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Resíduos florestais viram joias e móveis, e ganham mercado externo

Móveis e artigos de decoração são feitos com resíduos da floresta (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Móveis e artigos de decoração são feitos com resíduos da floresta (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

O desenvolvimento sustentável já deixou de ser apenas teoria para alguns marceneiros e designers de joias no Amazonas. A partir de resíduos florestais, profissionais estão produzindo biojoias e móveis com características genuinamente amazônicas. As peças feitas com madeiras, sementes e fibras, conquistaram espaço no mercado internacional, com exportações para países europeus e da América do Norte. Em 2013, numa instituição que fabrica móveis e peças de decoração, o lucro girou em torno de R$ 1,8 milhão.

O engenheiro florestal Robervando Gonçalves, líder do Núcleo de Design Tropical, na Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), uma das instituições que trabalham com a produção de peças em madeira regional, informou que o resgate da riqueza artística das culturas caboclas da Amazônia tem despertado interesse do mercado mundial. Segundo ele, diversos países querem comercializar as peças. 

'Fruteira girassol' marchetada foi destaque no Prêmio Idea Brasil (Foto: Jamile Aves/G1 AM)‘Fruteira girassol’ marchetada foi destaque no Prêmio Idea Brasil (Foto: Jamile Aves/G1 AM)

“Nós trabalhamos com uma estratégia de inovação dos nossos produtos. Pensando nisso, nós promovemos em cada peça o resgate das habilidades artesanais e dos traços de culturas tradicionais da nossa região. Para isso, o uso sustentável dos insumos da floresta é indispensável”, explicou.

O processo de construção das peças envolve técnicos e artesãos de Manaus, mas também de comunidades ribeirinhas de outros municípios do Amazonas. Cerca de 700 trabalhadores do interior, dentre eles indígenas, participam da confecção das peças em diversos municípios do estado, como Itacoatiara, Maués, Novo Airão e Barcelos. O projeto promove ainda programas de qualificação para melhor utilização dos recursos naturais no interior do estado.

Gonçalves informou que o projeto já teve itens premiados em feiras nacionais e internacionais, como a Bienal de Designer e o Prêmio Idea Brasil. Além disso, uma linha de móveis do projeto deverá compor a decoração dos principais salões da Arena da Amazônia durante o período da Copa do Mundo, que tem Manaus como uma das sedes.

Sete espécies diferentes de madeira foram usados para produzir os efeitos do quadro (Foto: Jamile Aves/G1 AM)Sete espécies diferentes de madeira foram usadas para produzir os efeitos do quadro (Foto: Jamile Aves/G1 AM)

Para ele, apenas no ano passado, a comercialização desses produtos superou a meta de R$ 1,8 milhão e o objetivo, segundo Gonçalves, é faturar R$ 2 milhões ao ano. “Uma loja na Califórnia, inclusive, abriu com peças que foram produzidas por nós. No ano passado, exportamos um contêiner com peças de médio e grande porte”, disse. Atualmente, Portugal, França e Espanha também já receberam peças para exposições. O trabalho ganhou destaque na Europa, em virtude da raridade para encontrar madeiras com tonalidades diferentes do branco.

Há 40 anos, o marceneiro Rosalvo Mendes, de 58 anos, por meio do projeto, transforma madeira em arte. “Acompanhei todo o crescimento da marcenaria no Amazonas. Vi coisas horríveis acontecerem com nossas riquezas. Tudo o que eu pensava era que eu queria perpetuar as árvores, usando elas sem desperdício ou agressão”, relatou.

"É como uma cirurgia na madeira", diz marceneiro sobre fabricação dos móveis (Foto: Jamile Aves/G1 AM)“É como uma cirurgia na madeira”, diz marceneiro
sobre fabricação dos móveis
(Foto: Jamile Aves/G1 AM)

Rosalvo Mendes disse que o processo de fabricação das peças aproveita desde a casca da árvore até as raízes. Segundo ele, são resíduos que não possuem valor comercial para a indústria. “Eu sempre tive um carinho especial pelas árvores. Elas também são seres vivos, assim como nós. Esse sentimento cresceu ainda mais depois que comecei a trabalhar aqui. As árvores eram tiradas de qualquer jeito e grande parte não era aproveitada”, disse.

