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Tempo do Brasil no Facebook é maior que de México e Argentina na internet

Conheça os tipos de amigos mais excluídos no Facebook (Foto: Reuters)Brasileiro gasta mais tempo no Facebook do que mexicanos e argentinos passam navegando na internet durante o mês (Foto: Reuters)

Os brasileiros gastam mais tempo no Facebook do que o período que mexicanos e argentinos passam navegando na internet por dia, de acordo com um estudo da consultoria comScore.

Composto por dados de fevereiro, o relatório “2014 Brazil Digital Future in Focus” mostra que os brasileiros passam 46 minutos na rede social por dia, enquanto os internautas do México e Argentina juntos somam 44,7 minutos na rede. Por mês, os brasileiros passam 12,9 horas curtindo e compartilhando postagens de seus amigos em redes sociais, mais do que o dobro do período médio do resto do mundo, de 5,7 horas.

Rede social LinkedIn tem 135 milhões de usuários no mundo (Foto: Divulgação)Rede social LinkedIn tem 135 milhões de usuários
no mundo (Foto: Divulgação)

O Facebook continua a ser o maior site do gênero no país. Mas houve uma dança das cadeiras nas posições subsequentes. O Twitter perdeu o posto de segunda rede social mais utilizada pelos brasileiros para o LinkedIn.

A rede social de contatos profissionais possui 11,8 milhões de visitas únicas. O número é suficiente para desbancar o Twitter, que possui 11,3 milhões. O Facebook ainda é de longe a maior mídia social do país, com 65,9 milhões de visitantes únicos. Completam a lista o Tumblr, do Yahoo, com 7,9 milhões, Ask.fm (5 milhões), Orkut, do Google (4,8 milhões), Badoo (3,1 milhões) e Yahoo Profile (2,7 milhões).

Segundo a comScore, os jovens se concentram no site de perguntas e respostas Aks.fm. A média de idade dos usuários do serviço é a menor de todas, de 21 anos. A do Yahoo Profile é a maior, de 38anos. As outras são: Facebook (30,2 anos), LinkdedIn (32,9 anos), Twitter (27 anos), Tumblr (24,8 anos), Orkut (30,4 anos) e Badoo (34,7 anos).

Quando a análise é feita sobre a dedicação despendida a sites desse gênero, a predominância do site de Mark Zuckerberg é enorme. Do tempo usado para navegar em redes social, 97,8% é gasto checando as atualizações, fotos dos amigos e outras postagens no Facebook. O Twitter fica com 0,7% do tempo com mídias sociais, o Tumblr, com 0,6%, o Ask.fm, com 0,5%, o Orkut, com 0,3%, e o LinkedIn, com 0,2%.

Tempo on-line
O maior tempo gasto em redes sociais ocorre porque os internautas brasileiros passam mais tempo na rede. Enquanto a média ao redor do mundo é passar 22,7 horas por mês conectado, no Brasil, o comum é acessar a rede mensalmente por 29,7 horas.

Além de passar muito tempo com os olhos grudados em computadores, tablets e smartphones, o brasileiro compõe um batalhão de internautas. O país possui a quinta maior audiência on-line, com 68 milhões de visitantes únicos, o que representa 40% de toda a população conectada na América Latina. China, EUA, Índia e Japão são, nessa ordem, os quatro maiores países on-line. Rússia, Alemanha, França, Reino Unido e Itália completam o top 10.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tailândia vai pedir cooperação de Google e Facebook em censura

A junta militar da Tailândia enviará representantes a Cingapura e ao Japão nos próximos dias para buscar maior censura de redes sociais do Facebook, do Google e do serviço de mensagens Line, disse um porta-voz do governo nesta quinta-feira (29).

Os militares buscam abafar as críticas à medida que consolidam o poder após a deposição do governo em 22 de maio, prendendo políticos e restringindo a imprensa.

Mas autoridades têm sofrido para controlar a atividade online, onde usuários vêm utilizando redes sociais para organizar protestos e expressar oposição ao golpe de Estado. A junta alertou para a propagação em mídias sociais do que considera ser material provocativo, e pediu que provedores de serviços ajudem a apertar a censura.

