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Apple está perto de comprar Beats por US$ 3,2 bilhões, diz fonte

Apple quer comprar a Beats, de Dr. Dre (Foto: Divulgação/Beats)Apple quer comprar a Beats, de Dr. Dre
(Foto: Divulgação/Beats)

A Apple está perto de pagar um recorde de US$ 3,2 bilhões pela Beats Electronics, segundo disseram duas pessoas com conhecimento do assunto, em uma cara incursão no streaming de música e no mercado de fones de ouvido.

As companhias estão trabalhando nos detalhes, mas o acordo ainda pode falhar, disse uma pessoa à Reuters sob condição de anonimato pois as discussões são confidenciais.

O rapper Dr. Dre, dono do Beats, chegou a publicar um vídeo ao lado do músico Tyrese Gibson, onde falava que se tornou “o primeiro rapper bilionário” do mundo. O vídeo foi apagado do YouTube horas depois.

Uma segunda fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters que a Apple buscava um serviço de música baseado em assinaturas para complementar seu serviço “iRadio”, lançado em 2013 como uma tentativa de entrar no mercado de streaming de música até então dominado por startups como a Pandora.

Além do serviço de músicas, a Apple compraria também a linha de fones de ouvido Beats, de acordo com a fonte.

No entanto, analistas questionaram na quinta-feira se a Beats, avaliada em apenas US$ 1 bilhão durante sua última rodada de financiamento em setembro, valia esse preço. A Apple tinha mais de US$ 130 bilhões em caixa no final de março, mas a maior parte desse dinheiro está no exterior, e investidores têm pedido para a companhia trazer mais dinheiro de volta na forma de dividendos e recompras de ações.

“Isso é realmente difícil de entender”, disse James McQuivey, analista da Forrester, que disse que há uma enorme sobreposição entre a base de consumidores das duas companhias. “Você compra empresas hoje para conseguir tecnologias que ninguém mais tem, ou consumidores que ninguém mais tem.”

A Apple não quis comentar a notícia. A Beats Electronics não respondeu a pedidos por comentários sobre a notícia, que foi publicada primeiro no “Financial Times”.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Apple está perto de comprar Beats por US$ 3,2 bilhões, diz fonte

Apple quer comprar a Beats, de Dr. Dre (Foto: Divulgação/Beats)Apple quer comprar a Beats, de Dr. Dre
(Foto: Divulgação/Beats)

A Apple está perto de pagar um recorde de US$ 3,2 bilhões pela Beats Electronics, segundo disseram duas pessoas com conhecimento do assunto, em uma cara incursão no streaming de música e no mercado de fones de ouvido.

As companhias estão trabalhando nos detalhes, mas o acordo ainda pode falhar, disse uma pessoa à Reuters sob condição de anonimato pois as discussões são confidenciais.

O rapper Dr. Dre, dono do Beats, chegou a publicar um vídeo ao lado do músico Tyrese Gibson, onde falava que se tornou “o primeiro rapper bilionário” do mundo. O vídeo foi apagado do YouTube horas depois.

Uma segunda fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters que a Apple buscava um serviço de música baseado em assinaturas para complementar seu serviço “iRadio”, lançado em 2013 como uma tentativa de entrar no mercado de streaming de música até então dominado por startups como a Pandora.

Além do serviço de músicas, a Apple compraria também a linha de fones de ouvido Beats, de acordo com a fonte.

No entanto, analistas questionaram na quinta-feira se a Beats, avaliada em apenas US$ 1 bilhão durante sua última rodada de financiamento em setembro, valia esse preço. A Apple tinha mais de US$ 130 bilhões em caixa no final de março, mas a maior parte desse dinheiro está no exterior, e investidores têm pedido para a companhia trazer mais dinheiro de volta na forma de dividendos e recompras de ações.

“Isso é realmente difícil de entender”, disse James McQuivey, analista da Forrester, que disse que há uma enorme sobreposição entre a base de consumidores das duas companhias. “Você compra empresas hoje para conseguir tecnologias que ninguém mais tem, ou consumidores que ninguém mais tem.”

