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Explosões de carros-bomba em área central da Síria causam mortes, diz TV

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A explosão de dois carros-bomba nesta sexta-feira (2) na província de Hama, região central da Síria, matou 18 pessoas, incluindo 11 crianças, e feriu outras 50, informou a TV estatal.

A emissora disse que as “explosões terroristas” ocorreram nas cidades de Jibrin, poucos quilômetros a nordeste da cidade de Hama, e Al-Hamiri.

Os atentados aconteceram três dias depois que mais de cem pessoas morreram em ataques contra áreas controladas pelo governo em Homs e Damasco, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos, grupo de monitoramento baseado em Londres.

Os ataques também vieram em seguida ao anúncio de que o presidente Bashar al-Assad vai se candidatar a um terceiro mandato na eleição marcada para 3 de junho, desafiando opositores que pedem pela sua renúncia, o que permitiria uma solução negociada para a guerra civil síria, que já dura três anos.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Explosões na Nigéria deixam ao menos 11 mortos

Onze pessoas, entre elas cinco policiais, morreram em duas explosões nesta terça-feira (25) no centro da cidade de Maiduguri, capital do estado de Borno, no noroeste da Nigéria, declarou a polícia à AFP.

Um veículo explodiu às 7h50 (3h50 no horário de Brasília), matando três civis.

Dez minutos depois, uma bomba foi jogada em um veículo da polícia, matando cinco agentes que estavam em seu interior e três outras pessoas que estavam no local, segundo Gideon Jibrin, o porta-voz da polícia do estado de Borno.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Explosões deixam quase 30 mortos em Trípoli, no Líbano

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Ao menos 29 pessoas morreram e 500 ficaram feridas nesta sexta-feira (23) em dois atentados com carro-bomba na cidade de Trípoli, norte do Líbano, , uma semana após um atentado sangrento na periferia xiita de Beirute.

“Há ao menos 29 mortos e 500 feridos, muitos em estado grave em razão de queimaduras e ferimentos na cabeça”, indicou Georges Kettané, diretor de operações da Cruz Vermelha libanesa, citando um novo balanço.

Esses ataques acontecem uma semana após um atentado que matou 27 pessoas em 15 de agosto na periferia xiita de Beirute, reduto do Hezbollah, poderoso movimento xiita libanês que combate ao lado das tropas do presidente Bachar al-Assad.

Os ataques aumentam os riscos de uma escalada do conflito sectário no Líbano, já profundamente dividido entre pró e anti-Assad.

Explosão causa estragos do lado de fora de uma mesquita de Trípoli, no Líbano, deixando ao menos 27 pessoas mortas e 352 feridas. (Foto: AP)Explosão causa estragos do lado de fora de uma mesquita de Trípoli, no Líbano, deixando ao menos 27 pessoas mortas e 352 feridas. (Foto: AP)

Na quarta-feira, o chefe do exército libanês, o general Jean Kahwaji, declarou que suas tropas estavam em guerra total contra o terrorismo, explicando que perseguiam há meses uma célula que prepara carros-bomba, um dos quais explodiu em 15 de agosto na periferia ao sul de Beirute.

Em Trípoli, a primeira explosão ocorreu no centro, próximo a casa do primeiro-ministro Najib Mikati, que não estava na cidade, de acordo com os serviços de Mikati.

A segunda ocorreu perto do porto, não muito longe da casa do ex-chefe de polícia Ashraf Rifi, de acordo com uma fonte da segurança.

As explosões ocorreram perto de duas mesquitas. A televisão libanesa mostrou uma enorme coluna de fumaça negra subindo para o céu.

Um correspondente da AFP viu corpos carbonizados perto da mesquita de Al-Taqwa, localizada em uma das principais avenidas da cidade, e cinco corpos de crianças sendo retirados de uma mesquita.

Muitas pessoas choravam à procura de parentes.

As imagens transmitidas pela imprensa local mostram vários veículos em chamas, homens carregando feridos e fachadas de imóveis completamente destruídas.

Após os atentados, centenas de pessoas se reuniram em frente à mesquita de Al-Taqwa gritando palavras de ordem hostis ao Hezbollah xiita e ao regime Assad.

O Hezbollah combate há meses ao lado das tropas do regime sírio contra os rebeldes. O grupo é acusado por seus opositores no Líbano de mergulhar o país em uma onda de violência.

O partido xiita relacionou o duplo atentado em Trípoli a explosão do dia 15, considerando se tratar de “um plano para mergulhar o Líbano no caos e na destruição”.

A capital do norte do Líbano é regularmente palco de confrontos entre sunitas, que em sua maioria apoiam a rebelião síria, e os alauítas, favoráveis ao regime de Bashar al-Assad.

“Os responsáveis não querem que os libaneses vivam em paz, eles querem que a máquina de morte ceife a vida de inocentes em todo o Líbano”, reagiu Saad Hariri, ex-primeiro-ministro sunita e rival do Hezbollah.

Segundo o líder do exército libanês, Jean Kahwaji, a célula terrorista procurada “não visa uma região ou uma determinada comunidade, mas procura provocar conflitos sectários, visando diferentes regiões do ponto de vista religioso e político”.

“Está claro que eles querem iniciar uma guerra sectária no Líbano para tirar a atenção do que acontece na Síria”. indicou Hilal Khachane, chefe do departamento de ciências políticas da Universidade americana de Beirute.

“Mas eu não acredito que o Líbano vá mergulhar em uma guerra sectária, porque isso não beneficiaria ninguém”, acrescentou.

Os ataques, que revivem memórias dolorosas dos atentados com carros-bomba durante a guerra civil (1975-1990), ocorre no momento em que o país não tem um governo por causa de divisões relacionadas com o conflito sírio.

Também acontecem poucas horas depois de Israel lançar um ataque aéreo no sul do Líbano, em retaliação a um ataque com foguetes em seu território, reivindicado por um grupo ligado à al-Qaeda.

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Publicado por em 23 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Explosões matam 19 pessoas no Iraque

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Dezenove pessoas morreram e 116 ativistas foram presos no Iraque nesta terça-feira (20), indicaram fontes médicas e militares, no momento em que as forças de segurança realizam operações massivas para tentar acabar com a violência.

Mais de 3,5 mil morreram desde o início do ano, segundo contagem da AFP, e o primeiro-ministro Nouri al-Maliki se comprometeu em prosseguir com a campanha pelo fim da violência.

Duas explosões, uma em um mercado de animais outra em uma delegacia ao norte de Bagdá, provocaram três mortes e nove feridos, de acordo com fontes médicas, e 16 insurgentes morreram em dois ataques distintos.

Entre os insurgentes mortos, suspeitos de estarem ligados à Al-Qaeda, estavam um curdo e um turco.

O ataque teria sido realizado por um grupo sunita, Ansar al-Sunna, em resposta a um atentando contra seus combatentes.

Os sete outros insurgentes mortos nesta terça foram atingidos por policiais ao norte de Bagdá.

Além disso, um general anunciou que 116 ativistas foram presos, incluindo dezenas de combatentes ligados à Al-Qaeda.

Mas, apesar das operações lideradas pelas forças armadas, as maiores desde a retirada americana em 2011, alguns analistas consideram que as raízes do problema não têm sido combatidas.

Esses analistas, assim como diplomatas, consideram que a violência está relacionado ao ressentimento da comunidade sunita, que reclama ser maltratada pelas autoridades xiitas.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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