Fabricação
O projeto desenvolve peças de movelaria e artigos de decoração que utilizam como matéria-prima resíduos de madeiras certificadas ou de áreas de manejo, além de sementes e fibras florestais. Atualmente, cerca de 30 espécies diferentes de madeira são utilizadas na confecção das peças. Até folhas de árvores já passaram por tratamento para integrar os detalhes dos móveis.

“Sempre tive um carinho especial pelas árvores. Elas também são seres vivos, assim como nós.”

O processo para a fabricação dos móveis e dos artigos decorativos é demorado. Para construir um jogo de apenas quatro cadeiras, é necessário, aproximadamente, dois meses de dedicação. “É tudo trabalhado com muita riqueza de detalhes, com curvas, acentuações, todas feitas manualmente. É como se fosse uma cirurgia na madeira. O tempo de produção não importa. A perfeição de cada item é o que é levado em conta”, disse.

De acordo com a designer Luçana Mouco, as peças não passam por processo de pintura, já que a diversidade amazônica possibilita a mistura de cores. A técnica resulta em produtos exclusivos. “A inspiração vem a partir de muita pesquisa, viagens e leitura. Os tipos variados de madeira, a coloração diferenciada e o modo de produção levam ao surgimento de peças únicas”.

Além de decorar casas e escritórios, insumos da floresta amazônica também servem de matéria-prima para a confecção de biojoias, que levam em colares, brincos e anéis, um traço diferente da cultura tradicional da região. A designer de joias, Rita Prossi, incorpora a cada peça a sustentabilidade, a história e a beleza indígena e cabocla. 

Rita Prossi confecciona joias com produtos florestais (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Rita Prossi confecciona joias com produtos
florestais (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

Segundo a designer, a iniciativa de integrar a floresta aos seus trabalhos surgiu em 1995, a partir do interesse de americanos em peças indígenas. “Sempre trabalhei com joias feitas com ouro. Um dia uma cliente disse que precisava levar algo para a filha, que morava nos Estados Unidos, para que ela lembrasse do nosso Amazonas. Fiz vários pingentes com artefatos como flechas, muiraquitã, tipiti, e usei palha de arumã e sementes de açaí. Quando a menina foi para a faculdade com o colar as amigas adoraram e eu não parei mais desde então”, contou ao G1.

A oportunidade, surgida por acaso, abriu portas primeiramente para o mercado externo. Mais tarde, a cliente se tornou a primeira revendedoras de produtos de Rita. Segundo ela, os processos de aquisição dos materiais incluem tribos indígenas como os Waimiri Atroari e Apurinãs, que dispõem de fibras de arumã e tucumã para a confecção das joias.

Alianças são confeccionadas com tucumã. Traços indígenas fazem alusão a dois filhos do casal. (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Alianças são confeccionadas com tucumã. Traços indígenas fazem alusão a dois filhos do casal. (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

“Existem trançados exclusivos dos indígenas, que dão identidade regional às peças. Além desses insumos, fios de tucum, palhas e couro de peixe também são aproveitados. Tudo sem agredir ou prejudicar o meio ambiente”, disse Prossi. De acordo com ela, resíduos de madeira de movelarias também são utilizados. “Os restos de madeira que não servem para móveis, viram joias nas minhas mãos”, afirmou Rita.

