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Para curar vício em drogas, afegãos ficam 40 dias acorrentados

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Mihrab Gul, de 25 anos, está em Ali Baba por ser viciado em drogas (Foto: Rahmat Gul/AP)Mihrab Gul, de 25 anos, está em Ali Baba por ser viciado em drogas (Foto: Rahmat Gul/AP)

Um santuário de 300 anos na cidade de Jalalabad, no Afeganistão, tem a fama de ser capaz de curar pessoas com doenças mentais, vício em drogas ou possuídas por demônios.   No local chamado Mia Ali Baba, indivíduos nessas condições são acorrentados por 40 dias e seguem uma dieta específica. Um responsável por cuidar do santuário observa se, em sua opinião, sua condição está melhorando. Se considerar que sim, pode decidir tirar as correntes do “paciente” por alguns instantes.

Profissionais de saúde criticam locais como o santuário Mia Ali Baba porque consideram o método aplicado ineficiente, além de verem como uma exploração de pessoas supersticiosas que acreditam no poder de cura do lugar.

Mihrab Gul, de 25 anos, está em Ali Baba por ser viciado em drogas (Foto: Rahmat Gul/AP)Mihrab Gul mostra corrente e cadeados que o prendem (Foto: Rahmat Gul/AP)Muhibullah, de 20 anos, também é viciado em drogas, e por isso permanecerá 40 dias acorrentado (Foto: Rahmat Gul/AP)Muhibullah, de 20 anos, também é viciado em drogas, e por isso permanecerá 40 dias acorrentado (Foto: Rahmat Gul/AP)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Refugiados sírios ficam encurralados na fronteira turca

A Turquia está recusando a entrada de famílias sírias sem passaporte após o fluxo de refugiados ocasionado pela intensificação de “bombardeios com barris” contra a cidade de Aleppo ter provocado uma super lotação nos campos de refugiados, disse a Fundação de Ajuda Humanitária Turca (Faht) nesta quarta-feira (5).

Uma das maiores aliadas da oposição síria, a Turquia tem acolhida centenas de milhares de refugiados sírios.

Mas os recursos tem escasseado na fronteira turca após as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, intensificarem os ataques a Aleppo, jogando bombas confeccionadas em barris contra a segundo maior cidade da Síria e ganhando terreno sobre os rebeldes enfraquecidos por seguidas semanas de confrontos internos.

“Campos em Kilis estão, infelizmente, com a capacidade esgotada, mas há espaço disponível em outros campos”, disse um assessor de imprensa da agência estatal turca para desastres, Afad, referindo-se aos campos próximo à fronteira entre Turquia e Síria.

Ancara se mantém fiel a sua política de “fronteiras abertas” e refugiados serão aceitos “após necessários controles de segurança”, informou o assessor de imprensa.

Um campo dentro da Síria, próximo a passagem fronteiriça de Bab al-Salam, a cerca de 50 km ao norte Aleppo, também está lotado, disse o assessor da Faht, acrescentando que a população no local subiu de 14 mil para 25 mil na semana passada.

“Os sírios que não entram na Turquia estão abrigando-se na Síria –apenas sob cobertores”, disse o assessor de imprensa. As temperaturas na região chegam a temperaturas abaixo de zero.

A polícia turca na posto de controle fronteiriço Oncupinar, em frente a Bab al-Salam, disse que as restrições se aplicam a aqueles sem passaporte, mas que a fronteira estava aberta e sem aglomeração de pessoas.

Mais a leste, o Observatório Sírio de Direitos Humanos disse que por pelo menos dezoito dias as autoridades turcas impediram mais de 2 mil refugiados, incluindo mulheres com crianças, de cruzarem a fronteira com a Turquia após fugirem da cidade de Raqqa.

“A maioria está vivendo ao ar livre, perto do arame farpado da fronteira de Tel Abyad”, disse o observatório, sediado em Londres.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Moradores ficam apavorados com suposto ‘chupacabra’ na Rússia

Moradores da pequena vila de Beloomut, em uma região rural de Moscou, na Rússia, estão assustados e evitam sair às ruas á noite após o crescimento de boatos de que um “chupacabra” estaria matando animais nas redondezas.

