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Forças ucranianas iniciam operação para retomar cidade de separatistas

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Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)

As Forças Armadas da Ucrânia começaram na madrugada desta sexta-feira (2) uma operação militar em Slaviansk, no sudeste do país, para retomar o controle da cidade, que está nas mãos dos separatistas pró-russos, segundo meios russos e ucranianos.

De acordo com as agências russas, os milicianos pró-Moscou derrubaram dois helicópteros e um piloto morreu, enquanto outro foi capturado, de acordo com o autoproclamado prefeito da cidade, Viacheslav Ponomariov.

O Ministério do Interior da Ucrânia confirmou que as aeronaves foram destruídas e que dois militares morreram e vários ficaram feridos na operação até o momento.

O porta-voz do presidente russo, Vladimir Putin, disse que o Kremlin estava “extremamente preocupado” porque não tinha notícias de um representante que Putin enviara à cidade para ajudar a libertar reféns estrangeiros.

Ele disse que uma “operação punitiva” organizada por forças ucranianas acabou com um plano de paz acertado com potências ocidentais duas semanas atrás.

O líder das chamadas “forças de autodefesa”, Igor Strelkov, afirmou que a cidade está agora bloqueada pelas tropas ucranianas, que utilizaram 20 helicópteros na ofensiva.

Helicóptero militar ucraniano pousa em um posto de controle da Ucrânia, perto da cidade de Slaviansk (Foto: AFP)Helicóptero militar ucraniano pousa em um posto de controle da Ucrânia, perto da cidade de Slaviansk (Foto: AFP)

“Todas as estradas estão interrompidas e de todas as direções chegam blindados e soldados. Eles estão utilizando contra nós até 20 helicópteros, de combate e de transporte de tropas. O inimigo bloqueou a cidade totalmente, as entradas e as saídas”, disse Strelkov ao canal russo de televisão ‘Rossia 24’.

Outros meios informam que uma sirene soou na cidade e que era possível ouvir tiros e explosões.

Um porta-voz dos pró-russos disse à agência ‘RIA Novosti’ que “o ataque tem como alvos vários postos de controle ao mesmo tempo. Chegaram alguns blindados e veículos militares, e soldados desembarcaram de helicópteros e atacaram os postos de controle”.

Segundo a ‘Interfax’, há vários feridos entre os milicianos pró-russos.

Slaviansk se transformou no bastião do levante pró-russo no sudeste da Ucrânia contra o governo de Kiev. Seis inspetores militares europeus e um intérprete continuam retidos nessa cidade, acusados pelos separatistas de serem espiões da Otan.

O governo de Kiev não confirmou a operação e os meios ucranianos fazem seus relatos com base nas informações da imprensa russa.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia advertiu que se autoridades de Kiev fizessem uma ofensiva no sudeste da Ucrânia poderia trazer “consequências catastróficas”.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Forças afegãs e estrangeiras matam 60 perto da fronteira com Paquistão

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Tropas afegãs com o apoio aéreo ocidental mataram 60 militantes em uma batalha no sudeste do Afeganistão, perto da fronteira com o Paquistão, disse a agência de inteligência do Afeganistão nesta quarta-feira (30).

O confronto começou quando cerca de 300 insurgentes da rede militante Haqqani e outros combatentes estrangeiros tentaram invadir bases afegãs no distrito de Ziruk, na província de Paktika, disse o serviço de inteligência do país em comunicado.

Paktika compartilha uma longa e porosa fronteira com regiões paquistanesas que combatentes estrangeiros e a rede Haqqani, aliada do Taliban afegão, utilizam como base.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Forças francesas no Mali mataram 40 jihadistas nas últimas semanas

As forças francesas mataram nas últimas semanas 40 jihadistas no Mali, incluindo vários líderes, anunciou o ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian.

“Há algumas semanas realizamos operações que nos permitiram neutralizar dezenas de terroristas, uns 40, incluindo Uld Hamaha, um líder histórico de AQMI” (Al-Qaeda no Magreb Islâmico), afirmou a uma rádio francesa.

Vários grupos jihadistas permanecem ativos no norte do Mali, apesar de uma intervenção militar internacional iniciada em janeiro de 2013 e liderada pela França.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Forças pró-Moscou atacam duas bases ucranianas na Crimeia

Forças pró-Rússia na península da Crimeia atacaram nesta quarta-feira (19) duas bases da Marinha da Ucrânia. Foram alvo a sede da Marinha em Sebastopol e a base Sul em Novoozerne, oeste da república autônoma.

