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Forte terremoto de magnitude 6,2 sacode costa do México

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Um forte terremoto de magnitude 6,2 sacudiu neste sábado (31) a costa do México no Oceano Pacífico, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). De acordo com um boletim do Centro de Alertas de Tsunami no Pacífico (PTWC), “não existe nenhuma ameaça de tsunami grande e destrutivo”. Até as 11h não havia informações sobre vítimas ou danos materiais.

O USGS indicou que o tremor ocorreu às 11h53 (8h53 no horário de Brasília) a uma profundidade de 10 km e a cerca de 303 km a sudoeste da cidade costeira mexicana de Puerto Vallarta.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Forte terremoto atinge mar na costa do Panamá

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Um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a costa do Panamá nesta terça-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), instituto que registra tremores em todo o mundo.

O sismo ocorreu no mar, 132 km ao sul da cidade de David, a uma profundidade de 10 km.

Não há informações sobre tsunami na região, danos ou vítimas.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Aumento nas temperaturas do Pacífico indica forte El Niño

Um aumento nas temperaturas do Oceano Pacífico e o rápido movimento de águas quentes na direção do leste aumentaram a preocupação de que neste ano o fenômeno El Niño possa ser um dos mais fortes em muitas décadas, disse um cientista australiano especializado em clima.

O fenômeno climático El Niño –o aquecimento das temperaturas da superfície do mar no Pacífico– afeta os padrões do vento e pode desencadear tanto inundações como secas em diferentes partes do globo, reduzindo o suprimento de alimentos.

A maioria dos modelos de previsão do tempo indica que o El Niño pode se desenvolver por volta de meados do ano, mas ainda é muito cedo para avaliar sua força, disse a Organização Meteorológica Mundial, da ONU, em 15 de abril.

De acordo com o cientista Wenju Cai, especialista em clima da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Commonwealth, na Austrália, a elevação das temperaturas no oceano Pacífico acima das vistas nos El Niño de anos anteriores e o rápido movimento da água quente em direção ao leste fizeram crescer o medo de um fenômeno significativo este ano.

“Acho que este evento tem muitas das características de um El Niño forte”, disse Cai.

“Um forte El Niño aparece cedo e nós vimos esse evento ao longo dos últimos dois meses, o que é incomum; o vento que causou o aquecimento é bem amplo e há o que chamamos de efeitos pré-condicionados, nos quais é preciso haver uma grande quantidade de calor no sistema para que haja um grande fenômeno El Niño.”

Ele baseou suas conclusões em informações divulgadas pela Administração Nacional Atmosférica e Oceânica dos EUA.

Um forte El Niño iria também elevar a preocupação de que muitas commodities essenciais na Ásia e Austrália sejam afetadas.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Aumento nas temperaturas do Pacífico indica forte El Niño

Um aumento nas temperaturas do Oceano Pacífico e o rápido movimento de águas quentes na direção do leste aumentaram a preocupação de que neste ano o fenômeno El Niño possa ser um dos mais fortes em muitas décadas, disse um cientista australiano especializado em clima.

O fenômeno climático El Niño –o aquecimento das temperaturas da superfície do mar no Pacífico– afeta os padrões do vento e pode desencadear tanto inundações como secas em diferentes partes do globo, reduzindo o suprimento de alimentos.

A maioria dos modelos de previsão do tempo indica que o El Niño pode se desenvolver por volta de meados do ano, mas ainda é muito cedo para avaliar sua força, disse a Organização Meteorológica Mundial, da ONU, em 15 de abril.

De acordo com o cientista Wenju Cai, especialista em clima da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Commonwealth, na Austrália, a elevação das temperaturas no oceano Pacífico acima das vistas nos El Niño de anos anteriores e o rápido movimento da água quente em direção ao leste fizeram crescer o medo de um fenômeno significativo este ano.

“Acho que este evento tem muitas das características de um El Niño forte”, disse Cai.

“Um forte El Niño aparece cedo e nós vimos esse evento ao longo dos últimos dois meses, o que é incomum; o vento que causou o aquecimento é bem amplo e há o que chamamos de efeitos pré-condicionados, nos quais é preciso haver uma grande quantidade de calor no sistema para que haja um grande fenômeno El Niño.”