A mesclagem de joias com produtos ecológicos leva tempo relativo, segundo a designer. A inspiração para idealizar as peças, por outro lado, chega rápido quando a artista “sente o ambiente”. “É só observar. Em uma viagem de barco que eu fiz a Manacapuru, cidade do interior do Amazonas, passamos perto de igapós. Eu vi plantas aquáticas lindas e fiquei encantada. No outro dia estava pensando em uma nova coleção para executar”, relatou.

fibras e fios de árvores são trançados também por indígenas (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Fibras e fios de árvores são trançados também por indígenas (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

A biojoalheria já teve produtos exportados para países da Europa e Estados Unidos, além da participação em feiras de joias no estado de São Paulo. Para Rita, os produtos sustentáveis ainda precisam ser melhor valorizados pelos amazonenses. “Essa aceitação de produtos feitos com materiais florestais ainda é um processo lento no estado. Agora sim, 19 anos depois da fundação, que as biojoias chamam atenção das pessoas da nossa região. Esperamos que estas sejam tão valiosas quanto as joias de ouro”, enfatizou Prossi.

colar e brincos são feitos com caroço de tucumã (Foto: Jamile Alves/G1 AM)colar e brincos são feitos com caroço de tucumã (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

Fonte G1

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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Artistas de circo deitam sob elefante e ganham até beijo de tigre em festival

Artistas circenses foram vistos fazendo truques incríveis com animais durante a noite de prêmios do 38º Festival Internacional de Circo de Monte Carlo, em Mônaco.

Entre os participantes, se destacaram Joy Gartner, que se arriscou ficando embaixo dos pés de um elefante vendado, e o treinador Jim Club, que deu um beijo na boca de um tigre.

Joy Gartner fica com a cabeça embaixo de pé de elefante durante apresentação em Mônaco (Foto: Eric Gaillard/Reuters)Joy Gartner fica com a cabeça embaixo de pé de elefante durante apresentação em Mônaco (Foto: Eric Gaillard/Reuters)Durante número, elefante chegou a ficar vendado ao andar sobre o treinador (Foto: Eric Gaillard/Reuters)Durante número, elefante chegou a ficar vendado ao andar sobre o treinador (Foto: Eric Gaillard/Reuters)Jim Club dá 'beijo' na boca de tigre durante Festival Internacional de Circo de Monte Carlo, em Mônaco (Foto: Eric Gaillard/Reuters)Jim Club dá ‘beijo’ na boca de tigre durante Festival Internacional de Circo de Monte Carlo, em Mônaco (Foto: Eric Gaillard/Reuters)

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pinguins ganham roupa tradicional chinesa em festa do Ano Novo Lunar

A celebração do Ano Novo Lunar tem envolvido não apenas os moradores do Japão, mas até os animais. Dois pinguins foram flagrados vestindo roupas tradicionais chinesas em uma caminhada de celebração neste domingo (25) em Tóquio.

As festas de comemoração da data serão realizadas até 9 de fevereiro.

Pinguins são flagrados vestindo roupas tradicionais chinesas em uma caminhada de celebração neste domingo (25) em Tóquio (Foto: Toru Yamanaka/AFP)Pinguins são flagrados vestindo roupas tradicionais chinesas em uma caminhada de celebração neste domingo (25) em Tóquio (Foto: Toru Yamanaka/AFP)

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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No AM, filhotes órfãos ganham cuidados de ‘mães de pelúcia’

Campanha quer incentivar a doação de bichos de pelúcia a animais de verdade (Foto: Diogo Lagroteria/ Ibama)Campanha quer incentivar a doação de bichos de pelúcia a animais de verdade (Foto: Diogo Lagroteria/ Ibama)

Animais resgatados no Amazonas estão recebendo cuidados de “mães postiças”. Por meio da iniciativa de um veterinário, filhotes de macacos, preguiças, tamanduás, entre outros resgatados em Manaus são tratados com a adoção de bichinhos de pelúcia. A campanha do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebe doações de voluntários na capital.