O primeiro ataque ocorreu em Sebastopol, quando quase 200 milicianos pró-Rússia ocuparam a sede da Marinha ucraniana.

Os milicianos anunciaram a captura do comandante do local, Serguei Gayduk.

“(O acesso) Estava bloqueado e (ele) não tinha para onde ir. Foi forçado a sair e o levaram”, disse à imprensa o representante das tropas russas no local, Igor Yeskin.

Oficiais ucranianos, desarmados e vestidos com roupas civis começaram a deixar o prédo após o domínio do local por forças russas, segundo a agência de notícias Reuters.

De acordo com a agência de notícias oficial russa Itar-Tass, os militantes hastearam três bandeiras russas na sede da Marinha ucraniana. Antes de entrar no local, eles protestaram diante do prédio e cortaram a cerca de proteção. As forças russas tomaram o controle de pelo menos uma parte da base, sem efetuar disparos.

19/3 - Homens retiram um cofre da sede naval ucraniana na Crimeia depois de ter sido tomado por forças pró-russia em Sebastopol (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)Homens retiram cofre da sede naval ucraniana na Crimeia depois de base da Marinha ter sido tomada por forças pró-Rússia em Sebastopol (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)

De acordo a imprensa local, os manifestantes propuseram aos soldados ucranianos que se rendessem e se unissem a eles ou abandonassem a base, a cidade de Sebastopol e a Crimeia.

Horas depois, as forças russas fizeram o ataque em Novoozerne, derrubando o portão com um trator, anunciou o porta-voz do ministério da Defesa ucraniano.

arte crimeia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Depois, os “soldados russos” interromperam o avanço, informou Vladislav Seleznev no Facebook. Segundo o porta-voz, os militantes estavam diante de militares ucranianos armados.

Esse foi o sinal mais claro até agora de que soldados russos e as chamada unidades de “autodefesa” – formadas na maioria por voluntários desarmados que apoiam os russos – começaram a tomar o controle de instalações militares ucranianas na península do Mar Negro.

Integração
Também nesta quarta-feira, o Tribunal Constitucional russo validou por unanimidade a incorporação à Rússia da península da Crimeia, que decidiu de forma unilateral separar-se da Ucrânia.

O tratado de incorporação, assinado na terça-feira (18) pelo presidente Vladimir Putin, “está de acordo com a Constituição russa”, afirmou o presidente do tribunal, Valeri Zorkin.

Em mais um ponto de tensão, as autoridades da Crimeia anunciaram que proibirão a entrada em seu território do ministro ucraniano da Defesa e do vice-primeiro-ministro, que informaram sobre sua intenção de visitar a península separatista nesta quarta-feira.

O anúncio foi feito em Moscou pelo primeiro-ministro da Crimeia, Serguei Axionov.

“(Eles) Não são bem-vindos à Crimeia. Ninguém permitirá que entrem e nós os enviaremos de volta ao local de onde vieram”, disse Axionov à agência russa Interfax.

Poucos minutos antes, o governo ucraniano declarou que o ministro da Defesa, Igor Teniukh, e o vice-primeiro-ministro, Vitali Yarema, pretendem viajar nesta quarta à Crimeia para “acabar com a escalada” militar na península, que decidiu pela separação da Ucrânia e por sua incorporação à Rússia.

“O primeiro-ministro ucraniano Arseni Iatseniuk pediu que Igor Teniukh e Vitali Yarema viajem à Crimeia para tentar resolver a situação e acabar com a escalada”, disse o ministro sem pasta Ostap Semerak.

Ataques
A Ucrânia denunciou na terça-feira que um suboficial de suas Forças Armadas morreu baleado por supostos soldados russos em uma base em Simferopol, um incidente no qual um capitão ucraniano também ficou ferido.

Segundo as autoridades da Crimeia, um membro das milícias russas de autodefesa morreu e outros dois foram feridos por disparos de franco-atiradores perto da mesma base militar ucraniana.

O presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram na terça-feira um acordo para integrar essa república autônoma à Rússia – o tratado, porém, ainda não foi reconhecido pela Ucrânia nem pelo Ocidente.

O tratado de adesão da Crimeia foi assinado no Kremlin, sede do governo russo, dois dias após o povo da república autônoma ter aprovado, em referendo, a separação da Ucrânia e a sua reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Parlamentar russo admite presença de forças do país na Crimeia

Um parlamentar russo admitiu nesta quinta-feira (13) a presença de forças do país na Crimeia, mas afirmou que não se trata de uma operação militar real.

