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Malaysia Airlines deixa de pagar hotel a familiares de desaparecidos

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Familiares de passageiros do avião Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido desde o sábado (8) deixam hotel em Putrajaya, Malásia. Buscas pela aeronave, que levava 239 pessoas a bordo, chegam ao segundo dia no mar do sudeste da Ásia. (Foto: Samsul Said/Reuters)Familiares de passageiros do avião Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido no dia 8 de março; avião levava 239 pessoas a bordo. (Foto: Samsul Said/Reuters)

A companhia aérea Malaysia Airlines pediu aos familiares dos passageiros desaparecidos no voo MH370 no dia 8 de março que deixem o hotel de Pequim onde estavam vivendo há quase dois meses, com suas despesas pagas pela companhia aérea. As buscas aéreas pelo avião foram encerradas no dia 30 de abril.

‘A Malaysia Airlines nos pediu bruscamente para deixarmos os quartos. Estou furioso’, indicou Steven Wang. Sua mãe estava a bordo do Boeing que, segundo os investigadores, caiu no oceano Índico, sem que até o momento as causas do acidente tenham sido esclarecidas ou seus destroços encontrados.

‘Poderiam ter nos dado pelo menos um período de ajuste, para termos o tempo de nos prepararmos e de recolher nossas coisas’, lamentou Wang, interrogado pela AFP.

Wen Wancheng, cujo filho viajava no voo MH370, declarou que os familiares dos passageiros foram obrigados a deixar o hotel em um prazo de 18 horas, nesta sexta-feira.

Na noite de quinta-feira, a companhia aérea anunciou que deixaria de pagar os quartos dos familiares dos passageiros. Eles estavam há quase dois meses na capital chinesa com suas diárias pagas pela companhia malaia, principalmente no hotel Lido.

Neste hotel eram organizadas regularmente as reuniões entre funcionários da Malaysia Airlines ou as autoridades malaias com os familiares dos passageiros chineses, que eram 153 no total.

Ocorreram muitos incidentes com as famílias nestes encontros. Muitos dos parentes acreditam que Kuala Lumpur esconde a verdade desde o dia 8 de março, quando a aeronave, com destino a Pequim, desapareceu dos radares civis.

Em um comunicado, a companhia recomendou às famílias que recebam ‘as informações sobre as operações de busca e a investigação na comodidade de seus próprios domicílios’.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Familiares de passageiros de avião sumido protestam em Pequim

Familiares de passageiros chineses desaparecidos marcham na direção do prédio da Embaixada da Malásia em Pequim. (Foto: Mark Ralston / AFP Photo)Familiares de passageiros chineses desaparecidos marcham na direção do prédio da Embaixada da Malásia em Pequim (Foto: Mark Ralston/AFP)

A informação de que o avião do voo MH370 da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico e não deixou sobreviventes, anunciada na segunda-feira (24) pelo primeiro-ministro malaio, Najib Razak, revoltou familiares dos 239 passageiros desaparecidos desde o dia 8 de março. Nesta terça-feira (25), parentes das vítimas fizeram uma marcha de protesto em frente ao prédio da Embaixada da Malásia em Pequim, na China.

O Boeing 777 fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim quando sumiu dos radares. A informação de que ele caiu no mar foi obtida com base em uma nova análise de dados de satélite da Grã-Bretanha, que apontaram que a última localização do avião foi no sul do Oceano Índico, cerca de 2.500 km ao sudoeste de Perth, na Austrália.

25/3 - Familiares de passageiros de avião sumido protestam em Pequim (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)Familiares de passageiros de avião sumido
protestam em Pequim (Foto: Kim Kyung-Hoon/
Reuters)

Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados. A conclusão do governo da Malásia se baseia na última localização da aeronave somada a cálculos que apontam que, se ela não avançou mais que isso e o combustível disponível era limitado, só poderia ter caído no mar.

Veja o que já se sabe e o que ainda se especula sobre o caso

Na manifestação desta terça, familiares dos passageiros tentaram furar um bloqueio erguido pela polícia chinesa, causando tumulto. O grupo exigia mais explicações sobre a tragédia. Mais de 150 passageiros a bordo do avião desaparecido eram chineses.

