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Free shop de SP terá iPhone mais barato, mas 4G pode não funcionar

iPhone 5S é o principal smartphone da Apple (Foto: Divulgação/Apple)iPhone 5S é o principal smartphone da Apple
(Foto: Divulgação/Apple)

A partir deste domingo, quem embarcar em voos internacionais no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, conseguirá comprar eletrônicos com preços mais baixos até do que os praticados em alguns estados dos Estados Unidos. Os eletrônicos serão vendidos na loja da Fnac, que passa a funcionar no Terminal 3 do aeroporto, na madrugada de sábado para domingo.

O iPhone 5S, que custa R$ 2,8 mil no Brasil, desbloqueado, deve sair na loja por US$ 649, o equivalente a cerca de R$ 1.440, pelo câmbio desta sexta-feira (9). O cliente que comprar no cartão de crédito em reais fica isento do pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). É possível, também, comprar em dólares e em euros.

A loja, segundo a Fnac, fica na área de embarque dos passageiros. Compras feitas no local, assim, entram na cota de US$ 500 isentos para compras no exterior. Será preciso pagar taxa de importação sobre o valor excedente  – ou seja, US$ 149. E isso se o cliente não comprar mais nada.

A Fnac não confirma os preços que serão praticados na loja. E lembra que o cliente deve ter o mesmo cuidado e atenção com que compraria no exterior: há produtos que podem não funcionar no Brasil, e não ter assistência técnica no país. No caso do iPhone, por exemplo, o 4G que funciona nos Estados Unidos não é o mesmo que funciona no Brasil. Um aparelho fabricado para aquela região, assim, teria restrições por aqui. A internet móvel 3G, no entanto, é compatível.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Free shop de SP terá iPhone mais barato, mas 4G pode não funcionar

iPhone 5S é o principal smartphone da Apple (Foto: Divulgação/Apple)iPhone 5S é o principal smartphone da Apple
(Foto: Divulgação/Apple)

A partir deste domingo, quem embarcar em voos internacionais no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, conseguirá comprar eletrônicos com preços mais baixos até do que os praticados em alguns estados dos Estados Unidos. Os eletrônicos serão vendidos na loja da Fnac, que passa a funcionar no Terminal 3 do aeroporto, na madrugada de sábado para domingo.

O iPhone 5S, que custa R$ 2,8 mil no Brasil, desbloqueado, deve sair na loja por US$ 649, o equivalente a cerca de R$ 1.440, pelo câmbio desta sexta-feira (9). O cliente que comprar no cartão de crédito em reais fica isento do pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). É possível, também, comprar em dólares e em euros.

A loja, segundo a Fnac, fica na área de embarque dos passageiros. Compras feitas no local, assim, entram na cota de US$ 500 isentos para compras no exterior. Será preciso pagar taxa de importação sobre o valor excedente  – ou seja, US$ 149. E isso se o cliente não comprar mais nada.

A Fnac não confirma os preços que serão praticados na loja. E lembra que o cliente deve ter o mesmo cuidado e atenção com que compraria no exterior: há produtos que podem não funcionar no Brasil, e não ter assistência técnica no país. No caso do iPhone, por exemplo, o 4G que funciona nos Estados Unidos não é o mesmo que funciona no Brasil. Um aparelho fabricado para aquela região, assim, teria restrições por aqui. A internet móvel 3G, no entanto, é compatível.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Sistema para bloquear celular pirata começa a funcionar segunda-feira

Começa a funcionar na segunda-feira (17) o sistema desenvolvido pelas operadoras brasileiras para bloquear no país aparelhos como celulares e tablets, piratas ou mesmo originais, que não possuem certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, esses eletrônicos vão continuar a funcionar normalmente pelo menos até setembro, quando as desativações devem efetivamente começar. Até lá, o sistema vai apenas montar um banco de dados com informações sobre os equipamentos em uso no Brasil.

A medida vai atingir todos os aparelhos que usam chip e acessam a rede móvel das operadoras, incluindo tablets e até maquinas de cartão de crédito, desde que não sejam homologados. O site da Anatel permite a consulta dos aparelhos homologados e certificados (veja aqui).

Também podem deixar de funcionar eletrônicos originais, importados ou comprados no exterior, cujo modelo não seja certificado no Brasil. Para estes casos, a recomendação da agência é que os consumidores, antes de comprarem equipamento fora do país, confirmem antes se o modelo já foi homologado aqui.

Bancado por operadoras
A criação do Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga), que vai permitir o bloqueio, atende a lei do setor de telecomunicações que diz que só podem funcionar aqui aparelhos homologados pela Anatel, ou seja, que comprovam o cumprimento de algumas exigências técnicas e, por isso, recebem um selo da agência.

