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Furacão Amanda cai para categoria 2 e provoca fortes chuvas no México

O furacão Amanda, o primeiro da temporada no Pacífico e que chegou a atingir a categoria quatro, voltou à categoria dois nesta terça-feira (27), enquanto se desloca a quase mil quilômetros da costa do México, onde provoca fortes chuvas.

Após atingir a categoria 4 no fim de semana e perder força nas últimas horas, Amanda “é no momento furacão da categoria II na escala Saffir-Simpson”, que vai até cinco, informou a Comissão Nacional da Água (Conagua) em seu último relatório.

De acordo com a agência de notícias France Presse, Amanda se desloca a 7 km/h em direção norte/noroeste, com ventos firmes de 165 km/h e rajadas de até 205 km/h. O furacão está a 920 km do balneário de Cabo San Lucas.

A Conágua já havia previsto que Amanda perderia força até cair para tempestade tropical na sexta-feira, a uma distância de 175 km da Ilha Socorro, em Colima (noroeste).

O fenômeno é o primeiro de sete furacões que se formarão no Pacífico na temporada de ciclones, que vai até o final de novembro.

Em 2013, o México sofreu com a passagem simultânea dos furacões Ingrid (Golfo do México) e Manuel (Pacífico), que deixaram 157 mortos e pelo menos 1,7 milhão de afetados.

Como nasce um furacão e como funciona sua categorização?
O meteorologista Marcelo Schneider, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), explica que o fenômeno climático é resultado da combinação de alta temperatura na superfície do oceano, elevada quantidade de chuvas e queda da pressão do ar (sistema que favorece uma subida mais rápida do ar e uma constante evaporação da água do mar).

“Esse sistema costuma se formar em áreas próximas à Linha do Equador. Sem ventos inicialmente, o calor do oceano (2 ºC a 3 ºC acima do normal) provoca uma evaporação rápida da água, formação de nuvens e de chuva. Com a precipitação, a temperatura ao redor da nuvem aquece e provoca uma queda da pressão atmosférica na superfície do mar. Na prática, isso provoca ventos favoráveis à formação de chuva”, disse.

Ele explica ainda que, com a queda da pressão do ar, os ventos se intensificam e começam a se movimentar no oceano (em espiral), podendo atingir o continente.

Categorias de furacões
De acordo com a Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera (NOAA, na tradução do inglês), instituto do governo dos EUA responsável pelo monitoramento climático, a temporada de furacões no Oceano Atlântico em 2012 teve início em 1º de junho e deve se encerrar em 30 de novembro. O fenômeno Sandy é o 10º furacão na região e a 18ª tempestade tropical do ano.

Os furacões se dividem em cinco categorias de força pela escala Saffir-Simpson. Fenômenos classificados na categoria 1 têm ventos de até 152 km/h. Tempestades com ventos entre 153 km/h e 176 km/h estão na categoria 2.

Furacões com ventos entre 177 km/h e 207 km/h são classificados na categoria 3. Foram classificados neste patamar os fenômenos Katrina, que devastou Nova Orleans em 2005, e matou 1.700 pessoas, e Glória, que 1985 atingiu a região da Carolina do Norte e Nova York e causou oito mortes.

Na categoria 4, os ventos têm velocidade entre 209 km e 250 km. Já os furacões classificados na categoria 5 são aqueles que registram ventos com velocidade acima de 251 km/h, de acordo com o meteorologista do Inmet.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Ventos no Oceano Antártico são os mais fortes em mil anos, diz estudo

Os ventos que varrem o Oceano Antártico são os mais fortes do último milênio, alimentados pelas mudanças climáticas e pelas taxas crescentes de dióxido de carbono na atmosfera, revelaram cientistas em um estudo publicado na revista “Nature Climate Change”.

As rajadas, que aterrorizaram gerações de marinheiros, estão “mais fortes hoje do que nunca nos últimos mil anos”, explicam os pesquisadores em artigo da Universidade Nacional da Austrália. “O fortalecimento desses ventos foi particularmente claro nos últimos 70 anos e, combinando nossas observações com os modelos climáticos, podemos vincular claramente o fenômeno ao aumento dos gases de efeito estufa”, diz Nerilie Abram, coautora do estudo.

Os ventos do oeste, que evitam a costa oriental da Antártica circundando-a, levam mais ar frio à medida que se intensificam, privando a Austrália de preciosas chuvas e fazendo com o que o país sofra com um aumento constante de temperaturas, secas e incêndios. “A Antártica desafia a tendência. Todos os continentes esquentam e o Ártico é onde isso acontece mais rápido”.