Cerca de 30 familiares que participavam do ato entraram em confronto com a polícia, acusando a Malásia de “atrasos e mentiras”. Os manifestantes jogaram garrafas d’água na Embaixada da Malásia e tentaram invadir o prédio, exigindo uma reunião com o embaixador. Entre os gritos, ouvidos em meio a lágrimas, estavam: “O governo malaio nos enganou” e “Malásia, devolva nossos parentes”.

Polícia chinesa reforça policiamento no prédio da Embaixada da Malásia em Pequim. (Foto: Mark Ralston / AFP Photo)Polícia reforça policiamento no prédio da Embaixada da Malásia em Pequim (Foto: Mark Ralston/AFP)

A China cobra da Malásia dados de satélite sobre o avião desaparecido. O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Xie Hangsheng, informou ao embaixador da Malásia em Pequim que já pediu para que a Malásia entregue todos os dados significativos de satélites a respeito do voo MH370.

“Essa [o último dado de satélite] é uma localização remota, longe de quaisquer possíveis locais de pouso”, disse o primeiro-ministro malaio na segunda-feira. “Assim, é com profunda tristeza e lamento que devo informá-los que, de acordo com esses novos dados, o voo MH-370 terminou no sul do Oceano Índico”, declarou Razak.

Os comentários do premiê foram feitos em um momento em que um navio australiano estava perto de encontrar possíveis destroços de um avião, após uma série crescente de visualizações de objetos flutuando que, acredita-se, sejam parte do Boeing 777.

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

Os objetos, descritos como “circulares e cinzas ou verdes” e “retangulares laranjas”, foram vistos na tarde de segunda-feira, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, acrescentando que três aviões também estavam a caminho da área.

O voo MH370 da Malaysia Airlines desapareceu dos radares civis menos de uma hora após ter decolado de Kuala Lumpur rumo a Pequim. Desde então, não houve nenhuma visualização confirmada da aeronave e não há pistas sobre o que deu errado no trajeto.

A atenção e os recursos na busca pelo Boeing 777 mudaram para um trecho cada vez mais estreito do mar revolto do sul do Oceano Índico, milhares de quilômetros distante da rota original do voo.

No início da segunda-feira, a agência de notícias oficial chinesa Xinhua disse que uma aeronave do país modelo Ilyushin IL-76 avistou dois objetos “relativamente grandes” e vários outros menores flutuando dispersos por vários quilômetros.

Além disso, a Marinha dos Estados Unidos está enviando para a área seu detector de caixas-pretas (gravador de voz e dados de voo na cabine) de alta tecnologia. Encontrar esses equipamentos rapidamente é crucial, porque o localizador emite sinais por apenas 30 dias.

“Se forem encontrados destroços, responderemos o mais rápido possível, já que a vida da bateria da caixa-preta é limitada”, disse o comandante Chris Budde, chefe de Operações da 7ª Frota dos EUA, em comunicado por e-mail.

Investigadores acreditam que alguém a bordo do voo MH370 tenha desligado os sistemas de comunicação do avião. Um rastreamento parcial de um radar militar mostrou que a aeronave virou para o oeste e cruzou novamente a Península da Malásia, aparentemente sob controle de um piloto habilidoso.

Isso levou os investigadores a cogitar as hipóteses de sequestro ou sabotagem, mas problemas técnicos também não são descartados. Pulsos eletrônicos tênues detectados por um satélite comercial indicam que o avião voou por cerca de 6 horas ou mais, mas não foi possível fazer mais do que localizar seu último sinal em um ou dois vastos arcos de busca ao norte e ao sul do Oceano Índico.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Homem que seria ‘criador do Bitcoin’ e familiares criticam reportagem

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista “Newsweek” como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit (acesse aqui), acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com “Satoshi Nakamoto” criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

“Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?”, escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.

Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da “Newsweek” de “falsa”. “A reportagem falsa da ‘Newsweek’ tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias”, escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. “Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade”, finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas “nos Estados Unidos e ao redor do mundo”.

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A “Newsweek”, porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia “Ars Technica”, acusou a “Newsweek” de ter uma “arrogância colossal” em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da “Newsweek” apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu “achado” em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. “O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade”, escreveu ele.

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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