A ação “Doe um Bichinho de Pelúcia a um Bichinho de Verdade” é realizada pelo Centro de Triagens de Animais do Ibama, em parceria com a Gerência de Fauna (GFAU) do Ipaam. Todos os anos, o Cetas recebe dezenas de animais órfãos, que precisam de cuidado intensivo.Os filhotes passam por essa fase da vida agarrados e pendurados a seus pais, por quem são carregados.

Bichos de pelúcia são utilizados durante tratamento (Foto: Diogo Lagroteria/ Ibama)Bichos de pelúcia são utilizados durante tratamento (Foto: Diogo Lagroteria/ Ibama)

De acordo com o Ipaam, o veterinário Diogo Lagroria lançou a campanha porque encontrou nos bichos de pelúcia a figura materna que representa a proteção e conforto que os filhotes necessitam.

A bióloga Natalia de Souza Lima que atua no Cetas explicou que os animais resgatados recebem cuidados no centro de triagens e que as equipes trabalham para deixar os animais mais próximos do habitat real.

Segundo Natalia, a campanha também pretende chamar a atenção da sociedade para a caça ilegal das espécies. “É importante destacar que a campanha não quer despertar nas pessoas o desejo de se ter um filhote em casa. Queremos, além de coletar o material para o manejo dos filhotes, despertar o que está levando ao recebimento desses animais. Desejamos despertar o que está por trás disso, destacando a questão da captura para fins de criação, contrabando, maus-tratos e, a partir disso, criar um debate sobre esse tema”, ressaltou a bióloga.

A campanha solidária busca arrecadar animais de pelúcia para auxiliar no tratamento e cuidados dos filhotes. Podem ser doados bichinhos de pelúcia, toalhas de rosto ou banho, lençóis, cobertores ou travesseiros. Os materiais podem ser deixados no Cetas do Ibama, situado na Rua Ministro João Gonçalves de Souza, s/nº – Km 01- Br 319, Distrito Industrial de Manaus. Outra opção para doação é procurar um dos tratadores ou servidores, do núcleo de fauna do Ipaam, localizado na Rua Mário Ypiranga Monteiro, 3280, Parque 10 de Novembro.

Outras informações sobre as doações podem ser obtidas pelo telefone (92) 2123-6774.

(*Colaborou Eliena Monteiro, do G1 AM)

Fonte G1

 
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Publicado por em 27 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Computadores vestíveis ganham força na CES 2014; veja modelos

Nabu, da Razer, é um smartwatch com design discreto que apresenta informações do celular em pequenas telas (Foto: Gustavo Petró/G1)Nabu, da Razer, é um smartwatch com design discreto que apresenta informações do smartphone em pequenas telas (Foto: Gustavo Petró/G1)

Nos próximos meses de 2014, não estranhe se alguém com um relógio diferente, que tenha um display no lugar do visor de mostrar as horas, toque no aparelho ou fale com ele.

É que a onda dos computadores vestíveis, como os “smartwatches” (relógios inteligentes), já é uma realidade e irá levar a tecnologia e o fácil acesso à internet dos smartphones para acessórios que costumamos usar no dia-a-dia. Pelo menos é o que feira Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, aponta como tendência para esse ano.

Os dispositivos variam entre pulseiras, relógios e até lentes de contato inteligentes. A Innovega aprofunda a experiência do Google Glass e leva a tecnologia vestível para dentro dos olhos. Em formato de lente e combinado com óculos, o iOptik faz do campo visual uma grande tela para aplicativos.

Já a pulseira Nabu, da Razer, quando chacoalhada, envia uma solicitação de amizade no Facebook a quem estiver por perto e usar o mesmo acessório.

Veja abaixo as principais novidades de computadores vestíveis da feira:

Razer Nabu chega em março nos Estados Unidos (Foto: Gustavo Petró/G1)Razer Nabu chega em março nos Estados Unidos
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Relógio futurista
O relógio inteligente mais interessante da feira é ainda um protótipo, mas tem um design bastante futurista e diferentes dos outros “smartwatches”. Ele parece uma pulseira, o que deve atrair os jovens.