Para chegar as suas conclusões, os pesquisadores extraíram amostras de gelo na Antártica, analisaram o crescimento de árvores na América do Sul e a evolução das águas dos lagos neste continente. Os dados foram analisados pelo supercomputador Raijin da universidade.

Ameaça a espécies
A evolução climática é fruto da influência complexa entre os ventos e as correntes – apesar do constraste no continente gelado. Enquanto o centro da Antártica continua sendo frio, os ventos do oeste esquentam a península a um ritmo preocupante, transformando o ecossistema local com uma forte diminuição das populações de pinguins-de-adélia.

A atividade humana é essencialmente responsável por estas mudanças, explica steven Phipps, da Universidade de Nova Gales do Sul. A partir dos anos 1970, a situação foi agravada pelo aumento do buraco da camada de ozônio devido aos clorofluorcarbonos (CFC) utilizados na indústria. “Inclusive na hipótese de um cenário (de impacto climático) médio, a tendência continuará no século XXI”, adverte Steven Phipps.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Google e Coca-Cola são as marcas mais fortes no Brasil; veja ranking

Larry Page, cofundador e CEO do Google. (Foto: Reuters)Larry Page, cofundador e CEO do Google. (Foto: Reuters)

O Google é a marca mais fortes no país na opinião dos consumidores brasileiros, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) pela BrandAnalytics, empresa do grupo global Millward Brown Optimor.

A Coca-Cola que no último ranking da pesquisa tinha ficado em primeiro lugar, caiu para a segunda posição. O Facebook aparece em 3º lugar. Na sequência aparecem Omo, Johnnie Walker e Trident (Veja ranking mais abaixo)

O ranking das 20 marcas mais fortes foi elaborado a partir de uma pesquisa feita com 2.800 consumidores de todo o Brasil. Segundo a presidente da Millward Brown Brasil, Valkiria Garré, o ranking reflete a percepção dos consumidores, que colocam na liderança as “marcas que oferecem algo significativo e diferente para as suas vidas, tanto em termos emocionais como funcionais”

A pesquisa também elencou as marcas brasileiras mais valiosas. Como em 2013, a Skol ficou no topo ro ranking. Segundo o levantamento, a marca de cerveja aumentou seu valor de em 8%, passando a US$ 7,055 bilhões, favorecida por uma “excelente performance financeira e sólido posicionamento de marca”.

Em segundo lugar aparece o Bradesco (US$ 4,177 bilhões) e em terceiro, a Brahma (US$ 3,585 bilhões). Na sequência, estão o banco Itaú (US$ 3,376 bilhões) e a Petrobras (US$ 3,252 bilhões)

O ranking BrandZTM Top 50 Marcas Brasileiras foi elaborado a partir de 12.800 entrevistas e contou com informações financeiras da Bloomberg. Segundo a empresa de pesquisa, o levantamento considera também a percepção dos atuais e potenciais compradores da marca, além dos dados financeiros para calcular o valor das marcas.

O valor total das marcas no Top 50 em 2014 chegou a US$ 45,868 bilhões, representando uma queda de 13,7% em relação a 2013, quando o valor de mercado das marcas atingiu US$ 53,132 bilhões.

Segundo a pesquisa, as marcas que mais cresceram no último ano foram Seara, Pão de Açúcar, Embraer, Estácio de Sá, Sadia, Cielo e Adria.

Ranking das 20 marcas mais fortes no Brasil

1 Google
2 Coca Cola
3 Facebook
4 Omo
5 Johnnie Walker
6 Trident
7 Colgate
8 Oral B
9 McDonald’s
10 Natura
11 Nescafé
12 Skol
13 Brahma
14 Pilão
15 Petrobras/BR
16 Nike
17 Ipiranga/Atlantic
18 Porto Seguro
19 Shell
20 Microsoft

Ranking das marcas brasileiras mais valiosas
(Posição/Marca/Valor em US$ milhões)

1 Skol  7.055
2 Bradesco 4.177
3 Brahma 3.585
4 Itaú 3.376
5 Petrobras 3.252
6 Sadia 2.466
7 Natura 2.236
8 Antarctica 1.145
9 Ipiranga 1.103
10 Bohemia 1.094
11 Perdigão 1.005
12 Casas Bahia 915
13 BTG Pactual 896
14 Vale 862
15 Lojas Americanas 845
16 Cielo 791
17 Pão de Açúcar 702
18 Porto Seguro 665
19 Extra 609
20 Vivo 555

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Fortes ventos derrubam antena do topo de prédio na França

Bombeiro avalia situação após queda de antena sobre prédio em Bagnolet nesta sexta-feira (7) (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)Bombeiro avalia situação após queda de antena sobre prédio em Bagnolet nesta sexta-feira (7) (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)

Os fortes ventos arrancaram nesta sexta-feira (7) uma antena de rádio do topo de um prédio de 30 andares e a fizeram se chocar contra as paredes do edifício em La Noue, distrito de Bagnolet, subúrbio de Paris.