Este selo pode ser encontrado nas embalagens ou nos próprios aparelhos e a Anatel orienta os consumidores a confirmar a presença dele antes da compra.

O desenvolvimento desse sistema foi revelado pelo G1 em novembro de 2012. Na época, a previsão era que entraria em funcionamento no primeiro trimestre de 2013. Ele é bancado por Oi, Claro, TIM e Vivo a um custo estimado de cerca de R$ 10 milhões.

Cerco ao ‘xing ling’
O principal objetivo da Anatel e das empresas é retirar do mercado equipamentos de baixa qualidade, conhecidos como “xing ling”, e que normalmente entram no país via contrabando. Segundo a agência, eles podem prejudicar a saúde dos usuários, pois não se sabe o nível de radiação que emitem e nem os componentes que usam, o que leva a risco até de explosão. Além disso, podem provocar ruídos na rede das operadoras e atrapalhar o uso do serviço de voz ou internet móvel por outros clientes. E, no caso dos contrabandeados, o governo ainda deixa de arrecadar impostos.

Entretanto, a Anatel e as operadoras não têm ideia de quantos aparelhos não homologados estão em funcionamento hoje no país. Com a entrada em operação do Siga, vai ser possível conhecer esse número.

Sem surpresas
O superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Pinto Martins, diz que os bloqueios só devem começar daqui a seis meses e que os usuários que usam aparelho irregular serão avisados antes de terem o serviço cortado.

“Provavelmente teremos uma campanha [para orientar os usuários], mensagens com avisos. Ninguém vai ter o aparelho desabilitado de um dia para o outro”, disse Martins. Porém, ele orienta os consumidores a desde já evitar a compra de não certificados. “As pessoas têm que tomar cuidado para não fazer investimento em um telefone que pode depois não funcionar.”

De acordo com o superintendente, passado esse período de seis meses, o Siga deve, primeiramente, passar a impedir a entrada de novos aparelhos irregulares na rede das operadoras. Isso quer dizer que o bloqueio vai ocorrer no momento em que a pessoa fizer a habilitação de um novo chip usando equipamento não certificado.

O segundo passo, que ainda não está confirmado, seria o bloqueio dos telefones que já estão em funcionamento. Segundo Martins, porém, a Anatel pode optar por não adotar essa medida. “A tendência é que esses aparelhos não certificados que estão em operação desapareçam com o tempo. Eles terão que ser substituídos eventualmente e, quando a pessoa fizer isso, não vai mais poder dar entrada na rede com celular irregular.”

Como vai funcionar
A Anatel não dá muitos detalhes do funcionamento do Siga, pois alega que isso pode facilitar a ação de fraudadores que tenham a intenção de driblá-lo para continuar usando aparelhos irregulares. O sistema será operado pela ABR Telecom, que já é responsável pela administração da portabilidade numérica e pelo sistema que bloqueia celulares roubados.

A partir de segunda (17), portanto, o Siga vai montar um banco de dados dos telefones e outros aparelhos como tablets em uso no Brasil e que estejam ligados à rede de Oi, Vivo, TIM e Claro. Quando o usuário faz uma chamada de voz ou acessa a internet móvel, acontece uma troca de informações entre o aparelho que ele usa e a rede da operadora. É assim que o sistema vai conseguir identificar se aquele equipamento é ou não homologado.

Esse reconhecimento será feito por meio do código de identificação dos aparelhos, o chamado IMEI, captado pela central das operadoras. A Anatel possui uma relação dos IMEI de todos os modelos homologados no país. O que o sistema vai fazer é comparar o código do telefone com essa relação mantida pela agência e, se o número não estiver na lista, vai impedir que ele seja usado para fazer chamadas ou acessar a internet usando a rede móvel.

A Anatel nega que o Siga terá acesso a outras informações contidas nos aparelhos, como a relação das chamadas feitas pelos usuários, sites acessados com o celular ou o tablet e a agenda de contatos.

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Jovem recupera iPhone que ficou congelado e celular volta a funcionar

Um usuário identificado como “whosalec” publicou uma galeria de fotos com uma sequência do que garante ser a recuperação impressionante de um iPhone, que teria voltado a funcionar após ficar quase um mês congelado.

Na sequência de fotos, postada no site “Imgur”, o usuário afirma que o amigo, chamado Samuel, havia perdido o smartphone na primeira semana de fevereiro durante uma tempestade, e que o aparelho foi encontrado completamente congelado apenas no último dia 10/3.

Após quebrar o gelo e retirar um bloco contendo o dispositivo “congelado”, o iPhone foi colocado em uma sacola com arroz, para que os grãos pudessem absorver a água no interior do aparelho.

Contra todas as expectativas, o celular teria voltado a funcionar completamente, apesar dos danos na tela.