Feito de material flexível, o Nabu apresenta duas telas. A que fica na parte de cima da pulseira é bem pequena e mostra apenas um ícone, seja para avisar que o usuário está recebendo uma ligação ou se chegou um novo e-mail. Caso deseje ver mais detalhes do alerta, basta virar o pulso e visualizar a segunda tela, que é maior e apresenta o número do telefone e o título do e-mail, por exemplo.

Se duas pessoas estiverem usando o relógio, uma próxima da outra, é possível fazê-los interagir. Chacolhando o pulso, é possível mandar uma requisição de amizade pelo Facebook.

A bateria, segundo a Razer, pode durar até 10 dias. O Nabu está disponível para desenvolvedores por US$ 50. Para o consumidor, a previsão é que as vendas comecem nos Estados Unidos em março, mas o preço ainda não está definido.

Computador para os olhos
As lentes iOptik podem fazer com que o usuário consiga focar objetos próximos ou distantes com uma precisão além da visão humana. Combinada com óculos especiais, a tecnologia simula a experiência do Google Glass, exibindo na “tela” aplicativos como os do Facebook, Instagram, WeChat, Maps ou Wikipedia.

Como os programas são exibidos no campo de visão do usuário, a Innovega argumenta que o iOptik chega para resolver uma limitação dos eletrônicos: a limitação das imagens às dimensões das telas.

Visão combinada na lente de contato combinado com os óculos iOptik, sistema de computador vestível da Innovega, apresentado na CES 2014. (Foto: Divulgação/Innovega)Visão combinada das lentes de contato e óculos iOptik, sistema de computador vestível da Innovega, apresentado na CES 2014 (Foto: Divulgação/Innovega)

Broche da Sony
Menor que um dedo mindinho, o Core, da Sony, talvez seja o menor computador vestível desenvolvido até agora e pode ser fixado em roupas como se fosse um broche.

A companhia não revelou todos os detalhes do aparelho, mas ele não só funcionará como um medidor de sinais vitais e atividades físicas como também vomo um armazenador de ações de seus usuários ao longo do dia, como as fotos tiradas.

Apesar de não ter deixado claro, a Sony tem planos de integrar o Core a pulseiras inteligentes ou a seus smartphones.

Core, da Sony, tem forma de broche e capta dados sobre a atividade física. (Foto: Divulgação/Sony)Core, da Sony, tem forma de broche e capta dados sobre a atividade física (Foto: Divulgação/Sony)

Relógio elegante
O relógio inteligente Pebble Steel é quase um veterano entre tantas novidades debutando na CES 2014.

Segundo aparelho da Pebble, que apresentou seu primeiro modelo na edição de 2013 da feira, o relógio ganhou design refinado, que o distancia dos concorrentes. A tela de LED mostra mudanças de status e a memória interna dobrou para 8 MB.

No fim do mês, uma loja de aplicativos para o relógio será lançada junto com a chegada do Steel às lojas, por US$ 250. Apps do Foursquare e da ESPN já estão disponíveis para o acessório, que até roda uma versão do game “Tiny Wings”.

Relógio inteligente Pine, da Neptunes, que, com tela de 2,4 polegadas, parece um smartphone de pulso. (Foto: Divulgação/Neptunes)Relógio inteligente Pine, da Neptunes, parece
mais um smartphone de pulso por conta
de sua tela de 2,4 polegadas
(Foto: Divulgação/Neptunes)

Smartphone de pulso
Com processador Snapdragon de 1.2 GHz (Gigahertz) e tela de 2,4 polegadas de TFT, o relógio inteligente Pine combina potência e resolução suficientes para que aqueles que o levem no pulso consigam jogar “Angry Birds”.

Uma espécie de smartphone vestível, dado o tamanho da tela, o Pine possui até entrada para chips de telefone, o que dispensa integração com um aparelho móvel.

