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Einstein provou para seu professor que Deus existe?

Texto que circula há anos pela web afirma que o físico Albert Einstein teria provado para seu professor em sala de aula que Deus existe. Mas será que essa história é verdadeira ou falsa?

A corrente não é nova. Circula pela internet desde 2004 e conta um episódio ocorrido com um aluno de uma escola que, certa vez, diz para seu professor, depois de mostrar várias provas e contrapor o bem e o mal, que Deus realmente existe. No final do texto descobre-se que o tal aluno era nada mais nada menos que um dos físicos mais importantes da humanidade, Albert Einstein.

Albert Einstein (foto famosa do físico) Albert Einstein (foto famosa do físico – achei na internet)

O vídeo abaixo (que parece ser um comercial) dá uma resumida no que diz o texto:

Será que essa história é verdadeira ou falsa?

Apesar de ser uma passagem bem interessante (e é usada ainda hoje em várias palestras motivacionais e/ou religiosas), a história é falsa!

Encontramos versões dessa história datadas de 2004, porém há variações desse mesmo texto mais antigas, como essa postada em 1999 no Google Groups (dá pra ler em inglês aqui).

Perceba que no texto postado em 1999 não há nenhuma menção a Albert Einstein. O nome do físico foi acrescentado em versões posteriores. Esse é um recurso utilizado em 99,9% das correntes que empesteiam a web: Usar nomes de pessoas importantes para dar mais crédito ao que está tentando ser enviado.

Outro detalhe que não podemos deixar passar é o seguinte: Não existe nenhuma prova de que Einstein tenha realmente dito isso. O autor não dá nenhuma dica de onde foi tirado tal texto ou sequer deixou algum indício que prove que o aluno tenha dito essas coisas para seu professor.

Em algumas versões, o autor da corrente afirma que o fato teria acontecido durante um encontro de alunos universitários. Outras versões contam que o garoto era aluno de uma escola primária.

De qualquer maneira, é muito difícil acreditar que um aluno tenha “enfrentado” seu professor naquela época…

Albert Einstein, eleito em 2009 como o físico mais memorável de todos os tempos, nunca se declarou religioso e tampouco era ateu. Em inúmeros documentos a seu respeito, o físico alemão radicado nos Estados Unidos se definia como agnóstico. Como ele mesmo dizia em suas notas autobiográficas, perdeu a fé na religião aos 12 anos. Porém ele nunca perdeu o seu sentimento religioso sobre a aparente ordem do universo. “A coisa mais incompreensível sobre o Universo é sua compreensibilidade”, disse Albert Einstein.

Em uma carta escrita por ele em 1954, ao filósofo Eric Gutkind, Einstein descreve a Bíblia como “muito infantil” e zomba da ideia de que os judeus poderiam ser o “povo escolhido”.

Carta de Einstein que foi vendida por 404.000 dólares. Carta de Einstein que foi vendida por 404.000 dólares (reprodução)

Em um dos trechos da carta, o físico explica ao amigo:

“Foi, é claro, uma mentira o que você leu sobre minhas convicções religiosas, uma mentira que está sendo sistematicamente repetida. Eu não acredito em um Deus pessoal e nunca neguei isso[…]. Se há algo em mim que pode ser chamado de religioso então é a admiração ilimitada pela estrutura do mundo tanto quanto a nossa ciência pode revelar”.

A carta foi vendida por U$ 404,000 em um leilão realizado em Londres em 2008.

O texto, em suas inúmeras versões, usa como tema central a teodiceia, ramo da filosofia tenta demonstrar racionalmente a existência e os atributos de Deus usando apenas a razão e sem o auxílio de nenhum registro sagrado.

A teoria, proposta pelo filósofo Alemão Gottfried Leibniz em 1710, tenta resolver algumas questões como: Se Deus é onipresente e oniciente e nada acontece sem a sua permissão, como é que Ele permite o mal.

Definir o “mal” é algo complicado (talvez seja até mais complicado do que definir “Deus”). O que pode ser “mal” para um indivíduo pode ser considerado normal para outro. O mesmo pode ser dito daquilo que é julgado como errado em algumas culturas pode ser aturado ou até mesmo incentivado em outros povos.

No texto fictício, o aluno fala que o contrário de “mal” é “Deus”. No caso, “Deus” entrou como sinônimo de “bom”. O antônimo de “mal” é “bem”. O antônimo de “mau” é “bom”. Apenas um erro de gramática que queríamos ressaltar.

História falsa! Einstein nunca teve esse diálogo com seu professor e nunca “provou” que Deus existe.