Fazendeiro mostra carcaça de ovelha supostamente morta por 'chupacabra' em Beloomut, na Rússia (Foto: Reprodução/YouTube/Sergey Lomarkin)Fazendeiro mostra carcaça de ovelha supostamente morta por ‘chupacabra’ em Beloomut, na Rússia (Foto: Reprodução/YouTube/Sergey Lomarkin)

O número de fazendeiros com medo aumentou depois que os cidadãos começaram a encontrar dezenas de carcaças de animais mortos, que teriam marcas de dentes e mordidas pelo corpo, de acordo com o jornal russo “Novie Izvectiya”.

Alguns moradores entrevistados afirmam ter visto o animal, descrito como uma criatura de aparência aterrorizante, com um corpo magro fruto do cruzamento de um canguru com um cão, e que sugaria o sangue dos animais.

Durante uma reportagem da emissora “Moscou 24”, os fazendeiros mostraram diversas ovelhas mortas e manchas de sangue em cercados onde os animais ficavam, que supostamente não estariam ali na noite anterior.

Caçadores da região estão atentos e buscam encontrar a criatura o mais rápido possível, já que os animais são a principal fonte de renda dos moradores da região.

O jornal “Komsomolskaya Pravda” afirma que a criatura mítica teria sido avistada em outras quatro vilas nos arredores de Moscou, e que os animais atacados seriam ovelhas, coelhos e galinhas.

Cercado onde ficam as ovelhas teria amanhecido com marcas de sangue após ataque de chupacabra (Foto: Reprodução/YouTube/Sergey Lomarkin)Cercado onde ficam as ovelhas teria amanhecido com marcas de sangue após ataque de chupacabra (Foto: Reprodução/YouTube/Sergey Lomarkin)

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Dezenas de tibetanos ficam feridos após disparos da polícia chinesa

A polícia chinesa abriu fogo contra os manifestantes no Tibete deixando 60 feridos, anunciaram nesta quarta-feira (9) várias ONGs, que denunciam um aumento da repressão contra os tibetanos na região.

Os manifestantes se reuniram no domingo no distrito de Biru para exigir a libertação de um homem detido por se negar a içar uma bandeira chinesa, informou a organização Free Tibet.

“As forças de segurança começaram a atacar os tibetanos, ferindo-os, utilizaram bombas de gás lacrimogêneo e dispararam às cegas contra a multidão”, indicou a ONG baseada no Reino Unido.

Ao menos dois manifestantes estavam em estado crítico, disse a organização, um terceiro tem um fêmur quebrado e um quarto ferimentos na mandíbula.

Outra ONG, Campanha Internacional pelo Tibete (ICT), disse que não podia confirmar que as forças de segurança tenham disparado balas reais contra os manifestantes, mas declarou que existiam feridos.

Um policial do gabinete de segurança pública de Biru desmentiu à AFP qualquer incidente. ‘Não houve nem manifestação, nem feridos’, declarou por telefone.

Segundo a Free Tibet e a ICT, a repressão e a violência da polícia aumentaram nas zonas tibetanas chinesas.

Há dez dias, as autoridades do distrito de Biru exigiram que os tibetanos içassem uma bandeira chinesa na porta de suas casas e de seus monastérios por ocasião da festa nacional, segundo o ICT.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Participantes ficam pendurados por ganchos em festival no Chile

Participante se pendura em gancho em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Participante se pendura em gancho em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Participante se pendura em gancho em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Participante se pendura em gancho em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)

A cidade de Valparaiso, a 121 quilômetros de Santiago do Chile, recebe uma convenção de tatuagem e suspensão.

Os participantes se “penduram” em ganchos de metal que atravessam sua própria pele.

Participantes se penduram em ganchos em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Participante se prepara (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Participantes se penduram em ganchos em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Participante se pendura em ganchos em festival no Chile (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Visitantes ficam ‘constrangidos’ após casal de leões acasalar em zoo

Sorry, I could not read the content fromt this page.