Algumas janelas se quebraram, mas ninguém se machucou.

Antena pendurada em prédio em Bagnolet nesta sexta-feira (7) (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)Antena pendurada em prédio em Bagnolet nesta sexta-feira (7) (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Fortes chuvas causam mortes no sul das Filipinas

Bebê descansa em rede improvisada em cesta de basquete em ginásio usado como abrigo para vítimas de enchente em Jabonga, no sul das Filipinas (Foto: Erik de Castro/Reuters)Bebê descansa em berço improvisado com cesta de basquete em ginásio usado como abrigo para vítimas de enchente em Jabonga, no sul das Filipinas (Foto: Erik de Castro/Reuters)

Conselho Nacional de Gestão e Redução dos Riscos de Desastres elevou nesta sexta-feira (17) para 34 o número de mortos na última semana por causa das inundações e deslizamentos de terra provocados pelas intensas chuvas no sul das Filipinas.

Segundo o último relatório da agência, outras 65 pessoas ficaram feridas e mais sete permanecem desaparecidas por consequência de 13 avalanches de terra e seis enchentes registradas na região de Mindanao, que desde o último sábado vem sofrendo com a chuva.

No total, 460 mil pessoas em 14 províncias filipinas foram atingidas pelas fortes chuvas, das quais mais de 212 mil tiveram que deixar suas casas e estão sendo atendidas em 358 centros de evacuação.

Além disso, 57 estradas e 21 pontes foram interditadas para o trânsito e mais de 1.300 casas ficaram total ou parcialmente destruídas.

As chuvas obrigaram o cancelamento de dezenas de voos domésticos na última semana, e mais de 7 mil passageiros de embarcações tiveram que cancelar suas viagens para causa das condições do mar.

O desmatamento, a proliferação da mineração ilegal, a escassez de infraestrutura e a favelização aumentam os efeitos devastadores das fortes chuvas e dos frequentes tufões que afetam o arquipélago.

Cão ilhado em frente a loja de conveniências em rua inundada em Butun, na ilha filipina de Mindanao, nesta sexta-feira (17) (Foto: Silvia Izquierdo/AP)Cão ilhado em frente a loja de conveniências em rua inundada em Butun, na ilha filipina de Mindanao, nesta sexta-feira (17) (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Estudo revela ciclones cada vez mais fortes no leste da Ásia

O aquecimento das águas do Oceano Pacífico tem sido acompanhado, nas últimas três décadas, por ciclones cada vez mais fortes que atingem China, Coreia do Sul e Japão, revela um estudo publicado nesta quinta-feira (16).

Uma equipe de pesquisadores dirigida por Chang-Hoi Ho, professor da Universidade Nacional de Seul, analisou cinco séries de dados de ciclones tropicais observados no noroeste do Pacífico entre 1977 e 2010, no estudo publicado pela revista especializada Environmental Research Letters.

Furacão, tufão e ciclone são nomes regionais para o mesmo tipo de tempestade (Foto: Roger Hill/Barcroft USA)Furacão, tufão e ciclone são nomes regionais para o mesmo tipo de tempestade (Foto: Roger Hill/Barcroft USA)

As costas de China, Coreia do Sul e Japão sofreram durante este período de 33 anos ciclones cada vez mais potentes, o que os cientistas atribuem a alterações na temperatura da superfície das águas oceânicas e à circulação de correntes de ar sobre as águas costeiras.

Segundo os pesquisadores, o sistema de circulação atmosférica de Walker, sobre o Pacífico, se reforçou com o aumento da diferença de temperaturas entre o oeste do oceano, mais quente, e as partes central e oriental, mais frias.

O estudo aponta que os ciclones têm maior tendência a avançar sobre as costas do Mar da China meridional e que ao atingir a costa nordeste da Ásia, acumulam maior energia do que o habitual.

No sudeste da Ásia, em países como Taiwan e Vietnã, o estudo não revelou mudanças significativas na intensidade dos ciclones.

Na região, os ciclones se formam muito perto da terra e acumulam energia suficiente para ter um impacto extremo.

Os pesquisadores se mostraram muito prudentes na hora de prever a evolução dos ciclones no futuro na região, destacando que são necessárias investigações complementares para identificar melhor a parte do Pacífico oeste ligada às variações naturais (como ‘El Niño’ e ‘La Niña’) relacionadas ao aquecimento global.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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