A galeria com as imagens foi acessada mais de 30 mil vezes.

Celular teria passado cerca de 1 mês congelado após tempestade (Foto: Reprodução/Imgur/whosalec)Celular teria passado cerca de 1 mês congelado após tempestade (Foto: Reprodução/Imgur/whosalec)Smartphone foi retirado do gelo e teria sido recuperado completamente após 'dormir' em sacola com arroz (Foto: Reprodução/Imgur/whosalec)Smartphone foi retirado do gelo e teria sido recuperado completamente após ‘dormir’ em sacola com arroz (Foto: Reprodução/Imgur/whosalec)

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Como fazer o corretor de palavras do iOS funcionar para você

Dicas simples mostram como “fugir” de chatices do Autocorrect e até inserir palavras não óbvias no Dicionário de Teclado do sistema da Apple. A ferramenta de corretor automático Autocorrect é uma benção dos “deuses da computação” para todo mundo que precisa digitar em uma tela pequena. Mas também pode ser a ruína de todo usuário de iPhone e iPad. É possível aproveitar o lado bom do recurso e evitar aborrecimentos ao prestar atenção em alguns detalhes.

Vá embora!

Digite uma palavra errada – ou mesmo comece a digitar uma palavra de forma errada – e o corretor automático entra em cena, oferecendo uma sugestão útil para corrigir o erro ou te poupar do trabalho de completar a palavra letra por letra. E há o primeiro problema potencial: se você digitar uma palavra não reconhecida, mas escrita de forma correta, e digitar um espaço ou um ponto, ou tocar em Return, o corretor vai entender que você aceitou a substituição recomendada.

De acordo com as instruções da Apple, para fechar um “balão” do Autocorrect é preciso tocar no X minúsculo dentro da bolha. Felizmente, não é preciso ser tão preciso: toque em qualquer local do balão para rejeitá-lo.

Isso não ajuda muito em um iPad, quando o balão fica longe do teclado. Felizmente, é possível dispensar a sugestão do corretor a partir do teclado: aperte a tecla Apagar, digite novamente a última letra, e a sugestão aparece.

Volte!

Quando você dispensa uma sugestão do corretor, o iOS aprende suas palavras preferidas. Versões anteriores do sistema demoravam mais para aprender, exigindo que você barrasse determinadas sugestões mais vezes, mas o iOS 6 costuma aprender em apenas um caso. O software então armazena suas palavras no Dicionário do Teclado, que não pode ser acessado nem editado. Uma vez que uma palavra está lá, o corretor não vai mais tentar corrigi-la – e vai até sugeri-la como uma correção ou opção para completar. Isso parece bom, mas pode ser um problema.

Suponha que você digite “hije” e está tão acostumado a dispensar o corretor automático que rejeita precipidamente a sugestão “hoje”. Agora sempre que digitar “hije”, precisará corrigir o erro de forma manual.

corretorios01.jpg

Mas há uma solução para isso: é possível fazer o iOS pensar que “hije” é um atalho para “hoje”. Vá em Ajustes > Geral > Teclado; desça até a opção Adicionar Novo Atalho. Digite “hoje” no campo Atalho e “hije” em Atalho, e toque em Salvar. Agora sempre que digitar “hije” por engano, o Autocorrect vai corrigir para “hoje” automaticamente.

Caso tenha acumulado muitos erros de digitação no seu Dicionário de Teclado, é possível adotar a opção “nuclear” e apagar de uma vez todas as palavras que seu aparelho aprendeu: vá em Ajustes > Geral > Redefinir e depois escolha a opção Redefinir Dicionário de Teclado. Essa ação vai fazer com que o processo de aprendizado do corretor volte ao zero.

E se você não quer ter de ficar pensando em tudo isso, basta não usar o corretor automático. Para isso, vá em Ajustes > Geral > Teclado e desabilite o recurso Correção Automática.

Não vamos mais brigar

O corretor automático não vai sugerir uma substituta se considerar que você digitou uma palavra legítima. Mas como você pode adicionar termos técnicos, nomes de lugares não óbvios, e outras palavras que já não estejam no Dicionário do Teclado para o “banco de palavras legítimas” do Autocorrect? Você tem duas opções.

