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Tartarugas em risco de extinção nascem em praia do Espírito Santo

Em risco extinção, 71 tartarugas da espécie gigante nasceram na praia de Itaparica, em Vila Velha, região da Grande Vitória, na noite da última sexta-feira (31). Na mesma praia, restam mais dois ninhos. A expectativa é que a eclosão dos ovos aconteça ainda no mês de fevereiro. De acordo com a Prefeitura de Vila Velha, a desova aconteceu em novembro de 2013 e, desde então, juntamente com  o Projeto Tamar, um cercamento foi feito na região.

De acordo com a Bióloga Executora da Base do Projeto Tamar em Vitória, Jordana Borini Freire,  a espécie está entre as cinco no Brasil com maior risco de extinção.

Ainda segundo Jordana,  os filhotes foram retirados e levados para o final da praia para serem soltos na areia, próximo ao mar. “Tivemos que fazer isto porque as tartarugas guiam-se pela luz do horizonte para chegar ao mar e o local em que a fêmea depositou seus ovos  há muita iluminação artificial, provocando a desorientação dos .filhotes”, disse.

A bióloga também explicou  que o principal local de desova desta espécie no Brasil  são as praias do norte do Espírito Santo, em Regência e Povoação. “A fêmea, provavelmente, mudou a sua rota e desovou na Praia de Itaparica”, contou Jordana.

A espécie está entre as cinco no Brasil com maior risco de extinção. Espírito Santo (Foto: Henrique Filgueira do Projeto Tamar.)A espécie está entre as cinco no Brasil com maior risco de extinção. (Foto: Henrique Filgueira/ Projeto Tamar)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ameaçadas de extinção, araras azuis procriam dois filhotes em Uberaba

O nascimento de dois filhotes de arara azul, espécie ameaçada de extinção, está despertando a atenção para uma reserva ecológica de Uberaba, no Triângulo Mineiro.

É a primeira vez, em nove anos, que o casal de araras azuis que vive no santuário consegue procriar, mesmo estando fora do habitat natural. A reprodução é difícil porque a espécie não é nativa do cerrado e não encontra na região matéria-prima para fazer seu ninho.

Por isso, a reserva teve uma ideia de adaptação: em uma estrutura de caixa d’água foi feito um forro com serragem. E as araras chocaram os dois filhotes lá dentro. Os filhotes, filmados por um celular, completaram 60 dias de vida e estão quase prontos para dar o primeiro voo.

Segundo o biólogo Thiago Pires, o fato dos dois filhotes sobreviverem é algo excepcional para a espécie. “Essas aves em vida livre, normalmente vinga só um filhote. A própria seleção natural se encarrega de entrar em ação a partir do nascimento. No caso da arara azul, ela começa a competição no ninho. O mais forte e mais adaptado compete pela comida e normalmente só sobrevive um filhote”, explica. 

O santuário ecológico está localizado no meio do cerrado mineiro. Abriga mais de 200 animais exóticos, todos devidamente registrados. Os filhotes de araras azuis devem permanecer na reserva.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Leões caminham para extinção na África Ocidental, diz pesquisa

Animais são ameaçados por avanço da agricultura, redução de seu habitat e caça ilegal (Foto: Panthera)Animais são ameaçados por avanço da agricultura, redução de seu habitat e caça ilegal (Foto: Panthera)

O número de leões na África Ocidental sofreu um ‘colapso catastrófico’, diz uma pesquisa recém-publicada, que calcula que restem apenas 400 animais na região.

E teme-se que a população inteira esteja à beira da extinção, já que haveria menos de 250 leões em idade de acasalamento.

A pesquisa, realizada pela ONG Panthera e publicada no periódico científico PLOS One, foi realizada em 17 países oeste-africanos, incluindo Senegal e Nigéria, por mais de seis anos.

Em 2005, estimava-se que havia leões em 21 áreas protegidas na África Ocidental; agora, aparentemente eles estão restritos a quatro dessas áreas – ou a apenas 1,1% de seu território original.

A maior parte de seu habitat natural foi convertida em área agrícola (sobretudo grandes plantações de algodão e alimentos), diz Philipp Henschel, coautor da pesquisa.