A Apple não quis comentar a notícia. A Beats Electronics não respondeu a pedidos por comentários sobre a notícia, que foi publicada primeiro no “Financial Times”.

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Esterco de vaca pode ser fonte de bactérias resistentes a antibióticos

 Foto de 2012 mostra vacas leiteiras na cidade de Totoras, 360 km ao norte de Buenos Aires. (Foto: Reuters/Enrique Marcarian/Files)Estudo foi feito com esterco de vacas leiteiras
(Foto: Reuters/Enrique Marcarian/Files)

O esterco de vacas leiteiras, que frequentemente é utilizado como fertilizante para solos de cultivo, contém grande quantidade de genes recém identificados que são resistentes aos antibióticos, segundo um artigo publicado nesta terça-feira (22) pela revista “mBio”.

Os genes provêm de bactérias dos intestinos dos animais, e o estudo, publicado na revista da Sociedade Americana de Microbiologia, indica que o esterco das vacas pode ser uma fonte de novos tipos de genes com resistência aos antibióticos que se transferem para as bactérias nos solos onde os alimentos são cultivados.

“Considerando que há uma conexão entre os genes com resistência aos antibióticos que se encontram nas bactérias do ambiente e as bactérias dos hospitais, buscamos determinar que tipos de bactérias vão parar no ambiente por meio do esterco”, explicou Fabienne Wichmann, da Universidade de Yale e pesquisadora principal do estudo.

Os fazendeiros usam o esterco bovino, fresco ou decomposto, para fertilizar os solos onde cultivam verduras, frutas ou grãos e, eventualmente, as bactérias com resistência aos antibióticos podem chegar aos humanos desta maneira.

Os genes resistentes aos antibióticos podem passar a fazer parte do “ecossistema humano” porque as bactérias que os possuem criam colônias no homem ou transferem os genes para outras bactérias.

A pesquisa científica comprovou que as bactérias se transferem dos animais de fazenda para os humanos que têm contato com eles.

Os cientistas identificaram no esterco das vacas 80 genes únicos e funcionalmente resistentes aos antibióticos. No laboratório, os genes fizeram com que uma amostra da bactéria Escherichia coli se tornasse resistente a um de quatro tipos de antibióticos, os betalactâmicos (como a penicilina), os aminoglicósidos, tetraciclina e cloranfenicol.

Aproximadamente 75% dos 80 genes resistentes aos antibióticos tinham sequências remotamente vinculadas a outros genes já descobertos.

Os pesquisadores encontraram, além disso, uma nova família de genes que conferem resistência aos antibióticos do tipo cloranfenicol e são usados regularmente para o tratamento das doenças respiratórias do gado.

“A diversidade de genes que encontramos é notável, considerando que tínhamos apenas cinco amostras de esterco”, ressaltou Jo Handeslman, microbiólogo de Yale.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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‘Gelo de fogo’ escondido em permafrost é fonte de energia do futuro?

O metano hidratado fica abaixo de muitas camadas de gelo ou no fundo do mar (Foto: Getty Images/BBC)O metano hidratado fica abaixo de muitas camadas de gelo ou no fundo do mar (Foto: Getty Images/BBC)

O mundo é viciado em combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), e é fácil entender o por que: baratos, abundantes e fácil de extrair, eles alimentam o desenvolvimento da indústria mundial.

Cada vez mais, porém, os governos vêm buscando alternativas aos hidrocarbonetos tradicionais – seja porque são altamente poluentes ou porque sua extração tem se tornado mais difícil, à medida que algumas reservas vão se esgotando.

Um substituto potencial – em enormes quantidades – foi encontrado e repousa profundamente sob permafrost (solo gelado do Ártico) ou os leitos dos oceanos: o hidrato de metano.

Apesar de potencialmente menos poluente que petróleo e carvão, porém, sua extração apresenta enormes riscos ambientais.

