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Empresa que vende falhas de segurança é invadida por hackers

ExploitHub tem uma loja online que detalha vulnerabilidades, ou códigos de ataque que podem ser usados para tirar proveito de bugs

Um mercado online onde pesquisadores de segurança podem vender detalhes sobre erros que encontram em softwares teve seu sistema comprometido devido a um “descuido embaraçoso” que deixou seu servidor vulnerável.

A ExploitHub, com sede em Austin (Texas, EUA) tem uma loja online que detalha vulnerabilidades, ou códigos de ataque que podem ser usados para tirar proveito de falhas em softwares. Um grupo autointitulado “Inj3ct0r Team” afirmou ser responsável pelo ataque, disse a ExploitHub em um comunicado publicado na página do mercado no Facebook.

O Inj3ct0r Team, que também administra seu próprio mercado de vulnerabilidades e códigos de exploração, publicou descrições de alguns dos dados acessados em um site –  que incluía software de grandes empresas de TI como a Oracle, Adobe Systems, HP, Citrix e Trend Micro.

O grupo alegou que a informação vale mais de 240 mil dólares e que invadiu a ExploitHub como justificativa para mostrar que o mercado não era seguro.

O Inj3ct0r Team se aproveitou de “um script de instalação acessível, que foi deixado no sistema em vez de ser removido após a instalação, o que foi um descuido vergonhoso de nossa parte”, disse a ExploitHub. A falha permitiu ao grupo extrair as informações do banco de dados SQL do site.

A ExploitHub disse que tinha arquitetado seu servidor de aplicação web voltados para o público de forma a limitar os danos, caso fosse comprometido. “Por ser um alvo requisitado, o ExploitHub sofre ataques diários”, acrescentou.

A empresa disse ainda que os crackers só conseguiram acessar as informações que já estavam publicamente disponíveis para pesquisa, por meio do seu catálogo online. As informações incluíam vulnerabilidades, preços e os nomes dos pesquisadores, mas não continha qualquer outro código de exploração que poderia ser usado em ataques.

“Os dados de produtos são armazenado em outro lugar, e não há atualmente nenhuma evidência de que o local de armazenamento foi acessado por qualquer pessoa não autorizada ou que qualquer código de exploração ou outros dados de produto foram comprometidos ou roubados, como foi alegado,” ExploitHub disse. “No entanto, ainda estamos investigando.”

A ExploitHub não permite que vulnerabilidades 0-day sejam incluídas em seu mercado. Ataques 0-day são considerados o tipo mais perigoso, já que isso significa que a fabricante do software não corrigiu uma vulnerabilidade e ela está sendo ativamente usadas em ataques.

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Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

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iTorpedos: ajude a mapear as falhas da conexão 3G no Brasil

Publicada em 15/09/2012 14:45

? #3GFAIL – Depois do lançamento do iPhone 5, o assunto mais discutido da semana foi a carência de boas conexões 3G no país. No bojo da incompatibilidade do suporte LTE do novo smartphone da Apple com as frequências destinadas ao 4G no Brasil, muitos internautas começaram a queixar-se da má qualidade do sinal 3G. A certa altura, a jornalista Rosana Hermann (@rosana), em um papo animado via Twitter com o Nick Ellis (@NickEliis) e eu (@DeLuca), comentou sobre sua vontade de montar um mapa colaborativo de falhas do sinal 3G nas cidades brasileiras. “Seria um mapa do usuário que, afinal, paga e não tem [o serviço]“, escreveu Rosana.

Foi o que bastou para o Daniel Souza (@danielsouza) arregaçar as mangas e ressuscitar um antigo projeto – que é uma versão do Ushaihidi – para criar o mapa.

A troca de tweets que deu origem ao mapa também foi documentada pelo próprio Daniel, via Storify.

FALTA AGORA A SUA PARTICIPAÇÃO! Entre lá e nos ajude a traçar um retrato sem retoque das falhas do 3G no país. Você pode postar do seu celular com a tag #3gfail onde seu 3G não funciona, ou anotar e depois acessar https://3gfail.crowdmap.com para informar. Sua contribuição pode ser anônima! As informações relevantes são o local, o horário e a operadora da qual é cliente.