‘Os resultados são chocantes – a maioria das áreas que pesquisamos eram parques apenas no papel, sem orçamento gerencial, patrulhas. Perderam todos os seus leões e outros grandes mamíferos’, afirma Henschel à BBC.

A Panthera quer que o leão seja listado como espécie ameaçada na África Ocidental.

Ainda segundo a pesquisa, esse leão é atualmente encontrado em apenas cinco países: Senegal, Nigéria, Benin, Níger e Burkina-Faso (os três últimos países compartilham apenas uma população de leões, que habita uma parte da tríplice fronteira).

Genética única
Os leões da região ocidental da África têm um sequenciamento genético único, não encontrado em outras espécies (incluindo as que vivem em zoológicos ou outras forma de cativeiro).

A diminuição da espécie ameaça, assim, uma população já geneticamente adaptada a condições específicas.

Além da redução de seu habitat, eles são fortemente ameaçados pela caça ilegal, que abastece mercados locais.

‘Em algumas áreas, testemunhamos pastores de gado e cabra matando leões, após entrarem ilegalmente em áreas protegidas’, prossegue Henschel.

Também contribuem para o cenário a falta de verbas para esforços de conservação, o aumento da população humana nas áreas onde vivem os animais e a pobreza econômica.

‘São alguns dos países mais pobres do mundo, cujos governos têm prioridades maiores do que proteger leões’, diz o pesquisador.

Símbolo de orgulho
Mas os leões oeste-africanos têm um significado especial na cultura da região: são um símbolo de orgulho para governos e cidadãos e figuram em brasões de diversos países.

A União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) diz que será necessária ajuda internacional para salvar os animais.

Ao mesmo tempo, Benin e Senegal estão elaborando um plano de ação para identificar formas de salvar seus leões.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Aves kiwi, em sério risco de extinção, morrem em zoo da Nova Zelândia

Foto de arquivo mostra aves kiwi sendo examinadas por bióloga do Departamento de Conservação da Nova Zelândia, em 1999. (Foto: AFP Photo/Files/Torsten Blackwood)Foto de arquivo mostra aves kiwi sendo examinadas por bióloga do Departamento de Conservação da Nova Zelândia, em 1999. (Foto: AFP Photo/Files/Torsten Blackwood)

Autoridades neozelandesas afirmaram nesta terça-feira (1º) que oito aves kiwi, ameaçadas de extinção, morreram com infecção respiratória enquanto recebiam tratamento no zoológico de Wellington, em uma perda descrita como ‘uma tragédia’ por organizações ambientalistas.

As oito aves eram todas jovens kiwis rowi (‘Apteryx rowi’), a mais rara das subespécies do pássaro emblemático da Nova Zelândia, informou o Departamento de Conservação (DOC, na sigla em inglês). ‘Obviamente os funcionários do zoo e do DOC estão devastados com a perda das aves’, afirmou a gerente de biodiversidade do DOC, Jo Macpherson.

O número de kiwi despencou com a introdução de predadores como arminhos, ratos e furões, desde a colonização europeia, e especialistas calculam que restem apenas 70 mil animais.

A subespécie ‘rowi’ é vista como em sério risco de extinção, e restariam apenas 400 indivíduos, embora a população tenha aumentado de 150 em meados dos anos 1990 graças a um intensivo programa de conservação.

Restam apenas 400 exemplares de aves kiwi no mundo. (Foto: AFP Photo/Files/Torsten Blackwood)Restam apenas 400 exemplares de aves kiwi no
mundo. (Foto: AFP Photo/Files/Torsten Blackwood)

O esquema envolve voluntários que exploram áreas selvagens da Ilha Sul em busca de ovos de ‘rowi’, que então levam os ovos para chocar em uma ilha livre de predadores, onde os filhotes ficam até que estejam grandes o suficientes para se defender e são, então, devolvidos a seu hábitat.

Macpherson disse que os oito kiwis tinham sido transferidos da ilha para o Zoo de Wellington para que pudessem receber tratamento contra um parasita intestinal.

No entanto, ela afirmou que o parasita debilitou o sistema imunológico das aves, tornando-as vulneráveis a um fungo encontrado em cascas de árvores, que foram usadas na área onde estavam abrigadas.

