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Russell Crowe vai a missa do Papa Francisco no Vaticano

Russell Crowe publica foto de missa no Vaticano nesta quarta-feira (19) (Foto: Reprodução/Twitter)Russell Crowe publica foto de missa no Vaticano nesta quarta-feira (19) (Foto: Reprodução/Twitter)

O ator Russell Crowe, protagonista de “Noé”, publicou em seu Twitter nesta quarta-feira (19) a foto de uma missa do Papa Francisco no Vaticano. “Que privilégio participar de uma audiência do Papa. Adeus, Roma. Meu amor por sua luz eterna só fica mais profundo”, escreveu o astro.

Na segunda, o site da revista “Variety” divulgou que Crowe e o diretor Darren Aronofsky não seriam mais recebidos pelo Papa Francisco. O encontro deveria acontecer em uma área reservada do Vaticano, mas foi suspenso.

A condição para que o Papa recebesse o diretor e o ator, acompanhados pelo vice-presidente da Paramount, Rob Moore, era de que ninguém anunciasse com antecedência que isso aconteceria. Ainda segundo o site, representantes do Vaticano temiam que a presença deles atraísse um “espetáculo” ao local, com a presença da imprensa e aglomeração de fãs. 

Embora não costume assistir filmes, recentemente o Papa Francisco recebeu Philomena Lee, irlandesa cuja história serviu de inspiração para o filme “Philomena”, indicado ao Oscar. 

Com um elenco que tem ainda Anthony Hopkins, Jennifer Connely, Logan Lerman, Emma Watson e Douglas Booth, entre outros, “Noé” tem estreia marcada para 3 de abril no Brasil.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Papa Francisco cancela encontro com Russell Crowe e diretor de ‘Noé’

Jennifer Connelly e Russell Crowe em 'Noé' (Foto: Divulgação)Jennifer Connelly e Russell Crowe em ‘Noé’ (Foto: Divulgação)

O diretor Darren Aronofsky e o ator Russell Crowe, protagonista de “Noé”, não serão mais recebidos pelo Papa Francisco na próxima quarta-feira (19). O encontro deveria acontecer às 8h30 em uma área reservada do Vaticano, mas foi suspenso por ter tido sua realização divulgada.

De acordo com o site da revista “Variety”, a condição para que o Papa recebesse o diretor e o ator, acompanhados pelo vice-presidente da Paramount, Rob Moore, era de que ninguém anunciasse com antecedência que isso aconteceria.

Ainda segundo o site, representantes do Vaticano temiam que a presença deles atraísse um “espetáculo” ao local, com a presença da imprensa e aglomeração de fãs. 

Embora não costume assistir filmes, recentemente o Papa Francisco recebeu Philomena Lee, irlandesa cuja história serviu de inspiração para o filme “Philomena”, indicado ao Oscar. 

Com um elenco que tem ainda Anthony Hopkins, Jennifer Connely, Logan Lerman, Emma Watson e Douglas Booth, entre outros, “Noé” tem estreia marcada para 3 de abril no Brasil.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Opinião: Francisco ‘roubou’ nosso coração, diz cardeal D. Damasceno

Dom Raymundo (Foto: Editoria de Arte/G1)

Há um ano, no dia 13 de março de 2013, o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, foi eleito Papa, o 266º sucessor de Pedro. Um ano é um período muito curto para falar do seu pontificado, mas o Papa Francisco preencheu os primeiros 12 meses de modo tão intenso, que chega a dar impressão de um tempo muito mais longo.

Não é fácil avaliar o pontificado de um Papa do qual estamos tão próximo. Vou referir-me a três pontos que podem nos ajudar a compreender melhor esse pontificado: o que ele tem transmitido pelos gestos e sinais, o que ele tem dito e o que ele tem realizado.  

Comecemos pelos gestos e sinais. Francisco sempre surpreende. Começou no dia mesmo da eleição. A maneira como saudou e rezou com o povo, reunido na Praça de São Pedro: “e agora, eu gostaria de vos dar a bênção, mas antes peço um favor: antes que o bispo abençõe o povo, eu vos peço de rezar ao Senhor para que ele me abençoe: a oração do povo pedindo a bênção para seu Bispo. Façamos esta oração em silêncio: de todos vós sobre mim”; o uso de um micro-ônibus no lugar do carro oficial, no primeiro dia de Papa; a decisão de residir na Casa de Santa Marta e não no Palácio Apostólico.