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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Computadores ficam 12% mais caros no segundo trimestre, diz pesquisa

Os computadores estão vendendo cada vez menos e também começaram a ficar mais caros. Segundo a consultoria IDC, o preço médio dos PCs ficou 12% mais caros no Brasil, no segundo trimestre de 2013.

A guinada nos preços ocorreu, segundo a empresa de análises de mercado, devido às consecutivas altas do dólar. Nesses três meses, a indústria teve receita de R$ 5,7 bilhões, 1,2% na comparação ano a ano.

A alta do dólar sustentou o faturamento maior das fabricantes de computadores mesmo após queda de 10% entre abril e junho, frente ao mesmo período de 2012. Foram comercializadas 3,6 milhões de unidades no trimestre.

Muitos componentes embarcados nos computadores ainda são importados, o que afeta o preço final.

Em média, os PCs passaram a custar R$ 1.580 neste ano. No mesmo período de 2012, eram vendidos por R$ 1.412.

Além disso, segundo a IDC, há uma transição para novos formatos de computadores, de tecnologias mais avançadas, como equipamentos com design mais fino, tela sensível ao toque, modelos conversíveis (com telas removíveis, que fazem o PC virar um tablet).

O segmento corporativo foi o que registrou a redução mais acentuada das vendas, de 15%. Ainda maior que o de consumo, que registrou queda de 7%, mas já vinha encolhendo.

A nova queda nas vendas de computadores fez a IDC revisar novamente a expectativa de crescimento para 2013. Agora, a consultoria estima em 9% a queda nas vendas –antes era de 8%.

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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Pescadores ficam furiosos com operadora da usina de Fukushima

Anchovas pescadas perto de Fukushima são analisadas em laboratório (Foto: Issei Kato/Reuters)Anchovas pescadas perto de Fukushima são analisadas em laboratório (Foto: Issei Kato/Reuters)

Os pescadores japoneses reagiram com irritação ao presidente da empresa Tokyo Electric Power (Tepco), operadora da central nuclear de Fukushima, que tentou em vão explicar as medidas adotadas após os vazamentos de água radioativa.

‘Pensamos que a forma como a empresa administrou a água contaminada falhou’, disse Hiroshi Kishi, presidente da JF Zengyoren, federação de mais de mil cooperativas de pesca no Japão.

‘Estamos muito inquietos com o impacto incomensurável (da gestão) no futuro de nossa indústria’, afirmou Kishi a Naomi Hirose, presidente da Tepco, operadora da central.

‘Queremos que o Estado leve a sério seu trabalho no comando das operações’, insistiu o representante dos pescadores.

‘Lamentamos realmente. Vamos adotar todas as medidas’, respondeu o presidente da Tepco.

A empresa decidiu criar uma célula de crise e reforçar as equipes no local para evitar a repetição do ‘grave incidente’ de julho, quando 300 toneladas de água contaminada vazaram de um depósito cilíndrico onde estavam armazenadas e parte atingiu o oceano.

As autoridades anunciaram a suspensão da pesca na região a partir de 1 de setembro pelos riscos de contaminação.

A Tepco deve administrar quase 400 mil toneladas de água radioativa enterrada no subsolo ou armazenada em recipientes cilíndricos. O volume de água aumenta cada dia em 400 toneladas.

O ministério da Indústria do Japão calculou há semanas que 300 toneladas de água contaminada chegavam ao mar a cada dia, mas em uma nota destacou ‘não ter certeza se a água está realmente contaminada’.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, anunciou há alguns dias que o governo teria um envolvimento maior no trabalho de limpeza da central de Fukushima.

Os vazamentos começaram em março de 2011 como consequência da destruição na central nuclear de Fukushima Daiichi provocada por um terremoto e tsunami.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Pescadores ficam furiosos com operadora da usina de Fukushima

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Anchovas pescadas perto de Fukushima são analisadas em laboratório (Foto: Issei Kato/Reuters)Anchovas pescadas perto de Fukushima são analisadas em laboratório (Foto: Issei Kato/Reuters)

Os pescadores japoneses reagiram com irritação ao presidente da empresa Tokyo Electric Power (Tepco), operadora da central nuclear de Fukushima, que tentou em vão explicar as medidas adotadas após os vazamentos de água radioativa.

