fechamento do mês, como os valores finais da GIA e do CFOP, que também posso confrontar com os dados que tenho no livro fiscal”, assinala.

Ainda segundo Sueli, antes, a companhia passava os dados via e-mail e uma consultoria consumia de três a quatro dias para analisa-los, correndo o risco de retornar com informações faltando. “Agora, eu importo o arquivo e na mesma hora já tenho a resposta”, observa. Além do salto na qualidade dos dados, Sueli ressalta a facilidade de uso e a velocidade de implementação da ferramenta, que é disponibilizada no modelo software como serviço (Saas).

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Publicado por em 8 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Rexam Brasil usa TI para garantir compliance tributário

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Companhia que atua no mercado de embalagens pôde verificar dados antes de enviar ao Fisco, garantindo consistência e qualidade dos arquivos.

22 de fevereiro de 2012 – 18h15

Para garantir compliance tributário, a divisão de plásticos da Rexam Brasil, que atua no mercado de embalagens, buscou apoio na TI. A unidade, localizada em Jundiaí (SP), adotou o Asis Auditor Digital, da Asis Projetos, que cruza e valida dados de forma eletrônica antes que sejam enviados ao Fisco e fornece ainda relatórios mensais que ajudam na gestão dos negócios. 

“Desde o início do Sped Fiscal, em 2010, estávamos com dificuldades para validar os registros do arquivo Sped ou mesmo gerar uma base legal para corrigir os erros encontrados”, lembra Sueli Rezende, coordenadora Fiscal da Rexam Brasil. Hoje, após a implementação da solução, ela afirma que foi possível garantir a consistência dos arquivos.  “Se eu precisar corrigir algum processo, a tecnologia me fornece o embasamento necessário. Além de apontar o que está errado, o Asis Auditor Digital facilita na hora de resolver as falhas por trás de cada erro”, detalha a executiva.

A coordenadora explica que um dos diferenciais da plataforma é a conferência de item por item do arquivo digital do Sped, evitando equívocos ocasionados por análises presumidas apenas nos valores finais apontados.

Sueli aponta que a ferramenta disponibiliza uma série de relatórios contendo os resumos de todas as operações da Rexam, incluindo informações referentes aos centros de custo, Código Fiscal de Operações e Apurações (CFOP), Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA), entre outros. “Hoje eu tenho 100% de controle sobre o que estou enviando para o Fisco, pois esses relatórios trazem não só o que está divergente, como também dá as informações de que preciso para compor o fechamento do mês, como os valores finais da GIA e do CFOP, que também posso confrontar com os dados que tenho no livro fiscal”, assinala.

Ainda segundo Sueli, antes, a companhia passava os dados via e-mail e uma consultoria consumia de três a quatro dias para analisa-los, correndo o risco de retornar com informações faltando. “Agora, eu importo o arquivo e na mesma hora já tenho a resposta”, observa. Além do salto na qualidade dos dados, Sueli ressalta a facilidade de uso e a velocidade de implementação da ferramenta, que é disponibilizada no modelo software como serviço (Saas).

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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