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Pacote extra ‘Invasion’, de ‘Call of Duty: Ghosts’, chega em 3 de junho

O jogo de tiro “Call of Duty: Ghosts” receberá na terça-feira (3), inicialmente para Xbox One e Xbox 360, um pacote com conteúdo extra para o game chamado “Invasion”. Ele traz quatro novos mapas para o modo de partidas online do game e o terceiro episódio do modo de jogo cooperativo “Extinction”.

Cena do modo multiplayer de 'Call of Duty: Ghosts' (Foto: Divulgação/Activision)Cena do modo multiplayer de ‘Call of Duty:
Ghosts’ (Foto: Divulgação/Activision)

O pacote é vendido por US$ 15 e quem comprou o passe de temporada receberá o conteúdo sem custo adicional. O extra chega ao PlayStation 4, PlayStation 3, Wii U e PC em uma data ainda a ser anunciada.

Os mapas são “Pharaoh”, em uma escavação em ruínas egípcias; “Departed, baseado no feriado mexicano “Dia de los Muertos”; “Mutiny”, inspirado nos piratas do Caribe, inclusive com aparições de fantasmas; e o popular mapa “Favela”, de “Call of Duty: Modern Warfare 2”, cujo cenário é no Rio de Janeiro. O mapa clássico foi readaptado, colocando mais pontos de acesso e de proteção do jogador, além de trazer mais detalhes visuais principalmente nos Xbox One.

De acordo com a Activision, o novo episódio do modo “Extinction”, que mostra uma batalha contra alienígenas, irá trazer mais desafios e explicar mais mistérios da história.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Estúdio cancela conteúdo extra para ‘Batman: Arkham Origins’ do Wii U

 'Batman: Arkham Origins' Mostra primeiras aventuras do homem-morcego (Foto: Divulgação/Warner Bros.) ‘Batman: Arkham Origins’ Mostra primeiras
aventuras do homem-morcego (Foto: Divulgação
/Warner Bros.)

A Warner Bros. Interactive Entertainment não irá lançar novos pacotes de expansão do game “Batman: Arkham Origins” para o Wii U por conta das baixas vendas do jogo e do pouco interesse dos compradores do título para a plataforma em adquirir conteúdos adicionais (DLC).

“Baseado na demana pelo conteúdo extra no sistema, a Warner Bros. tomou a decisão de remover a oferta do conteúdo extra que aumentará a história da campanha do jogo para o Wii U”, disse um porta-voz da empresa ao site “Polygon”. O conteúdo adicional já lançado será mantido, mas o passe de temporada do jogo não será mais vendido.

Usuários que compraram o passe da temporada do jogo, que daria acesso a todo o conteúdo adicional lançado, receberam e-mails avisando do cancelamento. Todos receberam US$ 20 em crédito na loja virtual eShop, da Nintendo.

O passe para o DLC de “Batman: Arkham Origins” está disponível, agora, para Xbox 360, PlayStation 3 e PC e o conteúdo já lançado inclui três pacotes de roupas para os personagens e a missão “Initiation”, que mostra Bruce Wayne antes de se tornar Batman. Mais conteúdo para o game será lançado nos próximos meses.

O cancelamento do conteúdo extra do título é mais um golpe contra a Nintendo, que não consegue alcançar um número considerável de vendas do Wii U em todo o mundo. A empresa cortou a previsão de venda do videogame de 9 milhões até o encerramento do ano fiscal, em março, para 2,8 milhões.

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘The Last of Us’ ganha extra ‘Left Behind’ em 14 de fevereiro

O game “The Last of Us” receberá o primeiro pacote de conteúdo extra por download (DLC), chamado de “Left Behind” (deixados para trás, em tradução) no dia 14 de fevereiro. O pacote já pode ser adquirido por meio de pré-venda e custa US$ 15 na loja virtual PlayStation Store norte-americana e US$ 31 na loja brasileira.

Os compradores do passe da temporada (season pass) receberão o conteúdo sem pagar nada a mais. Além do extra, o DLC traz um tema dinâmico para a tela inicial do PlayStation 3 e o download da versão digital das histórias em quadrinhos baseadas no game.

“Left Behind” traz uma história que ocorre antes dos acontecimentos de “The Last of Us”, focando-se na personagem Ellie, companheira de Joel na aventura.