‘Pensamos que a forma como a empresa administrou a água contaminada falhou’, disse Hiroshi Kishi, presidente da JF Zengyoren, federação de mais de mil cooperativas de pesca no Japão.

‘Estamos muito inquietos com o impacto incomensurável (da gestão) no futuro de nossa indústria’, afirmou Kishi a Naomi Hirose, presidente da Tepco, operadora da central.

‘Queremos que o Estado leve a sério seu trabalho no comando das operações’, insistiu o representante dos pescadores.

‘Lamentamos realmente. Vamos adotar todas as medidas’, respondeu o presidente da Tepco.

A empresa decidiu criar uma célula de crise e reforçar as equipes no local para evitar a repetição do ‘grave incidente’ de julho, quando 300 toneladas de água contaminada vazaram de um depósito cilíndrico onde estavam armazenadas e parte atingiu o oceano.

As autoridades anunciaram a suspensão da pesca na região a partir de 1 de setembro pelos riscos de contaminação.

A Tepco deve administrar quase 400 mil toneladas de água radioativa enterrada no subsolo ou armazenada em recipientes cilíndricos. O volume de água aumenta cada dia em 400 toneladas.

O ministério da Indústria do Japão calculou há semanas que 300 toneladas de água contaminada chegavam ao mar a cada dia, mas em uma nota destacou ‘não ter certeza se a água está realmente contaminada’.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, anunciou há alguns dias que o governo teria um envolvimento maior no trabalho de limpeza da central de Fukushima.

Os vazamentos começaram em março de 2011 como consequência da destruição na central nuclear de Fukushima Daiichi provocada por um terremoto e tsunami.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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De que lado ficam os países na crise da Síria

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As cenas mostrando a intoxicação de jovens e crianças em um suposto ataque com armas químicas na Síria acendeu a luz amarela em relação ao conflito.

Os Estados Unidos já sinalizaram que um ataque deve ocorrer nos próximos dias, com consequências ainda incertas para a região.

Mas e os outros países, de que lado ficam no desenrolar da crise?

No Oriente Médio

Turquia
O governo turco tem sido um dos críticos mais ácidos ao presidente sírio Bashar al-Assad. O chanceler turco, Ahmet Davutoglu, já disse que o país está pronto para integrar uma coalizão internacional contra a Síria, caso o Conselho de Segurança da ONU não determine uma ação militar.

Arábia Saudita e monarquias do Golfo
As monarquias do Golfo vêm desde o início do conflito financiando as forças de oposição a Assad. A Arábia Saudita é um rival do regime sírio há anos e tem atuado no campo diplomático para angariar apoio internacional aos grupos rebeldes.

Israel
Embora tenha tentado se manter longe do conflito, Israel por três vezes bombardeou a Síria este ano, alegando ataque preventivo contra supostos carregamentos de munição do grupo extremista libanês Hezbollah.

O país também respondeu ataques a tiros vindo da Síria contra alvos nas Colinas de Golã, território sírio ocupado por Israel.

Nos últimos dias, autoridades israelenses condenaram o suposto ataque com armas químicas e indicaram apoio a uma ação militar internacional.

‘Nosso dedo deve estar a postos. O nosso é um dedo responsável que, se necessário, estará no gatilho’, disse o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu.

Israel sabe que um ataque internacional à Síria pode repetir o contexto da Guerra do Golfo, em 1991. Na ocasião, o Iraque atacou Tel Aviv com mísseis Scud em uma tentativa de arrastar Israel para o conflito.

Líbano
O chanceler libanês, Adana Mansour, disse que não apoia a ideia de um ataque à Síria. ‘Não acho que essa ação serviria à paz, à estabilidade e a segurança na região’, diz.