“Estão ali algumas unidades militares, que ocupam posições para o caso de uma agressão armada de Kiev”, declarou o presidente da comissão parlamentar para as relações com as ex-repúblicas soviéticas, Leonid Slutski, em uma entrevista à rádio Ekho de Moscou.

Ele não pronunciou em nenhum momento a palavra “russo”, mas fez a declaração ao responder a uma pergunta de uma jornalista se o que acontecia era uma operação das forças russas.

“Não é uma operação de envergadura das Forças Armadas”, afirmou, antes de completar que isto acontecerá em caso de “agressão”.

O presidente Vladimir Putin negou que os homens bem equipados e com uniformes sem identificação, presentes desde o fim de fevereiro na península, fossem militares russos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Crimeia diz que é parte da Rússia e que forças ucranianas são ‘ocupação’

O decreto que estabelece a Crimeia como parte da Rússia já está em vigor e as tropas ucranianas que permanecem no território da península serão tratadas como tropas de ocupação e devem se entregar ou sair, disse o vice-premiê da região controlada pela Rússia.

“A única força armada legal no território da Crimeia são as forças armadas russas”, disse Rustam Temirgaliev.

“Forças armadas de qualquer outro país são tropas de ocupação. As Forças Armadas ucranianas têm de escolher: baixar as armas, abandonar seus postos, aceitar a cidadania russa e juntar-se aos militares russos. Se eles não concordarem, estamos preparados para oferecer uma passagem segura do território da Crimeia para a Ucrânia.”

Temirgaliev também anunciou que todas as empresas e propriedades públicas ucranianas que se encontram em território da Crimeia serão nacionalizadas no caso da região autônoma rebelde se reunificar com a Rússia.

“Todas as empresas estatais da Ucrânia serão nacionalizadas e passarão a ser de propriedade da região autônoma da Crimeia”, disse o número dois do autoproclamado governo.

De acordo com Temirgaliev, as propriedades privadas “serão regulamentadas de acordo à legislação russa”, enquanto o governo da Crimeia, segundo ele, já se encontra preparado para abandonar a moeda ucraniana e se integrar ao rublo russo.

O Parlamento da Crimeia votou unanimamente a favor de se tornar parte da Rússia nesta quinta-feira (6).  Segundo o texto aprovado pelo Parlamento, foi acertado “entrar na Federação Russa com os direitos de um sujeito da Federação Russa”.

Também foi marcado um referendo sobre o status da região para 16 de março, no qual os eleitores poderão escolher entre uma união a Rússia ou uma autonomia maior a respeito de Kiev.

Segundo informaram fontes do Governo pró-Rússia da Crimeia, a pergunta que será feito na consulta será: “Você é a favor da reunificação da Crimeia com a Rússia como parte da Federação Russa?”.

A consulta terá uma segunda questão: “Você é a favor que volte a vigorar a Constituição da Crimeia de 1992 e o status da Crimeia como parte da Ucrânia?”.

O presidente russo, Vladimir Putin, já foi informado do desejo da Crimeia de fazer parte da Federação Russa, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela televisão estatal local.

O governo interino da Ucrânia reprovou a decisão e disse que ela não é legal. O primeiro-ministro ucraniano Arseni Yatseniuk exigiuque a Rússia retire suas tropas da região autônoma da Crimeia e deixe de apoiar os separatistas.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Milícia popular será incorporada às forças de segurança no México

Milícias populares mexicanas que enfrentaram cartéis de drogas no estado de Michoacán (centro-oeste) concordaram em se unir às forças de segurança oficiais – após terem passado semanas fazendo justiça com as próprias mãos.

As milícias de ‘autodefesa’ tomaram, recentemente, o controle de diversas cidades de Michoacán, na tentativa de expulsar o narcocartel Cavaleiros Templários da região.

Na segunda-feira, o governo mexicano anunciou que os milicianos serão incorporados a unidades chamadas Corporações de Defesa Rurais.

Até então, os milicianos vinham entrando em confronto com tropas do governo enviadas ao estado para desarmá-los.

Os grupos de ‘autodefesa’ acusavam o governo de inoperância em proteger a população dos cartéis, que extorquiam agricultores e comerciantes locais.

Ofensiva
Os milicianos lançaram sua ofensiva no início deste mês, aproximando-se da cidade de Apatzingán, um bastião dos Cavaleiros Templários.