A câmera é VGA, competente para chamadas de vídeo, e é possível escolher entre a versão de 16 GB (US$ 335) e a de 32 GB (US$ 395). O Pine chega ao mercado norte-americano em março.

Pulseira para exercícios
A LG entrou na onda dos computadores vestíveis com a Fitness Band, uma pulseira que monitora o número de passos, as calorias queimadas e a distância percorrida.

Além de servir como um acessório para exercícios físicos, a pulseira, conectada a um iPhone ou smartphones que rodem o Android, pode exibir as ligações telefônicas e as mensagens recebidas. Além disso, é possível controlar aplicativos de música com a Fitness Band. Nos Estados Unidos, custará US$ 180.

Primeiro computador vestível da LG é uma pulseira, que foi apresentada na CES 2014 por Tim Alessi, diretor de desenvolvimento de novos produtos. (Foto: Robyn Beck/France Press)Fitness Band é o primeiro computador vestível da LG e foi apresentada na CES 2014 por Tim Alessi, diretor de desenvolvimento de novos produtos (Foto: Robyn Beck/France Press)

Discreto, mas pouco prático
O Galaxy Gear é o menos discreto dos relógios inteligentes e o que apresenta mais funções, embora a maioria delas não vá muito além de fotografar e fazer ligações pelo relógio – que se conecta ao “phablet” Galaxy Note 3.

A tela tem um tamanho razoável e apresenta ícones com boa definição, mas a resposta aos comandos deixa a desejar na navegação pelos menus. Fotografar com o Gear ainda não é prático, embora seja rápido acionar a câmera para obter uma imagem rapidamente.

O produto já esteja sendo vendido e é um bom conceito, mas ainda está longe de ser um produto final para o consumidor.

Relógio INteligente Galaxy Gear vem em diversas cores (Foto: Divulgação/Samsung)Relógio Inteligente Galaxy Gear vem em diversas cores (Foto: Divulgação/Samsung)

Pés no chão, hora na tela
O relógio inteligente da Qualcomm mantém os pés no chão em suas funções, diferentemente do Gear, e, por conta disso, é um produto superior. O design discreto não tenta fugir de um relógio digital tradicional e suas funções são simples e práticas.

O Toq mostra notificações de ligações telefônicas, mensagens de texto, e-mails e compromissos em uma tela colorida anti-reflexo. A resposta é boa aos comandos – também é possível tocar na pulseira para ativar a tela, o que evita deixar marcas de dedo.

Como destaque, o usuário pode usar uma série de configurações de tela que mostra as horas e as informações de modos diferentes.

Toq, relógio inteligente da Qualcomm, foi exibido na CES 2014. (Foto: Gustavo Petró/G1)Toq, relógio inteligente da Qualcomm, foi exibido na CES 2014 (Foto: Gustavo Petró/G1)

Conectado, mas sem inteligência
A Casio apresentou uma versão do relógio G-Shock que não chega a ser inteligente mas, ao se conectar com um smartphone por meio de conexão Bluetooth, apresenta alertas simples, como o número de quem está ligando e se há mensagens a serem lidas.

Além disso, ele conta passos e permite configurar séries de exercícios usando seu dispositivo móvel. Desse modo, é possível preparar o relógio para apitar em determinados intervalos para, por exemplo, marcar o tempo de corrida e o de descanso.

Relógio G-Shok, da Casio, que não chega a ser um computador vestível, mas possui integração com smartphone, foi mostrado na CES 2014. (Foto: Gustavo Petró/G1)Relógio G-Shock, da Casio, não chega a ser um computador vestível, mas possui integração com smartphones (Foto: Gustavo Petró/G1)

*Colaborou Helton Simões Gomes, de São Paulo

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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Headphones ganham tecnologia, mudam de cor e se destacam na CES

A qualidade do som melhorou bastante, eles isolam melhor os ruídos do exterior e agora mudam de cor conforme a vontade do usuário. Os fones de ouvido ou headphones ganharam destaque na feira Consumer Electronic Show (CES) 2014, oferecendo o melhor para que o usuário possa escutar as músicas armazenadas em seus smartphones e ainda poder atender ligações.