Dois ataques à bomba ligados ao conflito sírio mataram quase 60 pessoas no Líbano neste mês. O grupo Hezbollah, que é muçulmano xiita, se colocou abertamente ao lado de Assad (que é muçulmano alauita, um ramo do xiismo).

Por outro lado, há grupos sunitas libaneses apoiando os rebeldes sírios (majoritariamente sunitas).

O Líbano também recebeu milhares de refugiados sírios, sendo o destino mais procurado por quem foge do país em guerra.

Irã
A República Islâmica do Irã (de orientação xiita) tem sido o maior apoiador do regime sírio na região. Nesta semana, o Irã alertou uma alta autoridade da ONU em visita a Teerã das ‘sérias consequências’ de qualquer ação militar.

O chanceler Abbas Araqchi também disse que os supostos ataques com bombas químicas foram perpetrados pela oposição, e não pelo regime de Assad.

Fora da região

Estados Unidos
Após a cautela inicial em relação aos supostos ataques químicos, os Estados Unidos subiram o tom. O secretário de Estado, John Kerry, disse que o uso de armas químicas pelo regime sírio era ‘inegável’ e uma ‘obscenidade moral’.

Desde então, Washington aumentou a presença militar naval no Mediterrâneo, alimentando os rumores de que um ataque é iminente. A expectativa dos analistas é que os americanos lancem um ataque de uma base naval com mísseis apontados para instalações militares sírias.

Reino Unido
Principais aliados dos americanos, os britânicos já organizam um plano militar de contingência, segundo o gabinete do primeiro-ministro David Cameron. Qualquer ação será ‘proporcional’, dentro da lei e seguirá o que for decidido pelos aliados internacionais, disse um porta-voz de Cameron.

Na segunda-feira, o chanceler William Hague disse à BBC que a pressão diplomática sobre a Síria fracassou e que o Reino Unido, ‘os Estados Unidos e muitos outros países, incluindo a França, estão certos de que não podemos aceitar no século 21 a ideia de que armas químicas possam ser usadas com impunidade’.

França
Um dia após a veiculação das imagens do suposto ataque químico, o chanceler Laurent Fabius pediu uma ‘reação de força’ caso se comprovasse o uso de tais armas.

A França está entre os países com a retórica mais dura contra Assad. Foi o primeiro país ocidental a reconhecer o principal grupo opositor como representante legítimo do povo sírio.

Junto ao Reino Unido, a França também pressiona a União Europeia para que esta levante o embargo de armas à Síria, a fim de fornecer armamentos aos rebeldes.

Rússia
A Rússia é um dos mais importantes aliados do regime de Assad e tem advogado por uma solução diplomática para a crise. Qualquer iniciativa contra a Síria no Conselho de Segurança também seria vetada pelos russos.

Moscou já criticou qualquer possibilidade de ataque internacional, dizendo que decisões tomadas fora do Conselho de Segurança poderiam ter ‘consequências catastróficas para outros países do Oriente Médio e do norte da África’.

China
A China se juntou à Rússia ao bloquear resoluções contrárias à Síria no Conselho de Segurança. Também falou contra um provável ataque internacional contra os sírios.

A agência de notícias estatal chinesa Xinhua disse que os países ocidentais têm chegado a conclusões precipitadas sobre o suposto ataque químico antes mesmo da inspeção da ONU.

Brasil
O Brasil desde o início procurou se manter afastado da crise síria, sendo inclusive alvo de críticas ao pedir uma solução diplomática para o conflito em momentos que os aliados ocidentais defendiam uma postura mais contundente.

Após o suposto ataque químico, o Itamaraty soltou nota dizendo ‘que o ataque perpetrado nos arredores de Damasco (…) constituiu ato hediondo, que chama a atenção da comunidade internacional para a necessidade de esforços concentrados’.

Apesar do tom mais duro, o Brasil ainda ‘reitera sua posição de que não existe solução militar para o conflito e recorda seu apoio à convocação de conferência internacional sobre a situação síria’.

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Brasil

 

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