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Celulares podem falhar no Itaquerão e Arena da Baixada, dizem empresas

A instalação dos equipamentos para reforçar o sinal de celular dentro dos estádios do Corinthians, em São Paulo, palco da abertura da Copa do Mundo, e do Atlético Paranaense, em Curitiba, pode não ficar pronta até a data dos jogos, admitiu nesta segunda-feira (17) o diretor-executivo do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas de telefonia, Eduardo Levy. Segundo ele, por conta disso, os torcedores podem enfrentar falhas nas tentativas de chamadas e de acesso à internet móvel nesses locais.

Nesta segunda, o SindiTelebrasil anunciou que fechou acordo com Corinthians e Atlético-PR para a instalação da chamada “cobertura indoor”. Dos 12 estádios que vão receber jogos durante a competição, apenas nesses dois ainda não havia entendimento, o que impedia o início da obra.

Com isso, as empresas de telefonia terão menos de 100 dias para fazer a implantação dos equipamentos, entre eles centenas de pequenas antenas que ficam espalhadas pelo estádio, além de uma rede de cabos de fibra óptica. De acordo com o SindTelebrasil, entidade que representa as operadoras, o prazo médio para a instalação dessa cobertura é de 150 dias.

“Há o risco de [os equipamentos] não estarem 100% prontos e testados [nos dois estádios até a data dos jogos]”, disse Levy ao G1. “Pode haver falha e congestionamento [de chamadas e envio de dados pela internet]”, completou ele.

Levy diz que a falta de tempo pode fazer com que parte das antenas não seja colocada ou, então, que não seja possível passar os cabos por alguns pontos dentro dos estádios. Se houvesse tempo suficiente, continuou ele, cada arena receberia cerca de 300 antenas para reforçar o sinal de telefonia.

Nos estádios de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, que receberam jogos da Copa das Confederações no ano passado, a cobertura está em fase de ajustes finais, segundo o SindiTelebrasil.

Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, as obras começaram mais tarde, no final de 2013, mas, segundo a entidade, vão ficar prontas até a Copa.

Impasse
A demora no acordo do SindiTelebrasil com Corinthians e Atlético-PR ocorreu por falta de entendimento quanto ao valor do aluguel que as empresas de telefonia têm que pagar pela sala que vão ocupar dentro dos estádios com seus equipamentos. A entidade não informou os termos do acordo com os dois clubes.

O SindiTelebrasil estima que serão investidos cerca de R$ 200 milhões para garantir aos clientes das operadoras acesso aos serviços de telefonia e internet móvel dentro dos 12 estádios que vão receber jogos da Copa.

Esse dinheiro será aplicado, por exemplo, na instalação de antenas dentro das arenas, que vão levar sinal até telefones e tablets além de captar chamadas ou dados enviados pelos usuário. Nos seis estádios da Copa das Confederações, no ano passado, haviam 767 dessas antenas.

As informações captadas pelas antenas, nas arquibancadas, camarotes e até nos vestiários, são levadas por cabos de fibra óptica até esta sala onde fica um equipamento que identifica e separa o tráfego de cada uma das cinco operadoras – Vivo, TIM, Claro, Nextel e Oi. Dali os dados são enviados para fora do estádio, para a rede de cada uma das empresas.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Muitos dos novos domínios na Internet vão falhar, dizem analistas

Enquanto alguns domínios primários, como .pharmacy, apresentam benefícios óbvios, outros não têm modelos de negócio óbvios

Várias questões permanecem após a ICANN revelar a lista com os 1,93 mil pedidos de novos domínios genéricos de alto nível (gTLD) nesta semana.

Enquanto alguns dos novos gTLDs resultarão em negócios bem sucedidos, muitos outros não, dizem analistas. Como a ICANN começa a avaliar os pedidos a partir 12 de julho, haverá perguntas sobre os planos de negócios de alguns candidatos, bem como sobre a capacidade técnica para operar um novo domínio.