O mapa não tem dono. É de todos os usuários 3G deste país. USE e abuse, sempre que o seu celular mudar para EDGE!

Blogueiros e profissionais de imprensa, por favor, ajudem a espalhar a ideia!

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? NÚMEROS MÁGICOS – Para aqueles que adoram as estatísticas…
? R$ 12,557 bilhões foram arrecadados do Fust de 2001 a meados de 2012. Recursos que continuam sendo usados para o superávit primário, quando poderiam estar contribuindo para universalização da banda larga.
? Esta semana também ficamos sabendo que a Apple vendeu 84 milhões de iPads até junho deste ano. Só os 17 milhões de iPads vendidos entre abril e junho representaram 68% da quantidade total de tablets vendidos no mundo. ? A APP Store tem hoje em oferta mais de 700 mil APPs, 250 mil deles específicos para iPads. Cada usuário da APP Store tem, em média, 100 aplicativos baixados.
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A Apple vendeu 400 milhões de dispositivos IOS até Junho deste ano. Imaginem quantos podem ser iPods (que até hoje já vendeu 350 milhões de unidades, somando todos os modelos) e façam as contas de quantos são iPhones.

E para aqueles que vivem das projeções…
? Os analistas acreditam que a Apple poderá atingir a marca de 149 milhões de iPhones (de todos os modelos) vendidos até o fim do ano. O número é 60% maior que o registrado em 2011 (93 milhões).
?133 redes comerciais LTE estarão em operação até o fim deste ano. No Brasil, uma (veja o mapa abaixo)
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Segundo a 4G Americas,  100 operadoras já lançaram serviços comerciais com a tecnologia LTE em 49 países. Destas, 67 foram lançadas nos últimos 12 meses.

? WI-FI DIGITAL – No futuro, tudo o que tiver a capacidade de processar informações estará conectado à rede. Ao menos é assim que pensa a Intel. Que, por conta disso, decidiu investir no desenvolvimento de um radio Wi-Fi totalmente digital, apelidado de “Rádio da Lei de Moore”.

Segundo Justin Rattner, Chefe do Departamento de Tecnologia da Intel, o apelido vem do fato do rádio totalmente digital seguir a Lei de Moore ao escalar, em área e eficiência no consumo de energia, com a mais nova tecnologia tri-gate de 22nm da Intel. Sistemas system-on-chip para smartphones e tablets seriam os segmentos mais prováveis para terem os rádios totalmente digitais totalmente integrados.

O tamanho reduzido e o menor custo dos rádios digitais integrados permitirão uma série de novas aplicações, nas quais dispositivos portáteis e objetos com sensores poderão se comunicar entre si, trocando dados e podendo ser operados remotamente.

? WIGIG – Anote aí, é este o nome da próxima geração de  padrão wireless  que opera com comprimentos de onda milimétricos no espectro de rádio e oferece larguras de banda muito acima de 5 gigabits por segundo. A Intel tentou fazer uma demonstração do seu funcionamento esta semana, no IDF de São Francisco (veja o vídeo, em inglês).  Segundo a gigante dos microprocessadores, o padrão WiGig é um esforço de toda a indústria para consolidar inúmeras tecnologias wireless proprietárias de 60 GHz do atual padrão Wi-Fi.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Empresa que vende falhas de segurança é invadida por hackers

ExploitHub tem uma loja online que detalha vulnerabilidades, ou códigos de ataque que podem ser usados para tirar proveito de bugs

Um mercado online onde pesquisadores de segurança podem vender detalhes sobre erros que encontram em softwares teve seu sistema comprometido devido a um “descuido embaraçoso” que deixou seu servidor vulnerável.