Reservas gigantes
Conhecido como ‘gelo que arde’, o hidrato de metano consiste em cristais de gelo com gás preso em seu interior. Eles são formados a partir de uma combinação de temperaturas baixas e pressão elevada e são encontrados no limite das plataformas continentais, onde o leito marinho entra em súbito declive até chegar ao fundo do oceano.

Acredita-se que as reservas dessa substância sejam gigantescas, observa Chris Rochelle, do Serviço Geológico Britânico. A estimativa é de que haja mais energia armazenada em hidrato de metano do que na soma de todo petróleo, gás e carvão do mundo.

Ao reduzir a pressão ou elevar a temperatura, a substância simplesmente se quebra em água e metano – muito metano.

Um metro cúbico do composto libera cerca de 160 metros cúbicos de gás, o que o torna uma fonte de energia altamente intensiva. Por causa disso, da sua oferta abundante e da relativa facilidade para liberar o metano, um número grande de governos está cada vez mais animado com essa nova fonte de energia.

Produção comercial do gás metano ainda deve demorar (Foto: Alamy/BBC)Produção comercial do gás metano ainda deve
demorar (Foto: Alamy/BBC)

Desafios técnicos
O problema, porém, é extrair o hidrato de metano. Além do desafio de alcançá-lo no fundo do mar, operando sob altíssima pressão e baixa temperatura, há o risco grave de desestabilizar o leito marinho, provocando deslizamentos.

Uma ameaça ainda mais grave é o potencial escape de metano. Extrair o gás de uma área localizada não é tão complicado, mas prevenir que o hidratado se quebre e libere o metano no entorno é mais difícil.

E isso tem consequências sérias para o aquecimento global – estudos recentes sugerem que o metano é 30 vezes mais danoso que o CO2.

Por causa desses desafio técnicos, ainda não há escala comercial de produção de hidrato de metano em qualquer lugar do mundo. Mas alguns países estão chegando perto.

Os Estados Unidos, o Canadá e o Japão já investiram milhões de dólares em pesquisa e já realizam alguns testes, desde 1998. Os mais bem sucedidos ocorreram no Alasca em 2012 e na costa central do Japão em 2013, quando, pela primeira vez, houve uma exitosa extração de gás natural a partir de hidrato de metano no mar.

Os Estados Unidos lançaram um programa de pesquisa e desenvolvimento nacional já em 1982 e, em 1995, tinham terminado a sua avaliação dos recursos disponíveis do gás de hidratos no país. Desde então, têm realizado projetos-piloto na costa da Carolina do Sul, no norte do Alasca e no Golfo do México. Cinco ainda estão em execução.

Exploração comercial
O interesse do Japão é óbvio, assinala Stephen O’Rourke, da empresa de consultoria energética Wood Mackenzie: ‘Japão é o maior importador de gás do mundo’.

No entanto, ele ressalta que o orçamento anual do Japão para pesquisa na área é relativamente baixo – US$ 120 milhões (cerca de R$ 270 milhões). Os planos do país de produzir em escala comercial no fim desta década, portanto, parecem muito otimista. Mas mais à frente, o potencial é enorme.

‘O gás metano pode mudar o jogo para o Japão’, diz Laszlo Varro, da Agência Internacional de Energia (IEA).

Em outros países, porém, os incentivos para explorar o gás comercialmente são menores por enquanto. Os Estados Unidos estão priorizando suas reservas de gás de xisto, recurso que também é abundante no Canadá. Já a Rússia ainda tem enormes reservas de gás natural.

A China e a Índia, com sua feroz demanda por energia, são uma história diferente. No entanto, eles estão muito atrás em seus esforços para explorar o recurso.

‘Houve alguns progressos recentes, mas não prevemos produção comercial antes de 2030’, afirma O’Rourke. De fato, a IEA não incluiu gás hidratado nas suas projeções globais de energia para os próximos 20 anos.

Riscos
Mas se essa fonte for explorada, o que parece provável no futuro, as implicações ambientais podem ser extensas.