Uma abordagem para adicionar uma palavra ao seu Dicionário de Teclado é defini-la como um semi-atalho. Vá em Ajustes > Geral > Teclado > Adicionar Novo Atalho. No campo Frase, digite a palavra que quer adicionar, mas não digite nada em Atalho; então toque em Salvar. A partir de agora, o corretor automático não vai mais tentar corrigir sua forma de escrever aquela palavra quando digitá-la.

corretorios02.jpg

O segundo método é ainda mais simples; e se você nunca reiniciou o Dicionário de Teclado, ele tem o benefício extra de preservar todas as palavras que você o usou para designar. Esse método tira vantagem do fato que o corretor aceita as entradas de nomes em Contatos como palavras genuínas e não vai sugerir que as corrija. Assim, isso é o que você vai fazer: crie um novo contato, e digite “zzz” como as letras iniciais no campo Nome para mantê-lo na parte inferior da lista, onde ficará fora do caminho. Então digite todas as suas palavras especiais, separadas por espaços, nos campos Nome, Sobrenome ou Empresa do contato “zzz”, por exemplo.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Sucessor do Atom, chip Clover Trail não funcionará com Linux

Em vez disso, o futuro processador será totalmente dedicado ao Windows 8, segundo a companhia, que não disse os motivos

O próximo lançamento da Intel, uma versão do Atom que recebeu o nome de “Clover Trail”, não funcionará com o Linux. A empresa teria confirmado essa informação na quinta (13).

Em vez disso, em um discurso durante o Intel Developer Forum, em San Francisco, a empresa disse que o Clover Trail será um “chip um Windows 8”, de acordo com uma reportagem do jornal The Inquirer.

Aparentemente a Intel não ofereceu nenhuma explicação real para a sua decisão de não oferecer suporte ao Linux, mas a notícia já está causando preocupação entre os usuários do sistema operacional gratuito e open-source.

Apostando no Windows 8
O Clover Trail é uma nova versão do processador de baixo consumo Atom, destinado especificamente para uso em tablets. O Oak Trail é uma versão anterior usada atualmente em tablets de empresas como a HP e a Dell.

Em junho, a Intel anunciou que 20 tablets Windows já estavam usando o novo chip, incluindo o Asus Tablet 810, demonstrado na feira Computex esse mês.

Sinais de que a Intel teria um foco exclusivo no Windows só começaram a aparecer no final de julho, quando foi noticiado que a empresa não tinha planos para a incluir o Android nos planos dos tablets com Clover Trail. Agora, com este último passo, aparentemente a fabricante descartou o Linux por completo.

Problemas de gerenciamento de energia
Levando em conta que a categoria tablet é dominada pelo Android baseado em Linux e pelo Unix baseado em iOS, a mudança da Intel certamente sugere uma decisão deliberada de colocar todas as fichas no próximo sistema operacional da Microsoft.

Por outro lado, a fabricante reportou nos mínimos detalhes as novas tecnologias de gerenciamento de energia do chip, por isso – como o Inquirer sugere – é possível que o kernel do Linux simplesmente ainda não esteja em conformidade com esses requisitos. Na verdade, dificilmente poderia se esperar isso, uma vez que o chip é super novo.

Será que isso continuará a acontecer nas próximas versões do kernel do Linux? Parece altamente improvável.

Então, isso pode ser apenas um estado temporário. É claro que, se a Intel irá então decidir dar o seu “suporte oficial” para Linux – ou se vai continuar com o Clover Trail como “um chip Windows 8” – ai é outra história.

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Sem funcionar, computador Apple I pode atingir R$250 mil em leilão

A casa Christie´s anunciou hoje, 29/8 que vai leiloar um computador Apple 1 do primeiro lote, e disse esperar que a máquina seja vendida por até 126 mil dólares (cerca de 250 mil reais) no evento em outubro.

Ao contrário de outros computadores pessoais, incluindo o Apple II lançado em 1977, o Apple 1 foi vendido como uma placa de circuitos totalmente montada, mas sem um case, fonte de energia, teclado ou monitor. Os compradores precisavam fornecer esses componentes, o que gerou alguns modelos customizados interessantes, com vários trazendo cases feitos a mão.

O primeiro da Apple começou a ser vendido em julho de 1976 pelo sugestivo valor de 666,66 dólares. Cerca de 200 unidades foram produzidas na época, sendo que apenas 50 delas sobreviveram. E o número de máquinas em funcionamento é ainda menor: seis. Uma delas foi leiloada por nada menos que 750 mil dólares em junho desse ano pela casa de leilões Sotheby´s.

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Computador Apple I era vendido por 666,66 dólares nos anos 1970

O computador que será leiloado pela Christie´s não possui uma das suas memórias DRAM (dynamic random-acess memory), de acordo o engenheiro especializado, Mike Willegal. Segundo ele, que identificou e catalogou 43 computadores Apple 1, a máquina da Christie´s “não está em condições de funcionamento”.

Segundo a Christie’s, essa máquina está sendo vendida por um ex-funcionário da Apple, chamado Joe Copson. O computador fez parte do primeiro lote de placas de circuito criadas por Steve Wozniak, um dos fundadores da empresa juntamente com o xará Steve Jobs.

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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