A ExploitHub, com sede em Austin (Texas, EUA) tem uma loja online que detalha vulnerabilidades, ou códigos de ataque que podem ser usados para tirar proveito de falhas em softwares. Um grupo autointitulado “Inj3ct0r Team” afirmou ser responsável pelo ataque, disse a ExploitHub em um comunicado publicado na página do mercado no Facebook.

O Inj3ct0r Team, que também administra seu próprio mercado de vulnerabilidades e códigos de exploração, publicou descrições de alguns dos dados acessados em um site –  que incluía software de grandes empresas de TI como a Oracle, Adobe Systems, HP, Citrix e Trend Micro.

O grupo alegou que a informação vale mais de 240 mil dólares e que invadiu a ExploitHub como justificativa para mostrar que o mercado não era seguro.

O Inj3ct0r Team se aproveitou de “um script de instalação acessível, que foi deixado no sistema em vez de ser removido após a instalação, o que foi um descuido vergonhoso de nossa parte”, disse a ExploitHub. A falha permitiu ao grupo extrair as informações do banco de dados SQL do site.

A ExploitHub disse que tinha arquitetado seu servidor de aplicação web voltados para o público de forma a limitar os danos, caso fosse comprometido. “Por ser um alvo requisitado, o ExploitHub sofre ataques diários”, acrescentou.

A empresa disse ainda que os crackers só conseguiram acessar as informações que já estavam publicamente disponíveis para pesquisa, por meio do seu catálogo online. As informações incluíam vulnerabilidades, preços e os nomes dos pesquisadores, mas não continha qualquer outro código de exploração que poderia ser usado em ataques.

“Os dados de produtos são armazenado em outro lugar, e não há atualmente nenhuma evidência de que o local de armazenamento foi acessado por qualquer pessoa não autorizada ou que qualquer código de exploração ou outros dados de produto foram comprometidos ou roubados, como foi alegado,” ExploitHub disse. “No entanto, ainda estamos investigando.”

A ExploitHub não permite que vulnerabilidades 0-day sejam incluídas em seu mercado. Ataques 0-day são considerados o tipo mais perigoso, já que isso significa que a fabricante do software não corrigiu uma vulnerabilidade e ela está sendo ativamente usadas em ataques.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Falhas levam indústrias de TI a aumentar pedidos de desculpas em 2012

Empresas como Apple, Google, Microsoft, Cisco, Motorola e Amazon foram obrigadas a se retratar publicamente e lamentar prejuízos aos clientes por problemas em produtos e serviços.

12 de novembro de 2012 – 07h30

Os fornecedores são bombástico na apresentação de novidades ao mercado como os surpreendentes smartphones, serviços de computação em nuvem e equipamentos de rede capazes de fazer mágica. Mas quando algo não vai bem nem sempre os problemas são conhecidos.

Porém, este ano muitas das indústrias tiveram que se retratar publicamente e pedir desculpas aos clientes por falhas e prejuízos causados por suas tecnologias. A seguir você acompanha algumas situações em que gigantes como Apple, Microsoft, Google, Cisco tiveram que pedir desculpas ao mercado.

Apple – Mapas viram alvo de críticas 
A Apple não tem muito o hábito de pedir desculpas aos seus clientes ou comentar sobre assuntos polêmicos. Mas desde a chegada dos primeiros iPhones em 2007, a companhia tem sido obrigada a mudar o seu comportamento e se retratar várias vezes. A última vez, Tim Cook se justificar pela frustração dos usuários com o lançamento do serviços de mapas no iOS 6, apresentado em setembro.

“Na Apple, nós nos esforçamos para fazer produtos de classe mundial que ofereçam a melhor experiência aos nossos clientes. (…). Estamos extremamente tristes com a frustração que o produto causou aos clientes e estamos fazendo tudo que podemos para tornar o Maps melhor”, afirmou a companhia em comunicado.

Cisco – Confusão dos termos de serviço em nuvem
A Cisco foi obrigada a dar um passo atrás em seu serviço Cisco Cloud Connect, removendo-o como configuração padrão para a gestão dos roteadores Linksys EA Series após uma série de reclamações de clientes sobre atualizações de firmware automáticas e condições confusas de uso do serviço.