Ele tem também uma maneira especial de se comunicar com as pessoas: escreve cartas, chama pelo telefone, faz visitas. Mereceu destaque a visita feita no primeiro dia de pontificado para pagar pessoalmente sua conta na Casa Internacional, onde esteve hospedado antes do Conclave que o elegeu.

Sua viagem a Lampedusa, ao cárcere de menores, ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Tudo isso mostra um Papa que escolheu um estilo muito pessoal, próprio do pastor, de exercer o seu ministério de sucessor de Pedro. E a marca desse estilo é a simplicidade, a alegria, a proximidade e amor às pessoas, sobretudo, aos mais pobres. Esses seus gestos conferem uma força extraordinária ao que ele diz.

O que o Papa Francisco tem dito. As falas são simples, diretas, vigorosas. À sociedade, ele fala da ética, posicionando-se na defesa dos pobres, migrantes, anciãos e crianças. Recorda a todos que, em primeiro lugar, está a dignidade da pessoa e é a partir dela que se deve pensar e planejar a economia e fazer política.

À Igreja, ele fala de sair de si mesma, de ir às periferias existenciais e físicas. Quer uma Igreja como “hospital de campanha”, onde as pessoas são acolhidas, acompanhadas, curadas de suas feridas e amadas. Na missa diária de um Papa, pela primeira vez, as homilias são divulgadas e abrem um canal de comunicação cotidiano entre o Papa e a Igreja.

O que o Papa Francisco tem realizado. Ele tem afirmado que os cardeais o elegeram esperando que fizesse as reformas esperadas. Começou com a instituição do Grupo dos 8 Cardeais para ajudá-lo na reforma da Cúria e no governo da Igreja. Em seguida, voltou-se para o IOR – Instituto para as Obras de Religião – conhecido como o Banco do Vaticano.

Dos quatro textos legislativos publicados, três tratam de questões econômicas e não só na Igreja: prevenção e combate à lavagem de dinheiro; financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição de massa; aprovação do novo Estatuto da Autoridade de Informação Financeira do Vaticano para prevenir e combater possíveis atividades ilegais no campo financeiro; e, recentemente, a criação do Conselho e de uma Secretaria para supervisionar e coordenar as atividades administrativas-econômicas da Santa Sé e do Estado do Vaticano.

A reforma da Cúria está sendo estudada com cuidado e sem pressa. O Papa Francisco tem falado que a reforma da Cúria, por mais importante que seja, é um dos aspectos da reforma de que a Igreja necessita. Fundada por homens e mulheres, santa e pecadora, a Igreja para ser fiel à sua vocação precisa purificar-se cada dia e buscar sem cessar o rosto de Cristo. A verdadeira reforma, portanto, é espiritual e pastoral.

Deste primeiro ano de Pontificado de Francisco, uma semana foi vivida no Brasil, de 22 a 29 de julho de 2013. Somos testemunhas, nós brasileiros, da força de suas palavras e de seu coração de pastor. Sua simplicidade, seu sorriso, suas palavras diretas, incisivas, sua proximidade às pessoas conquistaram não só os jovens da Jornada Mundial da Juventude, mas todo o povo brasileiro.

O Papa Francisco tem razão quando disse: “os brasileiros ‘roubaram’ meu coração”. A recíproca também, é verdadeira, Papa Francisco: foi o senhor quem primeiro “roubou” o nosso coração.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Papa Francisco vira nome de bairro pobre em Buenos Aires

O Papa Francisco se tornou nome de um bairro em uma região pobre de Buenos Aires, na Argentina. Trata-se de um assentamento que ele visitava com frequência quando fazia seu trabalho pastoral como arcebispo da capital argentina e onde agora a população reivindica moradia digna. Francisco completa nesta quinta-feira (13) um ano à frente da Igreja Católica.

“Escolhemos o nome do bairro entre todos os moradores. Nos identificados muito com o papa, já que ele conhece bem as necessidades das pessoas que vivem na pobreza”, afirmou à Agência Efe Marcelo, um dos integrantes das quase mil famílias que vivem junto à Villa 20, no distrito de Lugano.

