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Google avisará por celular quando produto visto on-line estiver por perto

Google avisa por celular quando produto visto on-line for oferecido por loja próxima ao usuário. (Foto: Divulgação/Google)Google avisa por celular quando produto visto
on-line for oferecido por loja próxima ao usuário.
(Foto: Divulgação/Google)

O Google vai enviar notificações aos celulares dos usuários quando um produto pesquisado por eles em sites da internet estiverem sendo vendidos em alguma loja nos arredores. A novidade foi liberada pela companhia nesta segunda-feira (5).

Os avisos serão exibidos pelo Google Now, mas por enquanto serão oferecidos a quem possui um aparelho que rode Android.

Isso ocorre porque a atualização que permite aos usuários usufruírem da nova função foi feita, por enquanto, apenas no aplicativo Google Search para Android.

O assistente pessoal Google Now rivaliza com a Siri, da Apple, e com a recém-apresentada Cortana, da Microsoft.

Com acesso aos dados pessoais do usuários presentes em ferramentas da companhia, como o Calendário, o assistente pessoal combina essas informações a outros serviços para sugerir ações ou fornecer informações. Com isso, pode informar o resultado do jogo de futebol do time de coração do usuário e ainda, baseado nas condições de trânsito exibidas no Maps, sugerir que ele saia mais cedo de casa para chegar no horário a tempo a um compromisso, marcado na Agenda.

Além de notificar o usuário de que o produto buscado na internet é oferecido em um algum lugar por perto, o Google Now informará quais são as lojas e por qual preço é vendido.

“Você tem procurado on-line o par perfeito de botas para escalar, mas não as encontrou ao redor para puxar o gatilho. A partir de hoje, se você estiver fora de casa e perto de uma loja que possua essas botas, você provavelmente verá um cartão do Google Now mostrando o produto e o preço para lembrá-lo”, informou o Google.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Sexo oral não é pecado se a esposa estiver pensando em Jesus!

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Arcebispo ensina esposas a serem submissas a seus maridos em livro polêmico e afirma que sexo oral não é pecado desde que seja feito pensando em Jesus! Será?

A notícia amplamente divulgada na web fala do livro Cásate y Sé Sumisa (algo como “Case-se e seja submissa”, em espanhol), publicado pelo Arcebispo de Granada (Espanha) Francisco Javier Martínez Fernández. Na publicação polêmica, o arcebispo ensina as mulheres como serem submissas a seus maridos para que o casamento perdure com felicidade e harmonia por toda a vida do casal.

Uma das passagens mais polêmicas do livro, segundo o que diz a notícia, é onde o autor dá dicas de como a esposa deve praticar o sexo oral em seus maridos. De acordo com o que se espalhou em diversos sites e blogs, o arcebispo teria afirmado que:

“Mujer, practicarás felaciones a tu marido siempre que te lo ordene. Pero cuando lo hagas, piensa en Jesús. Recuerda: ¡No eres una pervertida!”

(Mulher, praticarás felações em teu marido sempre que ele ordenar. Mas quando estiver fazendo, pense em Jesus. Lembre-se: Não és uma pervertida!)

Será que essa história é real?

Arcebispo Francisco Javier Martínez Fernández afirma em livro que sexo oral não é pecado, desde que seja pensando em Jesus. Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook) Arcebispo Francisco Javier Martínez Fernández afirma em livro que sexo oral não é pecado, desde que seja praticado pensando em Jesus. Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

Essa história não é nova! Apareceu na web em novembro de 2013 e, sabe-se lá a razão, votou com força total nas redes sociais em março de 2014. A notícia da suposta declaração do arcebispo apareceu em espanhol e em pouco tempo ganhou as terras brasileiras.

O livro “Cásate y Se Sumissa” foi escrito pela jornalista italiana Costanza Miriano e publicado pelo arcebispo e tem criado grande polêmica ao mostrar que as mulheres devem ser submissas aos homens. Frases do tipo “Temos que dar um passo atrás na vida pessoal” (endereçada às mulheres) recheiam as páginas do livro.

A repercussão foi tamanha que ele chegou a ser o mais vendido no site de vendas Amazon em novembro de 2013.

Cásate y Se Sumissa (foto: Divulgação) Cásate y Se Sumissa (foto: Divulgação)

Em uma publicação da edição em espanhol do Huffington Post, o repórter Rodrigo Carretero mostra as 35 frases mais polêmicas do livro editado pelo arcebispo. Curiosamente, essa frase sobre sexo oral atribuída a ele, conforme afirmado em diversos sites de notícias, não aparece entre elas. Até mesmo porque termos como “felação” dificilmente entraria em uma publicação amparada pela igreja católica.

As reclamações sobre o conteúdo do Cásate y Se Sumissa foram tantas que até a prefeitura da cidade de Granada teve que se pronunciar a respeito. Em nota, o Conselho Municipal afirmou que irá (ou iria) investigar se os autores estariam infringindo alguma lei com a publicação.

O livro é polêmico, sem dúvida (notem que já usamos a palavra “polêmica” várias vezes nesse artigo), pois é um tipo de manual para esposas que trata a mulher como um ser inferior ao homem. Mas muito desse barulho se deve a um boato criado por uma revista de humor.

No dia 18 de novembro de 2013, a revista humorística espanhola El Jueves inventou a notícia (provavelmente, se aproveitando do “sucesso” do livro) sobre as declarações que o arcebispo Francisco Javier Martinez teria feito a respeito do sexo oral.

