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Ucrânia garante que turbulência não atingirá safra de grãos

A Ucrânia, um dos maiores exportadores mundiais de grãos, garantiu que a turbulência política não reduzirá a semeadura de grãos de primavera no país, disse o novo ministro da Agricultura ucraniano.

Os mercados futuros do trigo e do milho subiram mais cedo nesta segunda-feira (3), com as tensões na Ucrânia alimentando temores de interrupção nos embarques do Mar Negro, uma das principais zonas de exportação de grãos do mundo.

A Ucrânia convocou reservistas no domingo e Washington ameaçou isolar a Rússia economicamente após o presidente russo, Vladimir Putin, declarar que ele tinha o direito de invadir o país vizinho, se a situação se agravar por lá.

“Eu não vejo grandes problemas com a semeadura até o momento”, disse à Reuters o ministro da Agricultura da Ucrânia, Ihor Shvaika, nesta segunda-feira. “Vamos fazer tudo para que a área de grãos de primavera não caia.”

Alguns comerciantes têm sido relutantes em acertar novos contratos com o país, enquanto as tensões entre a Ucrânia e a Rússia estão aumentando, disse Shvaika. “Estamos fazendo tudo para retomar o processo”, acrescentou.

O Departamento de Agricultura dos EUA prevê que a Rússia e a Ucrânia exportem um total de 26,5 milhões de toneladas de trigo na temporada 2013/14, ou 17 por cento dos embarques globais. No milho, a Ucrânia sozinha tem previsão de exportar 18,5 milhões de toneladas, ou 16 por cento do total das exportações.

Durante a campanha atual, a Ucrânia planeja semear 8,7 milhões de hectares de grãos de primavera.

Fonte G1

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia garante participação síria em nova rodada de negociação para paz

A Rússia ofereceu na terça-feira (4) garantias de que o governo sírio participará de uma nova rodada de negociações de paz na semana que vem. Conforme o governo russo, em breve irá a Síria irá despachar mais agentes químicos para serem destruídos no exterior, conforme prevê um acordo destinado a eliminar o arsenal químico do país.

As declarações parecem destinadas a aplacar as preocupações ocidentais acerca do envolvimento do presidente sírio, Bashar al Assad, com o processo de paz iniciado neste mês e do seu compromisso com a eliminação das armas químicas de Damasco até meados deste ano, conforme o acordo mediado pela Rússia e os Estados Unidos.

Além disso, o governo russo recebeu o líder da Coalizão Nacional Síria, principal grupo de oposição, algo inédito em três anos de um conflito que já matou mais de 100 mil pessoas.

Armas químicas
A Síria planeja retirar do país neste mês uma grande carga de agentes tóxicos, concluindo o processo até 1º de março, segundo o vice-chanceler russo, Gennady Gatilov.

“Literalmente ontem (segunda-feira, 3) os sírios anunciaram que a remoção de um grande carregamento de substâncias químicas está planejado para fevereiro. Eles estão prontos para completarem o processo até 1º de março”, disse Gatilov à agência de notícias RIA.

A Rússia, principal apoio diplomático a Assad, está sob pressão para convencer Damasco a acelerar a retirada dos materiais químicos desde que a Reuters revelou, na semana passada, que apenas 5 por cento dessas substâncias haviam sido levadas embora.

A operação está muito atrasada, e o prazo para que todos os agentes tóxicos sejam retirados da Síria, que vencerá nesta semana, será descumprido.

As autoridades dos EUA acusam Damasco de protelar o processo, e o secretário norte-americano de Estado, John Kerry, pediu na sexta-feira passada ao chanceler russo, Sergei Lavrov, para que pressione o governo de Assad a acelerar a operação.

O ministro francês de Relações Exteriores, Laurent Fabius, também se queixou da demora. “O governo de Bashar al Assad deve respeitar os compromissos que fez”, disse ele a uma rádio na terça-feira.

A Rússia diz que as preocupações ocidentais são exageradas, e rejeitou as acusações de que a demora é deliberada, citando questões logísticas e de segurança. Na segunda-feira, o vice-chanceler russo Sergey Ryabkov disse à Reuters que a Rússia continua confiante de que o prazo final para o arsenal químico, em 30 de junho, poderá ser cumprido.

Apesar das agudas diferenças a respeito do conflito na Síria, a Rússia e os Estados Unidos se uniram para lançar uma negociação de paz que começou no mês passado em Genebra, e em setembro concordaram em um plano para eliminar o arsenal químico sírio, evitando assim uma reação militar norte-americana a um ataque com gás ocorrido em 21 de agosto nos arredores de Damasco.