Cerca de 3.500 pessoas fizeram desses terrenos seu lar com a esperança que as autoridades cumpram a lei ditada em 2005 que diz que a região tem que ser urbanizada. As jovens famílias, a maioria com pelo menos dois filhos, são compostas de argentinos, bolivianos e paraguaios, principalmente.

“Nosso problema é o da moradia digna. As autoridades alegam que a região está contaminada e que, por isso, temos que sair daqui, mas nos cansamos de mentiras. Dizem que vão dar as casas, os anos passam, e nada é feito”, denunciou Marcelo.

Assentamento em Buenos Aires ganhou o nome de ‘Papa Francisco’. Famílias pedem urbanização do local (Foto: Daniel Garcia/AFP)Assentamento em Buenos Aires ganhou o nome de ‘Papa Francisco’. Famílias pedem urbanização do local (Foto: Daniel Garcia/AFP)

Aguardando que a Justiça dite ordem de despejo, os moradores do bairro papa Francisco enviarão uma carta ao pontífice, que em dezembro do ano passado reivindicou publicamente casas dignas para todas as famílias sem-teto, explicando a luta, e assim fazê-la aparecer “através de uma voz tão importante quanto a dele”.

“A nossa luta é a mesma de todos os outros bairros pobres, a luta pela urbanização, que carecem de uma moradia digna para o povo”, disse Marcelo.

Em grandes panelas aquecidas no fogo, os moradores preparam a comida comunitária, com alimentos doados por vizinhos da região, e o leite para as crianças, que repartem entre as jovens mães.

“As pessoas vivem com normalidade, dentro da situação em que nos encontramos”, afirma Marcelo. “Não queremos nada de presente, só que urbanizem e que possamos pagar a luz, a água e a escritura da casa”.

Jovens passam por tendas construídas em assentamento que agora se chama ‘Papa Francisco’, em Buenos Aires (Foto: Daniel Garcia/AFP)Jovens passam por tendas construídas em assentamento que agora se chama ‘Papa Francisco’, em Buenos Aires (Foto: Daniel Garcia/AFP)

Fernando Murias, um dos três médicos que trabalham no local junto com uma enfermeira, afirma que, por enquanto, a situação está controlada, e que o problema virá no frio do inverno.

“Aqui há muitas meninas e mulheres grávidas. Ainda não há problemas sanitários, mas eles aparecerão com o frio. Estamos pegando informação sobre todos que podem ter antecedentes de bronquiolite para nos prepararmos”, disse.

Os médicos se dividem por regiões e visitam as precárias casas construídas com madeira e chapa anotando os antecedentes clínicos dos moradores, com especial atenção às crianças.

“Quando existia aqui um ferro velho de carros, tivemos 14 casos de saturnismo (intoxicação com chumbo). Daí veio uma ordem judicial para o saneamento e a urbanização, que até agora não foi cumprida” denunciou Murias.

“Sem o apoio familiar esta situação não poderia ser mantida. São famílias jovens que contam com o apoio dos avôs, que ficam tomando conta do pedaço de terra enquanto os pais trabalham e as crianças estão no colégio”, disse o médico.

Com uma missa, realizada pelo padre Franco, um dos conhecidos “padres da vila” que trabalham nas regiões marginalizadas de Buenos Aires, o bairro Papa Francisco foi inaugurado nesta quarta-feira (12).

“É uma excelente ideia apelar para o papa para dar notoriedade a situação desta gente e reivindicar que a igreja se envolva para encontrar uma solução para o problema”, afirmou Murias antes de continuar com sua visita casa pelas casas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Veja lista com frases e gestos de Francisco que marcam seu estilo

Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Em um ano, o papa Francisco marcou presença com algumas frases e gestos que já se tornaram célebres, criticando a mundanidade e mostrando sua proximidade com o homem comum. Confira alguns deles abaixo.

– Em 16 de março de 2013, ele diz para a imprensa: “Como eu queria uma Igreja pobre, feita para os pobres!”.

– Em 17 de março, durante seu primeiro Angelus, ele convida ao “perdão” e à “misericórdia”: “Um pouco de misericórdia deixa o mundo menos frio e mais justo’. ‘Nós não devemos ter medo da bondade, nem da ternura”.

