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Procon-SP atualiza lista com lojas virtuais que devem ser evitadas

Dois sites atualizaram os dados cadastrais e prometeram resolver problemas dos consumidores, diz órgão de defesa

A Fundação Procon-SP atualizou há pouco sua lista (PDF) com mais de 200 sites que, de acordo com o órgão, não são recomendados para compras online.

Os sites alshop.com.br e maiorbarato.com.br foram retirados da lista, por terem entrado em contato com o Procon e atualizado os dados cadastrais.

A lista está em em ordem alfabética, razão social e número do CNPJ ou CPF. O órgão diz se as lojas estão operando ou não. Dos 200 sites na lista, apenas 61 ainda podem ser acessados.

Segundo o Procon, as principais reclamações que levaram a inclusão dos sites na lista são a falta de entrega do produto e ausência de resposta para uma queixa.

“Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor”, explica o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, em nota.

Góes afirma ser preocupante o crescimento desse tipo de golpe. “Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte a lista antes de fechar uma compra pela internet”, diz.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cinco pecados que devem ser evitadas na construção de App corporativa

Características essenciais, integração com as mídias sociais, design consistente e listas de verificação de segurança estão entre os pontos que requerem atenção

Como dispositivos móveis pessoais inundam o ambiente corporativo, é legítimo pensar que cada empresa tem sua própria loja de aplicativos, certo?

Errado. Apesar dos benefícios óbvios da distribuição eficiente e segura de aplicativos móveis para que os funcionários usem seus iPads pessoais, iPhones e smartphones Android, lojas de aplicativos corporativos não são amplamente utilizadas. Na verdade, a estimativa mais otimista aponta para apenas 10% das empresas com App Store próprias hoje, embora o Gartner preveja que até 2014 lojas de aplicativos privados serão implantadas por 60% dos departamentos de TI.

Algumas grandes empresas como a CDW e a General Electric implementaram com sucesso suas próprias lojas de aplicativos. Pequenas empresas de nicho, particularmente no campo da saúde, também estão olhando para lojas de aplicativos privados com a ajuda de grandes fornecedores como Cisco, SAP, AppCentral e Virtusa.

Aqui estão cinco erros, segundo essas empresas, que costumam afastar os empregados das lojas de aplicativos corporativos.

1. Dificuldade para encontrar o aplicativo 

Um grande erro cometido pelas organizações é não facilitar a pesquisa e a descoberta das aplicações na loja da empresa. Isso muitas vezes passa despercebido no início, quando o número de aplicativos disponíveis é limitado. Mas, ao longo do tempo, com a quantidade de aplicações crescendo, a busca torna-se mais importante.

Se alguém pode facilmente descobrir um app para uma finalidade específica, não só fica mais satisfeito com o modelo da loja, como também deixa a equipe de TI menos propensa a duplicar funcionalidade desse aplicativo em outro aplicativo e, talvez, mais propensa a reutilizar os componentes, design e código do aplicativo existente para construir um novo.

2. Negligenciar feedbacks ou avaliaçoes

Classificações e feedback são componentes essenciais do aplicativo móvel corporativo. Se você não fornecer esses recursos, será mais difícil acompanhar a satisfação do usuário. É importante obter feedback e avaliações de usuários separadamente e, em seguida, comparar essas informações com os dados de utilização dos aplicativos, de acordo com a Virtusa. A classificação por parte do usuário, por sua vez, é um recurso importante para a rápida adoção do aplicativo por parte dos demais funcionários.

3. Falta de integração com a mídia social 

Muitas organizações estão usando a mídia social para comunicação interna e de compartilhamento de informações entre funcionários. A App Store corporativa deve tirar proveito disso para promover as aplicações disponíveis. Facilite a troca de informações e opiniões sobre o uso dos aplicativos, recomendações e comentários. Isso vai atrair mais usuários internos para a App Store.

4. Falta de Políticas de segurança e privacidade

Antes de um aplicativo ser submetido para publicação na loja de aplicativos da empresa, a equipe de operações deve verificá-lo para identificar possíveis vulnerabilidade de segurança. É importante também manter os usuários permanentemente atualizados a respeito de vulnerabilidades recém-descobertas e documentadas. 

 Da mesma forma, você precisa fazer uma avaliação sobre os requisitos de privacidade para garantir que nenhum dado sensível seja divulgado ou vazado para pessoas não autorizadas dentro ou fora da empresa, principalmente usando serviços de terceiros (tais como geo-localização ou de verificação móvel).

5. Desrespeitar melhores práticas de usabilidade

Todas as lojas de aplicativos corporativos devem viver de acordo com as diretrizes publicadas da organização em matéria de experiência do usuário (UX), design, cor e esquemas de navegação e de interface do usuário.

Por exemplo, se um aplicativo tem um esquema de cor diferente das diretrizes publicadas ou variação no logotipo ou fonte, então o conselho de administração e revisão deve rejeitá-lo, com comentários sobre os motivos para tal e o que deve ser feito para colocá-lo em conformidade as diretrizes existentes.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Procon-SP atualiza lista com lojas virtuais que devem ser evitadas

Dois sites atualizaram os dados cadastrais e prometeram resolver problemas dos consumidores, diz órgão de defesa

A Fundação Procon-SP atualizou há pouco sua lista (PDF) com mais de 200 sites que, de acordo com o órgão, não são recomendados para compras online.

Os sites alshop.com.br e maiorbarato.com.br foram retirados da lista, por terem entrado em contato com o Procon e atualizado os dados cadastrais.

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Segundo o Procon, as principais reclamações que levaram a inclusão dos sites na lista são a falta de entrega do produto e ausência de resposta para uma queixa.

“Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor”, explica o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, em nota.

Góes afirma ser preocupante o crescimento desse tipo de golpe. “Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte a lista antes de fechar uma compra pela internet”, diz.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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