Quando a empresa colocou o serviço Cisco Connect Cloud no ar em julho, convidou os usuários de modelos avançados de roteadores Linksys para efetuar login no novo serviço. No entanto, os consumidores reclamaram que a atualização os obrigavam a migrar para o modelo baseado na nuvem.

Intrigados com as mudanças, os usuários leram os termos do serviço e constataram que a Cisco poderia coletar informações sobre o consumo de internet e que elas poderiam ser compartilhadas com terceiros. Muitos dos usuários disseram que cancelariam o serviço. Em comunicado, Cisco se desculpou repetidamente vezes e tentou extinguir preocupações dos clientes sobre privacidade e atualizações de firmware automáticas.

 “Acreditamos que a falta de clareza em nossos termos de serviço contribuiu para muitas das preocupações de nossos clientes, e pedimos desculpas pela confusão e inconveniência que isso causou”, escreveu Brett Wingo, vice-presidente e gerente-geral da Cisco Networking Home.

Motorola – Expõe dados sensíveis de clientes
A Motorola Mobility pediu desculpas aos clientes de tablets Xoom baseados Android por ter vendido os equipamentos recondicionados com dados sensíveis dos ex-proprietários. A fabricante informou que cerca de 100 de um lote de 6,2 mil tablets reciclados não tiveram os dados apagados antes da revenda. Os tablets foram revendidos pelo site Woot entre outubro e dezembro de 2011.

Os equipamentos continham fotos e informações pessoais como nomes de usuário, senhas para as mídias sociais, e-mail e outras contas, reconheceu a Motorola. A empresa emitiu um comunicado lamentando o inconveniente e se comprometeu adotar medidas para proteger os clientes afetados.

Google – Balanço antes da hora
O CEO do Google, Larry Page foi obrigado a pedir desculpas aos analistas pela empresa ter divulgado acidetalmente, em outubro, o balanço dos resultados do terceiro trimestre, antes do fechamento do pregão da Nasdaq, em Nova York.

Os documento não estavam concluídos e traziam inclusive uma anotação deixando espaço para as aspas de Page. O erro fez o Google solicitar a suspensão das negociações de suas ações naquela tarde.

Este ano, o Google já havia emitido um comunicado lamentando as interrupções do Gmail. Em abril, pediu desculpas pelo inconveniente e agradeceu aos usuários do serviço pela paciência e apoio. Informou que estava continuamente fazendo melhorias para aumentar a confiabilidade do Gmail, que está no topo das prioridades da companhia. No entanto, muitos dos 4,8 milhões de usuários do Gmail foram afetados por outra falha em junho.

Em julho, o Google se desculpar novamente por falhas do Google Talk.

Microsoft – Termo ofensivo em código de Linux
Além dos desafios com o desenvolvimento das novas versões de Office e Windows, a Microsoft tem dor de cabeça com outros produtos.

Desenvolvedores da companhias cometeram o deslize de usar o termo “big boobs”, ou “peitos grandes” para identificar um código que conecta o kernel do Linux com a produto de virtualização Hyper-V da companhia. A palavra ficou econdida, mas a brincadeira machista foi descoberta e gerou polêmica.

A Microsoft teve que pedir desculpas. Em nota, a companhia agradeceu à comunidade de desenvolvedores por ter reportado problema e retirou a ofensiva frase do código escrito por seus funcionários.

A gigante de software também se desculpou ao mercado pelas interrupções de seu serviço Azure. Em comunicado, a Microsoft prometeu fazer ajustes para prevenir falhas que possam prejudicar seus clientes.

Amazon – queda da nuvem
As pessoas tendem a perceber quando a nuvem da Amazon Web Service (AWS) entra em colapso. Muitas empresas de sites dependem da prestadora de serviços para operar e quando ficam fora do ar acabam pedindo desculpas aos seus clientes, tornando o problema público.