Ele baseou suas conclusões em informações divulgadas pela Administração Nacional Atmosférica e Oceânica dos EUA.

Um forte El Niño iria também elevar a preocupação de que muitas commodities essenciais na Ásia e Austrália sejam afetadas.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tailândia se prepara para eleições divida e sob forte tensão

Milhares de policiais tentarão garantir no domingo (2) a realização de eleições legislativas na Tailândia, que os opositores querem boicotar atacando os centros de votação para impedir uma vitória do partido no poder.

Os especialistas já advertiram que estas eleições têm poucas chances de colocar fim às diversas crises desta frágil democracia do sudeste asiático ou de apaziguar os inimigos da primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, e de seu irmão Thaksin, ex-chefe de governo deposto por um golpe de Estado em 2006.

Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)

Os opositores, nas ruas há três meses, temem que as eleições prolonguem a permanência do poder político da família Shinawatra, acusada de ter instaurado um sistema de corrupção generalizado em seu próprio benefício.

Uma nova vitória do partido Puea Thai parece certa, já que a principal organização opositora, o Partido Democrata, que não vence eleições legislativas há mais de 20 anos, decidiu boicotar as eleições.

“A Tailândia parece estar em um permanente estado de conflito e não vejo nenhum fim no horizonte”, comentou Sunai Phasuk, da ONG Human Rights Watch.

Os manifestantes, que ocupam os principais pontos da capital, querem substituir o governo por um conselho do povo não eleito.

Também acusam Yingluck de ser um fantoche de seu irmão, exilado para escapar de uma pena de prisão por fraude. Um projeto de lei de anistia que teria permitido seu retorno desencadeou a crise, no fim de outubro.

Na ausência dos democratas, 53 partidos se enfrentarão no domingo depois de uma campanha quase inexistente em meio a uma crise que deixou ao menos dez mortos.

Apesar do estado de urgência em vigor em Bangcoc, o líder dos manifestantes, Suthep Thaugsuban, pediu que seus partidários façam todo o possível para bloquear as eleições, como ocorreu no domingo passado durante a votação antecipada.

Cerca de 129 mil policiais serão mobilizados em todo o país para proteger as urnas e os 93.500 centros de votação, com a esperança de impedir que se reproduza a situação que naquele dia impediu centenas de milhares de eleitores de votar.

Incerteza política sem precedentes
Ainda que os eleitores consigam depositar sua cédula de votação na urna, é possível que não conheçam os resultados por vários meses.

De qualquer forma, diante da carência de candidatos em várias circunscrições onde os opositores impediram o registro de candidaturas, o Parlamento não terá deputados suficientes para se reunir.

Portanto, Yingluck Shinawatra deverá continuar limitando-se à gestão dos assuntos correntes, até que estes assentos sejam ocupados com eleições parciais.

Os analistas referem-se à crise como um confronto entre as elites monárquicas, apoiadas pelo poder Judicial e pelo exército, e Thaksin Shinawatra, apoiado pelas massas rurais e urbanas pobres do norte e do nordeste.

Esta nova crise ocorre num momento em que muitos tailandeses estão preocupados com a saúde do rei Bhumibol Adulyadej, de 86 anos, que ocupa o trono há mais de seis décadas.

E a identidade da pessoa que dirigirá o governo para garantir a transição depois deste monarca é uma questão crucial.

Os partidos favoráveis a Thaksin venceram todas as eleições desde 2001.

No entanto, este magnata e seus aliados, atacados nas grandes manifestações dos “camisas amarelas” monarquistas, foram expulsos do poder pelo exército em 2006, e pela justiça em 2008.

Em caso de um novo golpe de Estado, militar ou judicial, os ‘camisas vermelhas’ leais a Thaksin prometeram sair às ruas, o que aumenta o temor de novos atos de violência.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ela está cada vez mais forte

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Primavera Árabe deixou a mulher mais forte’, diz ativista saudita

A saudita Samar Badawi (Foto: Giovana Sanchez/G1)A saudita Samar Badawi (Foto: Giovana Sanchez/G1)

No próximo dia 26 de outubro, a ativista saudita Samar Badawi, de 32 anos, vai participar de um protesto, em seu país, em que cometerá um ato considerado ultrajante, ofensivo e que pode levar à sua detenção: ela e outras mulheres vão entrar em carros e… dirigir. Sim, na Arábia Saudita, dirigir é um ato unicamente masculino – assim como quase tudo. “Estamos lutando por coisas que, para vocês [brasileiras], são mínimas. A mulher na Arábia Saudita não pode ir ao mercado, viajar, decidir com quem se casar ou estudar sem a permissão de um homem”, disse ela durante um discurso em um evento corporativo em São Paulo, na noite desta segunda-feira (7).