O processo de requisição “quase parecia uma corrida do ouro”, disse Richard Stockton, advogado da Banner e Witcoff, especializado em propriedade intelectual.

Alguns dos novos gTLDs terão benefícios. O .pharmacy, por exemplo, poderia ajudar a eliminar a venda de drogas falsas – mas outros não têm modelos de negócios óbvios, diz Erin Hennessy, da Bracewell e Giuliani.

Por outro lado,. biz e. info, lançados em meados de 2001 “nunca pegaram”, disse ela. Há cerca de 2,2 milhões de domínios secundários .biz e 6,5 milhões em .info.

“Agora estamos adicionando .inc e .llc“, diz Hennessy. “Não tenho certeza se são tão diferentes de biz e info. Eu me pergunto como realmente vão ser usados.”

Hennessy questiona se as empresas vão fazer algo substancialmente diferente com os novos gTLDs que não fazem com seus sites .com.

Planos inovadores
O analista da Forrester Research Jeff Ernst, porém, espera alguns planos de negócio inovadores. “Mas vai levar algum tempo”, disse. Ainda assim, ele espera que alguns gTLDs falem. “Eles provavelmente terão a mesma taxa de sucesso como qualquer novo empreendimento”, prevê. “Um certo número irá falhar porque o mercado interpretou mal, ou não conseguiu apoio suficiente.”

Muitas empresas se inscreveram para dezenas de gTLDs, a startup Donuts para mais de 300, e essas empresas parece estar apostando na força dos números.

“Para eles, se três de 10 forem bem sucedidos, outros três empatarem, e outros quatro não derem certo, compensa”, disse Ernst.

Candidatos a um registro aberto como .food vão ter um monte de competição, Ernst disse. Mas os novos gTLDs podem não precisar de “volumes enormes” como há no .com para ter sucesso.”Só têm de ter um fluxo de renda suficiente de uma comunidade em torno deste termo de nicho”, afirma.

Ernst minimizou preocupações de que alguns candidatos não terão a capacidade técnica para executar um registro. A ICANN irá fazer o trabalho de limpeza, diz.

Outros candidatos sem experiência provavelmente farão parcerias com  operadores de registro como VeriSign e Neustar, disse. 

“Qualquer pessoa com alguma inteligência vai usar um terceiro prestador de serviço de registro, para gerenciar toda a infraestrutura de tecnologia”, acrescentou.

Compradores de domínios nas novas gTLDs terão de avaliar os operadores e decidir se vale investir dinheiro em sites neles, Ernst disse.

Disputa apertada
No curto prazo, uma outra questão a observar é a competição pelos gTLDs. A ICANN anunciou que existem pelo menos dois candidatos para 231 termos. Por exemplo, .app tem 13 candidatos, incluindo Amazon.com e Google, .house tem 11 candidatos, e. art tem 10.

Há também múltiplos requerentes para .book, .llc., .inc, .music, .baby e vários outros. Google e Amazon estão competindo em 21 termos, como .game, .movie, .shop e .search.

Haverá um monte de negociações entre os candidatos conforme o processo de avaliação da ICANN se desenrola ao longo dos próximos meses. Alguns podem concordar em desistir de um domínio em troca de outro.

As negociações podem gerar “muita intriga e talvez algumas brigas judiciais entre os concorrentes”, disse DelBianco.

Em última análise, esses gTLDs podem ser leiloados se os requerentes não chegarem a acordos. “A ICANN adoraria ter a Amazon e o Google dando lances cada vez maiores”, acrescentou Stockton.

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Publicado por em 5 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Muitos dos novos domínios na Internet vão falhar, dizem analistas

Enquanto alguns domínios primários, como .pharmacy, apresentam benefícios óbvios, outros não têm modelos de negócio óbvios

Várias questões permanecem após a ICANN revelar a lista com os 1,93 mil pedidos de novos domínios genéricos de alto nível (gTLD) nesta semana.