– Em 28 de março, ele pede aos padres que se dirijam às periferias, onde há mais sofrimento, onde o sangue é derramado. Os padres “não devem ser colecionadores de antiguidades”, nem “funcionários públicos”. Quando aos bispos, não são nem “apologistas, nem cruzados”, “eles devem se impregnar do odor de seu rebanho”.

– Em 17 de abril de 2013, durante missa em Santa Marta: a Igreja “não deve ser uma babá que nina uma criança para que ela durma”.

– Em 8 de maio de 2013, ele convida milhares de religiosas a uma “castidade fecunda (…) A pessoa consagrada é uma mãe, deve ser mãe e não uma solteirona”.

– Em 8 de julho de 2013, durante viagem a Lampedusa, ele chama atenção para o drama dos migrantes que atravessam o Mediterrâneo: “a cultura do bem-estar nos torna insensíveis aos gritos do próximo” e “culmina numa globalização da indiferença”.

– Em 29 de julho, no avião que o levava de volta à Itália após sua viagem ao Brasil, ele diz: “se uma pessoa é gay e procura Jesus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”

– Em 4 de outubro de 2013, ele denuncia o “perigo da mundanidade”: “o cristianismo sem a cruz, sem Jesus, sem despojamento é como uma confeitaria, um lindo bolo”.

– Em 26 de novembro de 2013, ele denuncia a especulação financeira: “uma nova tirania invisível impõe leis de uma maneira unilateral e implacável”.

Gestos
O Papa marca presença também por seu gosto pelas multidões, seus gestos espontâneos com relação aos enfermos, aos deficientes que são carregados para que ele os beije. O padre deve saber “levar o carinho de Deus”, diz Francisco, que não hesita em brincar, colocar uma criança no papamóvel, tirar o solidéu branco para colocar um novo, ofertado por um fiel, vestir uma camisa de futebol ou compartilhar um chimarrão.

Ele alterna gestos simples e gestos fortes como quando lavou, em 29 de março, os pés de 12 detentos – dentre os quais dois muçulmanos – ou quando ele liderou, em 7 de setembro, um dia de jejum pela paz na Síria.

O Santo Padre telefona e escreve de punho próprio para dezenas de pessoas. A ponto até de, às vezes, pegar seus interlocutores desprevenidos: como as religiosas de um convento espanhol que receberam uma ligação sua no ano novo, confusas por não terem atendido o telefonema.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Em Roma há um ano, religiosa de S. José relembra posse de Francisco

Foto da religiosa mostra o momento em que o Papa Francisco apareceu na varanda do Basílica de São Pedro em 13 de março do ano passado. (Foto: Patricia Souza da Silva/Arquivo Pessoal)Foto da religiosa mostra o momento em que o Papa Francisco apareceu na varanda do Basílica de São Pedro em 13 de março do ano passado. (Foto: Patricia Souza da Silva/Arquivo Pessoal)

A religiosa Patricia Souza da Silva, da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada de São José dos Campos (SP), não imaginava que uma viagem de estudos à Europa a faria vivenciar um dos momentos mais importantes da história da Igreja Católica. Cursando arquitetura e arte sacra em Roma, a irmã acompanhou a renúncia do então Papa Bento XVI e a posse de Francisco, ocorrida exatamente há um ano no Vaticano.

Patrícia relembra como foi o dia do anúncio da escolha do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, quando a tradicional fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina. “Assim que começou o conclave, tinham dois horários que soltavam a fumaça, na hora do almoço e de noite. No dia que ele foi eleito não era para eu estar na praça [de São Pedro]. Eu e uma irmã revezávamos, eu ia no horário do almoço e ela a noite. Nesse dia ela estava no centro da cidade e eu precisei ficar em casa. Aí ela disse que ia no horário do almoço e eu fui à noite, e foi quando saiu a fumaça. Foi uma emoção muito grande, pois ali na praça era um encontro do mundo inteiro”, contou.