No DLC focado no modo para um jogador, a jovem irá ter que sobreviver ao mundo infestado por humanos contaminados por um fungo – e assim se comportam como zumbis – ao lado da amiga Riley. Ela será uma espécie de tutora para Ellie, ensinando muitas das habilidades que ela usará em “The Last of Us”.

Riley (à esq.) e Ellie são as personagens do primeiro DLC de 'The Last of Us' (Foto: Divulgação/Sony)Riley (à esq.) e Ellie são as personagens do primeiro DLC de ‘The Last of Us’ (Foto: Divulgação/Sony)

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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Vídeo: novo case também funciona como bateria extra para o iPhone 5

Na estreia do novo quadro da Macworld Brasil, mostramos acessório da Maxbooks Fusion que aumenta duração de bateria do iPhone 5. Nesta semana, estreiamos um novo quadro aqui na Macworld Brasil: os Gadgets do Nannetti, que sai do Webcast para ganhar vida própria. Na primeira edição, nosso apresentador mostra um case para iPhone que também funciona como bateria.

Fabricado pela Maxboost Fusion, o acessório para iPhone 5 tem um diferencial legal: permite que o usuário acople uma segunda parte ao case, aumentando assim a carga extra de bateria do seu smartphone.

Confira o vídeo abaixo para mais informações sobre o produto e deixe sua opinião sobre o novo quadro nos comentários.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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BSkyB Ross Kemp Extreme World Extra The UK PDTV XviD MP3

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Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Empregados têm direiro a hora extra por uso de celulares fora do expediente

Funcionários em regime de sobreaviso devem receber adicional correspondente a um terço do valor normal da hora trabalhada

Em sessão de alterações na sua jurisprudência, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou na sexta-feira (14/7), mudança na redação da Súmula 428, que trata do regime de sobreaviso. Pelo novo entendimento, o trabalhador que estiver submetido ao controle do empregador por meio de celulares e outros meios de comunicação informatizados, aguardando a qualquer momento um chamado para o serviço durante seu período de descanso, tem direito ao adicional de sobreaviso, correspondente a um terço do valor normal da hora trabalhada.

A mudança preencheu uma lacuna na redação anterior da Lei 12.551, re regulamentou o teletrabalho, mas não caracterizava o regime de sobreaviso. Com a nova redação, o regime de sobreaviso passa a ser caracterizado quando o empregado estiver submetido ao controle do patrão por meio de instrumentos telemáticos e informatizados (pagers, BIP, celulares, etc.), aguardando a qualquer momento um chamado de serviço durante o seu horário de descanso.

A revisão é resultado das discussões da 2ª Semana do TST, iniciada na segunda-feira (10). “O TST realizou, ao longo desta semana, uma detida reflexão sobre sua jurisprudência e sobre medidas de cunho normativo visando ao aperfeiçoamento da instituição”, disse o presidente do Tribunal, ministro João Oreste Dalazen, na sessão do Tribunal Pleno que oficializou as alterações.

“Recebemos inúmeras sugestões, centenas de propostas, sugestões e críticas dirigidas à jurisprudência, mas, dada a exiguidade de tempo, não foi possível examiná-las todas, ainda que muitas delas tenham a maior importância e mereçam toda a nossa consideração.”

O tema ganhou repercussão com a aprovação da Lei 12.551, sancionada em dezembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, que modificou o Artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A nova redação acrescenta ao Artigo 6º o seguinte texto: “Parágrafo único: os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio.”

A discussão

Em meados de agosto o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já havia decidido que o trabalhador que fica à disposição da empresa por meio do telefone celular tem o direito de receber remuneração extra pelas horas de sobreaviso. Apesar do TST já ter estabelecido que o uso do telefone da empresa não é caracterizado como plantão, a partir do momento em que o funcionário fica com sua liberdade de locomoção limitada, ele tem o direito ao pagamento extra.

O caso veio à discussão, quando o chefe do almoxarifado de uma empresa gaúcha portava o celular e ficava à disposição da companhia todos os dias, inclusive finais de semana e feriados, por ser o único responsável por qualquer movimentação no estoque.

A 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (RS) concluiu que o funcionário não tinha plena liberdade nessas horas, que deveriam ser pagas à razão de um terço da hora normal. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 4ª Região, que apenas limitou o período aos horários e dias de efetivo funcionamento da empresa.