Enquanto alguns dos novos gTLDs resultarão em negócios bem sucedidos, muitos outros não, dizem analistas. Como a ICANN começa a avaliar os pedidos a partir 12 de julho, haverá perguntas sobre os planos de negócios de alguns candidatos, bem como sobre a capacidade técnica para operar um novo domínio.

O processo de requisição “quase parecia uma corrida do ouro”, disse Richard Stockton, advogado da Banner e Witcoff, especializado em propriedade intelectual.

Alguns dos novos gTLDs terão benefícios. O .pharmacy, por exemplo, poderia ajudar a eliminar a venda de drogas falsas – mas outros não têm modelos de negócios óbvios, diz Erin Hennessy, da Bracewell e Giuliani.

Por outro lado,. biz e. info, lançados em meados de 2001 “nunca pegaram”, disse ela. Há cerca de 2,2 milhões de domínios secundários .biz e 6,5 milhões em .info.

“Agora estamos adicionando .inc e .llc“, diz Hennessy. “Não tenho certeza se são tão diferentes de biz e info. Eu me pergunto como realmente vão ser usados.”

Hennessy questiona se as empresas vão fazer algo substancialmente diferente com os novos gTLDs que não fazem com seus sites .com.

Planos inovadores
O analista da Forrester Research Jeff Ernst, porém, espera alguns planos de negócio inovadores. “Mas vai levar algum tempo”, disse. Ainda assim, ele espera que alguns gTLDs falem. “Eles provavelmente terão a mesma taxa de sucesso como qualquer novo empreendimento”, prevê. “Um certo número irá falhar porque o mercado interpretou mal, ou não conseguiu apoio suficiente.”

Muitas empresas se inscreveram para dezenas de gTLDs, a startup Donuts para mais de 300, e essas empresas parece estar apostando na força dos números.

“Para eles, se três de 10 forem bem sucedidos, outros três empatarem, e outros quatro não derem certo, compensa”, disse Ernst.

Candidatos a um registro aberto como .food vão ter um monte de competição, Ernst disse. Mas os novos gTLDs podem não precisar de “volumes enormes” como há no .com para ter sucesso.”Só têm de ter um fluxo de renda suficiente de uma comunidade em torno deste termo de nicho”, afirma.

Ernst minimizou preocupações de que alguns candidatos não terão a capacidade técnica para executar um registro. A ICANN irá fazer o trabalho de limpeza, diz.

Outros candidatos sem experiência provavelmente farão parcerias com  operadores de registro como VeriSign e Neustar, disse. 

“Qualquer pessoa com alguma inteligência vai usar um terceiro prestador de serviço de registro, para gerenciar toda a infraestrutura de tecnologia”, acrescentou.

Compradores de domínios nas novas gTLDs terão de avaliar os operadores e decidir se vale investir dinheiro em sites neles, Ernst disse.

Disputa apertada
No curto prazo, uma outra questão a observar é a competição pelos gTLDs. A ICANN anunciou que existem pelo menos dois candidatos para 231 termos. Por exemplo, .app tem 13 candidatos, incluindo Amazon.com e Google, .house tem 11 candidatos, e. art tem 10.

Há também múltiplos requerentes para .book, .llc., .inc, .music, .baby e vários outros. Google e Amazon estão competindo em 21 termos, como .game, .movie, .shop e .search.

Haverá um monte de negociações entre os candidatos conforme o processo de avaliação da ICANN se desenrola ao longo dos próximos meses. Alguns podem concordar em desistir de um domínio em troca de outro.

As negociações podem gerar “muita intriga e talvez algumas brigas judiciais entre os concorrentes”, disse DelBianco.

Em última análise, esses gTLDs podem ser leiloados se os requerentes não chegarem a acordos. “A ICANN adoraria ter a Amazon e o Google dando lances cada vez maiores”, acrescentou Stockton.

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Publicado por em 5 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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