Um dia um professor universitário na Alemanha desafiou seus alunos com esta pergunta: Deus criou tudo que existe? Um aluno respondeu: Sim, Ele fez. Deus criou tudo? perguntou o professor novamente. Sim, senhor, respondeu o jovem. Então o professor respondeu: Se Deus criou tudo, então ele fez o mal, pois o mal existe, e partindo desse preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau. O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor feliz se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito. Outro estudante levantou a mão e disse: Posso fazer uma pergunta? Lógico, foi a resposta do professor. O jovem ficou de pé e perguntou: professor, o frio existe? Que pergunta é essa? É claro que o frio existe, ou por acaso você nunca sentiu frio? O rapaz responde: De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da física, o que consideramos frio na realidade é a ausência de calor, todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O 0º absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nós sentimos se não temos calor. E a escuridão existe? Continuou o estudante. Existe sim, afirmou o professor. O estudante respondeu: Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar a escuridão não, até existe o prisma de Hichols para decompor a luz branca nas varias cores de que está composta com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não. Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para escrever quando não há a luz presente. Finalmente, o jovem perguntou ao professor: Senhor, o mal existe? O professor respondeu: claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal. Ao que o estudante respondeu: O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência de Deus, é o mesmo o dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé e o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há a luz. Então o professor, depois de balançar a cabeça, ficou calado. O Diretor acompanhando o debate perguntou ao aluno: Como se cham jovem? O aluno respondeu: Albert Einstein, senhor.

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Publicado por em 3 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Opinião: ainda existe chance para o Firefox?

Browser foi o primeiro grande concorrente do Internet Explorer, mas acabou sendo atropelado pelo rápido crescimento do Google Chrome

Há alguns anos, a Mozilla tinha todos os holofotes voltados para ela – o Firefox era o primeiro desafiante à altura do Internet Explorer em muito tempo. A identidade da companhia com o open source melhorou a percepção do público, o que deu um bom começo para o projeto. 

Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla. 

Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo. 

Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador. 

De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença. 

Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março. 

Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa. 

Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar”, diz ele.

A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como “forasteiro” tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.

Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento “maciço” por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa & Desenvolvimento alto?”, diz ele.

Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows. Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.

Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.

Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.

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Publicado por em 20 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Opinião: ainda existe chance para o Firefox?

Browser foi o primeiro grande concorrente do Internet Explorer, mas acabou sendo atropelado pelo rápido crescimento do Google Chrome

Há alguns anos, a Mozilla tinha todos os holofotes voltados para ela – o Firefox era o primeiro desafiante à altura do Internet Explorer em muito tempo. A identidade da companhia com o open source melhorou a percepção do público, o que deu um bom começo para o projeto. 

Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla. 

Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo. 

Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador. 

De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença. 

Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março. 

Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa. 

Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar”, diz ele.

A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como “forasteiro” tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.

Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento “maciço” por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa & Desenvolvimento alto?”, diz ele.

Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows. Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.

Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.

Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.

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Publicado por em 20 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Será que Valeria Lukyanova a Barbie Humana existe de verdade?

Valeria Lukyanova fez sucesso por ser parecida com a boneca mais famosa do mundo! Mas será que a Barbie Humana existe mesmo?

Em abril de 2012, algumas fotos de uma garota parecida com uma boneca apareceram na web. A moça, de acordo com algumas reportagens, se chama Valeria Lukyanova e não fez nada (nenhum procedimento cirúrgico) para ficar igual a uma boneca.

Suas fotos são impressionantes:

A Barbie da vida real! Verdadeiro ou farsa? A Barbie da vida real! Verdadeiro ou farsa?

A Barbie da vida real! Verdadeira ou farsa?- foto 2

Como muita gente ficou na dúvida se a Barbie[bb]Humana realmente existe, resolvemos dar uma pesquisada para saber se isso é verdadeiro ou farsa.

Por incrível que possa parecer, a menina existe mesmo!

Valeria Lukyanova é uma ucraniana de 21 anos de idade e, jura de pé junto que nunca fez uma única cirurgia plástica. Ela possui um canal no Youtube onde expõe seus trabalhos, além de dar dicas de maquiagem e cantar algumas músicas. Mais fotos, textos e vídeos da menina podem ser vistos em seu site oficial.

Sim! Ela ganha dinheiro com seu corpo!

Muitos curiosos não acreditaram nessa história de Valeria ser parecida com uma boneca naturalmente e, de tanto ficarem escavando a web, acabaram descobrindo que Lukyanova já passou por várias cirurgias plásticas. Em entrevista ao jornal IBTimes, o diretor da Clínica Manhattan Cirurgia Plástica – Dr. Athony Labrun – explica que uma mulher precisa retirar parte da costela para ficar com a cintura fina como a da daquela moça.