Foi isso o que aconteceu em outubro, quando a AWS sofreu sua terceira grande queda em dois anos, após a instalação de hardware novo e um de seus data center no Norte da Virginia (EUA). Sites como Reddit e Imgur deixaram de fazer transações, prejudicanto o atendimento a seus clientes. A AWS prometeu resolver o problema e incluir em seus contratos política sobre estrangulamento de tráfego.

A AWS também pediu desculpas, publicando nota no seu site de suporte aviso lamentando o inconveniente causado e afirmou que sabia que seus serviços eram críticos para os negócios dos clientes. A companhia informou que aprendeu com as falhas e prometeu investir mais na resiliência de seus serviços.

A AWS já tinha sido forçada a pedir desculpas publicamente em junho pela interrupção de seus serviços Elastic Compute Cloud, culpando a falta de energia causada pelas tempestades.

LinkedIn – Vazamento de passwords
Em junho, o LinkedIn alertou chamou a atenção dos membros para os cuidados com suas senhas. O aviso ocorreu após relatos de que cerca de 6,5 milhões de senhas foram atacadas e publicadas online em um fórum hacker russo.

O vazamento teria ocorrido, em parte, porque LinkedIn estava usando um algoritmo de hash fraco. Executivos da rede social pediram sinceras desculpas pelo inconveniente causado e solicitaram que os sócios alterassem suas senhas.

RIM – BlackBerry mudo
A Research in Motion (RIM) vem enfrentando um 2012 difícil. Além da queda de receita, a rede do BlackBerry ficou fora do ar por três horas em setembro na Europa e África. O problema afetou cerca de 6% dos clientes e levou o CEO Heins Thorsten CEO a se desculpar pelo impacto em sua qualidade do serviço.

Em comunicado, Thorsten prometeu melhorias de seus serviços para evitar que os usuários dos smartphone  fiquem sem rede.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Apple pede desculpas por falhas do iOS 6 e ganha elogios de analistas

Na última semana, o CEO Tim Cook publicou uma carta aberta em que até sugere serviços de rivais como Google, Microsoft e Nokia.

A atitude do CEO da Apple, Tim Cook, de se desculpar com os usuários pelas falhas dos Mapas do iOS 6 e até sugerir serviços rivais recebeu elogios de diversos analistas de mercado.

“A carta de Cook é conveniente, significativa, e bem-feita”, afirmou o consultor em relações-públicas Jonathan Rick, para quem as declarações cobrem todas as bases importante. “Ele (Cook) reconhece o problema; expressa arrependimento; não inventa desculpas; oferece alternativas; oferece estatísticas para disfarçar um pouco as más notícias; e promete melhorar a situação.”

Na última sexta, 28/9, Cook publicou uma carta aberta no site da Apple em que se dizia “extremamente triste pela frustração” que o novo app do Mapas causou aos usuários e prometeu soluções. Além disso, o executivo sugeriu que os donos de aparelhos iOS utilizem serviços de rivais como Google, Microsoft e Nokia enquanto a Apple não melhora seu aplicativo de mapeamento.

Apesar de elogiada, a atitude de Cook não é uma novidade na Apple. Seu antecessor Steve Jobs já havia feito a mesma coisa em outras ocasiões, como em 2007 após a empresa baixar o preço do iPhone pouco depois do lançamento.

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Novos Apple Maps foram alvo das maiores críticas no iOS 6

“Penso que a carta de Cook é mais humilde do que as cartas de Jobs”, afirmou o analista da consultoria Technology Business Research, Ezra Gottheil. “Jobs costumava abrandar as circunstâncias e iniciava as cartas falando da superioridade da Apple de forma geral. Apesar  de geralmente correta e de acordo com os fatos, elas (as cartas) geralmente diminuíam a sinceridade da companhia.”

Já outros analistas concordam que a carta foi correta, mas condenam o lançamento do Mapas no iOS 6 em primeiro lugar – o serviço marca a ruptura da Apple com o Google Maps. 