O ministro do Interior, Miguel Ángel Osorio Chong, disse que as unidades rurais serão ‘temporárias’ e ficarão ‘sob o controle de autoridades para cooperar com as tropas de segurança’.

O enviado do governo a Michoacán, Alfredo Castillo, afirmou que o acordo marca um importante avanço na luta contra o crime.

‘Este é o ponto de partida de uma nova dinâmica, em que trabalharemos juntos, os governos estadual e federal, com a sociedade civil’, disse.

‘Regularizar o status’
Um dos líderes das ‘autodefesas’, Estanislao Beltrán, declarou que seu grupo tem interesse em agilizar o processo de integração.

‘Vamos nos dedicar a regularizar nosso status, obter um status legal’, afirmou.

Mas muitos outros grupos de milícias se recusaram a baixar as armas e prometeram continuar a luta contra os cartéis até que seus líderes sejam capturados.

Na segunda-feira, autoridades mexicanas anunciaram a prisão do líder dos Templários, Dionicio Loya Plancarte, conhecido como O Tio, cuja captura valia uma recompensa de 30 milhões de pesos (quase R$ 5 milhões). Ele é acusado de tráfico e lavagem de dinheiro.

O cartel, por sua vez, afirma que protege a população de Michoacán de gangues rivais e acusa as ‘autodefesas’ de se aliar ao cartel Nova Geração, que tem como bastião o estado vizinho de Jalisco.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Chefe das Forças Armadas da Tailândia descarta golpe militar

O chefe da Forças Armadas da Tailândia, Thanasak Patimaprakorn, descartou neste sábado (18) que esteja sendo planejado um golpe militar e que queira se tornar no próximo primeiro-ministro do país.

Thanasak disse que os rumores de levante não têm fundamento e que a situação atual, após meses de manifestações antigoverno, não é crítica e não é preciso recorrer a legislações especiais, como a de exceção, segundo a web tailandesa Than Setthakij citada pelo jornal ‘Bangcoc Post’.

Manifestante anti-governo protestavam neste sábado (Foto: Reuters)Manifestante anti-governo protestavam neste sábado (Foto: Reuters)

O militar afirmou que os canais com a polícia estão abertos e mantêm boas relações.

A mobilização antigovernamental, que começou em outubro e cobrou força no final de novembro com a ocupação de ministérios, iniciou na segunda-feira passada um novo plano para paralisar Bangcoc com manifestações em pontos nevrálgicos da capital.

Desde então, houve atos de violência diários, e o mais grave aconteceu na sexta-feira em uma rua de Bangcoc, quando um desconhecido lançou uma granada contra uma passeata e feriu 36 pessoas, das quais uma faleceu nesta madrugada, um manifestante de 46 anos.

Alguns viram no aumento da violência uma tentativa de criar as condições adequadas para justificar um levante.

A última vez que os militares tailandeses se levantaram foi em 2006, em uma cruel operação que derrubou Thaksin Shinawatra, irmão da atual primeira-ministra, Yingluck.

Os manifestantes antigovernamentais exigem a formação de um conselho popular não eleito que reforme o sistema político e, uma vez limpa a administração de corrupção, chamar às urnas.

Yingluck, por sua vez, convocou eleições antecipadas para o próximo 2 de fevereiro e confia, como repetiu hoje, em que o resultado das urnas permita o país remontar a crise.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Forças de segurança russas matam 7 supostos islamitas no Daguestão

Soldados das forças de segurança russas mataram neste sábado (18) sete supostos guerrilheiros islamitas que haviam se entrincheirado em uma casa em Mahatchkala, a capital da república do Daguestão, informou o Comitê Nacional Antiterrorista (CNA) da Rússia.

“Os bandidos foram mortos quando tentavam romper o cerco”, afirmou o CNA em comunicado divulgado pela imprensa russa.

Segundo a versão do CNA, organismo que coordena o trabalho das forças de segurança na luta antiterrorista, antes do tiroteio uma mulher e três crianças conseguiram sair da casa onde haviam sido cercados os supostos guerrilheiros.

Fontes da polícia local informaram à agência Interfax que os islamitas poderiam ter sido os autores do atentado com explosivos na noite desta sexta-feira (17) junto a um restaurante de Mahatchkala, que segundo os últimos dados deixou um total de 16 pessoas feridas.