O Sitch News, por exemplo, achou algumas fotos de Valeria antes de passar por operações pelo corpo:

Valeria antes das cirurgias Valeria antes e depois das cirurgias (reprodução)

Além das modificações corporais, a Barbie Humana também usa de outros artifícios como, por exemplo, maquiagem pesada e Photoshop. Nas fotos abaixo podemos ver a moçoila sem maquiagem:

Barbie Humana sem maquiagem! 1

Barbie Humana sem maquiagem! 2Barbie Humana sem maquiagem! 3

Nessa reportagem do DailyMail tem mais um monte de fotos da Barbie Humana.

A Barbie Humana existe, de fato. Mas ela usa de vários artifícios para ficar ainda mais parecida com uma boneca.

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Publicado por em 16 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Escândalo da Google com Safari e IE ensina que não existe privacidade

A Google está  em maus lençóis por ter driblado os controles de privacidade do navegador Safari, da Apple, em aparelhos iOS – e supostamente ter feito o mesmo no Internet Explorer – para rastrear secretamente s atividades online dos usuários. Enquanto a Google lida com as críticas e a análise reguladora da Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), há uma lição importante a ser aprendida: a privacidade morreu.

Não estou sugerindo que está tudo bem para a Google, ou qualquer outra empresa, burlar intencionalmente controles de privacidade para acessar informações que os usuários especificaram que não deveriam ser compartilhadas. Mas você deve saber que você, na verdade, não tem o “direito” a privacidade, e que mesmo que tivesse, esse barco provavelmente já foi embora.

Seu “direito” à privacidade
Esse é o caso: você não tem, na verdade, um “direito” à privacidade. A 14ª emenda da Constituição dos EUA é normalmente citada graças a um precedente estabelecido quando o juiz Louis Brandeis afirmou que ela protege o “direito de ser deixado em paz”. No entanto, é preciso algumas acrobacias da razão para chegar a conclusão de que ela inerentemente protege a privacidade.

A 1ª, a 4ª, e a 5ª emendas algumas vezes também são citadas para suportar o direito percebido de privacidade. Mas a realidade é que a melhor chance para proteção de privacidade provavelmente cai na 10ª emenda – que garante autoridade aos estados individuais para quaisquer poderes não delegados especificamente ao governo federal. Então, é possível que seu estado em particular tenha meios para assegurar a privacidade.

Também existem exemplos de privacidade – ou ao menos a proteção de informações sensíveis – sendo legislados em um nível mais granular dependendo da indústria. O Ato de Privacidade de 1974 evita a revelação não autorizada de informações pessoais em poder do governo federal. O ato Fair Credit Reporting protege informações reunidas por agência de relatórios de crédito. E o ato  Children’s Online Privacy Protection garante autoridade aos pais sobre quais informações sobre seus filhos e filhas (até 13 anos de idade) podem ser coletadas por sites.

Existem vários mandados regulatórios e em cumprimento com a indústria que exigem que organizações afetadas tomem medidas adequadas para proteger dados sensíveis. Os atos Sarbane-Oxley (SOX), Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA), Gramm-Leach-Bliley Act (GLBA), e Payment Card Industry Data Security Standards (PCI-DSS), todos possuem estipulações que obrigam as empresas a protegerem dados, e impor multas e penalidades para quem falhar em cumpri-las.

Tudo isso sugere que a privacidade é um problema importante, e que há uma expectativa da sociedade por privacidade. Apenas lembre-se de que sua privacidade não está realmente garantida.

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Publicado por em 9 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Escândalo da Google com Safari e IE ensina que não existe privacidade

A Google está  em maus lençóis por ter driblado os controles de privacidade do navegador Safari, da Apple, em aparelhos iOS – e supostamente ter feito o mesmo no Internet Explorer – para rastrear secretamente s atividades online dos usuários. Enquanto a Google lida com as críticas e a análise reguladora da Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), há uma lição importante a ser aprendida: a privacidade morreu.

Não estou sugerindo que está tudo bem para a Google, ou qualquer outra empresa, burlar intencionalmente controles de privacidade para acessar informações que os usuários especificaram que não deveriam ser compartilhadas. Mas você deve saber que você, na verdade, não tem o “direito” a privacidade, e que mesmo que tivesse, esse barco provavelmente já foi embora.

Seu “direito” à privacidade
Esse é o caso: você não tem, na verdade, um “direito” à privacidade. A 14ª emenda da Constituição dos EUA é normalmente citada graças a um precedente estabelecido quando o juiz Louis Brandeis afirmou que ela protege o “direito de ser deixado em paz”. No entanto, é preciso algumas acrobacias da razão para chegar a conclusão de que ela inerentemente protege a privacidade.