“É um bom movimento da Apple reconhecer a baixa qualidade do Apple Maps, mas eles nunca deveriam ter lançado o serviço pra começo de conversa”, afirmou o analista da consultoria Moor Insights & Strategy, Patrick Moorhead. Para ele, “a Apple devia ter chamado o serviço de beta, trabalhado para melhorá-lo, e então lançá-lo novamente quando fosse algo de qualidade.”

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Publicado por em 7 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Mais da metade dos smartphones Android tem falhas de segurança

De acordo com pesquisa de empresa em mais de 20 mil aparelhos, bugs podem ser explorados por apps maliciosos

14 de setembro de 2012 – 18h30

Mais de metade dos dispositivos Android são vulneráveis ??a falhas de segurança que podem ser exploradas por aplicativos maliciosos para ter acesso completo ao sistema operacional e os dados pessoais. O alerta é da empresa de segurança Mobile Security Duo.

A conclusão é baseada em exames realizados usando o X-Ray, app gratuito desenvolvido pela Duo. A ferramenta checa os dispositivos em busca vulnerabilidades conhecidas nas várias versões do sistema operacional móvel.

“Desde que lançamos o X-Ray, já coletamos os resultados de mais de 20 mil dispositivos Android em todo o mundo”, disse o pesquisador de segurança Jon Oberheide, co-fundador e CTO da Duo, no blog da empresa.

Falhas que permitem aumentar o privilégio podem ser exploradas até pelos usuários, a fim de obter acesso de administrador (root) em seus dispositivos e, por exemplo, substituir o firmware fornecido pelo fabricante com um customizado. No entanto, elas também podem ser exploradas por malwares para fins maliciosos.

“Desde o lançamento da nossa solução de segurança móvel, exploits desse tipo foram algumas das ameaças mais freqüentemente encontrados”, disse Bogdan Botezatu, analista-sênior da BitDefender.

Por exemplo, durante o primeiro trimestre de 2012, entre as 10 principais ameaças detectadas para Android estavam os exploit-root “Rage Against The Cage, “GingerBreak”, “Exploid” e “Asroot”, Botezatu disse.

Estimativa conservadora
De acordo com ele, o índice de 50% é, na verdade, uma estimativa bastante conservadora, disse Oberheide. “Sim, é um número assustador, mas exemplifica como os patches são importantes para a segurança móvel e quão mal a indústria (operadores, fabricantes de dispositivos etc) tem se comportado até agora.”

A implantação lenta de patches de segurança para dispositivos Android é um problema conhecido há anos. Fabricantes param de oferecer atualizações para alguns modelos muito rapidamente, e mesmo quando o fazem, algumas operadoras não o oferecem.

“No ecossistema Microsoft, os usuários sabem que os patches são fornecidos por um bom tempo, tal como aconteceu com o Windows XP”, Botezatu disse. “As operadoras, por outro lado, vêem o dispositivo móvel, bem como o sistema operacional, como um item que rapidamente sai de moda e com vida útil mais curta que os desktops ou notebooks.”

“Embora seja bem conhecido na comunidade de segurança que a lentidão dos patches de segurança em dispositivos móveis é um problema sério, queríamos dar maior visibilidade para a questão”, disse Oberheide.

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Publicado por em 11 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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iTorpedos: ajude a mapear as falhas da conexão 3G no Brasil

Publicada em 15/09/2012 14:45

? #3GFAIL – Depois do lançamento do iPhone 5, o assunto mais discutido da semana foi a carência de boas conexões 3G no país. No bojo da incompatibilidade do suporte LTE do novo smartphone da Apple com as frequências destinadas ao 4G no Brasil, muitos internautas começaram a queixar-se da má qualidade do sinal 3G. A certa altura, a jornalista Rosana Hermann (@rosana), em um papo animado via Twitter com o Nick Ellis (@NickEliis) e eu (@DeLuca), comentou sobre sua vontade de montar um mapa colaborativo de falhas do sinal 3G nas cidades brasileiras. “Seria um mapa do usuário que, afinal, paga e não tem [o serviço]“, escreveu Rosana.

