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Anatel licita direitos de exploração de satélite por R$153 milhões

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou nesta terça-feira quatro direitos de exploração de satélites por R$ 153,15 milhões.

A Hispamar Satélites ofereceu R$ 65 milhões pelo primeiro direito de exploração de satélite licitado, para operar a banda Ku, o que representou um ágio de 431,8% sobre o valor mínimo para um lance, de R$ 12 milhões.

A SES DTH do Brasil apresentou as melhores ofertas para o segundo e terceiro direitos de exploração de satélite. Com a proposta de R$ 33 milhões de reais, ágio de 170%, a empresa obteve o segundo direito para operar nas bandas C, Ku e Ka. Pelo terceiro direito, a empresa ofertou R$ 26,8 milhões, ágio de 119,3%, para operar na banda Ku.

Pela banda Ka, as empresas podem fornecer banda larga. Já pelas banda C e Ku, as operadoras poderão oferecer diversas aplicações em telecomunicações.

A Hispamar, que levou o primeiro lote, e a SES DTH, compradora do terceiro, escolheram as faixas destinadas no país para proverem DTH (TV por assinatura via satélite).

A Eutelsat do Brasil apresentou a melhor oferta pelo quarto direito de exploração, de R$ 28,35 milhões, um ágio de 131,9%. O futuro satélite deverá operar nas frequências que podem atender a todos os serviços fixos de telecomunicações.

Todos os direitos de exploração terão prazo de 15 anos, prorrogáveis por igual período. O objetivo da licitação é reforçar a infraestrutura de telecomunicações do país, afirmou a Anatel.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Exploração da andiroba garante renda a pequenos agricultores do PA

Espalhada por 49 mil quilômetros quadrados, a Ilha do Marajó fica no norte do estado do Pará e é banhada pelo oceano Atlântico e por rios imensos, como o Amazonas. A paisagem combina áreas de mata fechada, com campos, várzeas e alagados; fazendas antigas e muitos rebanhos de búfalos.

No litoral do município de Salvaterra, no leste da ilha, os moradores vivem principalmente da pesca, de pequenos roçados e do aproveitamento da andiroba, uma semente da floresta que vem ganhando importância nos últimos anos. O produto rende um óleo vegetal procurado por indústrias de cosméticos.

A exploração da andiroba é ligada não apenas às florestas, mas também aos rios, lagos e igarapés. O aproveitamento tradicional depende inclusive do movimento das marés. Com nome científico carapa guianensis, a andirobeira cresce bem em terra firme, mas também gosta de baixadas e áreas alagadiças.

Um dos líderes do trabalho com a andiroba no município é João dos Anjos. Ele explica que rios da região são muito influenciados pelo sobe e desce das marés. O leito do Paracauari, por exemplo, aumenta bastante na maré cheia e as águas acabam invadindo a floresta duas vezes por dia.

No leito do Paracauari, uma grande quantidade de galhos, folhas e frutos é carregada pelas águas, inclusive as sementes de andiroba, também conhecidas como castanhas. O produto vai sendo levado pela correnteza até a boca do rio, em uma viagem lenta e constante em direção ao mar.

Depois de flutuar por várias horas, dias, às vezes até semanas, as castanhas de andiroba acabam chegando em praias. É justamente em lugares assim, à beira mar, que as famílias da região fazem a coleta do produto. O serviço não tem dificuldade. Nos meses de safra, entre fevereiro e junho, as praias da região ficam cheias de gente.

A virada começou em 2006, quando ribeirinhos fundaram uma cooperativa para vender a produção em conjunto. Nessa época, uma indústria produtora da óleos começou a comprar a andiroba em quantidade e de maneira regular.

Os cooperados instalaram uma mini-agroindústria que está começando a produzir o óleo da andiroba. Especialista no assunto, João dos Anjos explica que o óleo é mais valioso do que as sementes e também tem mercado garantido.

Na comunidade de Monte Alegre, município de Bragança, nordeste do Pará, a maior parte das famílias trabalha em sítios pequenos e com agricultura variada. O problema é que a vida na roça sempre foi dura. Além de ganhar pouco com os cultivos, os agricultores não sabiam aproveitar os recursos da floresta.  Aliás, a mata era vista como problema.

A mudança de postura é o resultado de um projeto que se baseia principalmente no aproveitamento de um fruto produzido por uma palmeira da floresta: o murumuru, muito utilizado na produção de sabonetes e hidratantes.

O trabalho envolve diversas entidades. Um dos líderes é o padre Nelson Magalhães, que coordena a Cáritas local, um órgão de ação social ligado à Igreja Católica. “Fomos reunindo com as comunidades, buscando qual é a produção que tem na floresta e, ao mesmo tempo, dialogando com as empresas que estão em busca do produto. Se não tiver quem compre também não tem incentivo para conservar produzir ou para juntar semente.”

Hoje, a coleta do murumuru já faz parte da rotina de dezenas de famílias da região. A palmeira dá frutos o ano todo, mas a produção fica mais forte entre abril e agosto. Na comunidade, a coleta do murumuru é uma atividade planejada e coletiva, feita em grupo. Os agricultores se reúnem uma vez por semana e vão todos juntos para fazer a coleta na floresta.