Apesar de ser menos poluente que o carvão ou o petróleo, continua sendo um hidrocarboneto e, portanto, emite CO2. E há ainda o risco mais sério da liberação direta de metano na atmosfera.

Alguns argumentam, porém, que pode não haver alternativa, na medida em que o aumento da temperatura global pode provocar a liberação do gás ‘naturalmente’, devido ao aquecimento dos oceanos e ao derretimento das calotas polares.

‘Se todo o metano for liberado, nós vamos ver um cenário de filme Mad Max’, diz Varro. ‘Mesmo usando estimativas conservadoras sobre as reservas de metano, isso faria todo o CO2 de recursos fósseis parecer uma piada’, destacou.

‘Por quanto tempo o gradual aquecimento global pode prosseguir sem liberar o metano? Ninguém sabe. Mas quanto mais ele avança, mais perto chegamos de jogar roleta russa’, acrescentou.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Apple e Google irão pagar US$ 324 milhões em ação trabalhista, diz fonte

Quatro grandes empresas de tecnologia, incluindo Apple e Google, concordaram em pagar um total de US$ 324 milhões para colocar fim a um processo no qual eram acusadas de conspirar para reduzir salários no Vale do Silício, na Califórnia (EUA), disseram fontes próximas ao acordo. O julgamento acontecerá em algumas semanas.

Trabalhadores de tecnologia entraram com uma ação coletiva contra Apple, Google, Intel e Adobe em 2011, alegando que essas empresas conspiraram para não solicitar funcionários umas das outras com o objetivo de evitar uma guerra de salários. Eles pretendiam pedir US$ 3 bilhões em indenizações, de acordo com informações do tribunal. Esse volume poderia subir a 9 bilhões de euros, de acordo com a lei antitruste.

O caso vinha sendo observado de perto devido ao alto volume de indenizações e por afetar a elite do Vale do Silício. O processo foi baseado amplamente em e-mails nos quais o fundador da Apple, Steve Jobs, o ex-presidente do Google, Eric Schmidt, e alguns de seus rivais do Vale do Silício mostraram planos de evitar uma disputa por engenheiros.

Em uma troca de e-mails após um recrutador do Google solicitar um funcionário da Apple, Schmidt disse a Jobs que o recrutador seria demitido, afirmam os documentos do processo. Jobs então encaminhou a mensagem de Schmidt a um executivo importante da área de recursos humanos com um desenho de um sorriso.

Outras mensagens mostram o diretor de recursos humanos do Google perguntando a Schmidt sobre o acordo. Schmidt, agora presidente-executivo da empresa, pediu discrição.

“Schmidt respondeu que ele preferia tratar disso verbalmente, já que não queria criar um documento pelo qual poderiam ser processados posteriormente”, disse, de acordo com o processo. O diretor de RH concordou.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Avião desaparecido provavelmente foi para sul do Índico, diz fonte

Arte avião MH370 17/03 sumido malásia (Foto: Arte G1)

Investigadores que examinam o desaparecimento de um avião da Malaysia Airlines no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo acreditam que a aeronave provavelmente voou para o sul do oceano Índico, disse nesta quarta-feira (19) uma fonte ligada à investigação.

“A hipótese de trabalho é que foi para o sul, e, além disso, que foi para o extremo sul desse corredor”, disse a fonte, referindo-se à área de buscas que vai do oeste da Indonésia ao oceano Índico a oeste da Austrália.

Também nesta quarta, a Tailândia informou ter detectado um “avião não identificado” que mudou várias vezes de direção ao examinar as informações dos radares correspondente ao momento do desaparecimento do voo MH370, anunciou o porta-voz da Aeronáutica do país. A aeronave da Malaysia Airlines com 239 pessoas a bordo está desaparecida desde 8 de março.

A pedido das autoridades da Malásia, a Tailândia verificou na segunda-feira (17) as informações enviadas pelos radares da região sul do país, disse o porta-voz Monthon Suchookorn.