Foi o que bastou para o Daniel Souza (@danielsouza) arregaçar as mangas e ressuscitar um antigo projeto – que é uma versão do Ushaihidi – para criar o mapa.

A troca de tweets que deu origem ao mapa também foi documentada pelo próprio Daniel, via Storify.

FALTA AGORA A SUA PARTICIPAÇÃO! Entre lá e nos ajude a traçar um retrato sem retoque das falhas do 3G no país. Você pode postar do seu celular com a tag #3gfail onde seu 3G não funciona, ou anotar e depois acessar https://3gfail.crowdmap.com para informar. Sua contribuição pode ser anônima! As informações relevantes são o local, o horário e a operadora da qual é cliente.

O mapa não tem dono. É de todos os usuários 3G deste país. USE e abuse, sempre que o seu celular mudar para EDGE!

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? NÚMEROS MÁGICOS – Para aqueles que adoram as estatísticas…
? R$ 12,557 bilhões foram arrecadados do Fust de 2001 a meados de 2012. Recursos que continuam sendo usados para o superávit primário, quando poderiam estar contribuindo para universalização da banda larga.
? Esta semana também ficamos sabendo que a Apple vendeu 84 milhões de iPads até junho deste ano. Só os 17 milhões de iPads vendidos entre abril e junho representaram 68% da quantidade total de tablets vendidos no mundo. ? A APP Store tem hoje em oferta mais de 700 mil APPs, 250 mil deles específicos para iPads. Cada usuário da APP Store tem, em média, 100 aplicativos baixados.
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A Apple vendeu 400 milhões de dispositivos IOS até Junho deste ano. Imaginem quantos podem ser iPods (que até hoje já vendeu 350 milhões de unidades, somando todos os modelos) e façam as contas de quantos são iPhones.

E para aqueles que vivem das projeções…
? Os analistas acreditam que a Apple poderá atingir a marca de 149 milhões de iPhones (de todos os modelos) vendidos até o fim do ano. O número é 60% maior que o registrado em 2011 (93 milhões).
?133 redes comerciais LTE estarão em operação até o fim deste ano. No Brasil, uma (veja o mapa abaixo)
Screen Shot 2012-09-15 at 2.30.47 PM

Segundo a 4G Americas,  100 operadoras já lançaram serviços comerciais com a tecnologia LTE em 49 países. Destas, 67 foram lançadas nos últimos 12 meses.

? WI-FI DIGITAL – No futuro, tudo o que tiver a capacidade de processar informações estará conectado à rede. Ao menos é assim que pensa a Intel. Que, por conta disso, decidiu investir no desenvolvimento de um radio Wi-Fi totalmente digital, apelidado de “Rádio da Lei de Moore”.

Segundo Justin Rattner, Chefe do Departamento de Tecnologia da Intel, o apelido vem do fato do rádio totalmente digital seguir a Lei de Moore ao escalar, em área e eficiência no consumo de energia, com a mais nova tecnologia tri-gate de 22nm da Intel. Sistemas system-on-chip para smartphones e tablets seriam os segmentos mais prováveis para terem os rádios totalmente digitais totalmente integrados.

O tamanho reduzido e o menor custo dos rádios digitais integrados permitirão uma série de novas aplicações, nas quais dispositivos portáteis e objetos com sensores poderão se comunicar entre si, trocando dados e podendo ser operados remotamente.

? WIGIG – Anote aí, é este o nome da próxima geração de  padrão wireless  que opera com comprimentos de onda milimétricos no espectro de rádio e oferece larguras de banda muito acima de 5 gigabits por segundo. A Intel tentou fazer uma demonstração do seu funcionamento esta semana, no IDF de São Francisco (veja o vídeo, em inglês).  Segundo a gigante dos microprocessadores, o padrão WiGig é um esforço de toda a indústria para consolidar inúmeras tecnologias wireless proprietárias de 60 GHz do atual padrão Wi-Fi.

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