Conheça alguns dos acessórios que estão na feira.

Muda de cor

O fone da BeeWi tem luzes para que ele troque de cor (Foto: Gustavo Petró/G1)O fone da BeeWi tem luzes para que ele troque de cor (Foto: Gustavo Petró/G1)

A fabricante BeeWi apresentou um fone de ouvido sem fio que o usuário consegue mudar de cor dependendo do humor ou das roupas que está vestindo. O BBH 202 usa um aplicativo para smartphones que permite mudar a cor das luzes de LED que ficam ao redor dos fones. As cores para os fones podem ser selecionadas em um menu ou serem criadas pelo usuário, que define nomes para cada situação

Na parte sonora, os fones são bastante confortáveis e isolam bastante o som exterior. Há controles da música na parte lateral e um botão para atender e desligar ligações telefônicas sem a necessidade de pegar o aparelho.

Os fones ainda não tem preço definido, mas devem chegar ao mercado até metade de 2014.

Design diferente

vBold tem botões para controlar a música e atender ligações com formato diferente (Foto: Gustavo Petró/G1)vBold tem botões para controlar a música e atender ligações com formato diferente (Foto: Gustavo Petró/G1)

Os fones de ouvido da Velodyne apresentados na CES conseguem isolar quase 100% dos ruídos e levam som de alta definição aos ouvidos do usuário. Ao colocar uma música com uma batida forte, é possível sentir o efeito que eles conseguem dar por conta da tecnologia aptX, que aumenta o som sem distorções.

Além de ter estas qualidades, a versão vBold, que será vendida por US$ 350, tem um design diferente, mais pontudo e botões com formatos inusitados. Ele ainda pode ser dobrado para ser carregado mais facilmente, atende ligações telefônicas, é sem fio e a bateria dura até 10 horas.

Chiques

Fones fashion fazem sucesso entre as mulheres (Foto: Gustavo Petró/G1)Fones fashion da Molami fazem sucesso entre as mulheres (Foto: Gustavo Petró/G1)

Os headphones da Molami têm bom som, mas a preocupação da fabricante está com a moda. Eles foram feitos para ser um produto de luxo, combinando com roupas sem deixar de serem confortáveis. Os fones parecem pequenas almofadas envoltas em couro e a haste possui detalhes em dourado ou em cobre, dependendo da cor escolhida.

Não há versão sem fio e eles não têm microfone para atender a ligações. O foco da fabricante é apenas com a qualidade do som e se os fones são “fashion”. O preço do fone é US$ 100.

Para exercícios

Fones de ouvido estão dentro da faixa que é colocada na cabeça (Foto: Gustavo Petró/G1)Fones de ouvido estão dentro da faixa que é colocada na cabeça (Foto: Gustavo Petró/G1)

Quem gosta de correr ou de malhar ouvindo música sabe que os fones de ouvido devem ficar bem presos para que não caiam toda hora. Um fone apresentado na CES chamado RunPhones dificilmente terá este problema, já que ele é uma faixa para ser colocada na cabeça.

Os alto falantes ficam dentro da faixa, posicionados próximos dos ouvidos – deve-se colocar a faixa por cima das orelhas – e, por meio de conexão Bluetooth, ele permite escutar músicas de smartphones ou de tocadores MP3. Uma pequena bateria que fica na parte traseira da faixa, que pode ter diversas cores, permite mais de 10 horas de uso. Um aplicativo coloca uma espécie de personal trainer que motiva o corredor a manter o pique.

A versão com fio sai por US$ 40 dólares e a versão com conexão Bluetooth deve chegar ao mercado ainda em 2014.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Elefantes ganham ‘banquete’ com árvores de Natal em zoo alemão

Sorry, I could not read the content fromt this page.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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