A 1ª, a 4ª, e a 5ª emendas algumas vezes também são citadas para suportar o direito percebido de privacidade. Mas a realidade é que a melhor chance para proteção de privacidade provavelmente cai na 10ª emenda – que garante autoridade aos estados individuais para quaisquer poderes não delegados especificamente ao governo federal. Então, é possível que seu estado em particular tenha meios para assegurar a privacidade.

Também existem exemplos de privacidade – ou ao menos a proteção de informações sensíveis – sendo legislados em um nível mais granular dependendo da indústria. O Ato de Privacidade de 1974 evita a revelação não autorizada de informações pessoais em poder do governo federal. O ato Fair Credit Reporting protege informações reunidas por agência de relatórios de crédito. E o ato  Children’s Online Privacy Protection garante autoridade aos pais sobre quais informações sobre seus filhos e filhas (até 13 anos de idade) podem ser coletadas por sites.

Existem vários mandados regulatórios e em cumprimento com a indústria que exigem que organizações afetadas tomem medidas adequadas para proteger dados sensíveis. Os atos Sarbane-Oxley (SOX), Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA), Gramm-Leach-Bliley Act (GLBA), e Payment Card Industry Data Security Standards (PCI-DSS), todos possuem estipulações que obrigam as empresas a protegerem dados, e impor multas e penalidades para quem falhar em cumpri-las.

Tudo isso sugere que a privacidade é um problema importante, e que há uma expectativa da sociedade por privacidade. Apenas lembre-se de que sua privacidade não está realmente garantida.

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Publicado por em 9 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Será que existe filme pornô gospel?

História que circula há um tempinho na web afirma que um grupo estaria produzindo filmes pornográficos voltados para o público gospel! Será verdade?

A notícia não é nova! Desde 2007, sites e blogs começaram a divulgar que a indústria de filmes adultos estaria em busca de um novo nicho de mercado: O filme pornô gospel!

No entanto, de acordo com a notícia, a novidade erótico-religiosa só se tornaria possível caso  algumas regras fossem obedecidas. Como, por exemplo:

O filme pornográfico gospel deverá mostrar apenas só casais matrimonialmente ligados em atos sexuais.Deve retratar o sexo dentro de contexto de um casamento cristão.Ser instrutivos.Nos filmes, não poderá conter cenas de sexo extraconjugal, a não ser que seja para mostrar o que todos os adúlteros serão castigados.No pornô cristão não poderá haver obscenidades ou juramentos.Os participantes [do filme] deverão abordar seus parceiros com amor e respeito em todas as ocasiões.

As demais regras pré-estabelecidas para a produção de filme adulto gospel podem ser lidas no PavaBlog.

Será que essa história é verdadeira ou falsa?

É falsa! Até agora não existe nenhum filme pornô gospel em produção!

Ao ler os vários textos a respeito, duas perguntas vêm logo à mente:

Quem são os produtores dos filmes adultos?Quando vão estrear esses filmes?

Não se sabe! Na verdade, algum site ou blog deu a notícia e os demais saíram copiando. Nem se deram ao trabalho de checar as informações.

Pesquisando um pouco pela web, o E-farsas descobriu que todos os sites que reproduziram a notícia se basearam em um artigo sobre pornografia de um site chamado Sex In Christ. Na página, o autor fala sobre as regras para que seja possível a produção de um filme pornográfico para os cristãos.

É bom deixar claro que o autor do texto não afirma que será feito, de fato, um filme adulto para os cristãos.

Outro detalhe que chama a atenção é a falta de informações sobre o autor. Quem é ele? Qual religião ele está representando? Ele estaria se baseando em que para ditar as tais regras?

O fato é que o sexo ainda é um tabu para muitas religiões e, ainda nos dias de hoje, muita gente tem muitas dúvidas sobre sexualidade. É nessa hora que muitos boatos e mitos são criados.

Apesar de algumas iniciativas interessantes, como a Covenant Spice e a Intimancy of Eden –lojas online que ajudam a “apimentar” a vida de casais cristãos com a venda de produtos eróticos – o filme pornô gospel ainda é apenas mais um boato da web.

Há alguns anos, quando ainda não era famoso, o humorista e apresentador Danilo Gentili fez uma brincadeira com a cantora e dançarina Gretchen a respeito do filme pornô gospel:

[ainda] Não existe nenhum filme pornográfico destinado ao publico cristão! E, cá pra nós, seriam filmes muito chatos, não acha?

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Publicado por em 3 de março de 2012 em Tecnologia

 

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