“Queremos falar com eles informalmente”, disse Pisit Pao-In, conselheiro do secretário permanente do ministério de Tecnologia da Informação e Comunicação da Tailândia, em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira. “Não pediremos a eles que instalem nenhum software adicional. Apenas pedimos que nos ajudem a filtrar conteúdo”.

Autoridades teriam que viajar para outros países, considerando que as três empresas não possuem representação na Tailândia, disse ele após uma reunião, em Bangcoc, com provedores de serviços de Internet.

O ministério pediu que esses provedores bloqueassem websites uma hora, após receberem pedido do governo para que sejam desativados, disse uma fonte que estava na reunião, pedindo para não ser identificada.

Após o golpe, o ministério estabeleceu uma comissão para monitorar websites e bloquear conteúdo que ofenda regras militares ou as rígidas leis do país contra ofensas à monarquia.

Mais de 100 sites foram bloqueados desde o golpe, disse Pisit.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tailândia bloqueia Facebook para evitar críticas sobre golpe

O Ministério da Tecnologia da Informação da Tailândia bloqueou nesta quarta-feira (28) o acesso ao Facebook no país, e informou que planeja conversar com outras redes sociais para evitar protestos contra o golpe no país, informou um oficial da pasta.

“Nós bloqueamos temporariamente o Facebook e amanhã vamos marcar uma reunião com outras redes sociais, como Twitter e Instagram, para pedir cooperação”, disse Surachai Srisaracam, secretário do ministério, à Reuters.

“Está em andamento agora uma campanha para incentivar as pessoas a realizar protestos contra o Exército, por isso precisamos pedir cooperação da mídia social para nos ajudar a deter a disseminação de mensagens críticas ao golpe”, disse ele.

A mídia impressa e televisiva já foi instruída a se abster de críticas ao novo governo e ao golpe ocorrido no dia 22 de maio.

Em Bangcoc, alguns usuários da rede social relataram conseguir acessar normalmente o Facebook, enquanto outros tiveram o acesso bloqueado.

A junta militar que governa a Tailândia também bloqueou 219 sites sob a alegação de que os portais são uma ameaça para a segurança nacional.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tailândia bloqueia Facebook para evitar críticas sobre golpe

O Ministério da Tecnologia da Informação da Tailândia bloqueou nesta quarta-feira (28) o acesso ao Facebook no país, e informou que planeja conversar com outras redes sociais para evitar protestos contra o golpe no país, informou um oficial da pasta.

“Nós bloqueamos temporariamente o Facebook e amanhã vamos marcar uma reunião com outras redes sociais, como Twitter e Instagram, para pedir cooperação”, disse Surachai Srisaracam, secretário do ministério, à Reuters.

“Está em andamento agora uma campanha para incentivar as pessoas a realizar protestos contra o Exército, por isso precisamos pedir cooperação da mídia social para nos ajudar a deter a disseminação de mensagens críticas ao golpe”, disse ele.

A mídia impressa e televisiva já foi instruída a se abster de críticas ao novo governo e ao golpe ocorrido no dia 22 de maio.

Em Bangcoc, alguns usuários da rede social relataram conseguir acessar normalmente o Facebook, enquanto outros tiveram o acesso bloqueado.

A junta militar que governa a Tailândia também bloqueou 219 sites sob a alegação de que os portais são uma ameaça para a segurança nacional.

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Publicado por em 29 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook altera privacidade e posts são divulgados apenas para amigos

O Facebook alterou sua configuração padrão de privacidade, limitando a audiência dos primeiros posts de novos usuários para “apenas para amigos”, em uma reversão de uma característica que, segundo críticos, fazia com que as pessoas compartilhassem mais informação pessoal que o desejado.

A companhia disse nesta quinta-feira (22) que a atualização de status que novos usuários publicam será agora visível apenas para amigos na configuração padrão, em vez de ser vista pelo público geral como anteriormente. Os usuários vão continuar podendo customizar suas configurações para que as atualizações sejam vistas por uma grande ou pequena audiência.