O Daguestão, uma das sete repúblicas russas da região do Cáucaso Norte, é cenário frequente de atentados terroristas e choques armados entre as forças de segurança e a guerrilha islamita que atua na área.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Mal-estar e moral baixo afetam forças nucleares dos Estados Unidos

Moral baixo e falta de perspectivas: a Força Aérea dos Estados Unidos identificou a causa do acúmulo de incidentes em suas unidades de mísseis nucleares, mas não a solução para seus oficiais, que se questionam sobre a utilidade e sobre o valor de sua missão.

Entre erros, negligências, posse de drogas, ou ingestão de álcool, os incidentes se multiplicaram nos últimos meses nas três bases de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM, na sigla em inglês) que a Força Aérea americana tem em seu território.

“As pessoas que estão encarregadas das armas nucleares devem mostrar o máximo de profissionalismo, mas continuamos vendo que este não é o caso”, critica Jim Lewis, da ONG Centro para o Controle de Armas e Não Proliferação.

Ao todo, 34 oficiais foram suspensos na semana passada por trapacearem em um exame de rotina para verificar suas competências. Dois deles foram acusados de posse de drogas.

Em outubro, quatro oficiais já haviam sido suspensos por dormirem em serviço, na frente do monitor, deixando aberta a porta blindada de seu posto de lançamento.

Essas falhas também foram registradas nas mais altas patentes. Em julho passado, um general que comandava as unidades de mísseis ICBM foi destituído do cargo por consumo excessivo de álcool durante uma viagem a Moscou.

Desde 1945, o poder de destruição desses mísseis tem sido a maior e melhor garantia contra seu uso. Com o fim da Guerra Fria, reduziu-se ainda mais a probabilidade de que sejam usados. Os Estados Unidos mantêm 450 unidades ativas.

Nas bases de Malmstrom (Montana), Minot (Dakota do Norte) e Warren (Wyoming), cerca de 500 tenentes e capitães da Força Aérea continuam vigiando 24 horas por dia os “bunkers” subterrâneos, “esperando para pressionar um botão que sabem que nunca apertarão”, resumiu Joseph Cirincione, presidente do Fundo Ploughshares, um grupo de reflexão e pesquisa especializado em temas nucleares.

“Não é uma questão de disciplina, ou de supervisão. É quase uma questão existencial” para esses jovens homens e mulheres, disse à AFP.

Tédio: o pior inimigo Em artigo publicado em 2011 na revista “Wired”, um desses oficiais fala sobre o assunto.

“O seu pior inimigo é o tédio. Nada de heroísmo no campo de batalha, nada de ganhar uma medalha, o dever hoje é percebido como um anacronismo irrelevante”, lamentou.

O problema não é novo e, em junho de 2008, levou o então secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, a afastar os chefes civis e militares da Força Aérea, após uma série de incidentes nas forças nucleares.

Um grupo de trabalho criado na época concluiu a existência de uma “diminuição inequívoca, dramática e inaceitável do compromisso da Força Aérea para realizar sua missão nuclear”.

Essa queda foi “gradual”, em consequência das mudanças na organização, no pessoal e nos procedimentos dentro de suas unidades, explicou o painel de especialistas.

“A maioria dessas mudanças era simples, mas o impacto global na missão nuclear foi mais pronunciado do que o esperado e é muito importante para ser aceitável”, apontou o grupo de trabalho.

A última série de incidentes coloca “a questão de saber se as falhas e os problemas sistêmicos identificados em 2008 foram corrigidos”, questionou Gates em entrevista esta semana à CNN.

Desde 2008, foram tomadas medidas para amenizar a situação, afirmou o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Mark Welsh, admitindo, porém, que a noção de “importância vital” da missão pode não estar suficientemente arraigada nas tropas. Ao mesmo tempo, ele defendeu e garantiu o profissionalismo das forças nucleares.

De fato, há aspectos do trabalho que não mudaram. A função não é mais invejada na Força Aérea – como já foi no passado -, e as perspectivas de carreira continuam sendo escassas.

As deficiências identificadas também põem em xeque a necessidade de manter ativos os mísseis ICBM junto com os submarinos nucleares e as bombas lançadas de aviões. O atual secretário da Defesa dos EUA, Chuck Hagel, reafirmou seu compromisso com os ICBM.

“Não vemos esse tipo de problema na frota de bombardeiros, ou submarinos”, disse Cirincione. “Porque têm outras missões. A única missão dos mísseis balísticos intercontinentais é sacrificar milhões de civis inocentes”, explicou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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