Assad aceitou o plano, mas o Ocidente suspeita que ele queira usar o processo para alavancar suas posições na negociação de Genebra, que deve recomeçar na segunda-feira (10), embora a delegação do governo não tenha se comprometido a voltar.

Arte entenda Síria 31/08 (Foto: Editoria de Arte / G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Exploração da andiroba garante renda a pequenos agricultores do PA

Espalhada por 49 mil quilômetros quadrados, a Ilha do Marajó fica no norte do estado do Pará e é banhada pelo oceano Atlântico e por rios imensos, como o Amazonas. A paisagem combina áreas de mata fechada, com campos, várzeas e alagados; fazendas antigas e muitos rebanhos de búfalos.

No litoral do município de Salvaterra, no leste da ilha, os moradores vivem principalmente da pesca, de pequenos roçados e do aproveitamento da andiroba, uma semente da floresta que vem ganhando importância nos últimos anos. O produto rende um óleo vegetal procurado por indústrias de cosméticos.

A exploração da andiroba é ligada não apenas às florestas, mas também aos rios, lagos e igarapés. O aproveitamento tradicional depende inclusive do movimento das marés. Com nome científico carapa guianensis, a andirobeira cresce bem em terra firme, mas também gosta de baixadas e áreas alagadiças.

Um dos líderes do trabalho com a andiroba no município é João dos Anjos. Ele explica que rios da região são muito influenciados pelo sobe e desce das marés. O leito do Paracauari, por exemplo, aumenta bastante na maré cheia e as águas acabam invadindo a floresta duas vezes por dia.

No leito do Paracauari, uma grande quantidade de galhos, folhas e frutos é carregada pelas águas, inclusive as sementes de andiroba, também conhecidas como castanhas. O produto vai sendo levado pela correnteza até a boca do rio, em uma viagem lenta e constante em direção ao mar.

Depois de flutuar por várias horas, dias, às vezes até semanas, as castanhas de andiroba acabam chegando em praias. É justamente em lugares assim, à beira mar, que as famílias da região fazem a coleta do produto. O serviço não tem dificuldade. Nos meses de safra, entre fevereiro e junho, as praias da região ficam cheias de gente.

A virada começou em 2006, quando ribeirinhos fundaram uma cooperativa para vender a produção em conjunto. Nessa época, uma indústria produtora da óleos começou a comprar a andiroba em quantidade e de maneira regular.

Os cooperados instalaram uma mini-agroindústria que está começando a produzir o óleo da andiroba. Especialista no assunto, João dos Anjos explica que o óleo é mais valioso do que as sementes e também tem mercado garantido.

Na comunidade de Monte Alegre, município de Bragança, nordeste do Pará, a maior parte das famílias trabalha em sítios pequenos e com agricultura variada. O problema é que a vida na roça sempre foi dura. Além de ganhar pouco com os cultivos, os agricultores não sabiam aproveitar os recursos da floresta.  Aliás, a mata era vista como problema.

A mudança de postura é o resultado de um projeto que se baseia principalmente no aproveitamento de um fruto produzido por uma palmeira da floresta: o murumuru, muito utilizado na produção de sabonetes e hidratantes.

O trabalho envolve diversas entidades. Um dos líderes é o padre Nelson Magalhães, que coordena a Cáritas local, um órgão de ação social ligado à Igreja Católica. “Fomos reunindo com as comunidades, buscando qual é a produção que tem na floresta e, ao mesmo tempo, dialogando com as empresas que estão em busca do produto. Se não tiver quem compre também não tem incentivo para conservar produzir ou para juntar semente.”

Hoje, a coleta do murumuru já faz parte da rotina de dezenas de famílias da região. A palmeira dá frutos o ano todo, mas a produção fica mais forte entre abril e agosto. Na comunidade, a coleta do murumuru é uma atividade planejada e coletiva, feita em grupo. Os agricultores se reúnem uma vez por semana e vão todos juntos para fazer a coleta na floresta.

A coleta na mata ocorre num clima animado. Apesar da descontração, o trabalho também é cansativo. Na mata, a temperatura fica quase sempre acima de 30ºC, a umidade do ar passa de 80% e não falta bicho venenoso. Outro perigo são os espinhos que revestem o tronco e as folhas do murumuru.