‘A casca de árvore tem sido usada regularmente no zoo para simular um ambiente natural sem efeitos adversos’, explicou. ‘Esta é uma ocorrência extremamente rara e infeliz e se tornou um grande golpe’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Animal ameaçado de extinção será reproduzido em cativeiro, no Pará

cachorro vinagre carajás (Foto: Reprodução/ TV Liberal)Casal de cachorros vinagres, espécie ameaçada de extinção, será reproduzida no Parque de Carajás.  (Foto: Reprodução/ TV Liberal)

Um projeto inédito na região norte vai reproduzir, em cativeiro, o cachorro vinagre, animal ameaçado de extinção. A iniciativa será realizada na floresta nacional de Carajás, sudeste do Pará.

O casal de animais chegou ao Parque Zoobotânico de Parauapebas há pouco mais de um ano, ainda filhotes. No mês de setembro, os dois animais foram colocados em um ambiente feito especialmente para a reprodução da espécie em cativeiro.

 O cachorro vinagre é um mamífero de médio porte e recebeu este nome popular devido à pelagem de cor marrom-avermelhada. O animal se alimenta basicamente de pequenos roedores.

A reprodução do mamífero, em cativeiro, faz parte de um projeto nacional, desenvolvido pelo Instituto Chico Mendes (ICM). “O plano de ação nacional leva em conta várias ações para preservação da espécie, como proibição de caças e dominação da técnica de reprodução em cativeiro”, explica Frederico Drumond, Chefe da Floresta Nacional de Carajás.

O parque zoobotânico em Parauapebas, que fica dentro da floresta nacional, já possibilitou o nascimento de outros animais ameaçados de extinção, como onças pintadas, urubu-rei e arara-jubas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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EUA podem retirar baleia jubarte de lista de animais em risco de extinção

Baleia jubarte nas águas do Havaí; NOAA abriu pedido de revisão sobre situação da espécie (Foto: NOAA/AP)Baleia jubarte nas águas do Havaí; NOAA abriu pedido de revisão sobre situação da espécie (Foto: NOAA/AP)

As baleias jubarte da região do Pacífico Norte podem sair da lista de animais ameaçados de extinção mantida pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).

A instituição, um dos principais órgãos federais que opinam e decidem sobre questões ambientais e atmosféricas nos EUA, abriu um pedido de revisão da situação da espécie de baleia após abaixo-assinados apresentados por grupos de pescadores do Havaí. A notícia foi divulgada pela agência Associated Press na sexta-feira (30).

Segundo a Associated Press, um grupo de pescadores afirmou que as baleias jubarte do Pacífico Norte não precisam mais ser clsssificadas como em risco porque sua população cresceu desde que a comunidade internacional baniu a pesca comercial, há quase 50 anos.

O caso vai ser analisado pela NOAA e ainda não há conclusão sobre a saída ou não das baleias jubarte do Pacífico Norte da lista de animais em risco.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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EUA podem retirar baleia jubarte de lista de animais em risco de extinção

Baleia jubarte nas águas do Havaí; NOAA abriu pedido de revisão sobre situação da espécie (Foto: NOAA/AP)Baleia jubarte nas águas do Havaí; NOAA abriu pedido de revisão sobre situação da espécie (Foto: NOAA/AP)

As baleias jubarte da região do Pacífico Norte podem sair da lista de animais ameaçados de extinção mantida pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).

A instituição, um dos principais órgãos federais que opinam e decidem sobre questões ambientais e atmosféricas nos EUA, abriu um pedido de revisão da situação da espécie de baleia após abaixo-assinados apresentados por grupos de pescadores do Havaí. A notícia foi divulgada pela agência Associated Press na sexta-feira (30).

Segundo a Associated Press, um grupo de pescadores afirmou que as baleias jubarte do Pacífico Norte não precisam mais ser clsssificadas como em risco porque sua população cresceu desde que a comunidade internacional baniu a pesca comercial, há quase 50 anos.

O caso vai ser analisado pela NOAA e ainda não há conclusão sobre a saída ou não das baleias jubarte do Pacífico Norte da lista de animais em risco.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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