O sobreaviso é caracterizado quando há restrição da liberdade do trabalhador de utilizar seu tempo de folga por determinação do empregador. As horas são remuneradas com valor de um terço da hora normal, e no caso de o empregado ser efetivamente acionado, a remuneração é de hora extra.

Com a introdução de novas tecnologias, o funcionário não é mais obrigado a permanecer em casa à espera de um chamado por telefone fixo. Porém, o uso de bips, pagers e celulares não é suficiente para determinar que o trabalhador esteja de sobreaviso, “porque o empregado não permanece em sua residência aguardando, a qualquer momento, a convocação para o serviço”.  Por isso, o TST volutou a discutir a súmula dos “aparelhos de intercomunicação”.

 (*) Com a Agência Brasil

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Empregados têm direiro a hora extra por uso de celulares fora do expediente

Funcionários em regime de sobreaviso devem receber adicional correspondente a um terço do valor normal da hora trabalhada

Em sessão de alterações na sua jurisprudência, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou na sexta-feira (14/7), mudança na redação da Súmula 428, que trata do regime de sobreaviso. Pelo novo entendimento, o trabalhador que estiver submetido ao controle do empregador por meio de celulares e outros meios de comunicação informatizados, aguardando a qualquer momento um chamado para o serviço durante seu período de descanso, tem direito ao adicional de sobreaviso, correspondente a um terço do valor normal da hora trabalhada.

A mudança preencheu uma lacuna na redação anterior da Lei 12.551, re regulamentou o teletrabalho, mas não caracterizava o regime de sobreaviso. Com a nova redação, o regime de sobreaviso passa a ser caracterizado quando o empregado estiver submetido ao controle do patrão por meio de instrumentos telemáticos e informatizados (pagers, BIP, celulares, etc.), aguardando a qualquer momento um chamado de serviço durante o seu horário de descanso.

A revisão é resultado das discussões da 2ª Semana do TST, iniciada na segunda-feira (10). “O TST realizou, ao longo desta semana, uma detida reflexão sobre sua jurisprudência e sobre medidas de cunho normativo visando ao aperfeiçoamento da instituição”, disse o presidente do Tribunal, ministro João Oreste Dalazen, na sessão do Tribunal Pleno que oficializou as alterações.

“Recebemos inúmeras sugestões, centenas de propostas, sugestões e críticas dirigidas à jurisprudência, mas, dada a exiguidade de tempo, não foi possível examiná-las todas, ainda que muitas delas tenham a maior importância e mereçam toda a nossa consideração.”

O tema ganhou repercussão com a aprovação da Lei 12.551, sancionada em dezembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, que modificou o Artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A nova redação acrescenta ao Artigo 6º o seguinte texto: “Parágrafo único: os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio.”

A discussão

Em meados de agosto o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já havia decidido que o trabalhador que fica à disposição da empresa por meio do telefone celular tem o direito de receber remuneração extra pelas horas de sobreaviso. Apesar do TST já ter estabelecido que o uso do telefone da empresa não é caracterizado como plantão, a partir do momento em que o funcionário fica com sua liberdade de locomoção limitada, ele tem o direito ao pagamento extra.

O caso veio à discussão, quando o chefe do almoxarifado de uma empresa gaúcha portava o celular e ficava à disposição da companhia todos os dias, inclusive finais de semana e feriados, por ser o único responsável por qualquer movimentação no estoque.

A 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (RS) concluiu que o funcionário não tinha plena liberdade nessas horas, que deveriam ser pagas à razão de um terço da hora normal. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 4ª Região, que apenas limitou o período aos horários e dias de efetivo funcionamento da empresa.

O sobreaviso é caracterizado quando há restrição da liberdade do trabalhador de utilizar seu tempo de folga por determinação do empregador. As horas são remuneradas com valor de um terço da hora normal, e no caso de o empregado ser efetivamente acionado, a remuneração é de hora extra.

Com a introdução de novas tecnologias, o funcionário não é mais obrigado a permanecer em casa à espera de um chamado por telefone fixo. Porém, o uso de bips, pagers e celulares não é suficiente para determinar que o trabalhador esteja de sobreaviso, “porque o empregado não permanece em sua residência aguardando, a qualquer momento, a convocação para o serviço”.  Por isso, o TST volutou a discutir a súmula dos “aparelhos de intercomunicação”.

 (*) Com a Agência Brasil

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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