Reprodução do El Jueves que deu inicio ao boato! Reprodução do El Jueves que deu inicio ao boato!

A publicação satírica do El Jueves teve mais de 80mil curtidas e, apenas 6 horas depois, já era um dos assuntos mais comentados pelo fórum Menéame. Alguns dias depois, o blog No sabes Nada republicou a matéria falsa e assim o boato foi ganhando vida própria.

Meses depois, alguns blogs de língua espanhola, como o Revolución (no dia 9 de março de 2014) e o Expediente Notícias (17 de março de 2014), resolveram ressuscitar a notícia. Daí, pra algum “site de notícias” brasileiro resolver traduzir o boato para português foi um pulo!

O livro Cásate y Se Sumissa não fala sobre a esposa pensar em Jesus durante o sexo oral. Essa afirmação surgiu em um site de humor espanhol.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Se sua empresa não estiver preparada, aborte a migração para IPv6

Especialistas em segurança advertem que a desativação inadequada do antigo IPv4 pode abrir brechas para ataques.

Os defensores do novo protocolo de internet têm argumentos de sobra sobre a substituição em massa do antecessor IPv6. Mas especialistas em segurança dizem que se sua empresa não estiver totalmente compatível com a nova tecnologia não vale a pena entrar em pânico.

Em comparação com o IPv4, o IPv6 oferece um endereçamento quase ilimitado, maior mobilidade, melhor desempenho, características de segurança superiores e muito mais. Mas isso não significa que as empresas devam se apressar e ligar todos os “interruptores IPv6” porque outras empresas como Google e Facebook já se adiantaram.

Na verdade, se a organização não estiver preparada, até pode ser útil desativar os recursos de IPv6, para evitar que sejam alvo de ciberataques – muitos crackers já desenvolveram formas de aproveitar brechas do IPv6. Esta advertência vem de especialistas como o Chief Security Officer (CSO) da VeriSign, Danny McPherson, e pode parecer contraditória dadas as célebres vantagens de segurança do IPv6 em comparação com o IPv4.

Por exemplo, o IPv6 traz incorporado o protocolo IPSec, além de suportar as funcionalidades Secure Neighbor Discovery, Privacy Addresses e Unique Local Addresses – todas oferecem novas camadas de segurança.

De acordo com McPherson, “se os provedores de serviços não gerirem adequadamente as redes IPv6 – e não perceberem sua ativação na maioria dos equipamentos, haverá um impacto substancial na abordagem de segurança”.

É uma das maiores armadilhas, na qual é mais fácil cair, mas também se resolve rapidamente. O problema é que nem todas oferecem as ferramentas e funcionalidades de gestão de rede para o IPv6, como faziam para o IPv4.

“Essa falta de compatibilidade de recursos significa que as equipes de segurança não têm a mesma visibilidade e capacidade de mitigação quando tentam identificar e bloquear ataques baseados em IPv6?, diz o engenheiro de qualidade de software da Arbor Networks, Cerveny Bill.

Compatibilidade plena
Assim, se os gestores de rede não estiverem preparados para garantirem que o novo protocolo tenha “compatibilidade plena em termos de segurança e operacionais, precisam realmente de desativar o IPv6 inteiramente. Eles devem implantar novos dispositivos e hardware de uma forma muito calculada”, recomenda McPherson.

O problema é que os cibercriminosos criaram formas de explorar a falta de preparação de uma organização para o IPv6. Descobriram uma maneira de usar “túneis” para enviar tráfego IPv6 sobre IPv4, vírus e spyware que contornam as defesas de rede, de acordo com a Check Point.

Alguns também têm explorado o IPv6 para roubar dados, assim como para ativar ataques de comando e controle de infraestruturas de botnets e de ataque de negação de serviço (DDoS).

As preocupações de segurança envolvendo o IPv6 não param aí. Entre outras ameaças, McPherson explica que traduzir tráfego IPv4 para o IPv6 pode ser outra armadilha.

“A transferência de volumes de pacotes IPv4 para IPv6 constitui uma oportunidade para uma implantação fraca ou para um interveniente mal-intencionado explorar uma potencial vulnerabilidade”.

Ataques de DDoS
Além disso, o IPv6 introduz cabeçalhos de extensões “que podem estar encadeados e exigem processamento complexo por vários sistemas: estes podem sobrecarregar os firewall e gateways de segurança, podendo até mesmo levar à degradação do desempenho de encaminhamento e abrir brecha para um potencial DDoS, entre outros “, diz McPherson.

Na transição do IPv4 para o IPv6, as organizações podem precisar implantar dispositivas e protocolos de Network Address Traslation (NAT). Estes podem complicar a rede e as operações, de acordo com McPherson, e quebrar as funcionalidades e ferramentas (por exemplo, listas negras e filtros de tráfego) que os gestores de segurança usam para monitorizar incidentes de segurança.

A digitalização da infraestrutura de rede para sistemas não autorizados ou vulneráveis é muito mais complexa com o IPv6 do que com o IPv4, segundo McPherson. Ele explica que o IPv6 tem, neste sentido, um espaço de endereçamento escasso.

“Esses recursos precisam ser ampliados com controles de acesso à rede e sistemas de medição ativos capazes de desencadear o rastreamento de vulnerabilidades”, recomenda. 

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Publicado por em 2 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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