Saindo da mata, os frutos são levados para os sítios, onde ocorre um primeiro beneficiamento. Na propriedade da família do Carmo, um sítio de 18 hectares, com várias casinhas, primeiro se espalha o murumuru numa lona plástica. Depois de uns dez dias secando, a polpa se desfaz e o que sobra são as sementes. A etapa seguinte é a quebra. O objetivo é retirar a  amêndoa do murumuru que fica dentro da semente.

Para vender melhor a produção, os agricultores de Bragança também formaram uma cooperativa. Além de vender a matéria prima, a cooperativa também começou a investir na fabricação artesanal de cosméticos. Os agricultores fizeram cursos, oferecidos pela indústria compradora, por uma ONG da Alemanha e também pelo Sebrae – o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.  Os itens mais fabricados são cremes e óleos hidratantes.

A venda de sementes, amêndoas, frutos e também dos cosméticos acaba funcionando como um complemento de renda importante para as famílias.

Apesar do crescente aumento no consumo de perfumes e cosméticos, o aproveitamento de matérias-primas da Amazônia ainda é pequeno. Mas projetos como esses, que acabamos de mostrar, comprovam que a exploração de espécies nativas tem muito a crescer.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Skype garante que dados de usuários estão seguros após invasão síria

A popular empresa de comunicações pela internet Skype garantiu nesta quinta-feira (2) que as informações de seus usuários estão seguras depois que o Exército Eletrônico Sírio tomou, momentaneamente, o controle dos perfis da empresa no Twitter e no Facebook e também de seu blog.

O Exército Eletrônico Sírio, um grupo de “hackers” que apoia o presidente sírio, Bashar al Assad, fez este ataque cibernético para protestar contra a espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos e acusou a Microsoft, proprietária do Skype, de vender informações dos usuários para os governos.

Apesar de o Skype ter recuperado rapidamente o controle de seus perfis nas redes sociais e do blog, os hackers tiveram tempo de enviar várias mensagens alertando os usuários que usam as contas da Microsoft sobre o risco de que seus dados pessoais acabem nas mãos de governos.

Com a mensagem, o Exército Eletrônico Sírio (SEJA, sigla em inglês) se referia às informações reveladas em 2013 pelo ex-técnico da NSA Edward Snowden que revelavam que o Skype fazia parte do programa da NSA para supervisionar as comunicações através das maiores empresas de internet dos EUA.

O Skype reconheceu em um comunicado nesta quinta-feira, depois que o SEJA reivindicou a autoria do ataque, que seus perfis nas redes sociais e seu blog tinham sido “hackeados” temporariamente, mas que o controle dos mesmos foi recuperado “rapidamente” e “nenhuma informação dos usuários foi comprometida”.

Esta não é a primeira vez que o Exército Eletrônico Sírio realiza um ataque cibernético. Os piratas já “hackearam” várias vezes no último ano os sites do “New York Times”, do “Financial Times” e um perfil da “BBC” no Twitter.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Foxconn nega greve na China e garante produção do iPhone 5

A Foxconn se pronunciou nesta segunda-feira, 8/10, negando as informações de que seus funcionários na China haviam entrado em greve na última sexta. Segundo a companhia de Taiwan, as únicas perturbações aconteceram no início da semana passada e foram solucionadas rapidamente.

No entanto, o grupo de direitos trabalhistas China Labor Watch afirma que as questões ainda não foram resolvidas. De acordo com um analista do grupo, as fábricas da empresa na China enfrentam não apenas problemas trabalhistas, mas também com a abordagem geral de produção e atenção global às suas práticas.

A declaração da Foxconn chega após o China Labor Watch informar que entre 3 mil e 4 mil trabalhadores da empresa na região chinesa de Zhengzhou entraram em greve na semana passada, causando a interrupção de algumas linhas de produção do iPhone 5.

As causas para a paralisação seriam os controles de qualidade maiores, assim como um pedido para trabalhar durante um feriado nacional no país asiático.

Veja também:

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

iphone5_435

A Foxconn, em sua própria defesa, alega que os funcionários que trabalharam no feriado fizeram isso de forma voluntária e receberam pagamentos três vezes maior do que o valor normal por hora. A companhia também afirma que os únicos problemas com os trabalhadores ocorreram em 1 e 2 de outubro e foram “Imediatamente resolvidos e as medidas tomadas, incluindo fornecer equipes adicionais para as linhas de produção em questão”, de acordo com informações da Reuters.