Ao G1, Samar explicou que nos últimos dois anos algumas conquistas relevantes foram atingidas. Por exemplo, as sauditas já podem participar das Olimpíadas e votar – Samar, aliás, conta que foi a primeira mulher a processar o governo para garantir o direito ao voto. Por sua militância, no ano passado, ela ganhou o prêmio Mulheres de Coragem, dado pela secretaria de Estado dos EUA.

Mas o ativismo de Samar não veio sem sofrimento. Após ser abusada durante anos pelo pai, que ela diz ter tido 17 esposas, Samar fugiu para um abrigo e o denunciou à justiça. Acabou presa por “desobediência”. Nessa época, ela já era divorciada – status difícil de se conseguir no país – e tinha um filho pequeno.

Ela ficou sete meses na prisão e foi solta graças a um advogado especializado em direitos humanos que lutou por ela – dessa história, nasceu também um romance que acabou em casamento. Hoje, o casal faz debates em sua casa, em que participam oposicionistas ao regime do reino saudita. Por isso e pelo ativismo virtual, o marido, Waleed Abu Alkhair, enfrenta acusações na Justiça e corre o risco de ser preso – ele já está proibido de deixar o país.

Estamos lutando por coisas que, para vocês, são mínimas. A mulher na Arábia Saudita não pode ir ao mercado, viajar, decidir com quem se casar ou estudar sem a permissão de um homem”

“Eu achei que só eu vivesse coisas assim, mas quando fui presa vi que havia mulheres em situações até piores, mulheres que estavam detidas havia anos, já haviam cumprido a pena, mas que não podiam sair porque não havia nenhum homem que se responsabilizasse por elas”, contou Samar.

Foi o atual marido que também ensinou Samar a dirigir. Ela conta que, mesmo sendo uma prática exclusiva dos homens, ela participa dos protestos e às vezes pega o carro. “Quero mesmo chamar a atenção do governo.”

A Arábia Saudita ficou no topo da lista de países com menos liberdades para mulheres em um estudo do Banco Mundial divulgado neste ano. Na Constituição do país, não há leis que garantam igualdade de gênero nem nenhuma legislação que condene a violência doméstica.

Revolta árabe e a força feminina
As últimas concessões de direitos para as mulheres feitas pelo governo saudita coincidem com os protestos ocorridos nos últimos dois anos nos países vizinhos, a chamada “Primavera árabe”. Samar acredita que as revoltas, que derrubaram governos no Egito, na Líbia e na Tunísia – e que tiveram como desenvolvimento uma guerra civil na Síria – tiveram influência nas reformas sauditas.

“As mulheres protestaram, isso as deixou mais fortes, mais preparadas para enfrentar os problemas com coragem e lutar pelos seus direitos”, disse ela. Sobre a situação na Síria, Samar diz que fica muito chateada com o desenrolar da guerra e, principalmente, pela participação de seu país no conflito – a Arábia Saudita apoia o governo do presidente Bashar al-Assad, acusado pelo Ocidente de ter realizado ataques com armas químicas contra civis.

O futuro
Samar tem um filho de 13 anos que se questiona sobre o trabalho militante dos pais. “Meu filho me perguntou uma vez por que eu não deixo esse trabalho, já que eu posso ser presa. Eu perguntei para ele se ele acharia certo a gente limpar toda a nossa casa e deixar todo o lixo na rua. Ele disse que não, eu respondi, pois é, não adianta deixarmos tudo limpo aqui se lá fora está tudo sujo. Nos grupos de debate que fazemos em casa, ele fica na sala e ouve tudo. Tenho certeza que ele já sabe que uma mulher tem direitos e liberdades que precisam ser respeitados. Digo que ele deve agradecer a Deus por estarmos lutando para que seu futuro seja melhor.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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