A coleta na mata ocorre num clima animado. Apesar da descontração, o trabalho também é cansativo. Na mata, a temperatura fica quase sempre acima de 30ºC, a umidade do ar passa de 80% e não falta bicho venenoso. Outro perigo são os espinhos que revestem o tronco e as folhas do murumuru.

Saindo da mata, os frutos são levados para os sítios, onde ocorre um primeiro beneficiamento. Na propriedade da família do Carmo, um sítio de 18 hectares, com várias casinhas, primeiro se espalha o murumuru numa lona plástica. Depois de uns dez dias secando, a polpa se desfaz e o que sobra são as sementes. A etapa seguinte é a quebra. O objetivo é retirar a  amêndoa do murumuru que fica dentro da semente.

Para vender melhor a produção, os agricultores de Bragança também formaram uma cooperativa. Além de vender a matéria prima, a cooperativa também começou a investir na fabricação artesanal de cosméticos. Os agricultores fizeram cursos, oferecidos pela indústria compradora, por uma ONG da Alemanha e também pelo Sebrae – o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.  Os itens mais fabricados são cremes e óleos hidratantes.

A venda de sementes, amêndoas, frutos e também dos cosméticos acaba funcionando como um complemento de renda importante para as famílias.

Apesar do crescente aumento no consumo de perfumes e cosméticos, o aproveitamento de matérias-primas da Amazônia ainda é pequeno. Mas projetos como esses, que acabamos de mostrar, comprovam que a exploração de espécies nativas tem muito a crescer.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasileira procurada por exploração sexual é presa na Espanha

Uma brasileira acusada de exploração sexual de menores foi presa em Lugo, na Espanha, informou o Ministério do Interior espanhol nesta segunda-feira (13).

A mulher de 33 anos, que não teve sua identidade divulgada, era procurada pela justiça brasileira também por violação, corrupção e associação criminal.

“A fugitiva contratava clientes para manter relações sexuais com adolescentes, que eram induzidas a exercer a prostituição”, disse o ministério espanhol. A mulher teria cometido os crimes em Curitiba entre o início de 2005 e abril de 2006.

Nesse período, ela teria formado parte de uma rede de exploração de menores – na qual também estariam envolvidos policiais corruptos.

A mulher se dedicava a “conseguir clientes interessados em manter relações sexuais com menores e acompanha-los aos lugares onde ocorriam os encontros sexuais”, informou o ministério.

Quando os clientes estavam com as menores, os policiais corruptos chegavam, prendiam os homens e pediam dinheiro para libertá-los.

“Os agentes corruptos posteriormente repartiam o dinheiro com todos os integrantes da trama”, informou o ministério, que acrescentou que 29 pessoas foram acusadas no esquema.

Fonte G1

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Greenpeace invade GP da Bélgica contra exploração da Shell no Ártico

Manifestantes chegaram de parapente para pendurar cartaz na arquibancada do GP. (Foto: AFP Photo/Tom Gandolfini)Manifestantes chegaram de parapente para pendurar cartaz na arquibancada do GP. (Foto: AFP Photo/Tom Gandolfini)

O Greenpeace fez uma grande operação de comunicação neste domingo (25) durante o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1, em Spa-Francorchamps, e lançou mão de cartazes para protestar contra os projetos de perfuração no Ártico da petroleira Shell.

Vários membros da organização de defesa ambiental foram detidos pela polícia e liberados em seguida, afirmou à AFP uma porta-voz do Greenpeace.

Antes do início da corrida, seis membros dessa organização, que chegaram de parapente a motor, pregaram o primeiro cartaz, de vários metros de altura, na parte superior da arquibancada principal.

Outros dois militantes do Greenpeace conseguiram chamar a atenção durante a premiação, quando uma mulher fez um rapel no terraço do Paddock Club, lugar de recepção dos convidados, para levantar em cima do pódio um pequeno cartaz onde se lia: “Parabéns, agora nos ajudem a salvar o Ártico”.

O Greenpeace queria mostrar sua posição contrária aos projetos de perfuração do Ártico da petroleira Shell, sócia da escuderia Ferrari de Fórmula 1 e principal patrocinadora do Grande Prêmio da Bélgica, vencido pelo alemão Sebastian Vettel, da Red Bull.

Como parte de sua nova campanha batizada “Save the Arctic”, o navio quebra-gelos do Greenpeace, “Arctic Sunrise”, zarpou neste sábado do Polo Norte, desafiando a proibição das autoridades russas.

Segundo comunicado do Greenpeace, 35 de seus membros invadiram de diversas maneiras o circuito de Fórmula 1 neste domingo. Os dois ativistas que entraram no Paddock Club tiveram que pagar 3.400 euros cada para ter acesso ao terraço.

Cartaz foi colocado em frente ao pódio de Grande Prêmio da Bélgica (Foto: AFP Photo/Belga/Eric Lalmand)Cartaz foi colocado em frente ao pódio de Grande Prêmio da Bélgica (Foto: AFP Photo/Belga/Eric Lalmand)

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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