Além disso, a Foxconn afirma que as informações das greves são imprecisas e que o trabalho não parou na unidade de Zhengzhou ou qualquer outro local. “A produção continua conforme o planejado”, informa o comunicado.

Vale notar que as unidades chinesas de produção da Foxconn já tiveram problemas. No mês passado, 2 mil trabalhadores se rebelaram em uma fábrica na cidade de Taiyuan após o que os funcionários descreveram como “comportamento agressivo” dos seguranças do local.

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Foxconn nega greve na China e garante produção do iPhone 5

A Foxconn se pronunciou nesta segunda-feira, 8/10, negando as informações de que seus funcionários na China haviam entrado em greve na última sexta. Segundo a companhia de Taiwan, as únicas perturbações aconteceram no início da semana passada e foram solucionadas rapidamente.

No entanto, o grupo de direitos trabalhistas China Labor Watch afirma que as questões ainda não foram resolvidas. De acordo com um analista do grupo, as fábricas da empresa na China enfrentam não apenas problemas trabalhistas, mas também com a abordagem geral de produção e atenção global às suas práticas.

A declaração da Foxconn chega após o China Labor Watch informar que entre 3 mil e 4 mil trabalhadores da empresa na região chinesa de Zhengzhou entraram em greve na semana passada, causando a interrupção de algumas linhas de produção do iPhone 5. 

As causas para a paralisação seriam os controles de qualidade maiores, assim como um pedido para trabalhar durante um feriado nacional no país asiático.

Veja também:

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

iphone5_435

A Foxconn, em sua própria defesa, alega que os funcionários que trabalharam no feriado fizeram isso de forma voluntária e receberam pagamentos três vezes maior do que o valor normal por hora. A companhia também afirma que os únicos problemas com os trabalhadores ocorreram em 1 e 2 de outubro e foram “Imediatamente resolvidos e as medidas tomadas, incluindo fornecer equipes adicionais para as linhas de produção em questão”, de acordo com informações da Reuters.

Além disso, a Foxconn afirma que as informações das greves são imprecisas e que o trabalho não parou na unidade de Zhengzhou ou qualquer outro local. “A produção continua conforme o planejado”, informa o comunicado.

Vale notar que as unidades chinesas de produção da Foxconn já tiveram problemas. No mês passado, 2 mil trabalhadores se rebelaram em uma fábrica na cidade de Taiyuan após o que os funcionários descreveram como “comportamento agressivo” dos seguranças do local.

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Publicado por em 8 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Foxconn nega greve na China e garante produção normal do iPhone 5

A Foxconn se pronunciou nesta segunda-feira, 8/10, negando as informações de que seus funcionários na China haviam entrado em greve na última sexta. Segundo a companhia de Taiwan, as únicas perturbações aconteceram no início da semana passada e foram solucionadas rapidamente.

No entanto, o grupo de direitos trabalhistas China Labor Watch afirma que as questões ainda não foram resolvidas. De acordo com um analista do grupo, as fábricas da empresa na China enfrentam não apenas problemas trabalhistas, mas também com a abordagem geral de produção e atenção global às suas práticas.

A declaração da Foxconn chega após o China Labor Watch informar que entre 3 mil e 4 mil trabalhadores da empresa na região chinesa de Zhengzhou entraram em greve na semana passada, causando a interrupção de algumas linhas de produção do iPhone 5. 

As causas para a paralisação seriam os controles de qualidade maiores, assim como um pedido para trabalhar durante um feriado nacional no país asiático.

Veja também:

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

iphone5_435

A Foxconn, em sua própria defesa, alega que os funcionários que trabalharam no feriado fizeram isso de forma voluntária e receberam pagamentos três vezes maior do que o valor normal por hora. A companhia também afirma que os únicos problemas com os trabalhadores ocorreram em 1 e 2 de outubro e foram “Imediatamente resolvidos e as medidas tomadas, incluindo fornecer equipes adicionais para as linhas de produção em questão”, de acordo com informações da Reuters.

Além disso, a Foxconn afirma que as informações das greves são imprecisas e que o trabalho não parou na unidade de Zhengzhou ou qualquer outro local. “A produção continua conforme o planejado”, informa o comunicado.

Vale notar que as unidades chinesas de produção da Foxconn já tiveram problemas. No mês passado, 2 mil trabalhadores se rebelaram em uma fábrica na cidade de Taiyuan após o que os funcionários descreveram como “comportamento agressivo” dos seguranças do local.

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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