A mudança na configuração padrão, implementada pelo Facebook de forma silenciosa algumas semanas atrás, é resultado das respostas de usuários, disse o diretor de produto da empresa, Mike Nowak, em entrevista à Reuters.

“Algumas vezes as pessoas sentiram que estavam sendo surpreendidas de forma desagradável com o fato de que suas informações estavam se tornando mais públicas do que esperavam ou pretendiam”, disse. “A resposta que recebemos é que compartilhar demais é pior que de menos.”

A iniciativa reflete uma mudança de estratégia do Facebook sobre como lida com informação que as pessoas compartilham em sua rede social de 1,28 bilhão de usuários.

Em 2009, o Facebook introduziu um atributo que permitia que usuários compartilhassem posts para além de seu círculo de amigos. Quando novos usuários entravam no Facebook, suas atualizações de status eram automaticamente compartilhadas com o público em geral, a menos que os usuários alterassem manualmente as configurações.

A reversão desta quinta-feira ocorre enquanto usuários de internet parecem interessados em limitar quem vê suas atividades online. Aplicativos móveis como Snapchat e Whisper oferecem anonimato, o que se tornou popular entre muitos usuários. Em fevereiro, o Facebook anunciou planos de adquirir o WhatsApp, um aplicativo de mensagens instantâneas, por 19 bilhões de dólares.

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Publicado por em 27 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook vai mostrar fotos de torcedores em telões do Maracanã

Um dos painéis eletrônicos do estádio do Maracanã. (Foto: Reprodução/Facebook)Um dos painéis eletrônicos do estádio do Maracanã. (Foto: Reprodução/Facebook)

Os torcedores poderão ter suas mensagens e fotos que forem postadas em redes sociais exibidas nos telões no estádio do Maracanã durante o clássico Flamengo x Fluminense, que acontece neste domingo (11).

Mulheres posam no São Paulo Fashion Week em frente ao 'Instastop', máquina utilizada para captar selfies e postar no Instagram. (Foto: Divulgação/Facebook)Mulheres posam no São Paulo Fashion Week em
frente ao ‘Instastop’, máquina utilizada para captar
selfies e postar no Instagram. (Foto: Divulgação/
Facebook)

As imagens serão mostradas pelos telões todas as vezes que os fãs de futebol as compartilharem no Facebook ou no Instagram usando a hashtag #tonomaraca.

Até os jogadores entrarão na brincadeira. Nos bastidores do estádio serão instaladas três “instastops”, equipamentos prontos para captar selfies e postar na rede social de fotos.

A engenhoca consiste em um tablet posicionado em um pedestal para que as pessoas tirem fotos e possam postá-la no Instagram.

O Facebook já levou os “instastops” ao São Paulo Fashion Week e ao Fashion Rio.

A ação é fruto de uma parceria entre Facebook e a administração do Maracanã. Segundo a rede social, é a primeira vez que um estádio brasileiro mostrará imagens de internautas em seu sistema interno de imagens.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Em protesto por liberdade, iranianas mostram o cabelo no Facebook

AppId is over the quota
AppId is over the quota

Dezenas de mulheres iranianas passaram a publicar em uma página do Facebook fotos suas ao ar livre sem o véu islâmico, obrigatório no país, em uma campanha em que exigem liberdade para escolher o que usam.

Traduzido do farsi, a página se chama “Liberdade furtiva às mulheres no Irã”, com o slogan “Desfrute do vento em seu cabelo”. A página diz não estar filiada a grupos políticos. Somente nos primeiros quatro dias, a iniciativa recebeu mais de 30 mil “curtidas” e é objeto de milhares de conversas na rede social.