Os radares mostraram que no 8 de março “às 0H28, seis minutos depois do desaparecimento do voo MH370, um avião não identificado voava em direção sudoeste”, no sentido oposto à trajetória prevista pelo Boeing 777 entre Kuala Lumpur e Pequim, declarou à AFP.

O horário corresponde à última transmissão do transponder do voo MH370 (1H21 horário da Malásia, 0H21 horário da Tailândia), em alguma parte entre a costa leste da Malásia e o sul do Vietnã.

“A aeronave seguiu para mais longe, ao sul, até Kuala Lumpur e o estreito de Malaca, antes de seguir para o norte, para o mar de Andamão, ao oeste da península malaia”, completou Suchookorn.

O sinal, que não era nítido e intermitente, desapareceu então, segundo o porta-voz militar, que repassou a informação a Kuala Lumpur.

“Não é possível confirmar que o avião era o do voo MH370”, insistiu Suchookorn.

“A aeronave não estava no espaço aéreo tailandês nem era uma ameaça para a Tailândia”, completou.

O avião decolou de Kuala Lumpur no sábado 8 de março às 0H41 (tarde de sexta-feira no horário de Brasília) com 239 pessoas a bordo e destino a Pequim, mas desapareceu das telas dos radares 40 minutos depois.

A investigação entra no 12º dia sem qualquer indício dos destroços do Boeing 777 e com poucos elementos conhecidos, muitos deles contraditórios, o que transforma este desaparecimento em um dos grandes mistérios da aviação moderna.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Sony negocia venda da divisão de PCs Vaio a fundo japonês, diz fonte

Série S pesa 1,72 kg e tem autonomia de 6,5h (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)Sony negocia venda de computadores Vaio para
fundo de investimento japonês (Foto: G1)

A Sony está negociando com um fundo de investimento japonês a venda da sua deficitária divisão de computadores Vaio, afirmou uma fonte familiarizada com o assunto nesta quarta-feira (5).

As vendas dos PCs tradicionais têm diminuído com a popularização dos smartphones e tablets. A previsão para as remessas mundiais de computadores totaliza 278 milhões de unidades em 2014, uma queda de 7% em relação a 2013, de acordo com o grupo de pesquisas Gartner.

Uma nova companhia seria formada pelo Japan Industrial Partners para assumir as operações da Vaio no Japão, disse a fonte. O fundo comprador deve manter praticamente os 1 mil postos de trabalho da divisão em uma nova empresa no país, na qual a Sony terá apenas uma pequena participação. Segundo o jornal financeiro japonês “Nikkei”, o valor da venda da unidade gira em torno de 50 bilhões de ienes (cerca de US$ 493 milhões).

O “Nikkei” acrescenta que a nova companhia continuaria vendendo computadores com a marca Vaio no Japão, mas que o nome poderia desaparecer de vários outros países. No entanto, o canal de TV japonês “NHK” informou no sábado (1º) que a companhia chinesa de tecnologia Lenovo negocia a compra da marca Vaio no exterior.

A Sony entrou no mercado de computadores em 1996 e é a nona maior fabricante mundial de PCs. Porém, a empresa que chegou a vender 9 milhões de unidades em seus melhores momentos registrou queda para 5,8 milhões em 2013, de acordo com o “Nikkei”. Sua cota de mercado não superava 1,9% nos primeiros meses do ano passado, segundo o instituto IDC.

O sucesso dos tablets e smartphones, que substituem os notebooks, representou um duro golpe ao mercado de computadores pessoais. Espera-se que os telefones celulares dominem as remessas globais de dispositivos, com 1,9 bilhão de entregas em 2014, um aumento de 5% em relação a 2013, disse o Gartner.

A venda do negócio de PCs levaria a Sony a uma perda líquida pela primeira vez em dois anos no ano fiscal que se encerra em 31 de março, afirmou o “Nikkei”. A empresa de eletrônicos irá reportar seus resultados trimestrais na quinta-feira (6).

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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