Ela conta ainda que a espera até que o novo pontífice aparecesse na varanda central da Basílica de São Pedro para dar sua primeira bênção ‘Urbi et Orbi’ (para a cidade de Roma e para o mundo) foi de uma hora desde o momento em que os cardeais fizeram a escolha. “O lugar que fiquei era privilegiado, consegui ver bem e ouví-lo bem. Quando ele falou boa noite, foi uma flecha que ele lançou no nosso coração. Ele falou algumas palavras muito simples, se inclinou e pediu oração. Naquele momento foram alguns minutos de silêncio, foi inacreditável. Eu estava com a bandeira do Brasil, todo mundo viu que éramos brasileiros e todos falavam que éramos vizinhos do papa”, disse.

Irmã Patrícia quando a fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina, anunciando a escolha do novo Papa. (Foto: Patricia Souza da Silva/Arquivo Pessoal)Irmã Patrícia quando a fumaça branca saiu da
chaminé da Capela Sistina, anunciando o Papa.
(Foto: Patricia Souza da Silva/Arquivo Pessoal)

Argentino, Francisco foi eleito o 266º Papa da Igreja – o primeiro latino-americano e também o primeiro jesuíta. Nascido em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires, na Argentina, Bergoglio formou-se técnico em química, mas escolheu posteriormente o sacerdócio, sendo ordenado padre em 1969. Foi criado cardeal pelo então Papa João Paulo II, em 2001.

Telefonema de Francisco
Patrícia revela também que chegou a receber uma ligação telefônica do pontífice depois de escrever uma carta ao Santo Padre. “Ele respondeu através de um telefonema, infelizmente eu não estava em casa. Quem atendeu foi a irmã Cristiana, que ainda vive em Roma, ela ficou sem saber o que responder. Foi interessante como tudo aconteceu e tive oportunidade antes de volta para o  Brasil, vê-lo de pertinho novamente, cruzar o olhar com o dele, que é uma coisa que não é desse mundo”, contou.

A religiosa não desistiu de tentar o contato com Francisco e entregou uma segunda carta em maio de 2013 a um dos seguranças da comitiva papal durante uma audiência no Vaticano. Dois meses depois, quando já estava no Brasil, ela recebeu a resposta da carta através de um documento da Nunciatura Apostólica no Brasil, com selo do Vaticano. Segundo Patrícia, esse contato próximo do papa impressiona.

“Uma pessoa muito acessível e ele realmente é um pai para muitos católicos. A igreja precisava de colo, ele veio pra trazer esse carinho de Deus, não só para o católico. O Papa Francisco tem sido um grande homem de Deus no meio do povo, é um sinal de uma abertura da igreja com tantas dificuldades que temos no mundo. A igreja sempre esteve aberta, mas com ele tem sido muito mais evidente. É uma quebra de paradigmas. Ele é um grande profeta dos grandes tempos e tem uma humildade que demonstra um homem com grande força de espírito. O mundo precisava uma voz de pai, uma voz acolhida pelo mundo”, finalizou.

Patrícia (primeira à esq) segura a bandeira do Brasil junto a outras religiosas na Praça de São Pedro, em uma das primeiras aparições de Francisco. (Foto: Patricia Souza da Silva/Arquivo Pessoal)Patrícia (primeira à esq) segura a bandeira do Brasil junto a outras religiosas na Praça de São Pedro, em uma das primeiras aparições de Francisco. (Foto: Patricia Souza da Silva/Arquivo Pessoal)

(*) Colaborou Camilla Motta

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Papa Francisco viajará para a Coreia do Sul em agosto

O Papa Francisco visitará a Coreia do Sul em agosto deste ano, informou o Vaticano nesta segunda-feira (10).

O pontífice participará no país da VI Jornada da Juventude asiática. A viagem será realizada entre os dias 14 e 18 de agosto.

Segundo o Vaticano, o Papa foi convidado pela presidência sul-coreana e pelos bispos do país. A Jornada da Juventude asiática será realizada na diocese de Daejeon, no centro da Coreia do Sul.

Esta deve ser a terceira viagem internacional de Francisco desde que se tornou Papa. Em agosto de 2013 ele realizou sua primeira viagem, para o Brasil, onde participou da Jornada Mundial da Juventude. Em maio deste ano está prevista uma peregrinação por Israel, Jordânia e territórios palestinos.

O Papa Francisco acena para os fiéis durante o Ângelus deste domingo (9) (Foto: Max Rossi/Reuters)O Papa Francisco acena para os fiéis durante o Ângelus deste domingo (9) no Vaticano (Foto: Max Rossi/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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