Foto publicada em página no Facebook mostra mulher iraniana com os cabelos expostos, o que é proibido no país. ‘Após ficar alguns anos longe de meu país, eu pisei em suas vastas planícies novamente, esperando pelo dia em que todas as mulheres de meu país possam sentir a liberdade com seus corpos e suas almas’, diz a descrição da imagem (Foto: Reprodução/Facebook/Stealthy Freedoms of Iranian women)Foto publicada em página no Facebook mostra mulher iraniana com os cabelos expostos, o que é proibido no país. ‘Após ficar alguns anos longe de meu país, eu pisei em suas vastas planícies novamente, esperando pelo dia em que todas as mulheres de meu país possam sentir a liberdade com seus corpos e suas almas’, diz a descrição da imagem (Foto: Reprodução/Facebook/Stealthy Freedoms of Iranian women)

“A iniciativa reflete as preocupações das mulheres iranianas que enfrentam restrições legais e sociais”, diz a apresentação da página.

“Todas as fotos e legendas postadas foram enviadas por mulheres de todo o Irã e este é um site dedicado às mulheres iranianas no interior do país que querem compartilhar suas selfies ‘furtivas’ sem o véu”, segue a apresentação, que convida às mulheres a enviarem fotos, mas pede cautela.

Nas imagens, algumas posam de óculos escuros ou em posições em que não seja possível ser reconhecida, mas muitas também aparecem de frente e tiram o véu em lugares públicos claramente iranianos para mostrar e divulgar esse instante de liberdade.

A página foi criada pela jornalista e escritora iraniana Masih Alinejad, exilada em Londres e conhecida crítica do regime iraniano.

Até agora, a maioria dos comentários é positivo. Neles, as mulheres destacam a pequena felicidade que representa deixar o vento acariciar o cabelo.

“Que lindo que seu cabelo possa dançar no ar”, diz uma jovem.

A maioria dos homens que comentam também apoia. Os que não o fazem recebem reprimendas.

Diante de um comentário masculino que afirma que tirar o véu não significa liberdade, uma chuva de críticas sugere que se ponha no lugar das mulheres e suporte ter a cabeça coberta quando chove, no calor, praticando esporte e, inclusive, tomando banho de mar com sua própria família.

“O véu não é muito importante. O importante é que estou me afogando, não posso falar, quero liberdade de expressão neste país”, se queixa uma jovem.

Uma mulher mais velha comemora ao ver as imagens de mulheres com o cabelo solto, e diz esperançosa: “Que isso possa ser o começo de uma época de liberdade que minha filha possa desfrutar”.

A página foi criada pela jornalista e escritora iraniana Masih Alinejad, exilada em Londres e conhecida crítica do regime iraniano. (Foto: Reprodução/Facebook/Stealthy Freedoms of Iranian women)A página foi criada pela jornalista e escritora iraniana Masih Alinejad, exilada em Londres e conhecida crítica do regime iraniano. (Foto: Reprodução/Facebook/Stealthy Freedoms of Iranian women)

“Espero que os homens aguentem”, declara um garoto, ao que uma mulher responde rapidamente perguntando se “Por acaso os homens iranianos são tão frágeis que não podem aguentar ver o cabelo de uma mulher?” e alfineta: “É bom irem se acostumando aos poucos”.

A abertura da página no Facebook, rede social que é vetada no Irã, mas que milhões de iranianos acessam a partir de programas, coincide com o aumento das reivindicações dos grupos mais radicais para que a vestimenta islâmica seja respeitada.

A cada ano, no início da primavera, muitas mulheres, principalmente as mais jovens, relaxam na interpretação do rigoroso código estético imposto pela lei e cortam a manga das roupas ou vestem peças mais soltas e ligeiramente transparentes, o que deixa os mais religiosos indignados.

Nesta semana, centenas de pessoas se manifestaram perante o Ministério do Interior exigindo mais medidas para que a lei islâmica seja respeitada, com a maioria das participantes mulheres cobertas da cabeça aos pés com o tradicional chador preto. Rapidamente, a página do Facebook recebeu críticas dos setores mais conservadores.

A agência de notícias “Fars” publicou recentemente um artigo no qual tachava Masih Alinejad de “antirrevolucionária que escapou com ajuda dos britânicos e colabora com a imprensa anti-iraniana”. O artigo também dizia que a página convoca às mulheres “a tirar o hijab no Irã” a fim de “fomentar a cultura de não respeitar nada”.

aca/cdr-rsd

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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